O documento discute o absolutismo monárquico e seus principais teóricos defensores. Resume que o absolutismo concentrou poder no monarca, mas ele dependia do apoio de nobreza e burguesia. Três teóricos são destacados: Maquiavel defendia a separação de ética e política para o governante se manter no poder; Hobbes via o homem como egoísta por natureza, necessitando de um soberano absoluto para evitar a guerra; Bossuet via o absolutismo como vontade divina, com o rei representando Deus.