O documento discute as teorias absolutistas que justificavam a centralização do poder absoluto nas mãos de monarcas entre os séculos XV-XVIII. Teóricos como Bodin, Bossuet e Hobbes defenderam que os reis detinham poder ilimitado como representantes de Deus, e que a ordem e estabilidade dependiam da obediência cega ao Estado. A ideologia absolutista beneficiou a nobreza e a burguesia emergente, porém não os trabalhadores que permaneceram na pobreza.