O documento discute vários pontos de vista sobre o aborto, incluindo posições científicas, éticas, filosóficas, religiosas e legais. Debate questões como o estatuto do feto, os direitos reprodutivos das mulheres, e a moralidade do aborto.
Aparecimento da contracepçãoExamepré-natalReforma das mentalidadesAceitação da sexualidade com naturalidadeAumento dos casosPlaneamento familiar“Lei do Aborto”Redução casos de Aborto
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Prioridade das mãesIncómodos(monetários ou sociais) que possam advir de um bebé com deficiênciasNascimento de um bebé saudável, com total capacidade para desempenhar funções na vida adulta
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Deveremos nós, sociedadedefinir como legais as acções abortivas ou, pelo contrário, deveremos considerá-las imorais?Deveremos nós, sociedade, regular os direitos às escolhas procriativas de cada um?Deveremos nós, sociedade, regular ou condicionar as opções de quem discorda ou tem opiniões e convicções diferentes?Deveremos nós, sociedade, condicionar as opções individuais e ainda assim afirmarmo-nos como sociedade democrática e pluralista?
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Não punibilidade dainterrupção da gravidezNão invade a intimidade e consciência de cada umLEIDeve proteger cada individuo que a compõe e os seus direitosPara ser neutra e igual para todos, deixará ao critério de cada um decidir
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Aborto é sempreaborto, legal ou não, mesmo que lhe chamem interrupção da gravidezA vida humana é sagrada e nada há que justifique a sua eliminaçãoO aborto será o melhor amigo do HomemO aborto não é mais que assassinar um inocente
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Abortos clandestinos sãodemasiados perigosos para as mulheresDevem ser concedidas alternativas às mulheres, em casos em que a contracepção tenha sido ineficazConsequências que podem ser desastrosas, de uma gravidez não desejadaO número de gravidezes deve estar de acordo com as possibilidades da famíliaAs mulheres devem ter o direito de tomar livremente e sem punições essa decisãoA penalização do aborto é uma demonstração da submissão da mulher ao homem
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Início da vida“VidaHumana”“Pessoa Humana”=?Dever de protegerNecessidade Respeitar
Peter Albert DavidSingerAge na área da ética prática, defendendo a perspectiva utilitaristaPeter Albert David SingerNasceu a 6 de Julho de 1946, em MelbourneFilósofo e professor australiano
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Argumento FeministaExemplo: “Imaginandoque acordamos uma manhã e descobrimos que estamos ligados a um violinista famoso. Informam-nos que temos que estar ligados a ele cerca de nove meses, ou morre.” Resultante de gravidez indesejadaIgnorância, descuido, falha dos métodos contraceptivosO Aborto não é visto como um mal
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O valor davida fetalPrimeira Premissa: É um mal matar um ser inocenteSegunda Premissa: Um feto humano é um ser humano inocenteConclusão: Logo é um mal matar um feto humanoAceitação do estatuto da vida humanaPertencer à espécie Homo SapiensSer uma pessoaSer humano = Pertencer à espécie Homo SapiensSer humano = pessoaSegunda Premissa é verdadeiraSegunda Premissa é falsaO feto não é racional nem autoconsciente
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Afinal quais sãoas atitudes daqueles que dizem não ao aborto?Chegam mesmo a comparar a vida do feto com a dos animaisSendo esta comparação injusta, há que considerar a capacidade de o feto sentir dor, o que torna o aborto aceitável ou não
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O feto comouma vida em potênciaPrimeira Premissa: É um mal matar um ser humano em potênciaSegunda Premissa: Um feto humano é um ser humanoConclusão: Logo é um mal matar um feto humanoFetoAs suas potencialidades ultrapassam as de um animal, no entanto não se pode dizer que tem maior direito à vidaSer humano em potênciaExemplo: “Uma mulher descobre que está grávida de dois meses e tenciona ter uma criança dentro de um ou dois anos. A gravidez é indesejada por surgir em má altura.” O aborto não é considerado um mal pois a senhora apenas adiou a chegada da criança
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O aborto condenaprincipalmente as práticas que reduzem a população humana. Quando há excesso de população, não existe nada contra
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O estatuto doembrião no laboratórioFeto não é pessoaEmbrião também nãoAntes da filtração invitro (FIV)EmbriãoÓvulo mais espermatozóideTem maior probabilidade de se desenvolver no interior da mulherDepende de um acto humano de forma a gerar o embriãoÉ menos rigoroso destruir um embrião na fase inicial do que um mais desenvolvido (feto)O que difere principalmente? A probabilidade de desenvolvimento de uma pessoaCasos como a infertilidade masculina são aspectos que, através destes novos métodos, se pode ultrapassar com mais facilidade
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A utilização dofetoParkinsonDevido ao facto de os tecidos fetais crescerem melhor e serem mais aceite pelo paciente AlzheimerUtilizados no combate de doençasDiabetesA partir de que momento o feto possui a capacidade de sentir dor?Até às 18 semanas não sente dor, a camada não se desenvolveu o suficienteSensações do fetoLigadas ao córtice cerebralPeter SingerHá um conflito de interesses, o médico não sabe aconselharExemplo: “Um médico aconselha uma mulher grávida a fazer um aborto e procura tecido fetal para um paciente em perigo de vida”As doações de tecidos são proibidas de forma a evitar o abortoNão condena o aborto, desde que sirva para salvar a vida a outras pessoas
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Aborto e infanticídioOposiçãoprogressistaDefende que é permissível matar um embrião/feto mas não um bebéApesar de não possuir justificaçõesBebésPoderem ter ou não futuroNão podem ter desejo de continuar a viverAo matá-los, não se viola nenhum princípio de respeito pela autonomia, pois não é livre de escolhas. Logo, não se pode comparar matar um recém-nascido com uma criança de cinco anosDevemos agir como se o bebé tivesse direito à vida a partir do nascimento
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Antigamente não matarum bebé deficiente/mal formado era considerado um malO infanticídio foi a primeira forma de controlo da população e em certas sociedades, a únicaÉ assim equacionado com o aborto quando aqueles que estão mais próximos da criança, não a desejam
“Antes de teformar no ventre materno, eu te escolhi; antes que saísses do seio da tua mãe, eu te consagrei” (Jr 1,5)“Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido” (Didaké 2,2)“Afasta-te da acusação falsa, não faças morrer o inocente e o justo, nem absolvas o culpado” (Êxodo,23,7)
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Os piores castigosde quem pratica o aborto são: o remorso , o transtorno e o arrependimentoDeus é Pai e Misericordioso perdoa se mostramos arrependimento no nosso actoA lei moral vai avaliar os nosso actos e não nós como indivíduosParte da igreja pune com a excomunhão , não pretendendo assim restringir o perdão mas sim mostrar que o seu acto foi um erro
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Em caso deanomalia a criança deve ser criada e amada tanto ou mais que uma “normal”Em risco de vida para ambos , deve-se dar prioridade ao feto visto que este ainda não veio ao mundoNo caso de problemas económicos esses são menosprezados Violação é um caso mais delicado mas o santo papa pede compreensão e que a aceitem
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Referendo 2007 -Aborto“As pessoas não foram bem esclarecidas”Pároco Alcantarilha“O Referendo de 2007 foi errado pois a vida não se referenda”Pároco Alcantarilha