Universidade Potiguar Curso de Medicina PAAB II “ Abordagem epidemiológica  da Dengue” Profa. Goretti Morais Natal, outubro  2008.
 
O que é a dengue ?   Doença infecciosa causada por um vírus, com curso benigno ou grave, dependendo da forma que se apresente: Infecção inaparente Dengue clássica Febre hemorrágica da dengue Síndrome do choque da dengue
Agente Etiológico:  é um  v írus RNA.  Conhecidos 4 sorotipos diferentes:  DEN-1,  DEN-2 ,  DEN-3   DEN-4.
Nos países tropicais, a dengue é um sério problema de saúde pública, pois as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do  Aedes aegypti , principal mosquito transmissor da doença.
Reservatório Fonte de infecção e reservatório vertebrado é o ser  Humano Foi descrito na Ásia  e na África um ciclo selvagem envolvendo o macaco
Quem é o agente transmissor?  Aedes aegypti –  é o principal agente Aedes albopictus -   este não participa da cadeia de transmissão de dengue no Brasil. Como se dá a transmissão?  Mosquito sadio =>  Homem infectado  =>  Mosquito infectado  => Homem Susceptível = >  Infectado
 
Como a dengue é transmitida ? A transmissão se faz pela picada dos mosquitos (fêmeas)  Aedes aegypti .   No ciclo ser humano -  Aedes  - ser humano.  Após um repasto de sangue infectado, o mosquito está apto a transmitir o vírus.
A suscetibilidade é universal, isto é, todo mundo pode "pegar" dengue, independentemente do sexo e idade.  Observa-se que grupos mais expostos ao vetor adquirem mais a doença.  É o caso das mulheres que, em razão do maior tempo de permanência no ambiente doméstico, têm maior risco de contrair a dengue. Quem pode "pegar" dengue?
Os mosquitos do gênero Aedes apresentam 2 fases de desenvolvimento:  aquática e terrestre. Fase aquática : ovo, larva e pupa. Fase terrestre : mosquito adulto .
Diferenças entre o  Aedes aegypti ,  (no potinho), e outro mosquito inofensivo (na mão) Larvas de mosquito Ovos de mosquito na água   É escuro,rajado de branco É menor que um pernilongo comum Pica durante o dia  Se desenvolve em água parada e limp a
Quais os hábitos do  Aedes aegypti   e por que é importante conhecê-los  ? É importante conhecer os hábitos do mosquito para melhor combatê-lo.
mosquito  Aedes aegypti  é uma espécie doméstica. nasce e se reproduz em água parada, limpa,  de preferência recipientes: latas, pneus, vasos dentro ou perto das habitações humanas. Encontrado em ocos de árvores, desde que estejam próximos às casas. Dificilmente é encontrado a mais de 100m  das residências.
Qual o tempo de vida do  Aedes aegypti  ?   A vida média de uma fêmea adulta é de   45 dias.  É importante lembrar que, uma vez  infectada pelo vírus , a fêmea permanecerá assim  até o fim de sua vida .
 
A incidência da dengue  coincide com o verão, devido a maior ocorrência de chuvas e aumento da temperatura nessa estação. Frequência:   mais comum nos  núcleos urbanos , onde é maior o número de criadouros naturais ou resultante da ação humana ocorre em qualquer  localidade, desde que exista população humana suscetível,  presença do vetor e o vírus seja aí introduzido.
Onde existe dengue ? Existe nas  Américas há mais de 200 anos, também  no  Sudeste Asiático e  na África.
Ásia e Américas: Década de 50 - FHD descrita  1ª vez -      Filipinas e Tailândia. Década de 60 , circulação vírus intensificou-se    nas Américas. 1963  - circulação comprovada dos sorotipos:    2 e 3  em vários países.  1977   -  sorotipo 1 introduzido nas Américas,     inicialmente pela   Jamaica.
Quando começou a dengue no Brasil? século XIX: referências a dengue no Brasil  1852 e 1853 e em 1916: epidemias em S. Paulo  1923: ocorreu epidemia em Niterói. 1981 - 1982: 1ª epidemia documentada clínica e laboratorialmente Boa Vista - Roraima, causada pelos sorotipos 1 e 4. 1986: a epidemia de dengue atinge o R. Janeiro, Ceará e Alagoas.
Quando ocorre o maior número de caso de dengue? Padrão sazonal  de incidência   coincidente com o  verão , devido maior ocorrência de chuvas e aumento da temperatura nessa estação.  é mais comum nos  núcleos urbanos , onde é maior a quantidade de criadouros naturais ou resultantes da ação do ser humano.  a doença pode ocorrer em qualquer  localidade  desde que  exista  população humana susceptível, presença do vetor e o vírus seja introduzido.
Re-emergência 1957: Anunciou-se que a doença estava erradicada do Brasil 1982: Epidemia em Boa Vista /RR 1995: Dengue em todas as regiões do País
Causas da Re-emergência Mudanças demográficas Inchaço das cidades Falta de saneamento básico Dificuldade no abastecimento de água e coleta de lixo precários Armazenamento precário de água
 
 
Endêmico / Epidêmico Circulação do vírus em todas regiões Ondas epidêmicas em areas localizadas Casos notificados e hospitalizações por dengue, Brasil, 1986-2005
 
evitar  ocorrência  das infecções pelo vírus da dengue em  áreas livres de circulação detectar precocemente  epidemias  => diagrama de controle controlar as  epidemias  em curso reduzir o  risco de transmissão  da dengue nas áreas  endêmicas reduzir a  letalidade  de FHD/SCD, mediante diagnóstico precoce e tratamento oportuno e adequado
Notificação doença de notificação compulsória, notificar todo caso suspeito e/ou confirmado comunicar ao Serviço de Vigilância Epidemiológica - SVE, o mais rápido possível. SVE deverá informar o fato à equipe de controle vetorial local para a adoção das medidas necessárias ao combate do vetor.  em epidemias, a coleta e o fluxo dos dados permitem o acomnhapar a curva epidêmica, com vistas desencadear e avaliar as medidas de controle.
1ª medidas a serem adotadas Atenção médica ao paciente Melhorar a qualidade da assistência Proteção individual para evitar circulação viral Coletar material para confirmação diagnóstica Proteção da população através de bloqueios nas áreas d transmissão Integração entre as vigilâncias epidemiológica e entomológica( controle vetorial) Investigação de casos
 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 SEM.EPIDEM. 0 200 400 600 800 1000 1200 N º  DE CASOS 2003 123 188 237 266 343 449 543 602 626 760 942 911 931 1041 1158 2004 96 63 76 54 81 91 57 96 144 96 106 93 84 84 109 2005 53 70 82 109 96 128 126 140 221 234 193 206 175 212 198 2006 37 58 70 66 106 79 82 69 103 129 124 123 154 148 165 2007 62 94 125 106 109 132 113 118 142 146 174 159 65 7 2 CASOS NOTIFICADOS DE DENGUE SEGUNDO  SEMANA DO INICIO DOS SINTOMAS  - R N  -  2003-2007 * fonte:SINAN-SUVIGE/CPS/SESAP-RN  * DADOS AT É  A SEM.EPIDEM. 15 T É RMINO EM  14/04/2007 - SUJEITOS A REVISÃO - 19/04/2007 2003 2005 2007
 
Casos Notificados de Dengue, por  faixa etária, no RN 2000 a 2006 Faixa  Etária  2002 2003 2004 2005 2006 Total <  1 ano 183 216 53 108 115 675 1-4 anos 667 533 107 206 306 1.819 5-9 1.105 953 169 324 386 2.937 10-14 1.640 1.509 245 458 455 4.307 15-19 2.351 2.229 351 678 616 6.225 20-34 8.216 7.617 1.085 2.155 2.132 21.205 35-49 5.863 5.715 841 1.696 1.687 15.802 50-64 2.792 2.645 393 809 687 7.326 65-79 1.076 927 162 301 259 2.725 80 e+ 156 173 29 69 32 459 Total 24.049 22.517 3.435 6.804 6.675 63.480 Fonte: SESAP /SINAN 13/09/2006
 
Incidência de Casos Notificados Dengue  - RN - 2005 Incidência de Casos Notificados Dengue - RN - 2006
Resumo epidemiológico dos casos de dengue. Início  da Dengue no RN:  1994 Municípios mais atingidos 2006:  Natal, Macaíba, Ceará    Mirim, Parnamirim e Santa  Cruz Sexo : maior número de casos do sexo  feminino Faixa etária  mais atingida:  15 a 49 anos Letalidade:  maior em 1998 e 2005 =  25%,  Óbitos entre 1997 a 2006 =  35 Profissão :  ?????
PREVENÇÃO & CONTROLE
o combate à dengue é uma responsabilidade dos governos: federal, estadual ou municipal, e da coletividade. só a atuação conjunta do governo e da população levará ao controle da dengue. todos devem eliminar os criadouros do  Aedes aegypti .
Vigilância entomológica Determinação e/ou acompanhamento dos níveis de infestação vetorial  (índices nunca superior a 1%)  Intensificação do combate ao vetor
Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Na hora de lavar o recipiente, passe um pano grosso ou bucha nas bordas. Substitua a água dos vasos de plantas por areia grossa umedecida.  Esvazie as garrafas sem uso. Elas devem ser guardadas de boca para baixo, de preferência em lugares cobertos.  Mantenha as caixas d´água, poços, latões e filtros bem fechados. Mantenha as calhas, lajes e piscinas limpas.  Troque diariamente a água de bebedouros de animais. Lave bem o recipiente com uma escova ou bucha .  Elimine a água acumulada em bambus, bananeiras, bromélias, etc. Evite plantas que acumulem água, como gravatás, babosa, espada-de-São-Jorge, entre outras .  Todo material descartável que acumula água, como copos de plástico, latas e tampinhas de garrafa, deve ser jogado no lixo .
Eliminação de locais de reprodução do mosquito Cobrir recipientes, Caixa d´agua e Fossas Remoção do lixo Controle Biológico: Controle Químico:  temefós – elimina larvas Carro Fumacê: Cipermetrina – elimina alados Controle Físico Controle Genético
Como impedir as picadas  ? espirais ou vaporizadores mosquiteiros  telas repelentes
Eliminar os criadouros  do  Aedes aegypti  é a  ÚNICA  maneira de evitar a dengue.
Controle de surtos de Dengue Bom fornecimento de água Campanhas de remoção do lixo Inspeção domiciliar para controlar a reprodução de mosquitos Campanhas de educação em saúde e campanhas escolares, com objetivo de informar sobre a  dengue  e quais as  medidas podem ser tomadas  para  combatê-la.
Vacina não se dispõe de uma vacina efetiva, segura e econômica para um futuro imediato. uma vacina efetiva deverá ser tetravalente existem pesquisas em desenvolvimento de  vacina tetravalente atenuada
Muito obrigada !!!

Abordagem Epidemiológica da Dengue Professora Goretti Morais

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    Universidade Potiguar Cursode Medicina PAAB II “ Abordagem epidemiológica da Dengue” Profa. Goretti Morais Natal, outubro 2008.
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    O que éa dengue ? Doença infecciosa causada por um vírus, com curso benigno ou grave, dependendo da forma que se apresente: Infecção inaparente Dengue clássica Febre hemorrágica da dengue Síndrome do choque da dengue
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    Agente Etiológico: é um v írus RNA. Conhecidos 4 sorotipos diferentes: DEN-1, DEN-2 , DEN-3 DEN-4.
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    Nos países tropicais,a dengue é um sério problema de saúde pública, pois as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti , principal mosquito transmissor da doença.
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    Reservatório Fonte deinfecção e reservatório vertebrado é o ser Humano Foi descrito na Ásia e na África um ciclo selvagem envolvendo o macaco
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    Quem é oagente transmissor? Aedes aegypti – é o principal agente Aedes albopictus - este não participa da cadeia de transmissão de dengue no Brasil. Como se dá a transmissão? Mosquito sadio => Homem infectado => Mosquito infectado => Homem Susceptível = > Infectado
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    Como a dengueé transmitida ? A transmissão se faz pela picada dos mosquitos (fêmeas) Aedes aegypti . No ciclo ser humano - Aedes - ser humano. Após um repasto de sangue infectado, o mosquito está apto a transmitir o vírus.
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    A suscetibilidade éuniversal, isto é, todo mundo pode &quot;pegar&quot; dengue, independentemente do sexo e idade. Observa-se que grupos mais expostos ao vetor adquirem mais a doença. É o caso das mulheres que, em razão do maior tempo de permanência no ambiente doméstico, têm maior risco de contrair a dengue. Quem pode &quot;pegar&quot; dengue?
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    Os mosquitos dogênero Aedes apresentam 2 fases de desenvolvimento: aquática e terrestre. Fase aquática : ovo, larva e pupa. Fase terrestre : mosquito adulto .
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    Diferenças entre o Aedes aegypti , (no potinho), e outro mosquito inofensivo (na mão) Larvas de mosquito Ovos de mosquito na água É escuro,rajado de branco É menor que um pernilongo comum Pica durante o dia Se desenvolve em água parada e limp a
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    Quais os hábitosdo Aedes aegypti e por que é importante conhecê-los ? É importante conhecer os hábitos do mosquito para melhor combatê-lo.
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    mosquito Aedesaegypti é uma espécie doméstica. nasce e se reproduz em água parada, limpa, de preferência recipientes: latas, pneus, vasos dentro ou perto das habitações humanas. Encontrado em ocos de árvores, desde que estejam próximos às casas. Dificilmente é encontrado a mais de 100m das residências.
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    Qual o tempode vida do Aedes aegypti ? A vida média de uma fêmea adulta é de 45 dias. É importante lembrar que, uma vez infectada pelo vírus , a fêmea permanecerá assim até o fim de sua vida .
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    A incidência dadengue coincide com o verão, devido a maior ocorrência de chuvas e aumento da temperatura nessa estação. Frequência: mais comum nos núcleos urbanos , onde é maior o número de criadouros naturais ou resultante da ação humana ocorre em qualquer localidade, desde que exista população humana suscetível, presença do vetor e o vírus seja aí introduzido.
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    Onde existe dengue? Existe nas Américas há mais de 200 anos, também no Sudeste Asiático e na África.
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    Ásia e Américas:Década de 50 - FHD descrita 1ª vez - Filipinas e Tailândia. Década de 60 , circulação vírus intensificou-se nas Américas. 1963 - circulação comprovada dos sorotipos: 2 e 3 em vários países. 1977 - sorotipo 1 introduzido nas Américas, inicialmente pela Jamaica.
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    Quando começou adengue no Brasil? século XIX: referências a dengue no Brasil 1852 e 1853 e em 1916: epidemias em S. Paulo 1923: ocorreu epidemia em Niterói. 1981 - 1982: 1ª epidemia documentada clínica e laboratorialmente Boa Vista - Roraima, causada pelos sorotipos 1 e 4. 1986: a epidemia de dengue atinge o R. Janeiro, Ceará e Alagoas.
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    Quando ocorre omaior número de caso de dengue? Padrão sazonal de incidência coincidente com o verão , devido maior ocorrência de chuvas e aumento da temperatura nessa estação. é mais comum nos núcleos urbanos , onde é maior a quantidade de criadouros naturais ou resultantes da ação do ser humano. a doença pode ocorrer em qualquer localidade desde que exista população humana susceptível, presença do vetor e o vírus seja introduzido.
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    Re-emergência 1957: Anunciou-seque a doença estava erradicada do Brasil 1982: Epidemia em Boa Vista /RR 1995: Dengue em todas as regiões do País
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    Causas da Re-emergênciaMudanças demográficas Inchaço das cidades Falta de saneamento básico Dificuldade no abastecimento de água e coleta de lixo precários Armazenamento precário de água
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    Endêmico / EpidêmicoCirculação do vírus em todas regiões Ondas epidêmicas em areas localizadas Casos notificados e hospitalizações por dengue, Brasil, 1986-2005
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    evitar ocorrência das infecções pelo vírus da dengue em áreas livres de circulação detectar precocemente epidemias => diagrama de controle controlar as epidemias em curso reduzir o risco de transmissão da dengue nas áreas endêmicas reduzir a letalidade de FHD/SCD, mediante diagnóstico precoce e tratamento oportuno e adequado
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    Notificação doença denotificação compulsória, notificar todo caso suspeito e/ou confirmado comunicar ao Serviço de Vigilância Epidemiológica - SVE, o mais rápido possível. SVE deverá informar o fato à equipe de controle vetorial local para a adoção das medidas necessárias ao combate do vetor. em epidemias, a coleta e o fluxo dos dados permitem o acomnhapar a curva epidêmica, com vistas desencadear e avaliar as medidas de controle.
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    1ª medidas aserem adotadas Atenção médica ao paciente Melhorar a qualidade da assistência Proteção individual para evitar circulação viral Coletar material para confirmação diagnóstica Proteção da população através de bloqueios nas áreas d transmissão Integração entre as vigilâncias epidemiológica e entomológica( controle vetorial) Investigação de casos
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    1 2 34 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 SEM.EPIDEM. 0 200 400 600 800 1000 1200 N º DE CASOS 2003 123 188 237 266 343 449 543 602 626 760 942 911 931 1041 1158 2004 96 63 76 54 81 91 57 96 144 96 106 93 84 84 109 2005 53 70 82 109 96 128 126 140 221 234 193 206 175 212 198 2006 37 58 70 66 106 79 82 69 103 129 124 123 154 148 165 2007 62 94 125 106 109 132 113 118 142 146 174 159 65 7 2 CASOS NOTIFICADOS DE DENGUE SEGUNDO SEMANA DO INICIO DOS SINTOMAS - R N - 2003-2007 * fonte:SINAN-SUVIGE/CPS/SESAP-RN * DADOS AT É A SEM.EPIDEM. 15 T É RMINO EM 14/04/2007 - SUJEITOS A REVISÃO - 19/04/2007 2003 2005 2007
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    Casos Notificados deDengue, por faixa etária, no RN 2000 a 2006 Faixa Etária 2002 2003 2004 2005 2006 Total < 1 ano 183 216 53 108 115 675 1-4 anos 667 533 107 206 306 1.819 5-9 1.105 953 169 324 386 2.937 10-14 1.640 1.509 245 458 455 4.307 15-19 2.351 2.229 351 678 616 6.225 20-34 8.216 7.617 1.085 2.155 2.132 21.205 35-49 5.863 5.715 841 1.696 1.687 15.802 50-64 2.792 2.645 393 809 687 7.326 65-79 1.076 927 162 301 259 2.725 80 e+ 156 173 29 69 32 459 Total 24.049 22.517 3.435 6.804 6.675 63.480 Fonte: SESAP /SINAN 13/09/2006
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    Incidência de CasosNotificados Dengue - RN - 2005 Incidência de Casos Notificados Dengue - RN - 2006
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    Resumo epidemiológico doscasos de dengue. Início da Dengue no RN: 1994 Municípios mais atingidos 2006: Natal, Macaíba, Ceará Mirim, Parnamirim e Santa Cruz Sexo : maior número de casos do sexo feminino Faixa etária mais atingida: 15 a 49 anos Letalidade: maior em 1998 e 2005 = 25%, Óbitos entre 1997 a 2006 = 35 Profissão : ?????
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    o combate àdengue é uma responsabilidade dos governos: federal, estadual ou municipal, e da coletividade. só a atuação conjunta do governo e da população levará ao controle da dengue. todos devem eliminar os criadouros do Aedes aegypti .
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    Vigilância entomológica Determinaçãoe/ou acompanhamento dos níveis de infestação vetorial (índices nunca superior a 1%) Intensificação do combate ao vetor
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    Não deixe acumularágua em pratos de vasos de plantas e xaxins. Na hora de lavar o recipiente, passe um pano grosso ou bucha nas bordas. Substitua a água dos vasos de plantas por areia grossa umedecida. Esvazie as garrafas sem uso. Elas devem ser guardadas de boca para baixo, de preferência em lugares cobertos. Mantenha as caixas d´água, poços, latões e filtros bem fechados. Mantenha as calhas, lajes e piscinas limpas. Troque diariamente a água de bebedouros de animais. Lave bem o recipiente com uma escova ou bucha . Elimine a água acumulada em bambus, bananeiras, bromélias, etc. Evite plantas que acumulem água, como gravatás, babosa, espada-de-São-Jorge, entre outras . Todo material descartável que acumula água, como copos de plástico, latas e tampinhas de garrafa, deve ser jogado no lixo .
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    Eliminação de locaisde reprodução do mosquito Cobrir recipientes, Caixa d´agua e Fossas Remoção do lixo Controle Biológico: Controle Químico: temefós – elimina larvas Carro Fumacê: Cipermetrina – elimina alados Controle Físico Controle Genético
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    Como impedir aspicadas ? espirais ou vaporizadores mosquiteiros telas repelentes
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    Eliminar os criadouros do Aedes aegypti é a ÚNICA maneira de evitar a dengue.
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    Controle de surtosde Dengue Bom fornecimento de água Campanhas de remoção do lixo Inspeção domiciliar para controlar a reprodução de mosquitos Campanhas de educação em saúde e campanhas escolares, com objetivo de informar sobre a dengue e quais as medidas podem ser tomadas para combatê-la.
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    Vacina não sedispõe de uma vacina efetiva, segura e econômica para um futuro imediato. uma vacina efetiva deverá ser tetravalente existem pesquisas em desenvolvimento de vacina tetravalente atenuada
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Notas do Editor