O
ESTUDA
Laura Carreira – 12ºN – 2011/2012 – Escola Secundária António
                  Arroio – Prof. Marcela Neves
Antiguidade Clássica
Época Medieval
Estado Novo
Actualidade
O ENSINO MILITARIZADO

                       Hierarquia
          O que sabe ensina ao que não-sabe
Lugar pouco propício à expansão por exercer um domínio

     Aluno aprende a servir uma entidade superior

       Protecção que se confunde com controlo
         Atenção que se confunde com vigia
O ENSINO MILITARIZADO

          A angústia do erro
O medo incutido durante a aprendizagem


    Acto de desaprender a desejar
          Aprender a sofrer
 (confunde-se esforço com sofrimento)


   A diversão do aluno é desprezada
Relação com a entidade que ensina
     “Mantidas pelo medo de mexer numa prisão de
     músculos tetanizados, as emoções recalcadas
 instauram entre o opressor e o oprimido uma lógica de
destruição e de autodestruição que rompe com qualquer
                forma de comunicação”

           Através da opressão nunca se aprende
            Hipocrisia mútua e frustação comum

                   O caminho que conduz
                 Aborrecimento - violência
        Fealdade aos edificios - actos de vandalismo
       O professor ausenta-se – chinfrim como escape
Relação entre os ensinados

   Competição entre quem produz mais e melhor
                Incita a corrupção
                  Incita ao ódio
      Incita à ausência de companheirismo

Reprodução das relações competitivas do mercado de
                     trabalho

             Uniformização dos alunos
       Uniformização de saberes e verdades
A escola como perpetuação do presente
           (e não uma promessa de futuro)

“o poder das coisas passava por cima do desejo sentido
                     pelos seres”

 Sociedade mercantil que inflecte para seu proveito o
               destino das pessoas

        Ausência de uma noção de cidadania

     Estudante que estuda para ser
“De que se queixam vocês? hão de
objectar os fautores de leis e mais decretos. Pois não é
este o melhor meio de se iniciarem os novatos nas
regras imutáveis que regem o mundo e a existência?
Sem dúvida.
Mas por que razão haveriam então
os jovens de se conformar por mais
tempo a uma sociedade sem
alegria e sem futuro, a uma
sociedade que os adultos já só têm
Promessa
 Carreira garantida até à reforma
         Aceitação social

ESTUDANTE SERÁ TRABALHADOR
VAI CONTRA A CONJUNTURA ECONÓMICA E SOCIAL

        Substuição do homem pela máquina
  O emprego já não pode ser o alicerce principal das
                vidas em sociedade
   Nos moldes actuais, não há emprego para todos




 Uma transformação no ensino é uma
         tranformação social
Vida alicerçada :

   Na criatividade, não no trabalho
  Na autenticidade, não na aparência
   No desejo, não no recalcamento

       Abertura ao mundo cultural
 ONDE A ESCOLA É UMA CONSTANTE
(sem restrinções etárias convencionadas)
O Estudante do Ensino Secundário

O Estudante do Ensino Secundário

  • 1.
    O ESTUDA Laura Carreira –12ºN – 2011/2012 – Escola Secundária António Arroio – Prof. Marcela Neves
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    O ENSINO MILITARIZADO Hierarquia O que sabe ensina ao que não-sabe Lugar pouco propício à expansão por exercer um domínio Aluno aprende a servir uma entidade superior Protecção que se confunde com controlo Atenção que se confunde com vigia
  • 7.
    O ENSINO MILITARIZADO A angústia do erro O medo incutido durante a aprendizagem Acto de desaprender a desejar Aprender a sofrer (confunde-se esforço com sofrimento) A diversão do aluno é desprezada
  • 10.
    Relação com aentidade que ensina “Mantidas pelo medo de mexer numa prisão de músculos tetanizados, as emoções recalcadas instauram entre o opressor e o oprimido uma lógica de destruição e de autodestruição que rompe com qualquer forma de comunicação” Através da opressão nunca se aprende Hipocrisia mútua e frustação comum O caminho que conduz Aborrecimento - violência Fealdade aos edificios - actos de vandalismo O professor ausenta-se – chinfrim como escape
  • 11.
    Relação entre osensinados Competição entre quem produz mais e melhor Incita a corrupção Incita ao ódio Incita à ausência de companheirismo Reprodução das relações competitivas do mercado de trabalho Uniformização dos alunos Uniformização de saberes e verdades
  • 12.
    A escola comoperpetuação do presente (e não uma promessa de futuro) “o poder das coisas passava por cima do desejo sentido pelos seres” Sociedade mercantil que inflecte para seu proveito o destino das pessoas Ausência de uma noção de cidadania Estudante que estuda para ser
  • 13.
    “De que sequeixam vocês? hão de objectar os fautores de leis e mais decretos. Pois não é este o melhor meio de se iniciarem os novatos nas regras imutáveis que regem o mundo e a existência? Sem dúvida. Mas por que razão haveriam então os jovens de se conformar por mais tempo a uma sociedade sem alegria e sem futuro, a uma sociedade que os adultos já só têm
  • 14.
    Promessa Carreira garantidaaté à reforma Aceitação social ESTUDANTE SERÁ TRABALHADOR
  • 16.
    VAI CONTRA ACONJUNTURA ECONÓMICA E SOCIAL Substuição do homem pela máquina O emprego já não pode ser o alicerce principal das vidas em sociedade Nos moldes actuais, não há emprego para todos Uma transformação no ensino é uma tranformação social
  • 17.
    Vida alicerçada : Na criatividade, não no trabalho Na autenticidade, não na aparência No desejo, não no recalcamento Abertura ao mundo cultural ONDE A ESCOLA É UMA CONSTANTE (sem restrinções etárias convencionadas)