O documento critica o ensino militarizado, argumentando que ele promove a hierarquia, o medo e o sofrimento entre alunos e professores. A competição é encorajada em vez da cooperação, e os alunos são uniformizados em vez de incentivados a desenvolver sua individualidade. Uma reforma no ensino é necessária para promover a criatividade, autenticidade e desejo dos alunos.