O documento discute a necessidade constante de reforma nas igrejas. Aponta como algumas instituições se afastaram dos princípios cristãos e como a espiritualidade evangélica atual negligencia os "Cinco Solas" da Reforma. Defende que líderes e igrejas precisam agir com coragem e baseados na Bíblia para promover as mudanças necessárias e evitar o declínio doutrinário e espiritual.