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Introdução Bíblica
Pr. Handerson Xavier
slideshare.net/vivaaigreja
A Bíblia
 Vem do grego e significa “livro”.
 Formada pelos livros Canônicos.
Inspirados
Inerrantes
Infalíveis
Suficientes
 66 livros considerados autoritativos.
 “Sola Scriptura” da Reforma Protestante.
 Termo utilizado por João Crisóstomo (sec.
IV).
 Traduzida para mais de 2.935 idiomas.
Introdução Bíblica
O material utilizado
 Papiro
Introdução Bíblica
O material utilizado
 Pergaminho
Introdução Bíblica
O formato dos livros
 Rolo
Introdução Bíblica
O Grande Rolo de Isaías
http://dss.collections.imj.org.il/isaiah
Introdução Bíblica
O formato dos livros
 Códices (códex)
• Surgiram na Grécia como forma de
registro das leis.
• Tinham o formato dos atuais livros.
• Eram mais baratos, mais fáceis de guardar
e transportar.
• Tinham um aproveitamento melhor de
material.
• Grande parte dos manuscritos bíblicos são
neste formato.
Introdução Bíblica
O formato dos livros
 Códices Sinaiticus: escrito em grego, data do
séc. IV. Único que contém todo o Novo
Testamento.
Introdução Bíblica
O formato dos livros
 Códices Vaticanus: escrito em grego, data do
séc. IV. Contém praticamente toda a Bíblia.
Introdução Bíblica
O formato dos livros
 Códices Alexandrinus: escrito em grego, data
do séc. V. Contém toda a Septuaginta e o
Novo Testamento.
Introdução Bíblica
O formato dos livros
 Códices Leningradensis: Um dos mais antigos e
o mais completo com o texto massorético. Data
do ano 1008 d.C.
Introdução Bíblica
O texto massorético
 Os massoretas eram judeus que se dedicavam
a cuidar, copiar e transmitir fielmente o
texto das Escrituras.
 Trabalharam entre 500 e 1000.
 Criaram normas rígidas para a criação de
cópias idênticas do texto.
 O exemplo do tetragrama “YHWH”.
 Criaram as vogais da língua hebraica e um
complexo sistema de acentuação.
 O resultado foi o chamado: TEXTO
MASSORÉTICO.
Introdução Bíblica
O texto hebraico – sem vogais.
O texto massorético – com vogais.
Capítulos e versículos
 Os massoretas já dividiam o AT em porções,
mas não coincidiam com nossas divisões.
 Stephen Langton, entre 1234 e 1242, dividiu
toda a Bíblia em capítulos.
 Roberto Estienne, em 1551, dividiu a Bíblia
em versículos.
 A primeira Bíblia impressa com capítulos e
versículo foi a Bíblia de Genebra, de 1560.
 Em 1592, o Papa Clemente VII mandou
publicar uma versão da Bíblia em latim com
capítulos e versículos.
Introdução Bíblica
As traduções
 A Vulgata
Tradução em latim da Bíblia. Feita entre os
séculos IV e V por São Jerônimo.
É a versão oficial da Igreja Católica desde o
concílio de Trento (1546).
 A Septuaginta
Tradução grega a partir do texto hebraico
do Antigo Testamento. Feita entre os séculos III
a.C. e I a. C.
Introdução Bíblica
Outras traduções históricas
 A Bíblia de Wycliffe
Tradução para o inglês da Vulgata. Feita
entre os anos 1382 e 1395.
Introdução Bíblica
Outras traduções históricas
 A Bíblia de Lutero
Tradução para o alemão feita por Lutero no
séc. XVI a partir dos originais.
Introdução Bíblica
Outras traduções históricas
 A Bíblia de Tyndale
Escrita para o inglês a partir do séc. XVI.
Composta por todo o NT e metade do AT.
Introdução Bíblica
Outras traduções históricas
 A Bíblia King James (Rei Tiago)
Feita no início do séc. XVII a pedido do Rei
Tiago (ou Jaime I). É a versão oficial da Igreja
Anglicana.
Introdução Bíblica
Outras traduções históricas
 A Bíblia em português
Séculos XIII e XIV com D. Diniz.
Todas eram traduções católicas.
Em 1628 nasce João Ferreira D’Almeida,
que se converte em 1642.
Como membro da Igreja Reformada
Holandesa foi evangelista, pastor, teólogo e
tradutor.
Em 1670 concluiu sua tradução do Novo
Testamento, que só foi publicado em 1681.
Introdução Bíblica
Outras traduções históricas
 A Bíblia em português
Somente em 1819 a Bíblia completa foi
publicada.
Introdução Bíblica
O Cânon
Introdução Bíblica
 Termo grego que significa “vara de medir”,
indicando que tais livros servem de norma
para a Igreja;
 Atanásio (Sec. IV) foi o primeiro a utilizar o
termo;
 No ano 327 d.C. Atanásio já listava os 27
livros do Novo Testamento.
O Cânon do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 O Canon Alexandrino (longo): 46 livros,
incluindo os apócrifos;
 O Canon Palestinense (curto): 39 livros,
excluindo os apócrifos;
 Os 39 livros aceitos tanto por judeus, quanto
católicos e protestantes são chamados de
“protocanônicos”;
 Os 7 livros que estão presentes apenas no
canon católico são chamados de
“deuterocanônicos”;
 No ano 130 d.C. já era conhecida a tríplice
divisão do AT: Lei, Profetas e Escritos.
O Cânon do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 O Cânon Protestante é igual ao cânon
massorético hebraico, mas segue a divisão da
Vulgata e Septuaginta;
 Flávio Josefo, historiador judeu (37 – 95 a.C.)
cita o conjunto de 22 livros do canon
hebraico;
 O Concílio de Trento (1546) definiu o Cânon
Católico e considerou “anátema” os que não
o aceitassem;
O Cânon do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 Critério de canonicidade:
1. A língua original;
2. Sem incoerência com os escritos de
Moisés;
3. Escritos entre Moisés e Esdras;
4. Não podia expressar dúvida de que seus
escritos eram inspirados por Deus;
5. Ausência de erros nas narrativas históricas;
6. A autoria direta ou indireta de homens de
Deus.
O Cânon do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 Rejeição dos apócrifos:
1. Não possuem manuscrito em hebraico;
2. Nunca constaram da Tanakh Hebraica;
3. Ensinam doutrinas incoerentes com AT e o
NT;
4. Alguns, como I Macabeus, Judite e Tobias,
trazem erros históricos e geográficos;
5. Foram escritos depois de Esdras;
6. Não transmitem autoridade;
7. Nenhum deles foi citado por Jesus ou
pelos apóstolos.
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Permitem o uso de magia
Tobias 6:8: “O anjo respondeu-lhe: Se puseres
um pedaço do coração sobre brasas, a sua
fumaça expulsará toda espécie de mau espírito,
tanto do homem como da mulher, e impedirá
que ele volte de novo a eles.”
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Salvação por obras:
Tobias 4:11: “Porque a esmola livra do pecado e
da morte, e preserva a alma de cair nas trevas.”
Tobias 12:9: “Porque a esmola livra da morte:
ela apaga os pecados e faz encontrar a
misericórdia e a vida eterna.”
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Dinheiro como oferenda pelos pecados dos
mortos:
2 Macabeus 12:43-44: “Em seguida, fez uma
coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil
dracmas, para que se oferecesse um sacrifício
pelos pecados: belo e santo modo de agir,
decorrente de sua crença na ressurreição,
porque, se ele não julgasse que os mortos
ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar
por eles.”
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Erros Históricos
Judite 1:5: “Ora, no décimo segundo ano de seu
reinado, Nabucodonosor, que reinava sobre os
assírios em Nínive, a grande cidade, fez guerra a
Arfaxad, e venceu-os”.
Baruc 6:2: “Quando chegardes a Babilônia, será
para ficardes lá por muito tempo, durante
longos anos, até sete gerações. Depois disso,
porém, farei com que volteis em paz.”
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Ensinos heréticos:
TOBIAS:
• justificação pelas obras - 4:7-11; 12:8
• mediação dos Santos - 12:12
• superstições - 6:5, 7-9, 19
• um anjo engana Tobias e o ensina a mentir
5:16 a 19
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Ensinos heréticos:
ECLESIÁSTICO
• justificação pelas obras - 3:33,34
• trato cruel aos escravos - 33:26 e 30; 42:1 e 5
• incentiva o ódio aos Samaritanos - 50:27 e 28
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Ensinos heréticos:
II MACABEUS
• a oração pelos mortos - 12:44 - 46
• culto e missa pelos mortos - 12:43
• o próprio autor não se julga inspirado -15:38-
40; 2:25-27
• intercessão pelos Santos - 7:28 e 15:14
Erros nos livros apócrifos
Introdução Bíblica
 Ensinos heréticos:
II MACABEUS
• a oração pelos mortos - 12:44 - 46
• culto e missa pelos mortos - 12:43
• o próprio autor não se julga inspirado -15:38-
40; 2:25-27
• intercessão pelos Santos - 7:28 e 15:14
O Cânon do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 O Concílio de Jamnia:
 Após a destruição de Jerusalém (70 d.C.)
um grupo de eruditos judeus criou uma
escola na cidade de Jamnia e lá definiram
quais eram os 22 livros canônicos (39
segundo nossa Bíblia).
O Antigo Testamento Hebraico (Tanakh)
O Antigo Testamento Católico
Introdução Bíblica - atualizado
Introdução Bíblica - atualizado
A autoridade do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 Cristo cria no Antigo Testamento:
1. Citou 24 de seus livros;
2. Atribuiu autoridade aos textos (Lc 24:13-
21);
3. Atribui historicidade a personagens:
• Adão e Eva em Mt 19:4;
• Davi em Mt 22:45;
• Isaías em Mt 15:7;
• Jonas em Mt 12:41;
• Elias em Mt 17:11;
• Moisés em Mt 19:8.
A autoridade do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 Cristo cria no Antigo Testamento:
4. Fez intensivo uso dele:
• Para combater o ensino dos fariseus (Mt
5:21ss);
• Para testificar acerca de si mesmo (Jo
5:39);
• Para sustentar o cumprimento de
profecias (Lc 4:1);
• Condenou a falta de conhecimento das
Escrituras (Mt 22:29).
A autoridade do Antigo Testamento
Introdução Bíblica
 Os Apóstolos criam no Antigo Testamento:
1. Reconhecem sua inspiração:
• Toda a Escritura é inspirada (2 Tm 3:16);
• Dada pelo Espírito de Deus (2 Pe 1:21);
• Deus falou pelos profetas (Hb 1:1);
2. Fazem citações dos textos:
• Paulo (Gn 15:5 em Rm 4:18);
• Tiago (Êx 5:18 em Tg 2:11);
• Hebreus (Êx 25:40 em Hb 8:5);
• Pedro (Lv 19:2 em 1 Pe 1:16);
• João (Sl 41:10 em Jo 13:18).
O Cânon do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Até o ano 175 d.C. a Igreja reconheceu quais
eram os livros canônicos;
 Marcião, herege gnóstico, foi o primeiro à
propor um cânon, excluindo propositalmente
os livros que considerava contrários ao seu
pensamento;
 A perseguição trazia a necessidade de saber
quais livros serviam de orientação à Igreja;
O Cânon do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Critérios de canonicidade:
1. Autoria: escrito por um apóstolo ou
alguém ligado à eles;
2. Doutrina: coerente com a doutrina dos
apóstolos;
3. Uso: a Igreja já os reconhecia e utilizava
na edificação;
4. Período: escritos no primeiro século;
Obs.: A Igreja não escolheu o Cânon; apenas o
reconheceu.
O Cânon do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Critérios de canonicidade:
 Em 327, Atanásio listou os atuais 27 livros
como canônicos e o Concílio de
Calcedônia, 451, encerrou finalmente a
questão.
 Alguns livros tiveram dificuldades em
serem aceitos por questões de autoria:
Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas
e Apocalipse.
O Cânon do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Os Pais Apostólicos:
 Clemente de Roma (30-100): Cita Paulo e
Pedro como apóstolos do Senhor e
reconhece a inspiração dos escritos de
Paulo;
 Inácio de Antioquia (?-117): Reconhece a
autoridade dos apóstolos;
 Policarpo (69-159): Na sua carta aos
filipenses cita metade dos livros do Novo
Testamento.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Evangelhos sinóticos:
 “evangelho” é uma palavra grega que
significa “boa nova”;
 Em 1776, um pesquisador alemão chamado
J.J. Griesbach publicou a obra Synopsis
evangeliorum (Sinopse dos evangelhos).
Foi a primeira vez que se utilizou o termo
“sinótico” aos escritos dos três primeiros
evangelhos;
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Evangelhos sinóticos:
Passagens Mt Mc Lc
Comuns aos três 330 330 330
Comuns a Mt-Mc 178 178
Comuns a Mc-Lc 100 100
Comuns a Mt-Lc 230 230
Próprios a cada um 330 53 500
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Evangelhos sinóticos:
 A partir da ideia dos sinóticos, surgiu a
TEORIA DAS DUAS FONTES;
 Segundo essa teoria (não comprovada),
Mateus e Lucas utilizaram o evangelho de
Marcos e um documento chamado de Q
(Quelle) na escrita de seus evangelhos;
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Evangelhos:
 Sinóticos:
Mateus: Escrito pelo apóstolo Mateus aos
judeus por volta de 60 d.C., busca apresentar
a Jesus como o Rei e Messias esperado. Faz
uso de muitos textos do AT e da expressão
“Reino dos Céus”;
Marcos: Escrito entre 50 e 70 d.C. por
João Marcos, companheiro de Paulo e Pedro e
dirigido aos romanos. Apresenta um Cristo
dinâmico e forte, principalmente através de
seu poder.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Evangelhos:
 Sinóticos:
Lucas: Escrito por Lucas, o médico amado
(Cl 4:14), por volta do ano 60 d.C. Também
escreveu Atos. Dirigido aos gregos, apresenta
Jesus como o homem perfeito. É o mais rico
em detalhes;
 João: Escrito por João, irmão de Tiago,
filho de Zebedeu e dirigida a todos os
cristãos no final do primeiro século.
Escrito para combater a heresia gnóstica.
Introdução Bíblica
 Evangelhos sinóticos:
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 O livro de Atos dos Apóstolos
 Data: escrito entre 61 e 64 d.C.;
 Autor: evangelista Lucas;
 Trata sobre o avanço da igreja primitiva;
 É um livro histórico, apesar de ter
endereçamento;
 Como narrativa histórica, precisamos ter
cuidado ao estabelecer doutrinas com base
unicamente em seus relatos.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 O livro de Atos dos Apóstolos
 As viagens de Paulo:
 1ª. viagem (com Barnabé). Antioquia da
Síria - Chipre- Antioquia da Pisídia - Icônio
- Listra - Derbe - Antioquia da Síria. (Atos
13 e 14).
 2ª. viagem (com Silas e Lucas desde
Trôade)- Antioquia- Síria- Cilícia- Derbe-
Listra- Galácia- Trôade- Filipos-
Tessalônica- Beréia- Atenas- Corinto-
Éfeso- Jerusalém- Antioquia. (Atos 15: 40-
18 :22).
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 O livro de Atos dos Apóstolos
 As viagens de Paulo:
 3ª. viagem (com Silas, Lucas e outros) -
Antioquia – Galácia - Frígia - Éfeso -
Macedônia - Trôade - Mileto - Tiro -
Cesaréia - Jerusalém - Prisão e
encarceramento em Cesaréia . (Atos 18:23
- 26:32).
 4ª. viagem (com Lucas e outros discípulos)
- Cesaréia - Licia - Ilha de Creta (naufrágio)
- Malta - Silícia - Roma. ( Atos 27-28).
Introdução Bíblica - atualizado
Introdução Bíblica - atualizado
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Epístolas Paulinas:
 Epístolas maiores:
Romanos (56 e 58 d.C.);
1 Coríntios (55 d.C.);
2 Coríntios (55 e 57 d.C.);
Gálatas (até 55 d.C.);
1 Tessalonicenses (50 d.C.);
2 Tessalonicenses (51 e 52 d.C.).
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Epístolas Paulinas:
 Epístolas pastorais:
1 Timóteo (62 e 66 d.C.);
2 Timóteo (67 d.C.);
Tito (66 d.C.).
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Epístolas Paulinas:
 Epístolas da prisão (entre 62 e 63 d.C.):
Efésios
Filipenses
Colossenses
Filemon
Obs: Éfeso, Cesaréia ou Roma.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Epístolas Paulinas:
 Epístolas perdidas:
1. Em 1 Co 5:9 é falado sobre uma carta
anterior que Paulo enviou à Corinto;
2. Em Cl 4:16 Paulo faz referência à uma
epístola enviada à Laodicéia;
3. Em 2 Co 2:4 Paulo faz referência à
“Carta em Lágrimas” enviada aos
coríntios.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Epístolas gerais/universais/católicas:
 Hebreus (65 d.C.);
 Tiago (45 d.C.);
 1 Pedro (64 e 65 d.C.);
 2 Pedro (66 e 68 d.C.);
 1, 2 e 3 João (80 e 90 d.C.);
 Judas (65 e 70 d.C.)
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Literatura Apocalíptica:
 A literatura apocalíptica surgiu entre 175-
163 a.C. como resultado da ausência de
voz profética durante o período conhecido
como “intertestamental” ou
“interbíblico”;
 O tempo era de perseguição e
desesperança;
 Surge como uma forma de animar o povo e
dar respostas;
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Literatura Apocalíptica:
 Os “apocalipses” eram escritos com
pseudônimos de grandes vultos a fim de
atribuir autoridade aos livros;
 Eram cheios de simbolismos, visões e
alegorias;
 Faziam uso de numerologia;
 São teodiceias.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Os “Apocalipses do Antigo Testamento” são:
• 1) O Livro de Enoque (164-64 a.C.);
• 2) A Assunção de Moisés (50 a.C. — 25 d.C.);
• 3) Os Segredos de Enoque (início do primeiro século);
• 4) O Livro de Baruque (século I);
• 5) IV Esdras (depois de 90 d.C.);
 Os "Apocalipses do Novo Testamento" são:
• 1) O Pastor de Hermas (início do século II);
• 2) O Apócrifo de João (metade do século II);
• 3) O Apocalipse de Pedro (metade do século II);
• 4) O Apocalipse de Paulo, (final do século IV);
• 5) O Apocalipse de Tomé, do quinto século;
• Há ainda o Apocalipse de Maria e o de Estevão.
Divisão do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 O Apocalipse de João:
 Se difere dos demais por ter autoria definida;
 Considerado inspirado e canônico;
 Escrito por volta de 95 d.C., quando João
estava aprisionado na ilha de Patmos;
 Visões de suas profecias:
 Completamente cumprido;
 Parcialmente cumprido;
 Referências à eventos diferentes.
O evangelho Pseudo-Tomé
Introdução Bíblica
 Texto escrito por alguém que se identifica
com um filósofo israelita chamado Tomé.
 Apresenta a infância de Jesus dos 5 aos 12
anos.
 Apresenta Jesus como uma criança travessa,
iracunda, vingativa e perversa.
 Os fatos mais curiosos:
• Os 12 passarinhos de barro (II).
• A morte do filho de Anás (III).
• O esbarrão da morte (IV).
• A queda de Zenon (IX).
• Os três patetas (VI, VII, XIV e XV).
O caso do livro de Judas
Introdução Bíblica
 A epístola de Judas contém duas referências à
textos não canônicos (apócrifos).
“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e
disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou
pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O
Senhor te repreenda.” 1:9
“E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de
Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de
seus santos; Para fazer juízo contra todos e condenar
dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de
impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as
duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele.”
1:14,15
O caso do livro de Judas
Introdução Bíblica
 O v. 9 é atribuído ao apócrifo “A assunção de
Moisés”.
 Os vs. 14 e 15 são atribuídos ao apócrifo “O
livro de Enoque”.
 A pergunta: Estes livros eram inspirados?
• Se não eram, porque foram utilizados?
• Se eram, porque não estão no Cânon?
 As possibilidades:
• Oriundos de tradição oral.
• O trecho era inspirado.
• O acontecimento é verdadeiro.
• Recebido por revelação.
O caso do livro de Judas
Introdução Bíblica
 A que conclusões podemos chegar:
1. Ambas histórias são genuínas,
independente da fonte.
2. Judas as escreve em sua carta sob
inspiração.
3. Isto não torna os apócrifos citados
inspirados.
4. No máximo, o trecho citado foi inspirado.
A autoridade do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 As palavras de Cristo:
1. Não passarão (Mt 25:35);
2. São fundamentos (Mt 7:24);
3. São de Deus (Lc 11:28; Jo 14:10, 24);
4. Trazem vida eterna (Jo 5:24; 8:51);
 O testemunho dos apóstolos:
1. Paulo tem autoridade (1 Co 14:36, 37);
• Reconhecimento de Pedro (2 Pe 3:15);
• A consciência de Paulo (2 Ts 3:14);
• O conteúdo (1 Co 2:4, 5 e 7);
• O pode de Deus (2 Co 13:10).
A autoridade do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 O testemunho dos apóstolos:
2. Pedro tem autoridade:
• Os apóstolos do Senhor (2 Pe 3:2);
• Reconheceu a autoridade de Paulo (2
Pe 3:15, 16);
3. João tem autoridade:
Fala da parte de Deus (1 Jo 4:6).
Personagens do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Escribas ou doutores da Lei:
• Interpretavam a Lei para os judeus (Mt
12:28-34);
• Criavam regras e tradições (Mt 23:2-4);
• Foram censurados por Jesus:
Depois perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Por que
não andam os teus discípulos conforme a tradição dos
antigos, mas comem o pão com as mãos por lavar? E ele,
respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de
vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com
os lábios, Mas o seu coração está longe de mim; Em vão,
porém, me honram,Ensinando doutrinas que são
mandamentos de homens. Marcos 7:5-7
Personagens do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Fariseus:
• O termo vem de uma palavra hebraica que
significa “separado”;
• Surgiram como um movimento contrário à
ocupação grega;
• Eram mais religiosos que políticos;
• Faziam parte da elite religiosa e social;
• Era inimigos dos saduceus;
• Foram censurados por Jesus em várias
ocasiões: Mt 23:1-12; Lc 11:37-44).
Personagens do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Saduceus:
• Eram favoráveis à cultura grega;
• Formada pela aristocracia e sacerdotes;
• Eram mais políticos que religiosos;
• Opunham-se aos fariseus;
• Não aceitavam as tradições dos fariseus;
• Utilizavam apenas a Torah, desprezando o
restante das Escrituras.
• Estavam entre os que perseguiram a Igreja
(At 4:1-4).
Personagens do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Fariseus x Saduceus:
1. Ressurreição:
Fariseus acreditavam
Saduceus não acreditavam
2. Anjos:
Fariseus acreditavam
Saduceus não acreditavam
3. Destino:
Fariseus acreditavam na providência divina
Saduceus acreditavam no livre-arbítrio
4. Tradição:
Fariseus acreditavam na tradição
Saduceus não acreditavam na tradição
Personagens do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Herodianos:
• Aceitavam a aliança política com os
romanos;
• Eram partidários de Herodes, o Grande, que
tentou romanizar a palestina.
 Zelotes:
• Era um grupo religioso e militarista;
• Eram contrários à ocupação romana;
• Eram violentos e homicidas;
• Entre os discípulos havia Simão, o zelote (Lc
6:15).
Personagens do Novo Testamento
Introdução Bíblica
 Publicanos:
• Eram funcionários dos invasores romanos;
• Cobravam impostos nas coletorias;
• Normalmente cobravam a mais do que
deveriam, além do roubar do que recebiam;
• Eram odiados por todos;
• Entre os discípulos, Mateus era publicano (Mt
9:9);
A Revelação
Introdução Bíblica
 Não podemos conhecer a Deus, a menos que
Ele se revele a nós.
 O homem natural não quer conhecer a Deus.
Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não
há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a
Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram
inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
Romanos 3:10-12
 O homem natural não pode conhecer a Deus.
Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem
foi seu conselheiro? Romanos 11:34
A Revelação Geral
Introdução Bíblica
 Deus se revela ao homem através da:
1. Natureza:
• Os céus declaram a glória de Deus e o
firmamento anuncia a obra das suas mãos.
Salmos 19:1
• Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação
do mundo, tanto o seu eterno poder, como a
sua divindade, se entendem, e claramente se
vêem pelas coisas que estão criadas, para que
eles fiquem inescusáveis. Romanos 1:20
A Revelação Geral
Introdução Bíblica
 Deus se revela ao homem através da:
2. História:
• Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e
ninguém há que possa fazer escapar das minhas
mãos; agindo eu, quem o impedirá? Isaías 43:13
• E contudo, não se deixou a si mesmo sem
testemunho, beneficiando-vos lá do céu,
dando-vos chuvas e tempos frutíferos,
enchendo de mantimento e de alegria os vossos
corações. Atos 14:17
A Revelação Geral
Introdução Bíblica
 Deus se revela ao homem através da:
3. Constituição do homem:
• Porque, quando os gentios, que não têm lei,
fazem naturalmente as coisas que são da lei,
não tendo eles lei, para si mesmos são lei; os
quais mostram a obra da lei escrita em seus
corações, testificando juntamente a sua
consciência, e os seus pensamentos, quer
acusando-os, quer defendendo-os. Romanos
2:14,15
A Revelação Geral
Introdução Bíblica
 A Revelação Geral condena o homem.
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram
como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus
discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se
obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E
mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da
imagem de homem corruptível, e de aves, e de
quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os
entregou às concupiscências de seus corações, à
imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois
mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e
serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito
eternamente. Amém. Romanos 1:21-25
A Revelação Especial
Introdução Bíblica
 É sobrenatural, pois envolve a ação de Deus
além do comum e natural;
Milagres e teofanias
 É pessoal, pois trata diretamente com
indivíduos ou grupos de indivíduos;
Voz audível, sonhos ou visões
 É proposicional, tendo como resultado direto
os escritos bíblicos.
Leis, profecias, relatos históricos, etc.
A Revelação Especial
Introdução Bíblica
 A Bíblia como revelação.
É o resultado da ação de Deus em homens
inspirados pelo Espírito Santo.
 Jesus como a revelação de Deus.
Deus nunca foi visto por alguém. O Filho
unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.
João 1:18 (Ver Hb 1:1-3 e Jo 1:14).
Inspiração bíblica
Introdução Bíblica
“Toda a Escritura é inspirada
por Deus e útil para o ensino,
para a repreensão, para a
correção, para a educação na
justiça.” (2 Timóteo 3:16)
Inspiração bíblica
Introdução Bíblica
 “Inspiração” vem de um termo grego que
significa “soprado por Deus”;
 A “inspiração” bíblica é Deus soprando,
sobre os autores bíblicos aquilo que Ele
queria que por eles fosse escrito;
 Não se trata de “inspiração mecânica” ou
“inspiração do ditado”;
 Deus respeitou suas particularidades;
 Por isso é chamada de Dinâmica ou
Orgânica.
Inspiração bíblica
Introdução Bíblica
 Teorias da Inspiração:
1. Intuição:
No sentido comum e humano, como um
artista inspirado compõe uma música.
2. Iluminação:
Uma percepção religiosa mais aguçada. A
inspiração não está no texto, mas no autor.
3. Ditado:
O Espírito Santo possuiu a mente dos
escritores, tornando-os passivos na escrita.
Inspiração bíblica
Introdução Bíblica
 Teorias da Inspiração:
4. Dinâmica ou orgânica:
• Não é natural, mas sobrenatural;
• A inspiração está tanto no escritor quanto
no escrito;
• A inspiração se adapta às características
dos escritores humanos;
• A inspiração é sobrenatural, plena e
dinâmica.
À inspiração chamaos de verbal-plenária.
Os autógrafos e as cópias
Introdução Bíblica
 Aos textos escritos diretamente pelos
autores, originais, chamados de
“autógrafos”.
 A inspiração é atribuída apenas a estes
“autógrafos”.
 Não se atribui inspiração às cópias feitas
a partir dos originais.
 As cópias podem conter erros e a baixa
crítica busca chegar ao texto mais
próximo do original.
Os autógrafos e as cópias
Introdução Bíblica
 Alguns tipos de erros nas cópias:
1. Erros involuntários:
• Visão deficiente;
• Igual terminação;
• Audição deficiente;
• Erros de memória;
• Erros de julgamento.
Os autógrafos e as cópias
Introdução Bíblica
 Alguns tipos de erros nas cópias:
2. Erros intencionais:
• Correção ortográfica, gramatical e
de estilo;
• Correção harmonizadora;
• Acréscimos;
• Esclarecimento de dificuldades;
• Duplicidades dos textos;
• Alterações doutrinárias;
• Acréscimo de pormenores.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Preservação: Deus supervisionou a
transmissão das Escrituras para que as
cópias sempre fossem o mais fiel possível
aos originais;
 Crítica Textual ou Baixa Crítica:
• Reconstituição dos textos originais;
• Estudar cópias imperfeitas para chegar
ao texto original;
• Envolve profundo conhecimento das
línguas originais e da manuscritologia.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Os Cânones da Crítica Textual:
1. A leitura mais antiga deve ser preferida.
2. A leitura mais difícil se deve preferir.
Isto porque o escriba tenderia mais a
simplificar ou esclarecer as palavras do
original, do que tomá-las mais difíceis para
o leitor entender.
3. A leitura mais breve deve ser preferida.
Os copistas tinham mais tendências a
acrescentar novas matérias do que.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Os Cânones da Crítica Textual:
4. A leitura que melhor explica as
variações deve ser preferida.
5. A leitura com o maior apoio geográfico
deve ser preferida.
6. A leitura que mais se conforma ao estilo
e à dicção do autor deve ser preferida.
7. A leitura que não reflete nenhuma
tendenciosidade doutrinária deve ser
preferida.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Alta Crítica:
• Busca determinar a autoria, data e
circunstância em que foram
compostos os textos;
• Este método verifica também as
fontes literárias e a confiabilidade
histórica da Bíblia;
• No séc. XVIII, Jean Astruc aplicou a
crítica ao AT. O resultado foi o
liberalismo da Hipótese Documental.
Hipótese documental
 Nega a revelação sobrenatural.
 Nega a doutrina da inspiração.
 O AT é o resultado das experiências
religiosas dos judeus.
 Segundo a teoria, o AT é a união de vários
documentos editados em seu formato final
no pós-exílio.
Julius Wellhausen Gerhard Von Rad
Introdução Bíblica
Hipótese documental
 Os documento JEDP
Documento J (Jeová, Jeovista)
Data: 950 ou 850 a.C.
Documento E (Elohista)
Data: 850 ou 750 a.C.
Documento D (Deuteronomista)
Data: 650 a.C.
Documento P (Sacerdotal)
Data: 525 ou 450 a.C.
Introdução Bíblica
Evidências da autoria mosaica
 Evidências internas
1. Deus manda Moisés escrever (Êx 17:14);
2. Moisés e o Livro da Aliança (Êx 24:4-8);
3. Moisés escreveu a caminhada (Êx 33:2);
4. Moisés é o escritor (Êx 31:9, 24);
5. Foi testemunha ocular (Nm 11:7-8);
6. Conhecia o Egito e o percurso do Êxodo;
7. Moisés teve tempo o suficiente para
escrevê-lo.
Introdução Bíblica
Evidências da autoria mosaica
 Evidências externas
1. No livro de Josué, Moisés é tido como autor
do Pentateuco (Js 1:7-8);
2. Em Jz, Moisés é autor do Pentateuco (Jz
3:4);
3. As referências nos livros históricos (1 Rs 2:3;
2 Rs 14:6; 21:8; Ed 6:18; Ne 13:1);
Introdução Bíblica
Evidências da autoria mosaica
 Evidências no Novo Testamento
1. Cristo cita Moisés como autor (Mt 19:8);
2. Circuncisão é “Lei de Moisés” (Jo 7:23);
3. Outras referências (At 3:22-23; 13:38-39;
15:5,21; 26:22; 28:23; Rm 10:5,19; 1 Co 9:9; 2
Co 3:15; Ap 15:3).
Introdução Bíblica
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 As traduções da Bíblia:
Se baseiam em 2 teorias do texto grego:
1. Texto Crítico (textos mais antigos -
séculos II a IV);
2. Texto Majoritário (maioria dos textos,
só que mais recentes – séc. VIII à X).
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 2 métodos de tradução:
1. Equivalência formal:
• Respeita a forma do texto original,
conservando a ordem das palavras,
traduzindo verbos por verbos,
substantivos por substantivos e assim por
diante.
• Utiliza linguagem erudita e deixa a cargo
do leitor o entendimento final.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 2 métodos de tradução:
2. Equivalência dinâmica:
• Traduz ideias e não apenas palavras.
• Utiliza palavras que na língua do leitor
apresentam maior compreensão.
• Procura dar uma forma mais natural á
leitura.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Algumas Bíblias traduzidas por
Equivalência Formal
• Almeida Corrigida Fiel;
• Almeida Recebida;
• Almeida Revista e Corrigida.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Algumas Bíblias mistas traduzidas por
Equivalência Dinâmica e Formal
• Almeida Revista e Atualizada;
• Almeida Edição Contemporânea;
• Almeida Revisada de acordo com os
Melhores Textos;
• Almeida Século XXI;
• Nova Tradução Internacional (NVI).
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Algumas Bíblias mistas traduzidas por
Equivalência Dinâmica
• Linguagem de Hoje;
• Nova Tradução na Linguagem de Hoje;
• A Mensagem.
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Exemplos de tradução do Sl 22:29
Todos os que na terra são gordos comerão e adorarão, e
todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele; e
nenhum poderá reter viva a sua alma. Almeida Corrigida
Fiel.
Todos os opulentos da terra hão de comer e adorar, e todos
os que descem ao pó se prostrarão perante ele, até aquele
que não pode preservar a própria vida. Almeida Revista e
Atualizada.
Todos os poderosos da terra comerão e adorarão, e todos os
que descem ao pó se prostrarão perante ele, os que não
podem preservar a vida. Almeida Século 21
Preservação da Bíblia
Introdução Bíblica
 Exemplos de tradução do Sl 22:29
Todos os ricos da terra se banquetearão e o adorarão;
haverão de ajoelhar-se diante dele todos os que descem ao
pó, cuja vida se esvai. NVI
Os ricos também comerão à mesa do Senhor e o adorarão.
Todos os homens que descem ao pó se curvarão diante dele
com os rostos no chão, todos os que um dia vão morrer.
Bíblia Viva
Todos os orgulhosos se curvarão na sua presença, e o
adorarão todos os mortais, todos os que um dia vão morrer.
Nova Tradução Linguagem de Hoje
Iluminação
Introdução Bíblica
 A iluminação é a ação do Espírito Santo
no cristão para torna-lo apto na
compreensão das Escrituras;
 Não existe mais “inspiração” como nos
autores bíblicos;
 Precisamos da iluminação do Espírito
Santo para recebermos, entendermos,
aceitarmos e praticarmos a Palavra.
Iluminação
Introdução Bíblica
 A iluminação é dada pelo Espírito Santo
ao cristão:
“Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o
Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos
conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.” 1 Co
2:12
“Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois
de serdes iluminados, suportastes grande combate de
aflições.” Hb 10:32
“Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para
que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais
as riquezas da glória da sua herança nos santos.” Ef 1:18
Iluminação
Introdução Bíblica
 Não confunda revelação, inspiração e
iluminação;
 A inspiração é sobre o escritor bíblico
ausentando-o de erros;
 A iluminação não torna infalível a
interpretação feita pelo cristão;
 Também não lhe dá intuição e
conhecimento imediato.
A interpretação
 O texto pode ser revelado e inspirado;
 O cristão pode até ser iluminado;
 Mas a interpretação pode ser errada;
 A interpretação envolve:
• Uma atividade inconsciente/automática
• Uma atividade consciente/intelectual
 Envolve diversos fatores:
• Cultura
• Formação intelectual
• Conhecimento
• Etc.
Introdução Bíblica
Nunca paramos de interpretar
Introdução Bíblica
Nunca paramos de interpretar
Introdução Bíblica
Nunca paramos de interpretar
“Pelágio Romeu lista aqui seus fiadores: para
Pedro Colaço, devo dez contos; para Estevão
Pais, Leitão, Paio Garcia, Gonçalo Mendes, Egas
Moniz, Mendo Garcia e Pedro Soares, deve
vinte contos; para João Soares, trinta contos, e
para Gonçalo Henriques, quarenta contos.
Agora estamos em 1175, e só daqui a cinco
anos vou ter que pagar esses patrícios!”
Introdução Bíblica
Nunca paramos de interpretar
“Noticia fecit pelagio romeu de fiadores Stephano
pelaiz .xxi. solidos lecton .xxi. soldos pelai garcia
.xxi. soldos. Güdisaluo Menendici. xxi soldos /2
Egeas anriquici xxxta soldos. petro cõlaco .x.
soldos. Güdisaluo anriquici .xxxxta. soldos Egeas
Monííci .xxti. soldos [i l rasura] Ihoane suarici
.xxx.ta soldos /3 Menendo garcia .xxti. soldos.
petro suarici .xxti. soldos Era Ma. CCaa xiiitia Istos
fiadores atan .v. annos que se partia de isto male
que li avem.”
Introdução Bíblica
Nunca paramos de interpretar
 Este texto foi escrito em português no ano de
1175. É conhecido como “Notícia de Fiadores.
Introdução Bíblica
Quais informações precisamos buscar?
 O mais importante: descobrir a intenção do
autor;
 Como os leitores originais entenderam?
 Transpor abismos:
• Culturais
• Históricos
• Geográficos
• Literários
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo cultural:
• Religião, alimentação, organização social,
costumes, etc.
Fp 3:20; Rt 4:1; Êx 23:19; 1 Co 8; Jó 22:6; 2 Rs
2:9; Cl 1:15; 1 Pe 1:13.
• Princípios aplicáveis ou não:
1. Plenamente aplicáveis (Rm 12:10);
2. Totalmente inaplicáveis (Lv 20:11);
3. Contexto cultural semelhante onde só os
princípios são aplicáveis (Rm 16:16);
4. Contexto cultural diferente onde só os
princípios são aplicáveis (1 Co 11:2-16).
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo cultural:
• A divisão das horas
• O dia judaico era contado a partir do nascer
do sol (6h) e se encerrava ao pôr-do-sol
(18h), num total de 12 horas.
• A noite era dividia pelos judeus em vigílias.
 Primeira vigília (18h - 22h)
 Segunda vigília (22h – 2h)
 Terceira vigília (2h – 6h)
• Os romanos dividiam a noite em 4 vigílias e,
posteriormente, dividiram em 12 horas.
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo histórico:
• A Bíblia começou a ser escrita quase 1500
anos a.C.;
• Apesar de toda riqueza literária, tudo se
encaixa no processo histórico;
• Devemos, ao ler o texto, buscar o “onde”,
“como” e o “porque”;
• Mas também o “quando”;
• A história bíblica se enquadra dentro de
uma história ainda maior.
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo geográfico:
• As histórias se passam em lugares que
podem influenciar o entendimento.
Jo 4:4; Ap 3:16; Mt 5:22
• A histórias acontecem:
 Nos desertos (Nm 10:12)
 Nos vales (Jo 3:15)
 Nas cidades (Jr 33:13)
 Nos campos (Nm 21:20)
 Nos montes (Sl 125:1)
 Nos rios (Mt 3:6)
 Nos mares (Mt 4:18)
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo literário:
• Tanto o uso das palavras quanto a
construção do texto influenciam.
• O uso gramatical das palavras é
importante, assim como os gêneros
literários empregados pelo autor.
• São vários tipos:
 Jurídico
 Narrativa
 Poesia
 Sapiencial
 Profético
 Apocalíptico
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo literário:
• Ainda temos várias estruturas como:
Paralelismos;
Quiasmo;
Figuras de linguagem
• Parábolas
• Alegorias
• Tipos
• Etc.
Introdução Bíblica
Que informações precisamos buscar?
 O abismo literário:
• A palavra “mundo” (kosmos) significa:
1. Universo como um todo (At 17:24);
2. A Terra (Jo 13:1);
3. O sistema do mundo (Jo 12:31);
4. Toda a raça humana (Rm 3:19);
5. Humanidade, menos os crentes (Jo 15:18);
6. Gentios em contraste com judeus (Rm 11:12);
7. Somente os crentes (2 Co 5:19).
Introdução Bíblica
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o
seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê
não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16
Submissão
Introdução Bíblica
Samuel, porém, respondeu: "Acaso tem o
Senhor tanto prazer em holocaustos e em
sacrifícios quanto em que se obedeça à sua
palavra? A obediência é melhor do que o
sacrifício, e a submissão é melhor do que a
gordura de carneiros. Pois a rebeldia é
como o pecado da feitiçaria; a arrogância,
como o mal da idolatria. Assim como você
rejeitou a palavra do Senhor, ele o rejeitou
como rei". 1 Samuel 15:22-23
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Introdução Bíblica - atualizado

  • 1. Introdução Bíblica Pr. Handerson Xavier slideshare.net/vivaaigreja
  • 2. A Bíblia  Vem do grego e significa “livro”.  Formada pelos livros Canônicos. Inspirados Inerrantes Infalíveis Suficientes  66 livros considerados autoritativos.  “Sola Scriptura” da Reforma Protestante.  Termo utilizado por João Crisóstomo (sec. IV).  Traduzida para mais de 2.935 idiomas. Introdução Bíblica
  • 3. O material utilizado  Papiro Introdução Bíblica
  • 4. O material utilizado  Pergaminho Introdução Bíblica
  • 5. O formato dos livros  Rolo Introdução Bíblica
  • 6. O Grande Rolo de Isaías http://dss.collections.imj.org.il/isaiah Introdução Bíblica
  • 7. O formato dos livros  Códices (códex) • Surgiram na Grécia como forma de registro das leis. • Tinham o formato dos atuais livros. • Eram mais baratos, mais fáceis de guardar e transportar. • Tinham um aproveitamento melhor de material. • Grande parte dos manuscritos bíblicos são neste formato. Introdução Bíblica
  • 8. O formato dos livros  Códices Sinaiticus: escrito em grego, data do séc. IV. Único que contém todo o Novo Testamento. Introdução Bíblica
  • 9. O formato dos livros  Códices Vaticanus: escrito em grego, data do séc. IV. Contém praticamente toda a Bíblia. Introdução Bíblica
  • 10. O formato dos livros  Códices Alexandrinus: escrito em grego, data do séc. V. Contém toda a Septuaginta e o Novo Testamento. Introdução Bíblica
  • 11. O formato dos livros  Códices Leningradensis: Um dos mais antigos e o mais completo com o texto massorético. Data do ano 1008 d.C. Introdução Bíblica
  • 12. O texto massorético  Os massoretas eram judeus que se dedicavam a cuidar, copiar e transmitir fielmente o texto das Escrituras.  Trabalharam entre 500 e 1000.  Criaram normas rígidas para a criação de cópias idênticas do texto.  O exemplo do tetragrama “YHWH”.  Criaram as vogais da língua hebraica e um complexo sistema de acentuação.  O resultado foi o chamado: TEXTO MASSORÉTICO. Introdução Bíblica
  • 13. O texto hebraico – sem vogais.
  • 14. O texto massorético – com vogais.
  • 15. Capítulos e versículos  Os massoretas já dividiam o AT em porções, mas não coincidiam com nossas divisões.  Stephen Langton, entre 1234 e 1242, dividiu toda a Bíblia em capítulos.  Roberto Estienne, em 1551, dividiu a Bíblia em versículos.  A primeira Bíblia impressa com capítulos e versículo foi a Bíblia de Genebra, de 1560.  Em 1592, o Papa Clemente VII mandou publicar uma versão da Bíblia em latim com capítulos e versículos. Introdução Bíblica
  • 16. As traduções  A Vulgata Tradução em latim da Bíblia. Feita entre os séculos IV e V por São Jerônimo. É a versão oficial da Igreja Católica desde o concílio de Trento (1546).  A Septuaginta Tradução grega a partir do texto hebraico do Antigo Testamento. Feita entre os séculos III a.C. e I a. C. Introdução Bíblica
  • 17. Outras traduções históricas  A Bíblia de Wycliffe Tradução para o inglês da Vulgata. Feita entre os anos 1382 e 1395. Introdução Bíblica
  • 18. Outras traduções históricas  A Bíblia de Lutero Tradução para o alemão feita por Lutero no séc. XVI a partir dos originais. Introdução Bíblica
  • 19. Outras traduções históricas  A Bíblia de Tyndale Escrita para o inglês a partir do séc. XVI. Composta por todo o NT e metade do AT. Introdução Bíblica
  • 20. Outras traduções históricas  A Bíblia King James (Rei Tiago) Feita no início do séc. XVII a pedido do Rei Tiago (ou Jaime I). É a versão oficial da Igreja Anglicana. Introdução Bíblica
  • 21. Outras traduções históricas  A Bíblia em português Séculos XIII e XIV com D. Diniz. Todas eram traduções católicas. Em 1628 nasce João Ferreira D’Almeida, que se converte em 1642. Como membro da Igreja Reformada Holandesa foi evangelista, pastor, teólogo e tradutor. Em 1670 concluiu sua tradução do Novo Testamento, que só foi publicado em 1681. Introdução Bíblica
  • 22. Outras traduções históricas  A Bíblia em português Somente em 1819 a Bíblia completa foi publicada. Introdução Bíblica
  • 23. O Cânon Introdução Bíblica  Termo grego que significa “vara de medir”, indicando que tais livros servem de norma para a Igreja;  Atanásio (Sec. IV) foi o primeiro a utilizar o termo;  No ano 327 d.C. Atanásio já listava os 27 livros do Novo Testamento.
  • 24. O Cânon do Antigo Testamento Introdução Bíblica  O Canon Alexandrino (longo): 46 livros, incluindo os apócrifos;  O Canon Palestinense (curto): 39 livros, excluindo os apócrifos;  Os 39 livros aceitos tanto por judeus, quanto católicos e protestantes são chamados de “protocanônicos”;  Os 7 livros que estão presentes apenas no canon católico são chamados de “deuterocanônicos”;  No ano 130 d.C. já era conhecida a tríplice divisão do AT: Lei, Profetas e Escritos.
  • 25. O Cânon do Antigo Testamento Introdução Bíblica  O Cânon Protestante é igual ao cânon massorético hebraico, mas segue a divisão da Vulgata e Septuaginta;  Flávio Josefo, historiador judeu (37 – 95 a.C.) cita o conjunto de 22 livros do canon hebraico;  O Concílio de Trento (1546) definiu o Cânon Católico e considerou “anátema” os que não o aceitassem;
  • 26. O Cânon do Antigo Testamento Introdução Bíblica  Critério de canonicidade: 1. A língua original; 2. Sem incoerência com os escritos de Moisés; 3. Escritos entre Moisés e Esdras; 4. Não podia expressar dúvida de que seus escritos eram inspirados por Deus; 5. Ausência de erros nas narrativas históricas; 6. A autoria direta ou indireta de homens de Deus.
  • 27. O Cânon do Antigo Testamento Introdução Bíblica  Rejeição dos apócrifos: 1. Não possuem manuscrito em hebraico; 2. Nunca constaram da Tanakh Hebraica; 3. Ensinam doutrinas incoerentes com AT e o NT; 4. Alguns, como I Macabeus, Judite e Tobias, trazem erros históricos e geográficos; 5. Foram escritos depois de Esdras; 6. Não transmitem autoridade; 7. Nenhum deles foi citado por Jesus ou pelos apóstolos.
  • 28. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Permitem o uso de magia Tobias 6:8: “O anjo respondeu-lhe: Se puseres um pedaço do coração sobre brasas, a sua fumaça expulsará toda espécie de mau espírito, tanto do homem como da mulher, e impedirá que ele volte de novo a eles.”
  • 29. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Salvação por obras: Tobias 4:11: “Porque a esmola livra do pecado e da morte, e preserva a alma de cair nas trevas.” Tobias 12:9: “Porque a esmola livra da morte: ela apaga os pecados e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna.”
  • 30. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Dinheiro como oferenda pelos pecados dos mortos: 2 Macabeus 12:43-44: “Em seguida, fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados: belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição, porque, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles.”
  • 31. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Erros Históricos Judite 1:5: “Ora, no décimo segundo ano de seu reinado, Nabucodonosor, que reinava sobre os assírios em Nínive, a grande cidade, fez guerra a Arfaxad, e venceu-os”. Baruc 6:2: “Quando chegardes a Babilônia, será para ficardes lá por muito tempo, durante longos anos, até sete gerações. Depois disso, porém, farei com que volteis em paz.”
  • 32. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Ensinos heréticos: TOBIAS: • justificação pelas obras - 4:7-11; 12:8 • mediação dos Santos - 12:12 • superstições - 6:5, 7-9, 19 • um anjo engana Tobias e o ensina a mentir 5:16 a 19
  • 33. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Ensinos heréticos: ECLESIÁSTICO • justificação pelas obras - 3:33,34 • trato cruel aos escravos - 33:26 e 30; 42:1 e 5 • incentiva o ódio aos Samaritanos - 50:27 e 28
  • 34. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Ensinos heréticos: II MACABEUS • a oração pelos mortos - 12:44 - 46 • culto e missa pelos mortos - 12:43 • o próprio autor não se julga inspirado -15:38- 40; 2:25-27 • intercessão pelos Santos - 7:28 e 15:14
  • 35. Erros nos livros apócrifos Introdução Bíblica  Ensinos heréticos: II MACABEUS • a oração pelos mortos - 12:44 - 46 • culto e missa pelos mortos - 12:43 • o próprio autor não se julga inspirado -15:38- 40; 2:25-27 • intercessão pelos Santos - 7:28 e 15:14
  • 36. O Cânon do Antigo Testamento Introdução Bíblica  O Concílio de Jamnia:  Após a destruição de Jerusalém (70 d.C.) um grupo de eruditos judeus criou uma escola na cidade de Jamnia e lá definiram quais eram os 22 livros canônicos (39 segundo nossa Bíblia).
  • 37. O Antigo Testamento Hebraico (Tanakh)
  • 38. O Antigo Testamento Católico
  • 41. A autoridade do Antigo Testamento Introdução Bíblica  Cristo cria no Antigo Testamento: 1. Citou 24 de seus livros; 2. Atribuiu autoridade aos textos (Lc 24:13- 21); 3. Atribui historicidade a personagens: • Adão e Eva em Mt 19:4; • Davi em Mt 22:45; • Isaías em Mt 15:7; • Jonas em Mt 12:41; • Elias em Mt 17:11; • Moisés em Mt 19:8.
  • 42. A autoridade do Antigo Testamento Introdução Bíblica  Cristo cria no Antigo Testamento: 4. Fez intensivo uso dele: • Para combater o ensino dos fariseus (Mt 5:21ss); • Para testificar acerca de si mesmo (Jo 5:39); • Para sustentar o cumprimento de profecias (Lc 4:1); • Condenou a falta de conhecimento das Escrituras (Mt 22:29).
  • 43. A autoridade do Antigo Testamento Introdução Bíblica  Os Apóstolos criam no Antigo Testamento: 1. Reconhecem sua inspiração: • Toda a Escritura é inspirada (2 Tm 3:16); • Dada pelo Espírito de Deus (2 Pe 1:21); • Deus falou pelos profetas (Hb 1:1); 2. Fazem citações dos textos: • Paulo (Gn 15:5 em Rm 4:18); • Tiago (Êx 5:18 em Tg 2:11); • Hebreus (Êx 25:40 em Hb 8:5); • Pedro (Lv 19:2 em 1 Pe 1:16); • João (Sl 41:10 em Jo 13:18).
  • 44. O Cânon do Novo Testamento Introdução Bíblica  Até o ano 175 d.C. a Igreja reconheceu quais eram os livros canônicos;  Marcião, herege gnóstico, foi o primeiro à propor um cânon, excluindo propositalmente os livros que considerava contrários ao seu pensamento;  A perseguição trazia a necessidade de saber quais livros serviam de orientação à Igreja;
  • 45. O Cânon do Novo Testamento Introdução Bíblica  Critérios de canonicidade: 1. Autoria: escrito por um apóstolo ou alguém ligado à eles; 2. Doutrina: coerente com a doutrina dos apóstolos; 3. Uso: a Igreja já os reconhecia e utilizava na edificação; 4. Período: escritos no primeiro século; Obs.: A Igreja não escolheu o Cânon; apenas o reconheceu.
  • 46. O Cânon do Novo Testamento Introdução Bíblica  Critérios de canonicidade:  Em 327, Atanásio listou os atuais 27 livros como canônicos e o Concílio de Calcedônia, 451, encerrou finalmente a questão.  Alguns livros tiveram dificuldades em serem aceitos por questões de autoria: Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse.
  • 47. O Cânon do Novo Testamento Introdução Bíblica  Os Pais Apostólicos:  Clemente de Roma (30-100): Cita Paulo e Pedro como apóstolos do Senhor e reconhece a inspiração dos escritos de Paulo;  Inácio de Antioquia (?-117): Reconhece a autoridade dos apóstolos;  Policarpo (69-159): Na sua carta aos filipenses cita metade dos livros do Novo Testamento.
  • 48. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Evangelhos sinóticos:  “evangelho” é uma palavra grega que significa “boa nova”;  Em 1776, um pesquisador alemão chamado J.J. Griesbach publicou a obra Synopsis evangeliorum (Sinopse dos evangelhos). Foi a primeira vez que se utilizou o termo “sinótico” aos escritos dos três primeiros evangelhos;
  • 49. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Evangelhos sinóticos: Passagens Mt Mc Lc Comuns aos três 330 330 330 Comuns a Mt-Mc 178 178 Comuns a Mc-Lc 100 100 Comuns a Mt-Lc 230 230 Próprios a cada um 330 53 500
  • 50. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Evangelhos sinóticos:  A partir da ideia dos sinóticos, surgiu a TEORIA DAS DUAS FONTES;  Segundo essa teoria (não comprovada), Mateus e Lucas utilizaram o evangelho de Marcos e um documento chamado de Q (Quelle) na escrita de seus evangelhos;
  • 51. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Evangelhos:  Sinóticos: Mateus: Escrito pelo apóstolo Mateus aos judeus por volta de 60 d.C., busca apresentar a Jesus como o Rei e Messias esperado. Faz uso de muitos textos do AT e da expressão “Reino dos Céus”; Marcos: Escrito entre 50 e 70 d.C. por João Marcos, companheiro de Paulo e Pedro e dirigido aos romanos. Apresenta um Cristo dinâmico e forte, principalmente através de seu poder.
  • 52. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Evangelhos:  Sinóticos: Lucas: Escrito por Lucas, o médico amado (Cl 4:14), por volta do ano 60 d.C. Também escreveu Atos. Dirigido aos gregos, apresenta Jesus como o homem perfeito. É o mais rico em detalhes;  João: Escrito por João, irmão de Tiago, filho de Zebedeu e dirigida a todos os cristãos no final do primeiro século. Escrito para combater a heresia gnóstica.
  • 54. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  O livro de Atos dos Apóstolos  Data: escrito entre 61 e 64 d.C.;  Autor: evangelista Lucas;  Trata sobre o avanço da igreja primitiva;  É um livro histórico, apesar de ter endereçamento;  Como narrativa histórica, precisamos ter cuidado ao estabelecer doutrinas com base unicamente em seus relatos.
  • 55. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  O livro de Atos dos Apóstolos  As viagens de Paulo:  1ª. viagem (com Barnabé). Antioquia da Síria - Chipre- Antioquia da Pisídia - Icônio - Listra - Derbe - Antioquia da Síria. (Atos 13 e 14).  2ª. viagem (com Silas e Lucas desde Trôade)- Antioquia- Síria- Cilícia- Derbe- Listra- Galácia- Trôade- Filipos- Tessalônica- Beréia- Atenas- Corinto- Éfeso- Jerusalém- Antioquia. (Atos 15: 40- 18 :22).
  • 56. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  O livro de Atos dos Apóstolos  As viagens de Paulo:  3ª. viagem (com Silas, Lucas e outros) - Antioquia – Galácia - Frígia - Éfeso - Macedônia - Trôade - Mileto - Tiro - Cesaréia - Jerusalém - Prisão e encarceramento em Cesaréia . (Atos 18:23 - 26:32).  4ª. viagem (com Lucas e outros discípulos) - Cesaréia - Licia - Ilha de Creta (naufrágio) - Malta - Silícia - Roma. ( Atos 27-28).
  • 59. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Epístolas Paulinas:  Epístolas maiores: Romanos (56 e 58 d.C.); 1 Coríntios (55 d.C.); 2 Coríntios (55 e 57 d.C.); Gálatas (até 55 d.C.); 1 Tessalonicenses (50 d.C.); 2 Tessalonicenses (51 e 52 d.C.).
  • 60. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Epístolas Paulinas:  Epístolas pastorais: 1 Timóteo (62 e 66 d.C.); 2 Timóteo (67 d.C.); Tito (66 d.C.).
  • 61. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Epístolas Paulinas:  Epístolas da prisão (entre 62 e 63 d.C.): Efésios Filipenses Colossenses Filemon Obs: Éfeso, Cesaréia ou Roma.
  • 62. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Epístolas Paulinas:  Epístolas perdidas: 1. Em 1 Co 5:9 é falado sobre uma carta anterior que Paulo enviou à Corinto; 2. Em Cl 4:16 Paulo faz referência à uma epístola enviada à Laodicéia; 3. Em 2 Co 2:4 Paulo faz referência à “Carta em Lágrimas” enviada aos coríntios.
  • 63. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Epístolas gerais/universais/católicas:  Hebreus (65 d.C.);  Tiago (45 d.C.);  1 Pedro (64 e 65 d.C.);  2 Pedro (66 e 68 d.C.);  1, 2 e 3 João (80 e 90 d.C.);  Judas (65 e 70 d.C.)
  • 64. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Literatura Apocalíptica:  A literatura apocalíptica surgiu entre 175- 163 a.C. como resultado da ausência de voz profética durante o período conhecido como “intertestamental” ou “interbíblico”;  O tempo era de perseguição e desesperança;  Surge como uma forma de animar o povo e dar respostas;
  • 65. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Literatura Apocalíptica:  Os “apocalipses” eram escritos com pseudônimos de grandes vultos a fim de atribuir autoridade aos livros;  Eram cheios de simbolismos, visões e alegorias;  Faziam uso de numerologia;  São teodiceias.
  • 66. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  Os “Apocalipses do Antigo Testamento” são: • 1) O Livro de Enoque (164-64 a.C.); • 2) A Assunção de Moisés (50 a.C. — 25 d.C.); • 3) Os Segredos de Enoque (início do primeiro século); • 4) O Livro de Baruque (século I); • 5) IV Esdras (depois de 90 d.C.);  Os "Apocalipses do Novo Testamento" são: • 1) O Pastor de Hermas (início do século II); • 2) O Apócrifo de João (metade do século II); • 3) O Apocalipse de Pedro (metade do século II); • 4) O Apocalipse de Paulo, (final do século IV); • 5) O Apocalipse de Tomé, do quinto século; • Há ainda o Apocalipse de Maria e o de Estevão.
  • 67. Divisão do Novo Testamento Introdução Bíblica  O Apocalipse de João:  Se difere dos demais por ter autoria definida;  Considerado inspirado e canônico;  Escrito por volta de 95 d.C., quando João estava aprisionado na ilha de Patmos;  Visões de suas profecias:  Completamente cumprido;  Parcialmente cumprido;  Referências à eventos diferentes.
  • 68. O evangelho Pseudo-Tomé Introdução Bíblica  Texto escrito por alguém que se identifica com um filósofo israelita chamado Tomé.  Apresenta a infância de Jesus dos 5 aos 12 anos.  Apresenta Jesus como uma criança travessa, iracunda, vingativa e perversa.  Os fatos mais curiosos: • Os 12 passarinhos de barro (II). • A morte do filho de Anás (III). • O esbarrão da morte (IV). • A queda de Zenon (IX). • Os três patetas (VI, VII, XIV e XV).
  • 69. O caso do livro de Judas Introdução Bíblica  A epístola de Judas contém duas referências à textos não canônicos (apócrifos). “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.” 1:9 “E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele.” 1:14,15
  • 70. O caso do livro de Judas Introdução Bíblica  O v. 9 é atribuído ao apócrifo “A assunção de Moisés”.  Os vs. 14 e 15 são atribuídos ao apócrifo “O livro de Enoque”.  A pergunta: Estes livros eram inspirados? • Se não eram, porque foram utilizados? • Se eram, porque não estão no Cânon?  As possibilidades: • Oriundos de tradição oral. • O trecho era inspirado. • O acontecimento é verdadeiro. • Recebido por revelação.
  • 71. O caso do livro de Judas Introdução Bíblica  A que conclusões podemos chegar: 1. Ambas histórias são genuínas, independente da fonte. 2. Judas as escreve em sua carta sob inspiração. 3. Isto não torna os apócrifos citados inspirados. 4. No máximo, o trecho citado foi inspirado.
  • 72. A autoridade do Novo Testamento Introdução Bíblica  As palavras de Cristo: 1. Não passarão (Mt 25:35); 2. São fundamentos (Mt 7:24); 3. São de Deus (Lc 11:28; Jo 14:10, 24); 4. Trazem vida eterna (Jo 5:24; 8:51);  O testemunho dos apóstolos: 1. Paulo tem autoridade (1 Co 14:36, 37); • Reconhecimento de Pedro (2 Pe 3:15); • A consciência de Paulo (2 Ts 3:14); • O conteúdo (1 Co 2:4, 5 e 7); • O pode de Deus (2 Co 13:10).
  • 73. A autoridade do Novo Testamento Introdução Bíblica  O testemunho dos apóstolos: 2. Pedro tem autoridade: • Os apóstolos do Senhor (2 Pe 3:2); • Reconheceu a autoridade de Paulo (2 Pe 3:15, 16); 3. João tem autoridade: Fala da parte de Deus (1 Jo 4:6).
  • 74. Personagens do Novo Testamento Introdução Bíblica  Escribas ou doutores da Lei: • Interpretavam a Lei para os judeus (Mt 12:28-34); • Criavam regras e tradições (Mt 23:2-4); • Foram censurados por Jesus: Depois perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos por lavar? E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim; Em vão, porém, me honram,Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Marcos 7:5-7
  • 75. Personagens do Novo Testamento Introdução Bíblica  Fariseus: • O termo vem de uma palavra hebraica que significa “separado”; • Surgiram como um movimento contrário à ocupação grega; • Eram mais religiosos que políticos; • Faziam parte da elite religiosa e social; • Era inimigos dos saduceus; • Foram censurados por Jesus em várias ocasiões: Mt 23:1-12; Lc 11:37-44).
  • 76. Personagens do Novo Testamento Introdução Bíblica  Saduceus: • Eram favoráveis à cultura grega; • Formada pela aristocracia e sacerdotes; • Eram mais políticos que religiosos; • Opunham-se aos fariseus; • Não aceitavam as tradições dos fariseus; • Utilizavam apenas a Torah, desprezando o restante das Escrituras. • Estavam entre os que perseguiram a Igreja (At 4:1-4).
  • 77. Personagens do Novo Testamento Introdução Bíblica  Fariseus x Saduceus: 1. Ressurreição: Fariseus acreditavam Saduceus não acreditavam 2. Anjos: Fariseus acreditavam Saduceus não acreditavam 3. Destino: Fariseus acreditavam na providência divina Saduceus acreditavam no livre-arbítrio 4. Tradição: Fariseus acreditavam na tradição Saduceus não acreditavam na tradição
  • 78. Personagens do Novo Testamento Introdução Bíblica  Herodianos: • Aceitavam a aliança política com os romanos; • Eram partidários de Herodes, o Grande, que tentou romanizar a palestina.  Zelotes: • Era um grupo religioso e militarista; • Eram contrários à ocupação romana; • Eram violentos e homicidas; • Entre os discípulos havia Simão, o zelote (Lc 6:15).
  • 79. Personagens do Novo Testamento Introdução Bíblica  Publicanos: • Eram funcionários dos invasores romanos; • Cobravam impostos nas coletorias; • Normalmente cobravam a mais do que deveriam, além do roubar do que recebiam; • Eram odiados por todos; • Entre os discípulos, Mateus era publicano (Mt 9:9);
  • 80. A Revelação Introdução Bíblica  Não podemos conhecer a Deus, a menos que Ele se revele a nós.  O homem natural não quer conhecer a Deus. Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. Romanos 3:10-12  O homem natural não pode conhecer a Deus. Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Romanos 11:34
  • 81. A Revelação Geral Introdução Bíblica  Deus se revela ao homem através da: 1. Natureza: • Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Salmos 19:1 • Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis. Romanos 1:20
  • 82. A Revelação Geral Introdução Bíblica  Deus se revela ao homem através da: 2. História: • Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? Isaías 43:13 • E contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações. Atos 14:17
  • 83. A Revelação Geral Introdução Bíblica  Deus se revela ao homem através da: 3. Constituição do homem: • Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os. Romanos 2:14,15
  • 84. A Revelação Geral Introdução Bíblica  A Revelação Geral condena o homem. Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Romanos 1:21-25
  • 85. A Revelação Especial Introdução Bíblica  É sobrenatural, pois envolve a ação de Deus além do comum e natural; Milagres e teofanias  É pessoal, pois trata diretamente com indivíduos ou grupos de indivíduos; Voz audível, sonhos ou visões  É proposicional, tendo como resultado direto os escritos bíblicos. Leis, profecias, relatos históricos, etc.
  • 86. A Revelação Especial Introdução Bíblica  A Bíblia como revelação. É o resultado da ação de Deus em homens inspirados pelo Espírito Santo.  Jesus como a revelação de Deus. Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou. João 1:18 (Ver Hb 1:1-3 e Jo 1:14).
  • 87. Inspiração bíblica Introdução Bíblica “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça.” (2 Timóteo 3:16)
  • 88. Inspiração bíblica Introdução Bíblica  “Inspiração” vem de um termo grego que significa “soprado por Deus”;  A “inspiração” bíblica é Deus soprando, sobre os autores bíblicos aquilo que Ele queria que por eles fosse escrito;  Não se trata de “inspiração mecânica” ou “inspiração do ditado”;  Deus respeitou suas particularidades;  Por isso é chamada de Dinâmica ou Orgânica.
  • 89. Inspiração bíblica Introdução Bíblica  Teorias da Inspiração: 1. Intuição: No sentido comum e humano, como um artista inspirado compõe uma música. 2. Iluminação: Uma percepção religiosa mais aguçada. A inspiração não está no texto, mas no autor. 3. Ditado: O Espírito Santo possuiu a mente dos escritores, tornando-os passivos na escrita.
  • 90. Inspiração bíblica Introdução Bíblica  Teorias da Inspiração: 4. Dinâmica ou orgânica: • Não é natural, mas sobrenatural; • A inspiração está tanto no escritor quanto no escrito; • A inspiração se adapta às características dos escritores humanos; • A inspiração é sobrenatural, plena e dinâmica. À inspiração chamaos de verbal-plenária.
  • 91. Os autógrafos e as cópias Introdução Bíblica  Aos textos escritos diretamente pelos autores, originais, chamados de “autógrafos”.  A inspiração é atribuída apenas a estes “autógrafos”.  Não se atribui inspiração às cópias feitas a partir dos originais.  As cópias podem conter erros e a baixa crítica busca chegar ao texto mais próximo do original.
  • 92. Os autógrafos e as cópias Introdução Bíblica  Alguns tipos de erros nas cópias: 1. Erros involuntários: • Visão deficiente; • Igual terminação; • Audição deficiente; • Erros de memória; • Erros de julgamento.
  • 93. Os autógrafos e as cópias Introdução Bíblica  Alguns tipos de erros nas cópias: 2. Erros intencionais: • Correção ortográfica, gramatical e de estilo; • Correção harmonizadora; • Acréscimos; • Esclarecimento de dificuldades; • Duplicidades dos textos; • Alterações doutrinárias; • Acréscimo de pormenores.
  • 94. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Preservação: Deus supervisionou a transmissão das Escrituras para que as cópias sempre fossem o mais fiel possível aos originais;  Crítica Textual ou Baixa Crítica: • Reconstituição dos textos originais; • Estudar cópias imperfeitas para chegar ao texto original; • Envolve profundo conhecimento das línguas originais e da manuscritologia.
  • 95. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Os Cânones da Crítica Textual: 1. A leitura mais antiga deve ser preferida. 2. A leitura mais difícil se deve preferir. Isto porque o escriba tenderia mais a simplificar ou esclarecer as palavras do original, do que tomá-las mais difíceis para o leitor entender. 3. A leitura mais breve deve ser preferida. Os copistas tinham mais tendências a acrescentar novas matérias do que.
  • 96. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Os Cânones da Crítica Textual: 4. A leitura que melhor explica as variações deve ser preferida. 5. A leitura com o maior apoio geográfico deve ser preferida. 6. A leitura que mais se conforma ao estilo e à dicção do autor deve ser preferida. 7. A leitura que não reflete nenhuma tendenciosidade doutrinária deve ser preferida.
  • 97. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Alta Crítica: • Busca determinar a autoria, data e circunstância em que foram compostos os textos; • Este método verifica também as fontes literárias e a confiabilidade histórica da Bíblia; • No séc. XVIII, Jean Astruc aplicou a crítica ao AT. O resultado foi o liberalismo da Hipótese Documental.
  • 98. Hipótese documental  Nega a revelação sobrenatural.  Nega a doutrina da inspiração.  O AT é o resultado das experiências religiosas dos judeus.  Segundo a teoria, o AT é a união de vários documentos editados em seu formato final no pós-exílio. Julius Wellhausen Gerhard Von Rad Introdução Bíblica
  • 99. Hipótese documental  Os documento JEDP Documento J (Jeová, Jeovista) Data: 950 ou 850 a.C. Documento E (Elohista) Data: 850 ou 750 a.C. Documento D (Deuteronomista) Data: 650 a.C. Documento P (Sacerdotal) Data: 525 ou 450 a.C. Introdução Bíblica
  • 100. Evidências da autoria mosaica  Evidências internas 1. Deus manda Moisés escrever (Êx 17:14); 2. Moisés e o Livro da Aliança (Êx 24:4-8); 3. Moisés escreveu a caminhada (Êx 33:2); 4. Moisés é o escritor (Êx 31:9, 24); 5. Foi testemunha ocular (Nm 11:7-8); 6. Conhecia o Egito e o percurso do Êxodo; 7. Moisés teve tempo o suficiente para escrevê-lo. Introdução Bíblica
  • 101. Evidências da autoria mosaica  Evidências externas 1. No livro de Josué, Moisés é tido como autor do Pentateuco (Js 1:7-8); 2. Em Jz, Moisés é autor do Pentateuco (Jz 3:4); 3. As referências nos livros históricos (1 Rs 2:3; 2 Rs 14:6; 21:8; Ed 6:18; Ne 13:1); Introdução Bíblica
  • 102. Evidências da autoria mosaica  Evidências no Novo Testamento 1. Cristo cita Moisés como autor (Mt 19:8); 2. Circuncisão é “Lei de Moisés” (Jo 7:23); 3. Outras referências (At 3:22-23; 13:38-39; 15:5,21; 26:22; 28:23; Rm 10:5,19; 1 Co 9:9; 2 Co 3:15; Ap 15:3). Introdução Bíblica
  • 103. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  As traduções da Bíblia: Se baseiam em 2 teorias do texto grego: 1. Texto Crítico (textos mais antigos - séculos II a IV); 2. Texto Majoritário (maioria dos textos, só que mais recentes – séc. VIII à X).
  • 104. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  2 métodos de tradução: 1. Equivalência formal: • Respeita a forma do texto original, conservando a ordem das palavras, traduzindo verbos por verbos, substantivos por substantivos e assim por diante. • Utiliza linguagem erudita e deixa a cargo do leitor o entendimento final.
  • 105. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  2 métodos de tradução: 2. Equivalência dinâmica: • Traduz ideias e não apenas palavras. • Utiliza palavras que na língua do leitor apresentam maior compreensão. • Procura dar uma forma mais natural á leitura.
  • 106. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Algumas Bíblias traduzidas por Equivalência Formal • Almeida Corrigida Fiel; • Almeida Recebida; • Almeida Revista e Corrigida.
  • 107. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Algumas Bíblias mistas traduzidas por Equivalência Dinâmica e Formal • Almeida Revista e Atualizada; • Almeida Edição Contemporânea; • Almeida Revisada de acordo com os Melhores Textos; • Almeida Século XXI; • Nova Tradução Internacional (NVI).
  • 108. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Algumas Bíblias mistas traduzidas por Equivalência Dinâmica • Linguagem de Hoje; • Nova Tradução na Linguagem de Hoje; • A Mensagem.
  • 109. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Exemplos de tradução do Sl 22:29 Todos os que na terra são gordos comerão e adorarão, e todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele; e nenhum poderá reter viva a sua alma. Almeida Corrigida Fiel. Todos os opulentos da terra hão de comer e adorar, e todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele, até aquele que não pode preservar a própria vida. Almeida Revista e Atualizada. Todos os poderosos da terra comerão e adorarão, e todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele, os que não podem preservar a vida. Almeida Século 21
  • 110. Preservação da Bíblia Introdução Bíblica  Exemplos de tradução do Sl 22:29 Todos os ricos da terra se banquetearão e o adorarão; haverão de ajoelhar-se diante dele todos os que descem ao pó, cuja vida se esvai. NVI Os ricos também comerão à mesa do Senhor e o adorarão. Todos os homens que descem ao pó se curvarão diante dele com os rostos no chão, todos os que um dia vão morrer. Bíblia Viva Todos os orgulhosos se curvarão na sua presença, e o adorarão todos os mortais, todos os que um dia vão morrer. Nova Tradução Linguagem de Hoje
  • 111. Iluminação Introdução Bíblica  A iluminação é a ação do Espírito Santo no cristão para torna-lo apto na compreensão das Escrituras;  Não existe mais “inspiração” como nos autores bíblicos;  Precisamos da iluminação do Espírito Santo para recebermos, entendermos, aceitarmos e praticarmos a Palavra.
  • 112. Iluminação Introdução Bíblica  A iluminação é dada pelo Espírito Santo ao cristão: “Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.” 1 Co 2:12 “Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições.” Hb 10:32 “Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos.” Ef 1:18
  • 113. Iluminação Introdução Bíblica  Não confunda revelação, inspiração e iluminação;  A inspiração é sobre o escritor bíblico ausentando-o de erros;  A iluminação não torna infalível a interpretação feita pelo cristão;  Também não lhe dá intuição e conhecimento imediato.
  • 114. A interpretação  O texto pode ser revelado e inspirado;  O cristão pode até ser iluminado;  Mas a interpretação pode ser errada;  A interpretação envolve: • Uma atividade inconsciente/automática • Uma atividade consciente/intelectual  Envolve diversos fatores: • Cultura • Formação intelectual • Conhecimento • Etc. Introdução Bíblica
  • 115. Nunca paramos de interpretar Introdução Bíblica
  • 116. Nunca paramos de interpretar Introdução Bíblica
  • 117. Nunca paramos de interpretar “Pelágio Romeu lista aqui seus fiadores: para Pedro Colaço, devo dez contos; para Estevão Pais, Leitão, Paio Garcia, Gonçalo Mendes, Egas Moniz, Mendo Garcia e Pedro Soares, deve vinte contos; para João Soares, trinta contos, e para Gonçalo Henriques, quarenta contos. Agora estamos em 1175, e só daqui a cinco anos vou ter que pagar esses patrícios!” Introdução Bíblica
  • 118. Nunca paramos de interpretar “Noticia fecit pelagio romeu de fiadores Stephano pelaiz .xxi. solidos lecton .xxi. soldos pelai garcia .xxi. soldos. Güdisaluo Menendici. xxi soldos /2 Egeas anriquici xxxta soldos. petro cõlaco .x. soldos. Güdisaluo anriquici .xxxxta. soldos Egeas Monííci .xxti. soldos [i l rasura] Ihoane suarici .xxx.ta soldos /3 Menendo garcia .xxti. soldos. petro suarici .xxti. soldos Era Ma. CCaa xiiitia Istos fiadores atan .v. annos que se partia de isto male que li avem.” Introdução Bíblica
  • 119. Nunca paramos de interpretar  Este texto foi escrito em português no ano de 1175. É conhecido como “Notícia de Fiadores. Introdução Bíblica
  • 120. Quais informações precisamos buscar?  O mais importante: descobrir a intenção do autor;  Como os leitores originais entenderam?  Transpor abismos: • Culturais • Históricos • Geográficos • Literários Introdução Bíblica
  • 121. Que informações precisamos buscar?  O abismo cultural: • Religião, alimentação, organização social, costumes, etc. Fp 3:20; Rt 4:1; Êx 23:19; 1 Co 8; Jó 22:6; 2 Rs 2:9; Cl 1:15; 1 Pe 1:13. • Princípios aplicáveis ou não: 1. Plenamente aplicáveis (Rm 12:10); 2. Totalmente inaplicáveis (Lv 20:11); 3. Contexto cultural semelhante onde só os princípios são aplicáveis (Rm 16:16); 4. Contexto cultural diferente onde só os princípios são aplicáveis (1 Co 11:2-16). Introdução Bíblica
  • 122. Que informações precisamos buscar?  O abismo cultural: • A divisão das horas • O dia judaico era contado a partir do nascer do sol (6h) e se encerrava ao pôr-do-sol (18h), num total de 12 horas. • A noite era dividia pelos judeus em vigílias.  Primeira vigília (18h - 22h)  Segunda vigília (22h – 2h)  Terceira vigília (2h – 6h) • Os romanos dividiam a noite em 4 vigílias e, posteriormente, dividiram em 12 horas. Introdução Bíblica
  • 123. Que informações precisamos buscar?  O abismo histórico: • A Bíblia começou a ser escrita quase 1500 anos a.C.; • Apesar de toda riqueza literária, tudo se encaixa no processo histórico; • Devemos, ao ler o texto, buscar o “onde”, “como” e o “porque”; • Mas também o “quando”; • A história bíblica se enquadra dentro de uma história ainda maior. Introdução Bíblica
  • 124. Que informações precisamos buscar?  O abismo geográfico: • As histórias se passam em lugares que podem influenciar o entendimento. Jo 4:4; Ap 3:16; Mt 5:22 • A histórias acontecem:  Nos desertos (Nm 10:12)  Nos vales (Jo 3:15)  Nas cidades (Jr 33:13)  Nos campos (Nm 21:20)  Nos montes (Sl 125:1)  Nos rios (Mt 3:6)  Nos mares (Mt 4:18) Introdução Bíblica
  • 125. Que informações precisamos buscar?  O abismo literário: • Tanto o uso das palavras quanto a construção do texto influenciam. • O uso gramatical das palavras é importante, assim como os gêneros literários empregados pelo autor. • São vários tipos:  Jurídico  Narrativa  Poesia  Sapiencial  Profético  Apocalíptico Introdução Bíblica
  • 126. Que informações precisamos buscar?  O abismo literário: • Ainda temos várias estruturas como: Paralelismos; Quiasmo; Figuras de linguagem • Parábolas • Alegorias • Tipos • Etc. Introdução Bíblica
  • 127. Que informações precisamos buscar?  O abismo literário: • A palavra “mundo” (kosmos) significa: 1. Universo como um todo (At 17:24); 2. A Terra (Jo 13:1); 3. O sistema do mundo (Jo 12:31); 4. Toda a raça humana (Rm 3:19); 5. Humanidade, menos os crentes (Jo 15:18); 6. Gentios em contraste com judeus (Rm 11:12); 7. Somente os crentes (2 Co 5:19). Introdução Bíblica “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16
  • 128. Submissão Introdução Bíblica Samuel, porém, respondeu: "Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros. Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria; a arrogância, como o mal da idolatria. Assim como você rejeitou a palavra do Senhor, ele o rejeitou como rei". 1 Samuel 15:22-23
  • 129. Softwares para estudo da Bíblia PAGOS  Bíblia Logos: https://pt.logos.com/ Software gratuito com módulos pagos  BibleWorks: https://www.bibleworks.com/  Accordance: https://www.accordancebible.com/ GRATUITOS  Bíblia The Word: http://www.theword.net/ Módulos: http://www.wordmodules.com/  Bíblia e-Sword: http://www.e-sword.net/  Bíblia Oliver Tree: https://www.olivetree.com/ Introdução Bíblica
  • 130. Bíblias online  Bible Hub: http://biblehub.com/ Bíblias em grego, hebraico, interlinear e notas de Strong.  Bíblia Online: https://www.bibliaonline.com.br/ Várias versões, incluindo português, inglês, grego e hebraico. Introdução Bíblica
  • 131. Bíblias para android Bíblia JFA Offline MySword Bible King James Bible Bible Study My Bible Koine Interlinear NT Hebrew Interlinear OT Introdução Bíblica