A língua de Eulália Marcos Bagno A bruxa está solta! Grupo:  Anne e Mariane
Introdução O livro “A língua de Eulália” têm como objetivo proporcionar uma reflexão  em relação ao uso da língua padrão e não-padrão; podemos perceber a grande diversidade lingüística existente, a partir dos contextos sociais, costumes, cultura e hábitos.
A história acontece em uma fazenda, onde mora Irene; com a intenção de descansar e aproveitar as férias de inverno, as três estudantes universitárias decidem visitá-la. A trama inicia quando as garotas acham engraçado o jeito de falar de Eulália, empregada da tia Irene, e a partir daí se constroem conhecimentos a respeito da Língua Portuguesa e as variedades culturais, tanto rural como urbana, ligadas ao poder socioeconômico.
O nome da bruxa.... ANALOGIA Mudança lingüística causada pela interferência de uma forma já existente; A analogia é responsável por uma quantidade imensa de fenômenos lingüísticos, são tantos que seria difícil mostrá-los todos no livro.
O roubo das vogais fechadas O primeiro exemplo de “ataque” da analogia é um feitiço tão forte que seus resultados são  audíveis não só na língua não-português-padrão, mas também na forma de falar de algumas pessoas que se dizem instruídas e educadas. Na língua portuguesa há uma alternância vocálica entre vogal fechada e vogal aberta na relação nome-verbo. Por exemplo: eu [me] apego o apego eu gelo o gelo eu selo o selo  eu almoço o almoço VERBO SUBSTANTIVO
Em 1971 com as novas regras ortográficas, o acento circunflexo foi excluído, pois percebeu-se que nenhum falante português se confundiria para pronunciar essas palavras. SUBSTANTIVO VERBO  O esp ê lho O est ô ro O p ô so O r ô bo Eu esp é lho Eu est ó ro Eu fechó Eu p ó so Eu r ó bo
Segundo Irene, essas formas podem ser ouvidas diariamente em lojas, salas de aula, televisão e outros meios de comunicação, pronunciados por todas as classes sociais e níveis de escolaridade. As crianças são as vítimas preferidas da analogia, até porque ela é considerada uma bruxa. É nela que as crianças falam “eu fazi”, “eu sabo”.
Considerações finais: Percebe-se em relação à leitura do livro como também do capítulo abordado que, o português padrão não é utilizado corretamente conforme a gramática, pela enorme quantidade de regras; já o português não padrão, se faz presente no cotidiano das pessoas, na forma de comunicação, expressão e interação. Sendo este, um método mais popular e de fácil compreensão.

A lingua de_eulalia2

  • 1.
    A língua deEulália Marcos Bagno A bruxa está solta! Grupo: Anne e Mariane
  • 2.
    Introdução O livro“A língua de Eulália” têm como objetivo proporcionar uma reflexão em relação ao uso da língua padrão e não-padrão; podemos perceber a grande diversidade lingüística existente, a partir dos contextos sociais, costumes, cultura e hábitos.
  • 3.
    A história aconteceem uma fazenda, onde mora Irene; com a intenção de descansar e aproveitar as férias de inverno, as três estudantes universitárias decidem visitá-la. A trama inicia quando as garotas acham engraçado o jeito de falar de Eulália, empregada da tia Irene, e a partir daí se constroem conhecimentos a respeito da Língua Portuguesa e as variedades culturais, tanto rural como urbana, ligadas ao poder socioeconômico.
  • 4.
    O nome dabruxa.... ANALOGIA Mudança lingüística causada pela interferência de uma forma já existente; A analogia é responsável por uma quantidade imensa de fenômenos lingüísticos, são tantos que seria difícil mostrá-los todos no livro.
  • 5.
    O roubo dasvogais fechadas O primeiro exemplo de “ataque” da analogia é um feitiço tão forte que seus resultados são audíveis não só na língua não-português-padrão, mas também na forma de falar de algumas pessoas que se dizem instruídas e educadas. Na língua portuguesa há uma alternância vocálica entre vogal fechada e vogal aberta na relação nome-verbo. Por exemplo: eu [me] apego o apego eu gelo o gelo eu selo o selo eu almoço o almoço VERBO SUBSTANTIVO
  • 6.
    Em 1971 comas novas regras ortográficas, o acento circunflexo foi excluído, pois percebeu-se que nenhum falante português se confundiria para pronunciar essas palavras. SUBSTANTIVO VERBO O esp ê lho O est ô ro O p ô so O r ô bo Eu esp é lho Eu est ó ro Eu fechó Eu p ó so Eu r ó bo
  • 7.
    Segundo Irene, essasformas podem ser ouvidas diariamente em lojas, salas de aula, televisão e outros meios de comunicação, pronunciados por todas as classes sociais e níveis de escolaridade. As crianças são as vítimas preferidas da analogia, até porque ela é considerada uma bruxa. É nela que as crianças falam “eu fazi”, “eu sabo”.
  • 8.
    Considerações finais: Percebe-seem relação à leitura do livro como também do capítulo abordado que, o português padrão não é utilizado corretamente conforme a gramática, pela enorme quantidade de regras; já o português não padrão, se faz presente no cotidiano das pessoas, na forma de comunicação, expressão e interação. Sendo este, um método mais popular e de fácil compreensão.