A formação dos profissionais da APS
uma responsabilidade compartilhada
pela Administração Pública,
pelas universidades
e associações nacionais
(mas também pelos próprios profissionais)
USF Marginal
ACES Cascais

André Biscaia
andre.rosa.biscaia@gmail.com
USF - AN
Unidades de Saúde Familiar
Associação Nacional
AGO
Associação para o Desenvolvimento e
Cooperação Garcia de Orta
1ª Ideia
A formação de base e o desenvolvimento
profissional contínuo após a licenciatura

devem estar alinhadas com
a organização dos cuidados
e as suas prioridades
Governação clínica
sistema pelo qual a unidade de gestão
e os profissionais
assumem responsabilidades partilhadas
e são responsabilizados pelos cuidados prestados,
minimizando os riscos,
monitorizando e melhorando continuamente
a qualidade dos cuidados
Governação clínica
Quatro princípios
fomentar o compromisso organizacional para a melhoria contínua
implementar sistemas claros, transparentes e consistentes
de monitorização, de reporte e de resposta
em relação aos aspectos-chave da qualidade
avaliar e dar resposta aos aspectos-chave
do desempenho organizacional
contribuir para a construção da cultura
organizacional mais adequada para a melhoria da
qualidade e que fomente o capital social da organização
2ª Ideia
Sem recursos humanos com as
competências certas
não é possível alcançar
os objectivos em Saúde
assim como sem
trabalho em equipa
e o necessário
skill- mix
Os Recursos Humanos
são o determinante primário da
efectividade
de um sistema de saúde
Para as necessidades de saúde prioritárias
de uma nação,
não há substituto possível
de profissionais bem treinados e motivados,
que apliquem as suas competências,
no momento e lugar certos
LEE Jong-wook
Relatório OMS/WHO 2006
Skill-mix
É a mistura de
postos, categorias, tarefas ou
competências necessárias numa
organização ou sistema de saúde
O objectivo é simplesmente
“ter os profissionais certos, com as
competências certas, nos locais certos a
fazer as coisas certas” (tradução
livre, OMS, 2006)
3ª Ideia
É necessária formação específica
e, por vezes, formação em áreas transversais
e que requerem equipas de trabalho
FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM MGF
FORMAÇÃO MÉDICA EM PORTUGAL

Mestrado
Integrado
Ministério da
Educação

6 anos

Internato
Ministério da Saúde

- 1 ano comum
- 4 anos específicos

Exame seriação

Exame final

Desenvolvimento
profissional contínuo
FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM MGF

499 Internos e
349 Orientadores

241 Internos e
146 Orientadores

487 Internos e
359 Orientadores
(560 / 403 em 2013)

1227 Internos e
854 Orientadores em 2012
1.ª Linha
de Contacto
IMAGEM

Secretariado Clínico
- Informação / Orientação do Cidadão
- Afabilidade
- Apoio às actividades clínicas e da saúde
- Pivot
Henrique Botelho
Mapa da Liderança Mundial 2013

Licenciados
Universitários

Doghousediaries /2013
4ª Ideia
É preciso conseguir monitorizar o que é feito
e obter os resultados da atividade e dos
programas de formação
É precisa uma info-estrutura da saúde
5ª Ideia
É preciso desenvolver
o sistema em termos globais
mas também
as organizações locais
Organização aprendente
Organização que faz da aprendizagem
uma característica nuclear da sua actividade,

aperfeiçoa rotinas de aprendizagem
que lhe permitem ser exigente,
crítica - para dentro e para fora-,
incentiva a trabalhar em equipa,
aperfeiçoa-se, antecipa, inova,

cria o seu próprio futuro
A. Biscaia
Rotinas de aprendizagem produtivas
identificação dos erros e sua correcção

questionar e inovar
meta-aprendizagem
(aprender como se aprende)
C ultivar amplos espaços de conversação

Convivência,
intereducação e
intergeração de ideias
H. Mariotti
USF Marginal
Sucesso ?
Planejamento concertado
com todos os parceiros relevantes

Políticas adaptativas
de desenvolvimento profissional
Info-estrutura da Saúde
Formação de base e específica e
desenvolvimento profissional contínuo
mas também carreiras profissionais
apropriadas
Profissionais / Equipas
com competências e
skill-mix adequados e adaptativos
Enquadramento adequado
dos serviços de saúde
USF
Marginal

Parceiros na saúde
juntos,
conseguimos

A formação dos profissionais da APS

  • 1.
    A formação dosprofissionais da APS uma responsabilidade compartilhada pela Administração Pública, pelas universidades e associações nacionais (mas também pelos próprios profissionais) USF Marginal ACES Cascais André Biscaia andre.rosa.biscaia@gmail.com USF - AN Unidades de Saúde Familiar Associação Nacional AGO Associação para o Desenvolvimento e Cooperação Garcia de Orta
  • 2.
    1ª Ideia A formaçãode base e o desenvolvimento profissional contínuo após a licenciatura devem estar alinhadas com a organização dos cuidados e as suas prioridades
  • 3.
    Governação clínica sistema peloqual a unidade de gestão e os profissionais assumem responsabilidades partilhadas e são responsabilizados pelos cuidados prestados, minimizando os riscos, monitorizando e melhorando continuamente a qualidade dos cuidados
  • 4.
    Governação clínica Quatro princípios fomentaro compromisso organizacional para a melhoria contínua implementar sistemas claros, transparentes e consistentes de monitorização, de reporte e de resposta em relação aos aspectos-chave da qualidade avaliar e dar resposta aos aspectos-chave do desempenho organizacional contribuir para a construção da cultura organizacional mais adequada para a melhoria da qualidade e que fomente o capital social da organização
  • 5.
    2ª Ideia Sem recursoshumanos com as competências certas não é possível alcançar os objectivos em Saúde assim como sem trabalho em equipa e o necessário skill- mix
  • 6.
    Os Recursos Humanos sãoo determinante primário da efectividade de um sistema de saúde Para as necessidades de saúde prioritárias de uma nação, não há substituto possível de profissionais bem treinados e motivados, que apliquem as suas competências, no momento e lugar certos LEE Jong-wook Relatório OMS/WHO 2006
  • 7.
    Skill-mix É a misturade postos, categorias, tarefas ou competências necessárias numa organização ou sistema de saúde O objectivo é simplesmente “ter os profissionais certos, com as competências certas, nos locais certos a fazer as coisas certas” (tradução livre, OMS, 2006)
  • 8.
    3ª Ideia É necessáriaformação específica e, por vezes, formação em áreas transversais e que requerem equipas de trabalho
  • 9.
    FORMAÇÃO ESPECÍFICA EMMGF FORMAÇÃO MÉDICA EM PORTUGAL Mestrado Integrado Ministério da Educação 6 anos Internato Ministério da Saúde - 1 ano comum - 4 anos específicos Exame seriação Exame final Desenvolvimento profissional contínuo
  • 10.
    FORMAÇÃO ESPECÍFICA EMMGF 499 Internos e 349 Orientadores 241 Internos e 146 Orientadores 487 Internos e 359 Orientadores (560 / 403 em 2013) 1227 Internos e 854 Orientadores em 2012
  • 11.
    1.ª Linha de Contacto IMAGEM SecretariadoClínico - Informação / Orientação do Cidadão - Afabilidade - Apoio às actividades clínicas e da saúde - Pivot Henrique Botelho
  • 12.
    Mapa da LiderançaMundial 2013 Licenciados Universitários Doghousediaries /2013
  • 13.
    4ª Ideia É precisoconseguir monitorizar o que é feito e obter os resultados da atividade e dos programas de formação É precisa uma info-estrutura da saúde
  • 14.
    5ª Ideia É precisodesenvolver o sistema em termos globais mas também as organizações locais
  • 15.
    Organização aprendente Organização quefaz da aprendizagem uma característica nuclear da sua actividade, aperfeiçoa rotinas de aprendizagem que lhe permitem ser exigente, crítica - para dentro e para fora-, incentiva a trabalhar em equipa, aperfeiçoa-se, antecipa, inova, cria o seu próprio futuro A. Biscaia
  • 16.
    Rotinas de aprendizagemprodutivas identificação dos erros e sua correcção questionar e inovar meta-aprendizagem (aprender como se aprende) C ultivar amplos espaços de conversação Convivência, intereducação e intergeração de ideias H. Mariotti
  • 17.
  • 18.
    Sucesso ? Planejamento concertado comtodos os parceiros relevantes Políticas adaptativas de desenvolvimento profissional Info-estrutura da Saúde Formação de base e específica e desenvolvimento profissional contínuo mas também carreiras profissionais apropriadas Profissionais / Equipas com competências e skill-mix adequados e adaptativos Enquadramento adequado dos serviços de saúde
  • 19.