4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e da
Educação na Saúde
DEMOCRACIA, TRABALHO E
EDUCAÇÃO NA SAÚDE PARA O
DESENVOLVIMENTO: GENTE QUE
FAZ O SUS ACONTECER
Francine Lima Gelbcke
"Trabalho digno, decente, seguro,
humanizado, equânime e democrático no
SUS: uma agenda estratégica para o futuro
do Brasil"
Do que vamos tratar? Trazer inquietações sobre alguns
desafios relacionados à gestão do trabalho no SUS, em
especial a gestão dos trabalhadores de saúde, destacando
pontos do documento norteador da 4a CNGTES.
Desafios atuais
na área da Saúde
Reduzir desigualdades
geográficas e de
grupos sociais
Fortalecer Atenção
Básica como Base
ordenadora das
Redes regionalizadas
de atenção à saúde,
como estratégia de
garantia do acesso e
do cuidado integral
Reforçar a estruturação das respostas
às urgências em saúde pública
Aprimorar o pacto
interfederativo para o
fortalecimento do SUS
Aumentar a
capacidade de
produção de IES, bem
como a produção de
inovações
tecnológicas para dar
sustentabilidade ao
país
Aumentar o
financiamento da
saúde e a eficiência
no gasto
Qualificar a
formação e fixação
dos profissionais de
saúde no SUS
O QUE É GESTÃO?
Processo que envolve a
tomada de decisão.
Gestor sempre lidará com cinco variáveis básicas:
pessoas, tarefas, estrutura, tecnologia e ambiente.
Qual o maior desafio do gestor:
pessoas, tarefas, estruturas,
tecnologia ou ambiente?
Desafios da Gestão de
Recursos Humanos no SUS
A gestão de recursos humanos no SUS enfrenta
diversos desafios. Mesmo contando com mais de 4
milhões de trabalhadores e trabalhadoras, há
escassez de profissionais em algumas regiões,
desigualdade na distribuição da força de trabalho,
falta de planos de carreira e baixa remuneração em
muitas áreas. É crucial encontrar soluções para
esses problemas – 4a CNGTES.
Necessário definir políticas e
diretrizes para a Gestão do Trabalho
no SUS
1
Valorização
Implementar políticas que valorizem
os profissionais de saúde, como
planos de carreira, melhoria das
condições de trabalho e
oportunidades de desenvolvimento.
2 Educação
Investir na educação dos
trabalhadores, oferecendo
programas de educação
permanente e treinamentos
específicos.
3
Gestão Integrada
Promover uma gestão integrada
do trabalho, alinhando as políticas
e práticas entre os diferentes
níveis de governo e serviços de
saúde.
Planejamento e Organização da Força
de Trabalho no SUS
Dimensionamento
Realizar um
dimensionamento
adequado da força de
trabalho, levando em
conta as necessidades de
saúde da população e a
carga de trabalho dos
profissionais.
Distribuição
Garantir uma distribuição
equitativa dos
profissionais de saúde,
atendendo às demandas
de cada região e
comunidade.
Organização
Organizar a força de
trabalho de forma
eficiente, otimizando a
utilização dos recursos
humanos e promovendo a
interdisciplinaridade.
Gestão participativa
Garantir participação efetiva dos
trabalhadores
na tomada de decisão, com
estabelecimento de mesas de
negociação e nos espaços de
trabalho
Desenvolvimento e Capacitação dos
Profissionais de Saúde
1 Educação Permanente
Oferecer programas de educação
permanente que atualizem os
conhecimentos e habilidades dos
profissionais de saúde.
2 Treinamentos Específicos
Desenvolver treinamentos voltados
para áreas específicas, como
atenção primária, saúde mental e
gestão de serviços.
3 Liderança e Gestão
Capacitar os profissionais em habilidades
de liderança e gestão, para que possam
assumir papéis de coordenação e
supervisão.
4 Inovação
Incentivar a adoção de práticas
inovadoras e o uso de tecnologias,
visando melhorar a eficiência e a
qualidade dos serviços.
Avaliação e Monitoramento do
Desempenho dos Trabalhadores
Indicadores de Desempenho
Estabelecer indicadores de
desempenho claros e mensuráveis,
alinhados com os objetivos do SUS.
Feedback Construtivo
Fornecer feedback construtivo aos
profissionais, valorizando seus
esforços e identificando oportunidades
de melhoria.
Melhoria Contínua
Utilizar os resultados da avaliação para
implementar ações de melhoria
contínua nos serviços de saúde.
Reconhecimento
Reconhecer e recompensar o bom
desempenho dos profissionais,
promovendo a motivação e o engajamento.
Valorização e Motivação dos
Profissionais de Saúde
Remuneração justa e
fixação do
trabalhador
Garantir uma remuneração
justa e compatível com as
responsabilidades e a
complexidade do trabalho.
Garantia de concursos
públicos.
Reconhecimento
Implementar
programas de
reconhecimento e
valorização dos
profissionais,
valorizando seus
esforços e
conquistas.
Desenvolviment
o Profissional
Oferecer
oportunidades de
desenvolvimento
profissional, como
cursos,
especializações e
pós-graduações.
Equilíbrio
Trabalho-Vida
Promover políticas
que permitam um
melhor equilíbrio
entre a vida
profissional e
pessoal dos
trabalhadores.
IMPORTÂNCIA DAS CONFERÊNCIAS
◎ Espaço de reflexão ◎ Definição de
indicativos para
tomada de decisão
o Ampliar a participação e garantir a
corresponsabilidade e compromisso
social com as políticas públicas
Documento orientador da 4ª CNGTES
Eixo 1 Democracia, controle social e o desafio da equidade na gestão participativa do
trabalho e na educação em saúde – participação social, valorização do trabalhador, gestão
democrática das relações de trabalho, educação como transformação, integração ensino-
serviço-comunidade com o controle social
Subeixo 1.1 - Por um projeto nacional de desenvolvimento participativo para a conquista de um Estado
para o “bem viver” (democracia participativa, investimento em políticas públicas com vistas ao bem estar social);
Subeixo 1.2 - Fortalecimento da democracia e promoção da equidade em saúde: desafios da gestão
participativa (saúde - direito universal, ampliação estruturas públicas para cuidado, controle social, construir
espaços de debate)
Subeixo 1.3 - Democratização das relações de trabalho em saúde: fortalecer a gestão participativa
(espaços de negociação – Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS – melhoria das relações de trabalho e
remuneração);
Subeixo 1.4 - Educação em saúde como experiência transformadora das relações de trabalho e da
gestão participativa (perfis profissionais x necessidades do trabalho, abordagens inovadores ensino-
aprendizagem).
 Eixo 2 - Trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: uma
agenda estratégica para o futuro do Brasil - trabalho na saúde como um direito estratégico
para a consolidação do SUS e a construção de uma agenda estruturante para a conquista do
trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático na saúde
Subeixo 2.1 - Democratização e humanização das relações de trabalho na saúde tendo a negociação
coletiva como estratégia permanente (mesas de negociação permanente);
Subeixo 2.2 - Planejamento e dimensionamento da força de trabalho para alcance do acesso universal à
saúde, considerando a agenda do desenvolvimento sustentável (planejamento – perfil epidemiológico e
realidades, acesso universal x valorização dos trabalhadores);
Subeixo 2.3 - Promoção da atenção integral à saúde e segurança da trabalhadora e do trabalhador da
saúde no âmbito do SUS (saúde do trabalhador, segurança, pandemia COVID-19);
Subeixo 2.4 - Enfrentamento da precarização do trabalho na saúde em tempos de globalização,
reestruturação produtiva, plataformização e da 4ª Revolução Industrial13 e os impactos tecnológicos na
saúde (precarização, privatização, processos seletivos, tecnologias x trabalhador);
Subeixo 2.5 - Regulação da formação, do exercício profissional e das relações de trabalho na saúde
(diretrizes curriculares, regulação da formação x necessidades – habilidades, competências);
Subeixo 2.6 - Garantia do futuro do trabalho na saúde com carreira de Estado no SUS (carreira única
nacional).
Eixo 3 - Educação para o desenvolvimento do trabalho na produção da saúde e do cuidado
das pessoas que fazem o SUS acontecer: a saúde da democracia para a democracia da
saúde - educação e a democracia para a produção da saúde impulsionam a consolidação dos
princípios e diretrizes do SUS e o desenvolvimento do trabalho das pessoas que fazem o SUS
acontecer
Subeixo3.1 - Educação permanente em saúde como política de desenvolvimento do trabalho no SUS;
Subeixo 3.2 - Integração da formação técnica, tecnológica e profissional com os sistemas locais de saúde, constituindo
o SUS como uma escola;
Subeixo 3.3 - Fomento a capacidades pedagógicas para trabalhadoras e trabalhadores do SUS voltados para o ensino,
pesquisa, cooperação comunitária e o trabalho;
Subeixo 3.4 - Educação popular em saúde para o fortalecimento do SUS;
Subeixo 3.5 - Reconhecimento da participação em atividades de educação permanente em saúde como critérios de
avaliação das carreiras na saúde;
Subeixo 3.6 - Mobilização estudantil para fortalecimento da integração ensino, serviço, sociedade e gestão do SUS;
Subeixo 3.7 - Residências em saúde como produção de aprendizagens experienciadas no trabalho, a partir da
articulação com o cotidiano de vida, trabalho e coletividade de pessoas nos territórios para, no e com o SUS;
Subeixo 3.8 - Mestrado e doutorado em saúde como ferramenta de proposição concreta de mudança das práticas,
processos e organização da formação e do trabalho;
Subeixo 3.9 - Não aos cursos da saúde na modalidade de Educação a Distância (EaD)
GESTÃO – implicações numa dimensão
política e a ética
16
BEM COMUM
Se atuamos em nosso dia a dia sempre
pensando no bem comum, guiados por valores
universais (respeito, justiça e solidariedade),
então podemos considerar que agimos de forma
ética o tempo todo.
◎ Se ética é a escolha pelo bem comum, decidir
não agir, se manter em silêncio, deixando o
medo prevalecer... não é ético.
◎ Se ética é a escolha pelo bem comum, decidir
"entrar no jogo" fingindo não perceber
manipulações em processo... não é ético.
◎ Ser ético pressupõe que cada pessoa seja a
expressão do que há de melhor em si a cada
momento. Toda pessoa sabe o que é fazer o
melhor por seus semelhantes e pela vida. É
algo natural, intuitivo. Ao 'pensar' demais,
tenderemos a ficar racionais e frios. E
acharemos muitas razões para não ir além de
nossos próprios interesses (Motomura, 2023).
17
Considerações Finais
Importância da
Gestão
A gestão do trabalho
no SUS é fundamental
para garantir a
eficiência e a
qualidade dos
serviços de saúde.
Desafios persistentes
Apesar dos avanços,
existem diversos desafios
a serem superados, como
a escassez de
profissionais e a
necessidade de melhorias
nas condições de
trabalho.
Perspectivas
Futuras
Com o compromisso e a
colaboração de todos os
envolvidos, é possível
avançar na construção de
um SUS mais fortalecido e
resiliente.
19
OBRIGADA!
francine.lima@ufsc.br

Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi

  • 1.
    4ª Conferência Nacionalde Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde DEMOCRACIA, TRABALHO E EDUCAÇÃO NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO: GENTE QUE FAZ O SUS ACONTECER Francine Lima Gelbcke
  • 2.
    "Trabalho digno, decente,seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: uma agenda estratégica para o futuro do Brasil" Do que vamos tratar? Trazer inquietações sobre alguns desafios relacionados à gestão do trabalho no SUS, em especial a gestão dos trabalhadores de saúde, destacando pontos do documento norteador da 4a CNGTES.
  • 3.
    Desafios atuais na áreada Saúde Reduzir desigualdades geográficas e de grupos sociais Fortalecer Atenção Básica como Base ordenadora das Redes regionalizadas de atenção à saúde, como estratégia de garantia do acesso e do cuidado integral Reforçar a estruturação das respostas às urgências em saúde pública Aprimorar o pacto interfederativo para o fortalecimento do SUS Aumentar a capacidade de produção de IES, bem como a produção de inovações tecnológicas para dar sustentabilidade ao país Aumentar o financiamento da saúde e a eficiência no gasto Qualificar a formação e fixação dos profissionais de saúde no SUS
  • 4.
    O QUE ÉGESTÃO? Processo que envolve a tomada de decisão.
  • 5.
    Gestor sempre lidarácom cinco variáveis básicas: pessoas, tarefas, estrutura, tecnologia e ambiente. Qual o maior desafio do gestor: pessoas, tarefas, estruturas, tecnologia ou ambiente?
  • 6.
    Desafios da Gestãode Recursos Humanos no SUS A gestão de recursos humanos no SUS enfrenta diversos desafios. Mesmo contando com mais de 4 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, há escassez de profissionais em algumas regiões, desigualdade na distribuição da força de trabalho, falta de planos de carreira e baixa remuneração em muitas áreas. É crucial encontrar soluções para esses problemas – 4a CNGTES.
  • 7.
    Necessário definir políticase diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS 1 Valorização Implementar políticas que valorizem os profissionais de saúde, como planos de carreira, melhoria das condições de trabalho e oportunidades de desenvolvimento. 2 Educação Investir na educação dos trabalhadores, oferecendo programas de educação permanente e treinamentos específicos. 3 Gestão Integrada Promover uma gestão integrada do trabalho, alinhando as políticas e práticas entre os diferentes níveis de governo e serviços de saúde.
  • 8.
    Planejamento e Organizaçãoda Força de Trabalho no SUS Dimensionamento Realizar um dimensionamento adequado da força de trabalho, levando em conta as necessidades de saúde da população e a carga de trabalho dos profissionais. Distribuição Garantir uma distribuição equitativa dos profissionais de saúde, atendendo às demandas de cada região e comunidade. Organização Organizar a força de trabalho de forma eficiente, otimizando a utilização dos recursos humanos e promovendo a interdisciplinaridade. Gestão participativa Garantir participação efetiva dos trabalhadores na tomada de decisão, com estabelecimento de mesas de negociação e nos espaços de trabalho
  • 9.
    Desenvolvimento e Capacitaçãodos Profissionais de Saúde 1 Educação Permanente Oferecer programas de educação permanente que atualizem os conhecimentos e habilidades dos profissionais de saúde. 2 Treinamentos Específicos Desenvolver treinamentos voltados para áreas específicas, como atenção primária, saúde mental e gestão de serviços. 3 Liderança e Gestão Capacitar os profissionais em habilidades de liderança e gestão, para que possam assumir papéis de coordenação e supervisão. 4 Inovação Incentivar a adoção de práticas inovadoras e o uso de tecnologias, visando melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços.
  • 10.
    Avaliação e Monitoramentodo Desempenho dos Trabalhadores Indicadores de Desempenho Estabelecer indicadores de desempenho claros e mensuráveis, alinhados com os objetivos do SUS. Feedback Construtivo Fornecer feedback construtivo aos profissionais, valorizando seus esforços e identificando oportunidades de melhoria. Melhoria Contínua Utilizar os resultados da avaliação para implementar ações de melhoria contínua nos serviços de saúde. Reconhecimento Reconhecer e recompensar o bom desempenho dos profissionais, promovendo a motivação e o engajamento.
  • 11.
    Valorização e Motivaçãodos Profissionais de Saúde Remuneração justa e fixação do trabalhador Garantir uma remuneração justa e compatível com as responsabilidades e a complexidade do trabalho. Garantia de concursos públicos. Reconhecimento Implementar programas de reconhecimento e valorização dos profissionais, valorizando seus esforços e conquistas. Desenvolviment o Profissional Oferecer oportunidades de desenvolvimento profissional, como cursos, especializações e pós-graduações. Equilíbrio Trabalho-Vida Promover políticas que permitam um melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos trabalhadores.
  • 12.
    IMPORTÂNCIA DAS CONFERÊNCIAS ◎Espaço de reflexão ◎ Definição de indicativos para tomada de decisão o Ampliar a participação e garantir a corresponsabilidade e compromisso social com as políticas públicas
  • 13.
    Documento orientador da4ª CNGTES Eixo 1 Democracia, controle social e o desafio da equidade na gestão participativa do trabalho e na educação em saúde – participação social, valorização do trabalhador, gestão democrática das relações de trabalho, educação como transformação, integração ensino- serviço-comunidade com o controle social Subeixo 1.1 - Por um projeto nacional de desenvolvimento participativo para a conquista de um Estado para o “bem viver” (democracia participativa, investimento em políticas públicas com vistas ao bem estar social); Subeixo 1.2 - Fortalecimento da democracia e promoção da equidade em saúde: desafios da gestão participativa (saúde - direito universal, ampliação estruturas públicas para cuidado, controle social, construir espaços de debate) Subeixo 1.3 - Democratização das relações de trabalho em saúde: fortalecer a gestão participativa (espaços de negociação – Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS – melhoria das relações de trabalho e remuneração); Subeixo 1.4 - Educação em saúde como experiência transformadora das relações de trabalho e da gestão participativa (perfis profissionais x necessidades do trabalho, abordagens inovadores ensino- aprendizagem).
  • 14.
     Eixo 2- Trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: uma agenda estratégica para o futuro do Brasil - trabalho na saúde como um direito estratégico para a consolidação do SUS e a construção de uma agenda estruturante para a conquista do trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático na saúde Subeixo 2.1 - Democratização e humanização das relações de trabalho na saúde tendo a negociação coletiva como estratégia permanente (mesas de negociação permanente); Subeixo 2.2 - Planejamento e dimensionamento da força de trabalho para alcance do acesso universal à saúde, considerando a agenda do desenvolvimento sustentável (planejamento – perfil epidemiológico e realidades, acesso universal x valorização dos trabalhadores); Subeixo 2.3 - Promoção da atenção integral à saúde e segurança da trabalhadora e do trabalhador da saúde no âmbito do SUS (saúde do trabalhador, segurança, pandemia COVID-19); Subeixo 2.4 - Enfrentamento da precarização do trabalho na saúde em tempos de globalização, reestruturação produtiva, plataformização e da 4ª Revolução Industrial13 e os impactos tecnológicos na saúde (precarização, privatização, processos seletivos, tecnologias x trabalhador); Subeixo 2.5 - Regulação da formação, do exercício profissional e das relações de trabalho na saúde (diretrizes curriculares, regulação da formação x necessidades – habilidades, competências); Subeixo 2.6 - Garantia do futuro do trabalho na saúde com carreira de Estado no SUS (carreira única nacional).
  • 15.
    Eixo 3 -Educação para o desenvolvimento do trabalho na produção da saúde e do cuidado das pessoas que fazem o SUS acontecer: a saúde da democracia para a democracia da saúde - educação e a democracia para a produção da saúde impulsionam a consolidação dos princípios e diretrizes do SUS e o desenvolvimento do trabalho das pessoas que fazem o SUS acontecer Subeixo3.1 - Educação permanente em saúde como política de desenvolvimento do trabalho no SUS; Subeixo 3.2 - Integração da formação técnica, tecnológica e profissional com os sistemas locais de saúde, constituindo o SUS como uma escola; Subeixo 3.3 - Fomento a capacidades pedagógicas para trabalhadoras e trabalhadores do SUS voltados para o ensino, pesquisa, cooperação comunitária e o trabalho; Subeixo 3.4 - Educação popular em saúde para o fortalecimento do SUS; Subeixo 3.5 - Reconhecimento da participação em atividades de educação permanente em saúde como critérios de avaliação das carreiras na saúde; Subeixo 3.6 - Mobilização estudantil para fortalecimento da integração ensino, serviço, sociedade e gestão do SUS; Subeixo 3.7 - Residências em saúde como produção de aprendizagens experienciadas no trabalho, a partir da articulação com o cotidiano de vida, trabalho e coletividade de pessoas nos territórios para, no e com o SUS; Subeixo 3.8 - Mestrado e doutorado em saúde como ferramenta de proposição concreta de mudança das práticas, processos e organização da formação e do trabalho; Subeixo 3.9 - Não aos cursos da saúde na modalidade de Educação a Distância (EaD)
  • 16.
    GESTÃO – implicaçõesnuma dimensão política e a ética 16 BEM COMUM Se atuamos em nosso dia a dia sempre pensando no bem comum, guiados por valores universais (respeito, justiça e solidariedade), então podemos considerar que agimos de forma ética o tempo todo.
  • 17.
    ◎ Se éticaé a escolha pelo bem comum, decidir não agir, se manter em silêncio, deixando o medo prevalecer... não é ético. ◎ Se ética é a escolha pelo bem comum, decidir "entrar no jogo" fingindo não perceber manipulações em processo... não é ético. ◎ Ser ético pressupõe que cada pessoa seja a expressão do que há de melhor em si a cada momento. Toda pessoa sabe o que é fazer o melhor por seus semelhantes e pela vida. É algo natural, intuitivo. Ao 'pensar' demais, tenderemos a ficar racionais e frios. E acharemos muitas razões para não ir além de nossos próprios interesses (Motomura, 2023). 17
  • 18.
    Considerações Finais Importância da Gestão Agestão do trabalho no SUS é fundamental para garantir a eficiência e a qualidade dos serviços de saúde. Desafios persistentes Apesar dos avanços, existem diversos desafios a serem superados, como a escassez de profissionais e a necessidade de melhorias nas condições de trabalho. Perspectivas Futuras Com o compromisso e a colaboração de todos os envolvidos, é possível avançar na construção de um SUS mais fortalecido e resiliente.
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