ANESTESIA GERAL
Profa Faye Chaves de OLiveira
ANESTESIA GERAL
 Inconsciência
 Amnésia
 Analgesia
 Relaxamento muscular
ANESTESIA GERAL
 Estágios e Planos anestésicos de Guedel
Estágio I: Analgesia e perda da consciência.
Estágio II: Fase de excitação ou delírio.
Estágio III: Anestesia cirúrgica.
1º plano: anestesia superficial.
2º plano: anestesia média.
3º plano: anestesia profunda.
4º plano: depressão bulbar.
Estágio IV: Choque bulbar e morte.
ANESTESIA GERAL
 Estágio I
perda progressiva sensação dolorosa
taquicardia e midríase(lib. Adrenalina)
relaxamento de esfíncteres
respiração irregular
ANESTESIA GERAL
 Estágio II
*liberação de centros altos do SNC
-incoordenação motora
- tônus muscular
-tosse, vômito, deglutição, dilatação pupilar,
taquipnéia, resp. arrítmica
 inibição de vias inibitórias retículo-espinhais
ANESTESIA GERAL
 Estágio III
 1º Plano:
 Respiração rítmica costo-abdominal,
 FR <, amplitude >
 Miose ao estímulo luminoso
 Reflexo laringo-traqueal, salivação
 Tônus muscular
 2º Plano:
 Centralização do globo ocular
 Respiração rítmica e profunda
 FC(responsiva ao estímulo doloroso)
 Reflexo palpebral ausente
  secreções
 Tônus muscular
ANESTESIA GERAL
 3º Plano
 Perda dos reflexos protetores
 Respiração superficial(preferenc. Abdominal)
 Início de midríase, reflexo pupilar 
 É o plano cirúrgico indicado para cirurgias abdominais,
torácicas e ortopédicas.
 4º Plano
 respiração diafragmática, taquipnéica e superficial
 pupila dilatada sem reação à luz, córnea seca
 Acidose respiratória acentuada caracterizada por
taquipnéia  início de apnéia
 definido pela apnéia antecedendo o choque bulbar.
ANESTESIA GERAL
 Estágio IV
 abolição dos reflexos
 midríase agônica sem resposta ao
estímulo luminoso, hipotermia,
 respiração agônica (laringotraqueal)
 choque bulbar.
ANESTESIA GERAL
 SEDAÇÃO/ANALGESIA
ANESTESIA GERAL
 JEJUM PRÉ-SEDAÇÃO
ANESTESIA GERAL
 Anestesia Geral sob máscara
 Anestesia Geral venosa
 Anestesia Geral inalatória
 Anestesia Geral balanceada
Abordagem das Vias Aéreas/Ventilação:
-Desnitrogenação(pré-oxigenação)
-Ventilação sob máscara
-Intubação traqueal...
Ventilação transoperatória:
espontânea
assistida
controlada
ANESTESIA GERAL
Fármacos utilizados na
Anestesia Geral
 Agentes Hipnóticos
 Analgésicos
 Relaxantes musculares esqueléticos
 Anéstésicos inalatórios
ANESTESIA GERAL
 FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS
 BENZODIAZEPÍNICOS
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
 BARBITÚRICOS
-Depressão SNC(potencialização efeito do
GABA)
=Tiopental
SNC
Metabolismo Cerebral
Consumo de O2
Fluxo Sanguíneo Cerebral
  PIC
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
 Tiopental
SCV
 RVS Hipotensão arterial
-Depressão miocárdica direta
Dose para sedação e Tto HIC:
1-4mg/kg
Dose para indução anestésica:
5-7mg/kg
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
 Propofol
-Sem acúmulo após doses consecutivas
-Rápido despertar
-S/ metabólitos ativos
-Depressão SCV e Respiratório dose-
dependente
-Efeito Neuroprotetor
Dose: 1-2mg/kg + infusão 1-3mg/kg/h
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
- Cetamina
- Dissociação funcional sistemas
tálamo-cortical (depressão) e límbico
(ativação)
Anestesia Dissociativa → estado de
inconsciência semelhante a um “transe”.
Analgesia profunda, amnésia,relaxamento
muscular e, nível superficial de sono.
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
- Cetamina
- Anestesia Dissociativa =
* intensa analgesia
* olhos abertos (início)
* alguns reflexos (corneano, tosse,
deglutição)
*  pressão intracraniana.
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
 Cetamina
-Analgesia e amnésia anterógrada
-Liberação catecolaminas SNC:
Estimulante respiratório c/ broncodilatação
secreções brônquicas
Taquicardia, hipertensão arterial
-Alucinações, delírios
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
Cetamina
Isômero Levógiro (S (+) cetamina)
- Melhor que a mistura racêmica → maior
potência analgésica, recuperação + rápida e
menor incidência de delírios.
Duração efeito anestésico – depende dose
concentração plasmática → efeito no SNC.
0,5mg/kg → 2’ hipnose
1mg/kg → 6’
1,5mg/kg → 8’
2mg/kg → 10’
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
- Etomidato
- potente agente indutor sem nenhum efeito
significativo nos sistemas cardiovascular e
respiratório
- Início ação:
* 5-15 segundos (1 tempo braço – cérebro)
* Idem propofol, cetamina.
- Dose:
* 0,25 mg/kg.
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
 Sistema Nervoso Central
-  fluxo sanguíneo cerebral
-  consumo cerebral oxigênio
- Não altera pressão arterial média 
- Pressão perfusão cerebral mantida.
-  Pressão intracraniana (PIC) em
50% - doses clínicas em pacientes
com HA prévia (mantendo PIC normal
durante a intubação).
FÁRMACOS SEDATIVOS E
HIPNÓTICOS
 Sistema Cardiovascular
- Mínimas alterações:  DC,  FC,  RVS,  PA.
- Sem efeito significativo na contratilidade
miocárdica.
- Melhora oferta de O2 ao miocárdio
-  resistência vascular coronariana sem
alterar pressão perfusão.
-  Pacientes coronariopatas  angioplastia
 cateterismo cardíaco.
 Bloqueadores Neuromusculares
-Drogas que interrompem a transmissão dos impulsos
nervosos na junção neuromuscular.
 Podem ser de 2 tipos:
1. Bloqueadores estabilizantes competitivos (agentes
não despolarizantes neuromusculares), ou
2. Agentes despolarizantes não competitivos
(despolarizantes neuromusculares).
-Esses dois tipos de drogas impedem que a acetilcolina
dispare a contração muscular;
-Sendo usados como adjuvantes anestésicos, como
relaxantes durante o eletrochoque, em estados
convulsivos, etc.
ANESTESIA GERAL
 Bloqueadores Neuromusculares
ANESTESIA GERAL
COMPETITIVOS
Pancurônio (Pancuron®)
vecurônio
rocurônio (Esmeron®)
atracúrio (Tracrium®)
cisatracúrio (Nimbium®)
mivacúrio
doxacúrio
DESPOLARIZANTES
Succinilcolina (Quelicin®)
 Analgesia-Opióides
ÓpioMorfina, Heroína, Codeína
Fentanil- potência 100x morfina
Alfentanil- potência 10< fentanil
Sulfentanil- potência 700x morfina
Remifentanil
ANESTESIA GERAL
 No Sistema Nervoso Central
 Analgesia: Dor sensitiva e emocional. Dor aguda e na dor
crônica.
 Euforia e disforia: Doses maiores. Ausência no uso crônico.
Consiste num sentimento de flutuar agradável e de bem-
estar. A euforia pode degenerar ou ser substituída pela
disforia, um estado de ansiedade desagradável e
desânimo.
 Depressão Respiratória: diminuição da atividade do centro
respiratório (controle do ritmo e a intensidade da respiração).
Altas doses.
 Sedação: sonolência e confusão mental sem amnésia.
 Miose: Ao contrário de muitos outros fármacos. Um
importante sinal na identificação de overdoses de opióides.
 Supressão da tosse: pequenas doses de opióides ou formas
fracas
 Náuseas: podem produzir naúseas e vômitos se ativarem os
centros quimiorreceptores do cérebro.
ANESTESIA GERAL
ANESTESIA GERAL
 Anestésicos inalatórios
Halotano
*Isoflurano
*Sevoflurano
Desflurano
*N2O
Obrigada!

89897115-ANESTESIA-GERAL.ppt

  • 1.
    ANESTESIA GERAL Profa FayeChaves de OLiveira
  • 2.
    ANESTESIA GERAL  Inconsciência Amnésia  Analgesia  Relaxamento muscular
  • 3.
    ANESTESIA GERAL  Estágiose Planos anestésicos de Guedel Estágio I: Analgesia e perda da consciência. Estágio II: Fase de excitação ou delírio. Estágio III: Anestesia cirúrgica. 1º plano: anestesia superficial. 2º plano: anestesia média. 3º plano: anestesia profunda. 4º plano: depressão bulbar. Estágio IV: Choque bulbar e morte.
  • 4.
    ANESTESIA GERAL  EstágioI perda progressiva sensação dolorosa taquicardia e midríase(lib. Adrenalina) relaxamento de esfíncteres respiração irregular
  • 5.
    ANESTESIA GERAL  EstágioII *liberação de centros altos do SNC -incoordenação motora - tônus muscular -tosse, vômito, deglutição, dilatação pupilar, taquipnéia, resp. arrítmica  inibição de vias inibitórias retículo-espinhais
  • 6.
    ANESTESIA GERAL  EstágioIII  1º Plano:  Respiração rítmica costo-abdominal,  FR <, amplitude >  Miose ao estímulo luminoso  Reflexo laringo-traqueal, salivação  Tônus muscular  2º Plano:  Centralização do globo ocular  Respiração rítmica e profunda  FC(responsiva ao estímulo doloroso)  Reflexo palpebral ausente   secreções  Tônus muscular
  • 7.
    ANESTESIA GERAL  3ºPlano  Perda dos reflexos protetores  Respiração superficial(preferenc. Abdominal)  Início de midríase, reflexo pupilar   É o plano cirúrgico indicado para cirurgias abdominais, torácicas e ortopédicas.  4º Plano  respiração diafragmática, taquipnéica e superficial  pupila dilatada sem reação à luz, córnea seca  Acidose respiratória acentuada caracterizada por taquipnéia  início de apnéia  definido pela apnéia antecedendo o choque bulbar.
  • 8.
    ANESTESIA GERAL  EstágioIV  abolição dos reflexos  midríase agônica sem resposta ao estímulo luminoso, hipotermia,  respiração agônica (laringotraqueal)  choque bulbar.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    ANESTESIA GERAL  AnestesiaGeral sob máscara  Anestesia Geral venosa  Anestesia Geral inalatória  Anestesia Geral balanceada
  • 12.
    Abordagem das ViasAéreas/Ventilação: -Desnitrogenação(pré-oxigenação) -Ventilação sob máscara -Intubação traqueal... Ventilação transoperatória: espontânea assistida controlada ANESTESIA GERAL
  • 13.
    Fármacos utilizados na AnestesiaGeral  Agentes Hipnóticos  Analgésicos  Relaxantes musculares esqueléticos  Anéstésicos inalatórios
  • 14.
    ANESTESIA GERAL  FÁRMACOSSEDATIVOS E HIPNÓTICOS  BENZODIAZEPÍNICOS
  • 15.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS BARBITÚRICOS -Depressão SNC(potencialização efeito do GABA) =Tiopental SNC Metabolismo Cerebral Consumo de O2 Fluxo Sanguíneo Cerebral   PIC
  • 16.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS Tiopental SCV  RVS Hipotensão arterial -Depressão miocárdica direta Dose para sedação e Tto HIC: 1-4mg/kg Dose para indução anestésica: 5-7mg/kg
  • 17.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS Propofol -Sem acúmulo após doses consecutivas -Rápido despertar -S/ metabólitos ativos -Depressão SCV e Respiratório dose- dependente -Efeito Neuroprotetor Dose: 1-2mg/kg + infusão 1-3mg/kg/h
  • 18.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS -Cetamina - Dissociação funcional sistemas tálamo-cortical (depressão) e límbico (ativação) Anestesia Dissociativa → estado de inconsciência semelhante a um “transe”. Analgesia profunda, amnésia,relaxamento muscular e, nível superficial de sono.
  • 19.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS -Cetamina - Anestesia Dissociativa = * intensa analgesia * olhos abertos (início) * alguns reflexos (corneano, tosse, deglutição) *  pressão intracraniana.
  • 20.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS Cetamina -Analgesia e amnésia anterógrada -Liberação catecolaminas SNC: Estimulante respiratório c/ broncodilatação secreções brônquicas Taquicardia, hipertensão arterial -Alucinações, delírios
  • 21.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS Cetamina IsômeroLevógiro (S (+) cetamina) - Melhor que a mistura racêmica → maior potência analgésica, recuperação + rápida e menor incidência de delírios. Duração efeito anestésico – depende dose concentração plasmática → efeito no SNC. 0,5mg/kg → 2’ hipnose 1mg/kg → 6’ 1,5mg/kg → 8’ 2mg/kg → 10’
  • 22.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS -Etomidato - potente agente indutor sem nenhum efeito significativo nos sistemas cardiovascular e respiratório - Início ação: * 5-15 segundos (1 tempo braço – cérebro) * Idem propofol, cetamina. - Dose: * 0,25 mg/kg.
  • 23.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS Sistema Nervoso Central -  fluxo sanguíneo cerebral -  consumo cerebral oxigênio - Não altera pressão arterial média  - Pressão perfusão cerebral mantida. -  Pressão intracraniana (PIC) em 50% - doses clínicas em pacientes com HA prévia (mantendo PIC normal durante a intubação).
  • 24.
    FÁRMACOS SEDATIVOS E HIPNÓTICOS Sistema Cardiovascular - Mínimas alterações:  DC,  FC,  RVS,  PA. - Sem efeito significativo na contratilidade miocárdica. - Melhora oferta de O2 ao miocárdio -  resistência vascular coronariana sem alterar pressão perfusão. -  Pacientes coronariopatas  angioplastia  cateterismo cardíaco.
  • 25.
     Bloqueadores Neuromusculares -Drogasque interrompem a transmissão dos impulsos nervosos na junção neuromuscular.  Podem ser de 2 tipos: 1. Bloqueadores estabilizantes competitivos (agentes não despolarizantes neuromusculares), ou 2. Agentes despolarizantes não competitivos (despolarizantes neuromusculares). -Esses dois tipos de drogas impedem que a acetilcolina dispare a contração muscular; -Sendo usados como adjuvantes anestésicos, como relaxantes durante o eletrochoque, em estados convulsivos, etc. ANESTESIA GERAL
  • 26.
     Bloqueadores Neuromusculares ANESTESIAGERAL COMPETITIVOS Pancurônio (Pancuron®) vecurônio rocurônio (Esmeron®) atracúrio (Tracrium®) cisatracúrio (Nimbium®) mivacúrio doxacúrio DESPOLARIZANTES Succinilcolina (Quelicin®)
  • 27.
     Analgesia-Opióides ÓpioMorfina, Heroína,Codeína Fentanil- potência 100x morfina Alfentanil- potência 10< fentanil Sulfentanil- potência 700x morfina Remifentanil ANESTESIA GERAL
  • 28.
     No SistemaNervoso Central  Analgesia: Dor sensitiva e emocional. Dor aguda e na dor crônica.  Euforia e disforia: Doses maiores. Ausência no uso crônico. Consiste num sentimento de flutuar agradável e de bem- estar. A euforia pode degenerar ou ser substituída pela disforia, um estado de ansiedade desagradável e desânimo.  Depressão Respiratória: diminuição da atividade do centro respiratório (controle do ritmo e a intensidade da respiração). Altas doses.  Sedação: sonolência e confusão mental sem amnésia.  Miose: Ao contrário de muitos outros fármacos. Um importante sinal na identificação de overdoses de opióides.  Supressão da tosse: pequenas doses de opióides ou formas fracas  Náuseas: podem produzir naúseas e vômitos se ativarem os centros quimiorreceptores do cérebro. ANESTESIA GERAL
  • 29.
    ANESTESIA GERAL  Anestésicosinalatórios Halotano *Isoflurano *Sevoflurano Desflurano *N2O
  • 30.