1. Os pacientes foram condenados a 5 anos de prisão por maus-tratos, apesar de o crime ter prescrito em primeira instância. Seu recurso foi negado.
2. Sem alternativas, os pacientes impetraram habeas corpus com liminar para garantir sua liberdade, uma vez que a pena foi majorada para o dobro do mínimo sem justificativa.
3. O documento argumenta que a decisão violou a Constituição e tratados internacionais ao não individualizar corretamente a pena.