O documento descreve o Período Regencial no Brasil de 1831 a 1840, quando o país era governado por uma regência em nome do imperador Pedro II, ainda menor de idade. O período foi marcado por disputas políticas entre facções liberais e conservadoras, e por tentativas de reformas institucionais que ampliaram direitos civis, como a criação da Guarda Nacional e do habeas corpus, mas também aumentaram o poder centralizado do governo.