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Brasil:Período
Pré-Colonial(1500-1531)
Prof: Jonnas Magalhães
jonnasmgl
Por que não houve colonização a
partir de 1500?
• Ocupação territorial;
• Habitação ou Exploração;
Fatores para não colonizar:
• 1.Lucrativo comércio das especiarias;
• 2. “Escassez” de metais preciosos;
• 3.Não havia necessidade num primeiro momento diante
do Tratado de Tordesilhas;
Características
• Descaso por parte da
Metrópole;
• Contato entre os Portugueses e
Indígenas;
• Exploração do Pau-Brasil;
• Primeiras expedições
territoriais;
• Pirataria ;
• Lançados e degredados;
“Descobrimento do Brasil”
• 22/04/1500;
• Pedro Alvarez Cabral;
• Pindorama → Ilha de
Vera Cruz;
• Principal fonte
histórica: Carta de Pero
Vaz de Caminha ou Carta
a el-Rei Dom Manoel;
Carta de Pero Vaz de Caminha
Principais pontos destacados:
• Exaltação da imagem de D.
Manoel;
• Primeiro contato com os
Indígenas;
• Característica territorial e dos
nativos;
• Inexistência de metais preciosos;
• Necessidade de catequização;
• 1° missa realizada no “Brasil”;
1° missa realizada no “Brasil”
• Praia da Coroa Vermelha no Sul da Bahia;
• Frei Henrique de Coimbra;
• “Enquanto assistíamos à missa e à pregação,
folgava na praia um grupo de gente […] com
seus arcos e setas. E olhando-nos, sentaram-se.
Depois de acabada a missa, quando estávamos
sentados ouvindo a pregação, muitos deles
levantaram-se e começaram a tocar corno ou
buzina, saltando e dançando por um bom tempo.
Alguns deles se metiam em jangadas – duas ou
três que lá tinham – as quais não são feitas
como as que eu já vi: somente são três traves,
atadas entre si. E neles subiam quatro ou cinco,
ou só que quisessem, não se afastando quase
nada da terra, indo só onde dava pé.”
26/04/1500
Expedições exploradoras
• Gaspar Lemos e Américo
Vespúcio (1502);
• Gonçalo Coelho (1504);
Fatores:
• Reconhecimento
geográfico;
• Mapear as riquezas;
Exploração do Pau-Brasil
• Ibirapitinga (Árvore vermelha);
• Pilar secundário da economia
Portuguesa;
• Corante vermelho e madeira;
• Valia 7 vezes menos que as
especiarias orientais;
• Exploração predatória;
• Escambo;
• Feitorias;
Exploração do Pau-Brasil
• Monopólio da coroa;
• Arrendamento para
particulares;
• Fernão de Noronha;
Expedições guarda-costas
• Cristovão Jacques (1516 e 1526);
• Combater corsários e piratas;
• Ineficiente diante da extensão territorial e da
ausência de vigilância;
Início da colonização
• Expedição de Martim Afonso de Souza (1531);
Fatores:
• Declínio da economia Portuguesa;
• Presença Francesa no “novo” território.
Questão 1
(Enem-2013) De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos
pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão terra com
arvoredos, que nos parecia muito longa. Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem
prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares
[...]. Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente.
Carta de Pero Vaz de Caminha. In: MARQUES, A.; BERUTTI, F.; FARIA, R. História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001.
A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto colonizador para a nova terra. Nesse
trecho, o relato enfatiza o seguinte objetivo:
a) Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos nativos.
b) Descrever a cultura local para enaltecer a prosperidade portuguesa.
c) Transmitir o conhecimento dos indígenas sobre o potencial econômico existente.
d) Realçar a pobreza dos habitantes nativos para demarcar a superioridade europeia.
e) Criticar o modo de vida dos povos autóctones para evidenciar a ausência de trabalho.
Questão 1
(Enem-2013) De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos
pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão terra com
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prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares
[...]. Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente.
Carta de Pero Vaz de Caminha. In: MARQUES, A.; BERUTTI, F.; FARIA, R. História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001.
A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto colonizador para a nova terra. Nesse
trecho, o relato enfatiza o seguinte objetivo:
a) Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos nativos.
b) Descrever a cultura local para enaltecer a prosperidade portuguesa.
c) Transmitir o conhecimento dos indígenas sobre o potencial econômico existente.
d) Realçar a pobreza dos habitantes nativos para demarcar a superioridade europeia.
e) Criticar o modo de vida dos povos autóctones para evidenciar a ausência de trabalho.
Questão 2
"Apesar dos exageros e incorreções, a Lettera de Américo Vespúcio para Piero Soderini com certeza continha várias passagens
verídicas. Uma delas é o trecho no qual, referindo-se à sua primeira viagem ao Brasil, realizada entre maio de 1501 e julho de
1502, Vespúcio afirma: 'Nessa costa não vimos coisa de proveito, exceto uma infinidade de árvores de pau-brasil (...) e já
tendo estado na viagem bem dez meses, e visto que nessa terra não encontrávamos coisa de metal algum, acordamos
despedirmo-nos dela.' Deve ter sido exatamente esse o teor do relatório que Vespúcio entregou para o rei D. Manoel, em julho
de 1502, logo após desembarcar em Lisboa, ao final de sua primeira viagem sob bandeira portuguesa. O diagnóstico de
Vespúcio selou o destino do Brasil pelas duas décadas seguintes. Afinal, no mesmo instante em que era informado pelo
florentino da inexistência de metais e de especiarias no território descoberto por Cabral, D. Manoel concentrava todos os seus
esforços na busca pelas extraordinárias riquezas do Oriente.
(BUENO, Eduardo. Náufragos,traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil. Rio de Janeiro: Editora Objetiva,
1998, p. 65.)
A descoberta do Brasil não alterou os rumos da expansão portuguesa voltada prioritariamente para o Oriente, o que explica as
características dos primeiros anos da colonização brasileira, entre as quais se inclui o (a):
a) caráter militar da ocupação, visando à defesa das rotas atlânticas;
b) escambo com os indígenas, garantindo o baixo custo da exploração;
c) abertura das atividades extrativas da colônia a comerciantes das outras potências europeias;
d) migração imediata de expressivos contingentes de europeus e africanos para a ocupação do território;
e) exploração sistemática do interior do continente em busca de metais preciosos.
Questão 2
"Apesar dos exageros e incorreções, a Lettera de Américo Vespúcio para Piero Soderini com certeza
continha várias passagens verídicas. Uma delas é o trecho no qual, referindo-se à sua primeira viagem ao
Brasil, realizada entre maio de 1501 e julho de 1502, Vespúcio afirma: 'Nessa costa não vimos coisa de
proveito, exceto uma infinidade de árvores de pau-brasil (...) e já tendo estado na viagem bem dez meses, e
visto que nessa terra não encontrávamos coisa de metal algum, acordamos despedirmo-nos dela.' Deve ter
sido exatamente esse o teor do relatório que Vespúcio entregou para o rei D. Manoel, em julho de 1502,
logo após desembarcar em Lisboa, ao final de sua primeira viagem sob bandeira portuguesa. O diagnóstico
de Vespúcio selou o destino do Brasil pelas duas décadas seguintes. Afinal, no mesmo instante em que era
informado pelo florentino da inexistência de metais e de especiarias no território descoberto por Cabral, D.
Manoel concentrava todos os seus esforços na busca pelas extraordinárias riquezas do Oriente.
(BUENO, Eduardo. Náufragos,traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil. Rio de Janeiro:
Editora Objetiva, 1998, p. 65.)
A descoberta do Brasil não alterou os rumos da expansão portuguesa voltada prioritariamente para o
Oriente, o que explica as características dos primeiros anos da colonização brasileira, entre as quais se
inclui o (a):
a) caráter militar da ocupação, visando à defesa das rotas atlânticas;
b) escambo com os indígenas, garantindo o baixo custo da exploração;
c) abertura das atividades extrativas da colônia a comerciantes das outras potências europeias;
d) migração imediata de expressivos contingentes de europeus e africanos para a ocupação do território;
e) exploração sistemática do interior do continente em busca de metais preciosos.

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  • 2. Por que não houve colonização a partir de 1500? • Ocupação territorial; • Habitação ou Exploração; Fatores para não colonizar: • 1.Lucrativo comércio das especiarias; • 2. “Escassez” de metais preciosos; • 3.Não havia necessidade num primeiro momento diante do Tratado de Tordesilhas;
  • 3. Características • Descaso por parte da Metrópole; • Contato entre os Portugueses e Indígenas; • Exploração do Pau-Brasil; • Primeiras expedições territoriais; • Pirataria ; • Lançados e degredados;
  • 4. “Descobrimento do Brasil” • 22/04/1500; • Pedro Alvarez Cabral; • Pindorama → Ilha de Vera Cruz; • Principal fonte histórica: Carta de Pero Vaz de Caminha ou Carta a el-Rei Dom Manoel;
  • 5. Carta de Pero Vaz de Caminha Principais pontos destacados: • Exaltação da imagem de D. Manoel; • Primeiro contato com os Indígenas; • Característica territorial e dos nativos; • Inexistência de metais preciosos; • Necessidade de catequização; • 1° missa realizada no “Brasil”;
  • 6. 1° missa realizada no “Brasil” • Praia da Coroa Vermelha no Sul da Bahia; • Frei Henrique de Coimbra; • “Enquanto assistíamos à missa e à pregação, folgava na praia um grupo de gente […] com seus arcos e setas. E olhando-nos, sentaram-se. Depois de acabada a missa, quando estávamos sentados ouvindo a pregação, muitos deles levantaram-se e começaram a tocar corno ou buzina, saltando e dançando por um bom tempo. Alguns deles se metiam em jangadas – duas ou três que lá tinham – as quais não são feitas como as que eu já vi: somente são três traves, atadas entre si. E neles subiam quatro ou cinco, ou só que quisessem, não se afastando quase nada da terra, indo só onde dava pé.” 26/04/1500
  • 7. Expedições exploradoras • Gaspar Lemos e Américo Vespúcio (1502); • Gonçalo Coelho (1504); Fatores: • Reconhecimento geográfico; • Mapear as riquezas;
  • 8. Exploração do Pau-Brasil • Ibirapitinga (Árvore vermelha); • Pilar secundário da economia Portuguesa; • Corante vermelho e madeira; • Valia 7 vezes menos que as especiarias orientais; • Exploração predatória; • Escambo; • Feitorias;
  • 9.
  • 10. Exploração do Pau-Brasil • Monopólio da coroa; • Arrendamento para particulares; • Fernão de Noronha;
  • 11. Expedições guarda-costas • Cristovão Jacques (1516 e 1526); • Combater corsários e piratas; • Ineficiente diante da extensão territorial e da ausência de vigilância;
  • 12. Início da colonização • Expedição de Martim Afonso de Souza (1531); Fatores: • Declínio da economia Portuguesa; • Presença Francesa no “novo” território.
  • 13.
  • 14. Questão 1 (Enem-2013) De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão terra com arvoredos, que nos parecia muito longa. Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares [...]. Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente. Carta de Pero Vaz de Caminha. In: MARQUES, A.; BERUTTI, F.; FARIA, R. História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001. A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto colonizador para a nova terra. Nesse trecho, o relato enfatiza o seguinte objetivo: a) Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos nativos. b) Descrever a cultura local para enaltecer a prosperidade portuguesa. c) Transmitir o conhecimento dos indígenas sobre o potencial econômico existente. d) Realçar a pobreza dos habitantes nativos para demarcar a superioridade europeia. e) Criticar o modo de vida dos povos autóctones para evidenciar a ausência de trabalho.
  • 15. Questão 1 (Enem-2013) De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão terra com arvoredos, que nos parecia muito longa. Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares [...]. Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente. Carta de Pero Vaz de Caminha. In: MARQUES, A.; BERUTTI, F.; FARIA, R. História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001. A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto colonizador para a nova terra. Nesse trecho, o relato enfatiza o seguinte objetivo: a) Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos nativos. b) Descrever a cultura local para enaltecer a prosperidade portuguesa. c) Transmitir o conhecimento dos indígenas sobre o potencial econômico existente. d) Realçar a pobreza dos habitantes nativos para demarcar a superioridade europeia. e) Criticar o modo de vida dos povos autóctones para evidenciar a ausência de trabalho.
  • 16. Questão 2 "Apesar dos exageros e incorreções, a Lettera de Américo Vespúcio para Piero Soderini com certeza continha várias passagens verídicas. Uma delas é o trecho no qual, referindo-se à sua primeira viagem ao Brasil, realizada entre maio de 1501 e julho de 1502, Vespúcio afirma: 'Nessa costa não vimos coisa de proveito, exceto uma infinidade de árvores de pau-brasil (...) e já tendo estado na viagem bem dez meses, e visto que nessa terra não encontrávamos coisa de metal algum, acordamos despedirmo-nos dela.' Deve ter sido exatamente esse o teor do relatório que Vespúcio entregou para o rei D. Manoel, em julho de 1502, logo após desembarcar em Lisboa, ao final de sua primeira viagem sob bandeira portuguesa. O diagnóstico de Vespúcio selou o destino do Brasil pelas duas décadas seguintes. Afinal, no mesmo instante em que era informado pelo florentino da inexistência de metais e de especiarias no território descoberto por Cabral, D. Manoel concentrava todos os seus esforços na busca pelas extraordinárias riquezas do Oriente. (BUENO, Eduardo. Náufragos,traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1998, p. 65.) A descoberta do Brasil não alterou os rumos da expansão portuguesa voltada prioritariamente para o Oriente, o que explica as características dos primeiros anos da colonização brasileira, entre as quais se inclui o (a): a) caráter militar da ocupação, visando à defesa das rotas atlânticas; b) escambo com os indígenas, garantindo o baixo custo da exploração; c) abertura das atividades extrativas da colônia a comerciantes das outras potências europeias; d) migração imediata de expressivos contingentes de europeus e africanos para a ocupação do território; e) exploração sistemática do interior do continente em busca de metais preciosos.
  • 17. Questão 2 "Apesar dos exageros e incorreções, a Lettera de Américo Vespúcio para Piero Soderini com certeza continha várias passagens verídicas. Uma delas é o trecho no qual, referindo-se à sua primeira viagem ao Brasil, realizada entre maio de 1501 e julho de 1502, Vespúcio afirma: 'Nessa costa não vimos coisa de proveito, exceto uma infinidade de árvores de pau-brasil (...) e já tendo estado na viagem bem dez meses, e visto que nessa terra não encontrávamos coisa de metal algum, acordamos despedirmo-nos dela.' Deve ter sido exatamente esse o teor do relatório que Vespúcio entregou para o rei D. Manoel, em julho de 1502, logo após desembarcar em Lisboa, ao final de sua primeira viagem sob bandeira portuguesa. O diagnóstico de Vespúcio selou o destino do Brasil pelas duas décadas seguintes. Afinal, no mesmo instante em que era informado pelo florentino da inexistência de metais e de especiarias no território descoberto por Cabral, D. Manoel concentrava todos os seus esforços na busca pelas extraordinárias riquezas do Oriente. (BUENO, Eduardo. Náufragos,traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1998, p. 65.) A descoberta do Brasil não alterou os rumos da expansão portuguesa voltada prioritariamente para o Oriente, o que explica as características dos primeiros anos da colonização brasileira, entre as quais se inclui o (a): a) caráter militar da ocupação, visando à defesa das rotas atlânticas; b) escambo com os indígenas, garantindo o baixo custo da exploração; c) abertura das atividades extrativas da colônia a comerciantes das outras potências europeias; d) migração imediata de expressivos contingentes de europeus e africanos para a ocupação do território; e) exploração sistemática do interior do continente em busca de metais preciosos.