Modelo de  auto-avaliação da BE no Contexto da Escola/ Agrupamento
Introdução Estudos internacionais mostram que as  BE  podem contribuir positivamente para o  ensino  e a  aprendizagem , podendo estabelecer-se uma relação entre a qualidade do trabalho da e com a  BE  e o  sucesso educativo  dos alunos.
Condicionalismos É, no entanto,  importante reconhecer que o papel da  BE  está condicionado por uma série de factores internos: Condições físicas  Equipamentos e recursos e externos: Condições sócio-políticas e económicas
Realidades a ter em conta neste processo Novos desafios da sociedade do séc. XXI – uma sociedade em rápida mudança  Necessidade de formar cidadãos conscientes e autónomos  A  BE como centro dinamizador de aquisição de competências
Principal objectivo da BE  Sucesso Educativo Consegue-se com a colaboração de todos Regulamento Interno Projecto Educativo Plano Anual de Actividades Projectos Curriculares de turma Programa da BE
Um Bom Programa de BE deve levar à Melhoraria dos níveis de leitura Criação de melhores pensadores Melhoraria e dos vários níveis de literacia: digital e de informação  Proporcionar o acesso a fontes de informação em diferentes formatos Reforçar o conceito de cooperação, baseado na planificação e no trabalho colaborativo com os professores das diferentes disciplinas...
Avaliar a BE para quê? Porque a avaliação É um instrumento de  regulação  e de  melhoria .  Deve ser entendida como um  processo  que deve conduzir à  reflexão  e  originar mudanças  concretas na prática. Deve-se enquadrar no  contexto da escola  e ter em conta as  diferentes estruturas  com as quais é necessário interagir.  (O modelo de Auto-avaliação proposto pela RBE tem integrados os princípios definidos nos documentos fundadores IFLA,UNESCO, IASL)
Intervenientes na auto-avaliação da BE A  Direcção da Escola  que deve ser líder coadjuvante no processo e aglutinar vontades e acções, de acordo com o poder que a sua posição lhe confere Os  professores ,  alunos ,  pais  ou  outros agentes  que vão, de uma forma ou de outra, ser chamados a participar.
Realidades a ter em conta neste processo Novos desafios da sociedade do séc. XXI – uma sociedade em rápida mudança  Necessidade de formar cidadãos conscientes e autónomos  A  BE como centro dinamizador de aquisição de competências
Conceitos e ideias-chave que presidem à construção do modelo de auto-avaliação: Valor - a BE deverá ser capaz de produzir resultados que contribuam de forma efectiva para os objectivos da escola em que se insere
Conceitos e ideias que presidem à construção do modelo de auto-avaliação: 2-A auto avaliação deverá ser encarada como um  processo pedagógico e regulador  em que o que importa é a qualidade e eficácia da BE . Espera-se mobilizar toda a escola e , através desta mobilização colectiva, melhorar as possibilidades oferecidas pela BE. :
Conceitos e ideias-chave que presidem à construção do modelo de auto-avaliação: 3- A utilização do modelo deve ser  flexível  e adaptada à realidade de cada escola e de cada BE
Conceitos e ideias-chave que presidem à construção do modelo de auto-avaliação: 4- Deverá ser  exequível e facilmente integrável nas práticas de gestão da equipa da BE.  Alguns procedimentos deverão ser formalizados e implementados e tornarem-se rotinas de funcionamento da BE.
Descrição  do modelo Domínios que são objecto de avaliação: A- Apoio ao desenvolvimento curricular B- Leitura e literacia C- Projectos,parcerias e  actividades livres  e de abertura à comunidade D- Gestão da BE
Subdomínios A. Apoio ao desenvolvimento Curricular   A .1.- Articulação curricular da BE com as Estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os Docentes  A.2.Promoção das literacias, tecnológica e digital
Subdomínios B. Leitura e literacia C. Projectos, parcerias e actividades livres e  de abertura à comunidade C.1 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular D. Gestão da BE D.1.Articulação da BE com a Escola / Agrupamento. Acesso a serviços prestados pela BE
Recolha de evidências Serão aplicados inquéritos na escola, cuja análise nos mostrará os  aspectos positivos  (pontos fortes)  a ressaltar e fazer sobressair comunicando os resultados e os  aspectos negativos  (pontos fracos)que nos levarão a repensar formas de gestão e maneiras de funcionamento da BE.
Perfis de desempenho A avaliação realizada articula-se, em cada domínio, com os perfis de desempenho que caracterizam o que se espera da BE, face à área analisada(esse desempenho não depende só da acção isolada da própria BE, depende tb dos órgãos de administração e gestão e dos docentes em geral).
Caracterização dos perfis de desempenho A avaliação de cada domínio é feita segundo uma escala de quatro níveis: Nível Descrição 4 A BE é muito  forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 3 A  BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio mas ainda é possível melhorar  alguns aspectos. 2 A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio,  sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo 1 A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o  seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência.
O relatório de auto-avaliação Objectivo: melhorar a qualidade da BE Deve ser por isso objecto de  análise colectiva e de reflexão na escola / agrupamento e originar a implementação de medidas adequadas aos resultados obtidos.
Modelo de auto-avaliação das Bibliotecas Escolares Apresentação elaborada  pela formanda  Maria da Conceição Gaziba Turma 2- DREALG

2 Modelo De Auto AvaliaçãO Das Be 2

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    Modelo de auto-avaliação da BE no Contexto da Escola/ Agrupamento
  • 2.
    Introdução Estudos internacionaismostram que as BE podem contribuir positivamente para o ensino e a aprendizagem , podendo estabelecer-se uma relação entre a qualidade do trabalho da e com a BE e o sucesso educativo dos alunos.
  • 3.
    Condicionalismos É, noentanto, importante reconhecer que o papel da BE está condicionado por uma série de factores internos: Condições físicas Equipamentos e recursos e externos: Condições sócio-políticas e económicas
  • 4.
    Realidades a terem conta neste processo Novos desafios da sociedade do séc. XXI – uma sociedade em rápida mudança Necessidade de formar cidadãos conscientes e autónomos A BE como centro dinamizador de aquisição de competências
  • 5.
    Principal objectivo daBE Sucesso Educativo Consegue-se com a colaboração de todos Regulamento Interno Projecto Educativo Plano Anual de Actividades Projectos Curriculares de turma Programa da BE
  • 6.
    Um Bom Programade BE deve levar à Melhoraria dos níveis de leitura Criação de melhores pensadores Melhoraria e dos vários níveis de literacia: digital e de informação Proporcionar o acesso a fontes de informação em diferentes formatos Reforçar o conceito de cooperação, baseado na planificação e no trabalho colaborativo com os professores das diferentes disciplinas...
  • 7.
    Avaliar a BEpara quê? Porque a avaliação É um instrumento de regulação e de melhoria . Deve ser entendida como um processo que deve conduzir à reflexão e originar mudanças concretas na prática. Deve-se enquadrar no contexto da escola e ter em conta as diferentes estruturas com as quais é necessário interagir. (O modelo de Auto-avaliação proposto pela RBE tem integrados os princípios definidos nos documentos fundadores IFLA,UNESCO, IASL)
  • 8.
    Intervenientes na auto-avaliaçãoda BE A Direcção da Escola que deve ser líder coadjuvante no processo e aglutinar vontades e acções, de acordo com o poder que a sua posição lhe confere Os professores , alunos , pais ou outros agentes que vão, de uma forma ou de outra, ser chamados a participar.
  • 9.
    Realidades a terem conta neste processo Novos desafios da sociedade do séc. XXI – uma sociedade em rápida mudança Necessidade de formar cidadãos conscientes e autónomos A BE como centro dinamizador de aquisição de competências
  • 10.
    Conceitos e ideias-chaveque presidem à construção do modelo de auto-avaliação: Valor - a BE deverá ser capaz de produzir resultados que contribuam de forma efectiva para os objectivos da escola em que se insere
  • 11.
    Conceitos e ideiasque presidem à construção do modelo de auto-avaliação: 2-A auto avaliação deverá ser encarada como um processo pedagógico e regulador em que o que importa é a qualidade e eficácia da BE . Espera-se mobilizar toda a escola e , através desta mobilização colectiva, melhorar as possibilidades oferecidas pela BE. :
  • 12.
    Conceitos e ideias-chaveque presidem à construção do modelo de auto-avaliação: 3- A utilização do modelo deve ser flexível e adaptada à realidade de cada escola e de cada BE
  • 13.
    Conceitos e ideias-chaveque presidem à construção do modelo de auto-avaliação: 4- Deverá ser exequível e facilmente integrável nas práticas de gestão da equipa da BE. Alguns procedimentos deverão ser formalizados e implementados e tornarem-se rotinas de funcionamento da BE.
  • 14.
    Descrição domodelo Domínios que são objecto de avaliação: A- Apoio ao desenvolvimento curricular B- Leitura e literacia C- Projectos,parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade D- Gestão da BE
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    Subdomínios A. Apoioao desenvolvimento Curricular A .1.- Articulação curricular da BE com as Estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os Docentes A.2.Promoção das literacias, tecnológica e digital
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    Subdomínios B. Leiturae literacia C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade C.1 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular D. Gestão da BE D.1.Articulação da BE com a Escola / Agrupamento. Acesso a serviços prestados pela BE
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    Recolha de evidênciasSerão aplicados inquéritos na escola, cuja análise nos mostrará os aspectos positivos (pontos fortes) a ressaltar e fazer sobressair comunicando os resultados e os aspectos negativos (pontos fracos)que nos levarão a repensar formas de gestão e maneiras de funcionamento da BE.
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    Perfis de desempenhoA avaliação realizada articula-se, em cada domínio, com os perfis de desempenho que caracterizam o que se espera da BE, face à área analisada(esse desempenho não depende só da acção isolada da própria BE, depende tb dos órgãos de administração e gestão e dos docentes em geral).
  • 19.
    Caracterização dos perfisde desempenho A avaliação de cada domínio é feita segundo uma escala de quatro níveis: Nível Descrição 4 A BE é muito forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 3 A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio mas ainda é possível melhorar alguns aspectos. 2 A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo 1 A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência.
  • 20.
    O relatório deauto-avaliação Objectivo: melhorar a qualidade da BE Deve ser por isso objecto de análise colectiva e de reflexão na escola / agrupamento e originar a implementação de medidas adequadas aos resultados obtidos.
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    Modelo de auto-avaliaçãodas Bibliotecas Escolares Apresentação elaborada pela formanda Maria da Conceição Gaziba Turma 2- DREALG