ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS



0rientações para a inclusão
    da criança de 6 anos de
                      idade
ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS
 Implementação de políticas indutoras de
 transformações significativas na estrutura da escola, na
 reorganização dos tempos e dos espaços escolares;

 Necessidade de aumentar a duração da escolaridade
 obrigatória, assegurando um tempo mais longo de
 convívio escolar com maiores oportunidades de
 aprendizagem.
ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

 Proposta curricular que atenda as crianças em suas
  características, potencialidades e necessidades específicas.
 A ampliação do ensino fundamental para nove anos
  significa, também, uma possibilidade de qualificação do
  ensino e da aprendizagem da alfabetização e do
  letramento.
 Importância de um trabalho pedagógico que assegure o
  estudo das diversas expressões e de todas as áreas do
  conhecimento, igualmente necessárias à formação da
  criança.
O brincar como um modo de ser e estar no
                                         mundo
                            Ângela Meyer Borba
 Partindo do princípio de que o brincar é da natureza de
 ser criança, não poderíamos deixar de assegurar um
 espaço privilegiado para o diálogo sobre tal temática.

 Será que podemos pensar o brincar de forma mais
 positiva, não como oposição ao trabalho, mas como
 uma atividade que se articula aos processos de
 aprender, se desenvolver e conhecer?
 o brincar é uma atividade humana criadora, na qual
 imaginação,fantasia e realidade interagem na
 produção de novas possibilidades de interpretação,
 de expressão e de ação pelas crianças, assim como de
 novas formas de construir relações sociais com outros
 sujeitos, crianças e adultos.
As crianças de seis anos e as áreas do
                           conhecimento
                           Patrícia Corsino

Importante que o trabalho pedagógico com as crianças
de seis anos de idade, nos anos/séries iniciais do
ensino fundamental, garanta o estudo articulado das
Ciências Sociais, das Ciências Naturais, das Noções
Lógico-Matemáticas e das Linguagens.
 Sendo necessária uma proposta pedagógica que
 envolva as diferentes áreas do currículo de forma
 integrada que se efetiva em espaços e tempos, por
 meio de atividades realizadas por crianças e adultos
 em interação.

 Assim, a criança vai tendo a oportunidade de
 experimentar, analisar, inferir, levantar hipóteses
 etc.
Letramento e alfabetização: pensando a prática
                                    pedagógica
        Telma Ferraz Leal, Eliana Borges Correia de Albuquerque e Artur
                                                       Gomes de Morais

 Desde muito cedo as crianças estão em contato com a
  linguagem oral e com a linguagem escrita, por meio de suas
  experiências com o mundo a sua volta.


 Sabemos que as crianças que vivem em ambientes ricos em
  experiências de leitura e escrita, não só se motivam para ler
  e escrever, mas começam, desde cedo, a refletir sobre as
  características dos diferentes textos que circulam ao seu
  redor, sobre seus estilos, usos e finalidades.
 Para reduzir as diferenças sociais, a escola precisa
 assegurar a todos os estudantes – diariamente – a
 vivência de práticas reais de leitura e escrita
 diversificadas.
 É necessário que na educação infantil, a escola
 também se preocupe com o desenvolvimento dos
 conhecimentos relativos à aprendizagem da escrita
 alfabética, assim como daqueles ligados ao uso e à
 produção da linguagem escrita. Promovendo
 atividades que envolvam a diversidade textual e levem
 os estudantes a construir conhecimentos sobre os
 gêneros textuais e seus usos na sociedade.
Esse contato por si só, sem mediação, não garante
que nossas crianças e nossos jovens se alfabetizem, ou
seja, que se apropriem do Sistema de Escrita
Alfabética.
Sabemos que durante muito tempo o ensino do nosso
sistema de escrita foi feito de uma maneira
mecânica, repetitiva, na qual os estudantes eram
levados a memorizar segmentos das palavras (letras ou
sílabas) ou mesmo palavras inteiras, sem entender a
lógica que relacionava as partes pronunciadas (pauta
sonora) e a sequência de letras correspondente.
 Hoje, entendendo que há um conjunto de
 conhecimentos a ser construído, temos condições de
 promover desafios que levem as crianças e os
 adolescentes a compreender que a escrita possui
 relação com a pauta sonora.

 “Alfabetizar ” é um desafio permanente. Implica
 refletir sobre as práticas e as concepções por nós
 adotadas ao iniciarmos nossas crianças e nossos
 adolescentes no mundo da escrita, analisarmos e
 recriarmos nossas metodologias de ensino.
 E é por isso que estamos aqui:
 Para refletirmos sobre nossas práticas e juntos
 transformarmos nossas ações.
 Vamos lá!!!
Bibliografia

BEAUCHAMP, Jeanete. PAGEL, Sandra Denise.
NASCIMENTO, Aricélia Ribeiro. Ensino fundamental de
nove anos: orientações para a inclusão da criança de
seis anos de idade. Brasília: Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.

 MOGI DAS CRUZES, Secretaria Municipal de Educação.
Matrizes curriculares municipais para a educação básica: 9
anos- Língua Portuguesa. Secretaria Municipal de
Educação. Mogi das Cruzes: SME, 2009.

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  • 2.
    ENSINO FUNDAMENTAL DE9 ANOS 0rientações para a inclusão da criança de 6 anos de idade
  • 3.
    ENSINO FUNDAMENTAL DE9 ANOS  Implementação de políticas indutoras de transformações significativas na estrutura da escola, na reorganização dos tempos e dos espaços escolares;  Necessidade de aumentar a duração da escolaridade obrigatória, assegurando um tempo mais longo de convívio escolar com maiores oportunidades de aprendizagem.
  • 4.
    ENSINO FUNDAMENTAL DE9 ANOS  Proposta curricular que atenda as crianças em suas características, potencialidades e necessidades específicas.  A ampliação do ensino fundamental para nove anos significa, também, uma possibilidade de qualificação do ensino e da aprendizagem da alfabetização e do letramento.  Importância de um trabalho pedagógico que assegure o estudo das diversas expressões e de todas as áreas do conhecimento, igualmente necessárias à formação da criança.
  • 5.
    O brincar comoum modo de ser e estar no mundo Ângela Meyer Borba  Partindo do princípio de que o brincar é da natureza de ser criança, não poderíamos deixar de assegurar um espaço privilegiado para o diálogo sobre tal temática.  Será que podemos pensar o brincar de forma mais positiva, não como oposição ao trabalho, mas como uma atividade que se articula aos processos de aprender, se desenvolver e conhecer?
  • 6.
     o brincaré uma atividade humana criadora, na qual imaginação,fantasia e realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças, assim como de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos, crianças e adultos.
  • 7.
    As crianças deseis anos e as áreas do conhecimento Patrícia Corsino Importante que o trabalho pedagógico com as crianças de seis anos de idade, nos anos/séries iniciais do ensino fundamental, garanta o estudo articulado das Ciências Sociais, das Ciências Naturais, das Noções Lógico-Matemáticas e das Linguagens.
  • 8.
     Sendo necessáriauma proposta pedagógica que envolva as diferentes áreas do currículo de forma integrada que se efetiva em espaços e tempos, por meio de atividades realizadas por crianças e adultos em interação.  Assim, a criança vai tendo a oportunidade de experimentar, analisar, inferir, levantar hipóteses etc.
  • 9.
    Letramento e alfabetização:pensando a prática pedagógica Telma Ferraz Leal, Eliana Borges Correia de Albuquerque e Artur Gomes de Morais  Desde muito cedo as crianças estão em contato com a linguagem oral e com a linguagem escrita, por meio de suas experiências com o mundo a sua volta.  Sabemos que as crianças que vivem em ambientes ricos em experiências de leitura e escrita, não só se motivam para ler e escrever, mas começam, desde cedo, a refletir sobre as características dos diferentes textos que circulam ao seu redor, sobre seus estilos, usos e finalidades.
  • 10.
     Para reduziras diferenças sociais, a escola precisa assegurar a todos os estudantes – diariamente – a vivência de práticas reais de leitura e escrita diversificadas.
  • 11.
     É necessárioque na educação infantil, a escola também se preocupe com o desenvolvimento dos conhecimentos relativos à aprendizagem da escrita alfabética, assim como daqueles ligados ao uso e à produção da linguagem escrita. Promovendo atividades que envolvam a diversidade textual e levem os estudantes a construir conhecimentos sobre os gêneros textuais e seus usos na sociedade.
  • 12.
    Esse contato porsi só, sem mediação, não garante que nossas crianças e nossos jovens se alfabetizem, ou seja, que se apropriem do Sistema de Escrita Alfabética.
  • 13.
    Sabemos que durantemuito tempo o ensino do nosso sistema de escrita foi feito de uma maneira mecânica, repetitiva, na qual os estudantes eram levados a memorizar segmentos das palavras (letras ou sílabas) ou mesmo palavras inteiras, sem entender a lógica que relacionava as partes pronunciadas (pauta sonora) e a sequência de letras correspondente.
  • 14.
     Hoje, entendendoque há um conjunto de conhecimentos a ser construído, temos condições de promover desafios que levem as crianças e os adolescentes a compreender que a escrita possui relação com a pauta sonora.  “Alfabetizar ” é um desafio permanente. Implica refletir sobre as práticas e as concepções por nós adotadas ao iniciarmos nossas crianças e nossos adolescentes no mundo da escrita, analisarmos e recriarmos nossas metodologias de ensino.
  • 15.
     E épor isso que estamos aqui: Para refletirmos sobre nossas práticas e juntos transformarmos nossas ações. Vamos lá!!!
  • 16.
    Bibliografia BEAUCHAMP, Jeanete. PAGEL,Sandra Denise. NASCIMENTO, Aricélia Ribeiro. Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007. MOGI DAS CRUZES, Secretaria Municipal de Educação. Matrizes curriculares municipais para a educação básica: 9 anos- Língua Portuguesa. Secretaria Municipal de Educação. Mogi das Cruzes: SME, 2009.