Educação Sexual
Helder Sousa
Unidade de Saúde Familiar de Fanzeres
Adolescencia
Sexualidade
Gravidez na adolescência
Planeamento familiar
Doença sexualmente transmissível
Adolescência e transformações no corpo


Passagem da infância à idade adulta



Problemáticas

É normal que o adolescente se comporte de
maneira inconsciente e imprevisível. Lutar
contra os seus impulsos e aceitá-los; amar
os seus pais e odiá-los; ter vergonha de os
assumir perante os outros e querer
conversar com eles; identificar-se e imitar
os outros enquanto procura uma identidade
própria. O adolescente é idealista, artístico,
generoso, altruísta, como jamais o será
novamente, mas também é o oposto:
egoísta, calculista, egocêntrico
Ana Freud
Agentes de socialização na adolescencia


Despertar
de
pulsões,
mudanças físicas repentinas



Segurança



inadaptação



Manifestações na família, com
os professores e com os
amigos
Alterações pubertárias nas raparigas


existe uma alteração ligeira no
teu cheiro corporal;



as ancas alargam;



surgem alguns pêlos púbicos;



aparecem os pêlos nas axilas;



os mamilos escurecem;



o peito aumenta;



os pêlos púbicos florescem;



chega o período;
Alterações pubertárias nos rapazes


Nariz e queixo mais angulares



Alterações na voz



Surgem odores diferentes



Desenvolvem-se os músculos



Surgem pêlos púbicos



Surgem pêlos no rosto



Aparecimento de acne



Aumento do pénis e testículos
Sexo e Sexualidade (s)
A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar
amor, contacto, ternura, intimidade; que se integra no
modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos
tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela
influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções
e, por isso, influencia também a nossa saúde física e
mental.
Definição da OMS
Responsabilidade sexual
Ter Responsabilidade Sexual é:


Saber respeitar os meus sentimentos e o meu corpo e
saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro;



Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de
gravidez e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s);



Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa
para ti e para o(a) teu(tua) parceiro(a) e o que pretendem
os dois com essa relação.
Gravidez na adolescência


Inúmeras questões



Muitas desvantagens



Imaturidade física



Imaturidade psicológica
Gravidez na adolescência


Socialmente:


Abandono escolar



Interrupção dos estudos



Impossibilidade de desfrutar da
adolescência
Planeamento familiar


O Planeamento Familiar é um conjunto de cuidados de
saúde que visa ajudar as mulheres e os homens a
planearem o nascimento dos seus filhos, a viverem a sua
sexualidade de uma forma gratificante e sem o receio de
uma gravidez que, naquele momento, não desejam



Para além disto, o Planeamento Familiar ajuda os casais
que têm problemas de fertilidade, ajuda na prevenção das
Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s), bem como
no diagnóstico precoce de algumas formas de cancro da
mama e do útero
Planeamento familiar- objectivos






Promover a vivência da sexualidade de forma saudável e
segura;
Regular a fecundidade segundo o desejo do casal;
Preparar para uma maternidade e paternidade
responsáveis;



Reduzir a incidência das ITS e as suas consequências;



Melhorar a saúde e o bem-estar da família.
Métodos contraceptivos
Os métodos contraceptivos possibilitam uma
vida sexual “sem medos”, permitindo evitar
uma gravidez indesejável

Se

pretendes

optar

por

um

método

contraceptivo, fá-lo com responsabilidade

Consulta um Profissional de Saúde que te
auxilie na escolha do método mais adequado
para o teu caso, bem como para te fornecer
todas as informações necessárias
Métodos contraceptivos
Métodos Naturais

Hormonal
Barreira
Definitivos
Métodos naturais
Método do Calendário

Método da Temperatura

Método do Muco
Contracepção Hormonal
Contracepção Oral Hormonal - Pílula
Contracepção Hormonal Injectável
Contracepção Hormonal - Implante
Anel Vaginal
Adesivo Contraceptivo
Dispositivo Intra-Uterino (DIU)
Métodos Barreira
Preservativo Masculino

Espermicidas

Diafragma
Métodos definitivos
Laqueação / Esterilização Feminina

Vasectomia / Esterilização Masculina
Como iniciar a pílula?
A pílula deve ser iniciada no 1º dia da
menstruação
Tomar diariamente e à mesma hora,
durante 21 dias
Interromper 7 dias
Recomeçar nova embalagem ao 8º dia
Efeitos colaterais


Náusea e vómitos



Alteração do peso



Mastodínia (dor nas mamas)



Alteração do fluxo menstrual



Depressão



Irregularidades Menstruais
Em caso de esquecimento…
Quando não se toma 1 comprimido no horário habitual, convém tomá-lo assim que
possível desde que não tenham sido ultrapassadas 12 horas, mantendo a toma
correspondente a esse dia; neste caso, não é necessária nenhuma contracepção
suplementar
Quando o esquecimento for além das 12 horas, tomar o comprimido que foi
esquecido, continuando a tomar a pílula e utilizando, durante 7 dias, outro método
associado (por exemplo, o preservativo)
Episódio de vómito e/ou diarreia anula o efeito contraceptivo da pílula
Ler sempre a bula da pílula
Vantagens da pílula


Tem elevada eficácia contraceptiva



Não interfere com a relação sexual



Regulariza os ciclos menstruais



Melhora a tensão pré-menstrual e as dores
menstruais



Previne e controla a anemia



Contribui para a prevenção de algumas doenças



Não altera a fertilidade, após a suspensão do
método
Desvantagens da pílula


Exige o empenho da mulher para a toma diária da
pílula



Não protege contra as IST’s
Preservativo
É um invólucro de látex que evita a gravidez e protege contra as
Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s)
Preservativo
Precauções:



Nunca se deve usar o mesmo preservativo mais do que uma
vez



Nunca se deve usar dois preservativos ao mesmo tempo



Conservar a embalagem num lugar fresco e sem contacto
directo com o sol
Preservativo
Vantagens



Desvantagens

Protege contra as IST’s



Embora seja muito raro,
há pessoas que fazem



Não

necessita

de

ser

alergia ao látex

prescrito pelo médico



Envolve

o

homem

na

Se

não

for

correctamente,

usado
pode

contracepção e na prevenção

rasgar ou ficar dentro da

das IST’s

vagina
Pílula do dia seguinte
O QUE É?



Método de emergência que pode ser utilizado após uma
relação sexual não protegida para prevenir uma gravidez



Só pode ser utilizado nos 3 dias a seguir a uma relação
sexual desprotegida
Contracepção de Emergência: como actua?

Bloqueia a ovulação

Altera o muco cervical

Altera o endométrio
Pílula do dia seguinte
QUANDO SE DEVE UTILIZAR



Quando se rompe o preservativo



Quando se esquece de tomar a pílula



Em qualquer outra situação de relação sexual não protegida
Pílula do Dia Seguinte

A PÍLULA DO DIA SEGUINTE SÓ DEVE SER UTILIZADA EM
CASO DE EMERGÊNCIA!
Em caso de dúvidas recorre ao CENTRO DE ATENDIMENTO A JOVENS (CAJ) d

O CAJ localiza-se na

É gratuito, confidencial e anónimo.

Actividades
Informação sobre a anatomia e fisiologia da reprodução;
Informação sexual;
Preparação dos jovens para uma vivência correcta da sua sexualidade;
Fornecimento de contraceptivos em situações de risco.
Infecções sexualmente transmissíveis


Doenças

adquiridas

através

de

relações sexuais com uma pessoa
infectada ou por contacto íntimo
com os órgãos genitais, boca ou
ânus.
Infecções sexualmente transmissíveis
Factores de Risco


Muitos companheiros sexuais ou mudança frequente de
companheiro



Relações sexuais com parceiros ocasionais



Não usar o preservativo



Não conhecer o próprio corpo



Não ter uma boa relação com o médico e a enfermeira
QUAIS SÃO?
SIDA
 Hepatite B
 Hepatite C
 Herpes
 Sífilis


Gonorreia
 Chlamydia
 Cândida
 HPV

SIDA
AGENTE
INFECCIOSO

Virus HIV

Sintomas

SINTOMAS

entre 7 a 10 dias após contagio
Fadiga, anemia, febre, perda de peso,
alterações imunitárias, desenvolvimento de
doenças oportunistas.
SIDA
Uso

COMO SE EVITA?

de preservativo.
Evitar comportamentos de risco.


TRATAMENTO

Medicamentos ???

Medicamentos

oportunistas!!

para

as

doenças
SIDA
CONSEQUÊNCIAS
•Tumores
•Infecções:
sífilis
Herpes
Tuberculose
micoses
•…Morte
Como se transmite?
•Sexo desprotegido
•Sangue infectado
•Uso de agulhas e seringas contaminadas
TATUAGENS!!!
•Mãe-feto
•Leite materno
•Objectos cortantes contaminados
•Escova de dentes!!!
Não se transmite…
•Uso da mesma roupa
•Uso dos mesmos talheres e colheres
•Beijos, apertos de mãos e abraços
•Sexo com preservativo
•Contacto social/profissional
Hepatite B
Agente
Infeccioso

Vírus VHB

SINTOMAS

hepatite
Tipo

gripe
Icterícia
COMO EVITAR?



Preservativo
Comportamento sexual “saudável”
VACINA!!!

TRATAMENTO

Sem

cura definitiva
Tratamento dos sintomas
Sífilis
Agente
Infeccioso

Bactéria Treponema pallidum

COMO SE
TRANSMITE?

Sexo
Mãe-feto

SINTOMAS

Lesões

COMO SE
PREVINE?

Preservativo

TRATAMENTO

Antibioticoterapia

nos órgãos genitais externos,
que não cicatrizam.
DEPOIS lesões na pele e mucosas.
Gonorreia
Agente
Infeccioso

Bactéria Neisseria gonorrhoeae.
Sexo

Como se
transmite?

Contacto

com roupa interior e outros
objectos contaminados.

MULHER:
inflamação

Sintomas

da uretra e do colo do útero
alterações no padrão menstrual
leucorreia.

HOMEM:
inflamação

da uretra e secreção amarelada.
Chlamídia
Agente
Infeccioso

Bactéria Chlamydia trachomatis.

Como se
transmite?

Sexo

Sintomas

Homens:
Dor a urinar, corrimento uretral, prurido.
Mulheres:
 corrimento branco-amarelado,
metrorragias ou hemorragia após as
relações sexuais, dor a urinar e dor
abdominal baixa.
Candidíase
Agente
Infeccioso

Cândida Albicans (fungo)

Como se
transmite?

Sexo
Factores predisponentes

Sintomas

Homens:
Rara
Lesões

ponctiformes vermelhas e pruriginosas

Mulheres:
prurido,ardência
dores nas relações sexuais
corrimento tipo “nata do leite”
 órgãos sexuais com edema e ruborizados.

Condilomas
Agente
Infeccioso

Vírus papiloma virus humano.

Como se
transmite?

Sexo

Sintomas

Lesões

Como se
previne?

Uso

Tratamento

Cauterização

Parto

ulcerosas ou verrugas nos
genitais externos.
DEPOIS, lesões na pele e mucosas.
de preservativo.
Nova vacina!!!
Recidivas
Sem

frequentes

cura definitiva

órgãos
PERGUNTAS???
DÚVIDAS???
COMO FICAMOS, ENTÃO???
PREVENÇÃO

Sexo com um “único” companheiro/a
“Reduzir” o número de parceiros sexuais
Interrogar o parceiro sexual
Usar métodos de barreira
Cuidados de higiene
Vacinação (Hepatite B)
Vacina HPV?
SEMPRE QUE TIVERES:
• Corrimento anormal pelos órgãos

sexuais
•

Ulcerações, vesículas, verrugas

Prurido, dor ou sensação de queimadura
ao urinar
•

•

Dores difusas no baixo ventre

Dor, sensação de queimadura
durante/depois das relações sexuais.
•
SUSPEITA TER
CONTRAÍDO UMA DTS
Fala com o teu médico ou com a tua enfermeira de
família
Fala com o teu parceiro/parceiros
Toma a medicação
Usa o preservativo ou evita as relações sexuais
PROTEGE-TE A TI E AOS OUTROS

USA O PRESERVATIVO

127919432 educacao-sexual

  • 1.
    Educação Sexual Helder Sousa Unidadede Saúde Familiar de Fanzeres
  • 2.
    Adolescencia Sexualidade Gravidez na adolescência Planeamentofamiliar Doença sexualmente transmissível
  • 3.
    Adolescência e transformaçõesno corpo  Passagem da infância à idade adulta  Problemáticas É normal que o adolescente se comporte de maneira inconsciente e imprevisível. Lutar contra os seus impulsos e aceitá-los; amar os seus pais e odiá-los; ter vergonha de os assumir perante os outros e querer conversar com eles; identificar-se e imitar os outros enquanto procura uma identidade própria. O adolescente é idealista, artístico, generoso, altruísta, como jamais o será novamente, mas também é o oposto: egoísta, calculista, egocêntrico Ana Freud
  • 4.
    Agentes de socializaçãona adolescencia  Despertar de pulsões, mudanças físicas repentinas  Segurança  inadaptação  Manifestações na família, com os professores e com os amigos
  • 5.
    Alterações pubertárias nasraparigas  existe uma alteração ligeira no teu cheiro corporal;  as ancas alargam;  surgem alguns pêlos púbicos;  aparecem os pêlos nas axilas;  os mamilos escurecem;  o peito aumenta;  os pêlos púbicos florescem;  chega o período;
  • 6.
    Alterações pubertárias nosrapazes  Nariz e queixo mais angulares  Alterações na voz  Surgem odores diferentes  Desenvolvem-se os músculos  Surgem pêlos púbicos  Surgem pêlos no rosto  Aparecimento de acne  Aumento do pénis e testículos
  • 7.
    Sexo e Sexualidade(s) A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura, intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental. Definição da OMS
  • 8.
    Responsabilidade sexual Ter ResponsabilidadeSexual é:  Saber respeitar os meus sentimentos e o meu corpo e saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro;  Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de gravidez e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s);  Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa para ti e para o(a) teu(tua) parceiro(a) e o que pretendem os dois com essa relação.
  • 9.
    Gravidez na adolescência  Inúmerasquestões  Muitas desvantagens  Imaturidade física  Imaturidade psicológica
  • 10.
    Gravidez na adolescência  Socialmente:  Abandonoescolar  Interrupção dos estudos  Impossibilidade de desfrutar da adolescência
  • 11.
    Planeamento familiar  O PlaneamentoFamiliar é um conjunto de cuidados de saúde que visa ajudar as mulheres e os homens a planearem o nascimento dos seus filhos, a viverem a sua sexualidade de uma forma gratificante e sem o receio de uma gravidez que, naquele momento, não desejam  Para além disto, o Planeamento Familiar ajuda os casais que têm problemas de fertilidade, ajuda na prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s), bem como no diagnóstico precoce de algumas formas de cancro da mama e do útero
  • 12.
    Planeamento familiar- objectivos    Promovera vivência da sexualidade de forma saudável e segura; Regular a fecundidade segundo o desejo do casal; Preparar para uma maternidade e paternidade responsáveis;  Reduzir a incidência das ITS e as suas consequências;  Melhorar a saúde e o bem-estar da família.
  • 13.
    Métodos contraceptivos Os métodoscontraceptivos possibilitam uma vida sexual “sem medos”, permitindo evitar uma gravidez indesejável Se pretendes optar por um método contraceptivo, fá-lo com responsabilidade Consulta um Profissional de Saúde que te auxilie na escolha do método mais adequado para o teu caso, bem como para te fornecer todas as informações necessárias
  • 14.
  • 15.
    Métodos naturais Método doCalendário Método da Temperatura Método do Muco
  • 16.
    Contracepção Hormonal Contracepção OralHormonal - Pílula Contracepção Hormonal Injectável Contracepção Hormonal - Implante Anel Vaginal Adesivo Contraceptivo Dispositivo Intra-Uterino (DIU)
  • 17.
  • 18.
    Métodos definitivos Laqueação /Esterilização Feminina Vasectomia / Esterilização Masculina
  • 19.
    Como iniciar apílula? A pílula deve ser iniciada no 1º dia da menstruação Tomar diariamente e à mesma hora, durante 21 dias Interromper 7 dias Recomeçar nova embalagem ao 8º dia
  • 20.
    Efeitos colaterais  Náusea evómitos  Alteração do peso  Mastodínia (dor nas mamas)  Alteração do fluxo menstrual  Depressão  Irregularidades Menstruais
  • 21.
    Em caso deesquecimento… Quando não se toma 1 comprimido no horário habitual, convém tomá-lo assim que possível desde que não tenham sido ultrapassadas 12 horas, mantendo a toma correspondente a esse dia; neste caso, não é necessária nenhuma contracepção suplementar Quando o esquecimento for além das 12 horas, tomar o comprimido que foi esquecido, continuando a tomar a pílula e utilizando, durante 7 dias, outro método associado (por exemplo, o preservativo) Episódio de vómito e/ou diarreia anula o efeito contraceptivo da pílula Ler sempre a bula da pílula
  • 22.
    Vantagens da pílula  Temelevada eficácia contraceptiva  Não interfere com a relação sexual  Regulariza os ciclos menstruais  Melhora a tensão pré-menstrual e as dores menstruais  Previne e controla a anemia  Contribui para a prevenção de algumas doenças  Não altera a fertilidade, após a suspensão do método
  • 23.
    Desvantagens da pílula  Exigeo empenho da mulher para a toma diária da pílula  Não protege contra as IST’s
  • 24.
    Preservativo É um invólucrode látex que evita a gravidez e protege contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s)
  • 25.
    Preservativo Precauções:  Nunca se deveusar o mesmo preservativo mais do que uma vez  Nunca se deve usar dois preservativos ao mesmo tempo  Conservar a embalagem num lugar fresco e sem contacto directo com o sol
  • 26.
    Preservativo Vantagens  Desvantagens Protege contra asIST’s  Embora seja muito raro, há pessoas que fazem  Não necessita de ser alergia ao látex prescrito pelo médico   Envolve o homem na Se não for correctamente, usado pode contracepção e na prevenção rasgar ou ficar dentro da das IST’s vagina
  • 27.
    Pílula do diaseguinte O QUE É?  Método de emergência que pode ser utilizado após uma relação sexual não protegida para prevenir uma gravidez  Só pode ser utilizado nos 3 dias a seguir a uma relação sexual desprotegida
  • 28.
    Contracepção de Emergência:como actua? Bloqueia a ovulação Altera o muco cervical Altera o endométrio
  • 29.
    Pílula do diaseguinte QUANDO SE DEVE UTILIZAR  Quando se rompe o preservativo  Quando se esquece de tomar a pílula  Em qualquer outra situação de relação sexual não protegida
  • 30.
    Pílula do DiaSeguinte A PÍLULA DO DIA SEGUINTE SÓ DEVE SER UTILIZADA EM CASO DE EMERGÊNCIA!
  • 31.
    Em caso dedúvidas recorre ao CENTRO DE ATENDIMENTO A JOVENS (CAJ) d O CAJ localiza-se na É gratuito, confidencial e anónimo. Actividades Informação sobre a anatomia e fisiologia da reprodução; Informação sexual; Preparação dos jovens para uma vivência correcta da sua sexualidade; Fornecimento de contraceptivos em situações de risco.
  • 32.
    Infecções sexualmente transmissíveis  Doenças adquiridas através de relaçõessexuais com uma pessoa infectada ou por contacto íntimo com os órgãos genitais, boca ou ânus.
  • 33.
    Infecções sexualmente transmissíveis Factoresde Risco  Muitos companheiros sexuais ou mudança frequente de companheiro  Relações sexuais com parceiros ocasionais  Não usar o preservativo  Não conhecer o próprio corpo  Não ter uma boa relação com o médico e a enfermeira
  • 34.
    QUAIS SÃO? SIDA  HepatiteB  Hepatite C  Herpes  Sífilis  Gonorreia  Chlamydia  Cândida  HPV 
  • 35.
    SIDA AGENTE INFECCIOSO Virus HIV Sintomas SINTOMAS entre 7a 10 dias após contagio Fadiga, anemia, febre, perda de peso, alterações imunitárias, desenvolvimento de doenças oportunistas.
  • 36.
    SIDA Uso COMO SE EVITA? depreservativo. Evitar comportamentos de risco.  TRATAMENTO Medicamentos ??? Medicamentos oportunistas!! para as doenças
  • 37.
  • 38.
    Como se transmite? •Sexodesprotegido •Sangue infectado •Uso de agulhas e seringas contaminadas TATUAGENS!!! •Mãe-feto •Leite materno •Objectos cortantes contaminados •Escova de dentes!!!
  • 39.
    Não se transmite… •Usoda mesma roupa •Uso dos mesmos talheres e colheres •Beijos, apertos de mãos e abraços •Sexo com preservativo •Contacto social/profissional
  • 40.
    Hepatite B Agente Infeccioso Vírus VHB SINTOMAS hepatite Tipo gripe Icterícia COMOEVITAR?  Preservativo Comportamento sexual “saudável” VACINA!!! TRATAMENTO Sem cura definitiva Tratamento dos sintomas
  • 41.
    Sífilis Agente Infeccioso Bactéria Treponema pallidum COMOSE TRANSMITE? Sexo Mãe-feto SINTOMAS Lesões COMO SE PREVINE? Preservativo TRATAMENTO Antibioticoterapia nos órgãos genitais externos, que não cicatrizam. DEPOIS lesões na pele e mucosas.
  • 42.
    Gonorreia Agente Infeccioso Bactéria Neisseria gonorrhoeae. Sexo Comose transmite? Contacto com roupa interior e outros objectos contaminados. MULHER: inflamação Sintomas da uretra e do colo do útero alterações no padrão menstrual leucorreia. HOMEM: inflamação da uretra e secreção amarelada.
  • 43.
    Chlamídia Agente Infeccioso Bactéria Chlamydia trachomatis. Comose transmite? Sexo Sintomas Homens: Dor a urinar, corrimento uretral, prurido. Mulheres:  corrimento branco-amarelado, metrorragias ou hemorragia após as relações sexuais, dor a urinar e dor abdominal baixa.
  • 44.
    Candidíase Agente Infeccioso Cândida Albicans (fungo) Comose transmite? Sexo Factores predisponentes Sintomas Homens: Rara Lesões ponctiformes vermelhas e pruriginosas Mulheres: prurido,ardência dores nas relações sexuais corrimento tipo “nata do leite”  órgãos sexuais com edema e ruborizados. 
  • 45.
    Condilomas Agente Infeccioso Vírus papiloma virushumano. Como se transmite? Sexo Sintomas Lesões Como se previne? Uso Tratamento Cauterização Parto ulcerosas ou verrugas nos genitais externos. DEPOIS, lesões na pele e mucosas. de preservativo. Nova vacina!!! Recidivas Sem frequentes cura definitiva órgãos
  • 46.
  • 47.
    PREVENÇÃO Sexo com um“único” companheiro/a “Reduzir” o número de parceiros sexuais Interrogar o parceiro sexual Usar métodos de barreira Cuidados de higiene Vacinação (Hepatite B) Vacina HPV?
  • 48.
    SEMPRE QUE TIVERES: •Corrimento anormal pelos órgãos sexuais • Ulcerações, vesículas, verrugas Prurido, dor ou sensação de queimadura ao urinar • • Dores difusas no baixo ventre Dor, sensação de queimadura durante/depois das relações sexuais. •
  • 49.
    SUSPEITA TER CONTRAÍDO UMADTS Fala com o teu médico ou com a tua enfermeira de família Fala com o teu parceiro/parceiros Toma a medicação Usa o preservativo ou evita as relações sexuais
  • 50.
    PROTEGE-TE A TIE AOS OUTROS USA O PRESERVATIVO

Notas do Editor

  • #43 Ver tratamento
  • #47 Agente InfecciosoParasita Phthirus pubis. Como se transmite?Sexo contacto com objectos contaminados. Sintomaslesões maculares azuladas Prurido nos órgãos genitais externos PrevençãoHigiene íntima adequada. TratamentoCreme/loções locais, também para o parceiro sexual.