SEXUALIDADEA GRAVIDEZ  NA  ADOLESCÊNCIATRABALHO REALIZADO POR:DANIELA MATOS Nº8
LAURA CUSTODIO Nº16
MARIANA MARTINS Nº19
RICARDO LEITAONº20INTRODUÇÃOOs números sobre gravidez na adolescência aumentam a cada dia, trazendo um grande problema a sociedade, que supõe, nos jovens de hoje, um alto grau de informações sobre assuntos relacionados ao sexo.Infelizmente estas informações nem sempre são assimiladas e a gravidez precoce e indesejada torna-se um grande problema para adolescentes de todos os níveis sociais, embora afete em maior grau, as camadas de baixa renda.
GRAVIDEZ INDESEJADALAs gravidezes indesejadas infelizmente não são uma raridade hoje em dia mas nem por isso tem de ser interpretadas como algo negativo. Uma gravidez indesejada não significa que a mãe não deseje aquele filho e que não o vá amar quando este nascer. É sim uma gravidez imprevista que, na maior parte dos casos, é indesejada porque a mulher não tem apoio dos familiares, marido ou companheiro ou porque não tem quaisquer condições financeiras para ter a criança. São casos como estes em que a mãe pensa no aborto como solução.
Como acontece ?1º- o encontrohttp://www.youtube.com/watch?v=XrJWTvXzWPw&feature=player_embedded2º-http://www.youtube.com/watch?v=ZfVw7lqoRIk&feature=player_embedded3º- http://www.youtube.com/watch?v=o86LF64dEjY&feature=player_embedded4º- http://www.youtube.com/watch?v=rBKMHQZ79_I&feature=player_embedded
As consequênciasAs principais conseqüências de uma gravidez precoce refletem-se no campo psicossocial, pois os adolescentes não estão preparados para assumir as responsabilidades da paternidade.. A adolescente tem problemas emocionais devido a mudança rápida em seu corpo. A decepção dos pais ao receberem a notícia causa graves distúrbios emocionais nas adolescentesRisco à saúde da gestante e do feto pois, como na maioria dos casos a adolescente tenta esconder a gestação, o atendimento pré-natal é inadequado ou inexistente.Os preconceitos contra a adolescente gestante, que quebrou uma regra social tendo relações sexuais antes do casamento, é muito grande, vinda principalmente de pessoas mais velhas.A dúvida quanto a ter ou não este filho atinge a maior parte das adolescentes gravidas.
Depoimentos de aborto na adolescência“Eu tinha 18 anos e um corpinho lindo, sobrancelhas grandes, cabelos compridos e escuros. Começava minha carreira de cantora no rádio. Na minha primeira relação sexual fiquei grávida. Não podia contar para ninguém. Meus pais sempre foram muito severos e naquela época era uma perversão ter relação sexual sem se casar. Contei para uma amiga, uma vizinha. Ela soube de um local onde uma mulher fazia aborto. Ela não era médica. Numa sala pequena, sem anestesia, sem medicamento nenhum, fez a curetagem. A dor era tão intensa que ameacei gritar. Jamais vou esquecer-me daquela voz falando em tom alto e áspero para eu calar a boca. Voltei para casa e tive hemorragia por vários dias. Acabei em um hospital. Estava muito doente. Minha família nunca soube disso e foi ruim ter de esconder. Para ser mãe a gente tem de desejar ter um filho. Ele tem direito à vida, é verdade. Mas com amor dos pais, com condições para crescer com saúde e boa educação. Quem vai garantir isso? Um Estado falido, miserável e hipócrita? A Igreja? Nem pensar. Sou católica e até hoje não me arrependo do que fiz. Hoje tenho o Marcelo, a melhor coisa que me aconteceu. Estava casada e preparada para ter um filho. Sinto-me muito feliz.”

Gravidez na Adolescência

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    SEXUALIDADEA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIATRABALHO REALIZADO POR:DANIELA MATOS Nº8
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    RICARDO LEITAONº20INTRODUÇÃOOs númerossobre gravidez na adolescência aumentam a cada dia, trazendo um grande problema a sociedade, que supõe, nos jovens de hoje, um alto grau de informações sobre assuntos relacionados ao sexo.Infelizmente estas informações nem sempre são assimiladas e a gravidez precoce e indesejada torna-se um grande problema para adolescentes de todos os níveis sociais, embora afete em maior grau, as camadas de baixa renda.
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    GRAVIDEZ INDESEJADALAs gravidezesindesejadas infelizmente não são uma raridade hoje em dia mas nem por isso tem de ser interpretadas como algo negativo. Uma gravidez indesejada não significa que a mãe não deseje aquele filho e que não o vá amar quando este nascer. É sim uma gravidez imprevista que, na maior parte dos casos, é indesejada porque a mulher não tem apoio dos familiares, marido ou companheiro ou porque não tem quaisquer condições financeiras para ter a criança. São casos como estes em que a mãe pensa no aborto como solução.
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    Como acontece ?1º-o encontrohttp://www.youtube.com/watch?v=XrJWTvXzWPw&feature=player_embedded2º-http://www.youtube.com/watch?v=ZfVw7lqoRIk&feature=player_embedded3º- http://www.youtube.com/watch?v=o86LF64dEjY&feature=player_embedded4º- http://www.youtube.com/watch?v=rBKMHQZ79_I&feature=player_embedded
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    As consequênciasAs principaisconseqüências de uma gravidez precoce refletem-se no campo psicossocial, pois os adolescentes não estão preparados para assumir as responsabilidades da paternidade.. A adolescente tem problemas emocionais devido a mudança rápida em seu corpo. A decepção dos pais ao receberem a notícia causa graves distúrbios emocionais nas adolescentesRisco à saúde da gestante e do feto pois, como na maioria dos casos a adolescente tenta esconder a gestação, o atendimento pré-natal é inadequado ou inexistente.Os preconceitos contra a adolescente gestante, que quebrou uma regra social tendo relações sexuais antes do casamento, é muito grande, vinda principalmente de pessoas mais velhas.A dúvida quanto a ter ou não este filho atinge a maior parte das adolescentes gravidas.
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    Depoimentos de abortona adolescência“Eu tinha 18 anos e um corpinho lindo, sobrancelhas grandes, cabelos compridos e escuros. Começava minha carreira de cantora no rádio. Na minha primeira relação sexual fiquei grávida. Não podia contar para ninguém. Meus pais sempre foram muito severos e naquela época era uma perversão ter relação sexual sem se casar. Contei para uma amiga, uma vizinha. Ela soube de um local onde uma mulher fazia aborto. Ela não era médica. Numa sala pequena, sem anestesia, sem medicamento nenhum, fez a curetagem. A dor era tão intensa que ameacei gritar. Jamais vou esquecer-me daquela voz falando em tom alto e áspero para eu calar a boca. Voltei para casa e tive hemorragia por vários dias. Acabei em um hospital. Estava muito doente. Minha família nunca soube disso e foi ruim ter de esconder. Para ser mãe a gente tem de desejar ter um filho. Ele tem direito à vida, é verdade. Mas com amor dos pais, com condições para crescer com saúde e boa educação. Quem vai garantir isso? Um Estado falido, miserável e hipócrita? A Igreja? Nem pensar. Sou católica e até hoje não me arrependo do que fiz. Hoje tenho o Marcelo, a melhor coisa que me aconteceu. Estava casada e preparada para ter um filho. Sinto-me muito feliz.”