SEXUALIDADE Trabalho elaborado por: Joana Mateus Nº4 Rafaela Pinto Nº15 8ºA
“ A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.
Temas a Abordar Componentes da Sexualidade Biológica Psico-Afectiva Métodos Contraceptivos Preservativo Pílula Doenças Sexualmente Transmissíveis
COMPONENTES DA  SEXUALIDADE                                                                                                                                                                    
A nossa SEXUALIDADE engloba... O nosso corpo e o seu funcionamento;  A nossa identidade sexual;  As nossas orientações sexuais: homossexualidade, heterossexualidade ou bissexualidade; Os nossos valores sobre a vida, o amor e as pessoas que passam pelas nossas vidas; Responsabilidade.                                                       
O nosso corpo e o seu funcionamento;  A nossa identidade sexual;  As nossas orientações sexuais: homossexualidade, heterossexualidade ou bissexualidade; Os nossos valores sobre a vida, o amor e as pessoas que passam pelas nossas vidas; Responsabilidade. A nossa SEXUALIDADE engloba...
O nosso corpo...
Órgãos Sexuais Internos Femininos 1. Vagina  2. Ovário  3. Endométrio  4. Útero 5. Trompa de Falópio
Órgãos Sexuais Masculinos 1. Corpo Cavernoso  2. Corpo Esponjoso  3. Pénis  4. Uretra  5. Epidídimo 6. Glande 7. Testículo 8. Vesículas Seminais 9. Próstata 10. Bexiga
Um Projecto de Vida Sexualidade...
PROJECTO DE VIDA Desenvolvimento pessoal de um quadro de valores; Escolha de um curso ou ocupação profissional; Vivência da sexualidade Construção da identidade sexual Escolha de um parceiro(a) Responsabilidade Sexual
IDENTIDADE SEXUAL Identidade de Género   Feminino Masculino Papel de Género Orientação Sexual Homossexualidade Heterossexualidade Bissexualidade
RESPONSABILIDADE SEXUAL Saber respeitar os meus sentimentos e o meu corpo; Saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro; Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de gravidez e  Doenças Sexualmente Transmissíveis (DTS); Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa para ti e  para o(a) teu(tua) parceiro(a), e o que pretendem os dois com essa relação; É aceitar a complexidade e especificidade de cada um; É ver a comunicação do casal como um aspecto essencial da relação.
Iniciar a vida sexual é uma escolha, individual...  Ser responsável implica tomar decisões...  E porque somos diferentes tomamos decisões diferentes...
Toda a gente faz! Tu decides! NÃO!
“ Os relacionamentos constituem oportunidades de reflectir, aprender, reconhecer o valor dos afectos e preparar os jovens para projectos futuros de vida conjugal.”  (Rosa, 2001)
PLANEAMENTO  FAMILIAR
PLANEAMENTO FAMILIAR “ É uma certa maneira de pensar e viver, aceite pelos indivíduos e casais, com conhecimento das atitudes e decisões tomadas, a fim de promover a saúde e o bem-estar ...”  Organização Mundial de Saúde
O PLANEAMENTO FAMILIAR AJUDA O CASAL A:   Prevenir uma gravidez não desejada o que permite a vivência da sexualidade de uma forma gratificante Prevenir as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) como a Sida e a Hepatite B Escolher o método contraceptivo eficaz e mais adequado para o casal Ter acesso a exames de rastreio
Planeamento Familiar implica ... ... Responsabilidade Sexual!
POR ISSO: Quando decidires iniciar a tua vida sexual é altura de escolheres um método contraceptivo !
MÉTODOS  CONTRACEPTIVOS
MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Contracepção :  prevenção voluntária da concepção GRAVIDEZ
MÉTODOS CONTRACEPTIVOS   Hormonal Oral Injectável Implante Adesivo transdérmico Anel vaginal Barreira Preservativo Diafragma DIU Natura l Coito interrompido Método do calendário Método da temperatura Método de Billings (muco) Definitivos Laqueação vasectomia
Comprimido de composição  hormonal que impede a gravidez EFICÁCIA: 99,9 % PÍLULA
PÍLULA Mecanismo de acção: Inibição da ovulação Atrofia endometrial Espessamento do muco vaginal
PÍLULA   Vantagens: Elevada eficácia contraceptiva Regulariza o ciclo menstrual Atenua as dores menstruais Reduz o risco de cancro do ovário, do endométrio e da mama Reduz o acne Fácil de usar e barato Não interfere com o acto sexual
PÍLULA  Desvantagens: Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula Não protege contra as DST’s Aumento da tensão e sensibilidade mamária
PÍLULA   Como tomar? 1.º dia da menstruação Diariamente e à mesma hora 21 comprimidos 7 dias de pausa (quando ocorre o período) Recomeço de nova embalagem
PÍLULA  - precauções No caso de um esquecimento: Até às 12 horas  após a hora da toma normal deve-se tomar a pílula correspondente a esse dia; Quando o esquecimento for  além das 12 horas , deixar o comprimido que foi esquecido e continuar a toma da pílula, usando durante 7 dias outro método associado (preservativo).
PÍLULA  - precauções Usar outro método associado ainda nos casos de: Terapia com certos antibióticos Vómitos Diarreia
PÍLULA Não tomar em caso de: Tabagismo Gravidez/ suspeita de gravidez Varizes Hipertensão Diabetes Cancro Epilepsia
Contracepção de Emergência como actua? Bloqueia a ovulação Altera o muco cervical Altera o endométrio PÍLULA DO DIA SEGUINTE
Quando se deve utilizar: Quando se rompe um preservativo Quando se esquece da pílula  Em caso de violação Ou em qualquer outra situação de relação sexual não protegida PÍLULA DO DIA SEGUINTE
A pílula do dia seguinte não deve ser utilizada repetidamente A pílula do dia seguinte não é um método abortivo PÍLULA DO DIA SEGUINTE Atenção!
 
PRESERVATIVO EFICÁCIA: 97%
PRESERVATIVO   Evita a gravidez Protege das DST’s  (mas não é 100% seguro)
PRESERVATIVO Masculino:  Adapta-se ao pénis erecto antes de qualquer contacto genital. Introduzem-se na vagina antes de qualquer contacto genital. Feminino:
Vantagens: Protege contra as DSTs e respectivas consequências Não necessita de supervisão médica Fomenta o envolvimento masculino na contracepção e na prevenção das DSTs Pode contribuir para minimizar situações de ejaculação prematura Fácil de utilizar e não necessita de receita medica Preservativo masculino
Desvantagens: Embora raramente, em alguns indivíduos pode haver reacções alérgicas, ligadas ao látex ou ao lubrificante Se não for usado correctamente, pode rasgar durante o coito ou ficar retido na vagina Pode causar algum incómodo antes do acto sexual Preservativo masculino
Mecanismo de acção: Impossibilita que o espermatozóide penetre no ovulo impedindo assim a fecundação.  Preservativo masculino
COMO  COLOCAR O PRESERVATIVO?
A partir do momento que inicias a vida sexual: Trá-lo sempre contigo
Abre a embalagem com cuidado
Retira o ar do reservatório
Apertando o reservatório, coloca-o no pénis em erecção ANTES de qualquer contacto
Desenrola-o até à base do pénis
Logo após a ejaculação retira-o segurando-o pela base
Dá-lhe um nó e coloca-o no lixo
Preservativos lubrificados são mais confortáveis e eficientes. Prefere os que têm Espermicidas.
Não uses cremes, óleos ou vaselina juntamente com o preservativo
PRESERVATIVO MASCULINO Cuidados a ter: Verifica sempre a data de validade impressa na embalagem do preservativo. No caso de estar fora de prazo ou de a embalagem estar danificada, não utilizes esse preservativo Não abrir a embalagem com objectos cortantes Nunca deves usar um preservativo mais do que uma vez Conservar a embalagem em lugar fresco e sem contacto directo com o sol ou com temperaturas mais elevadas Guardar o preservativo em local adequado
MUITO IMPORTANTE! COITO INTERROMPIDO Interrupção do coito (penetração) antes da ejaculação NÃO É CONSIDERADO UM MÉTODO CONTRACEPTIVO!
Sê Responsável... Protege-te... Porque mais vale prevenir do que remediar!
DST’s São infecções contraídas através do acto sexual, com pessoas infectadas, seja ele vaginal, oral ou anal, e geralmente manifestam-se nos órgãos sexuais. DST... ... O que é??
Causadoras de epidemias mais ou menos graves, de um número crescente de mortes e de problemas como a infertilidade, a gravidez ectópica (fora do útero), as malformações fetais ou as infecções neonatais, para além dos problemas específicos decorrentes das próprias doenças  (Administração Regional de Saúde do Centro, 2003)
Fluidos corporais (sangue, esperma, secreções vaginais); Através da partilha de seringas e agulhas (infectadas); De mãe infectada para filho, durante a gravidez, o parto ou até durante a amamentação (ex. SIDA). Podem transmitir-se por:
NÃO  se transmitem por: Beijo no rosto Espirro Tosse Aperto de mão
Práticas sexuais de alto risco, em particular a relação anal e oral; Contactos sexuais ocasionais; Relações sexuais sem uso de preservativo; Contactos sexuais com vários  parceiros ou com alguém que os tenha. Factores que aumentam o risco de transmissão das DST’s:
Um atraso no diagnóstico e tratamento é perigoso. O risco de complicações e de transmissão aumentam com o passar do tempo. As DST’s podem progredir sem sintomas
A infecção por uma DST sugere também a possibilidade de uma infecção por outros organismos. Quando uma DST é indentificada, a avaliação diagnóstica para outras doenças deve ser realizada. Possibilidade de infecção por HIV, deve ser investigada SEMPRE que for diagnosticada uma DST.
Sinais e Sintomas: Corrimento ureteral  (saída de líquido viscoso pela uretra, geralmente purulento; pode estar associado a ardor  durante/após a ); Corrimento vaginal  (líquido viscoso, de odor característico; pode ser acompanhado de ardor  ou – dor durante a relação sexual); Lesões genitais  (pequenas feridas, úlceras ou verrugas que  surgem na região genital; /dolorosas).
E se não forem tratadas? Podem ser transmitidas ao parceiro sexual. As mães infectadas podem transmiti-las aos seus filhos. Podem alastrar-se, até aos órgãos reprodutores o que pode causar infertilidade tanto no homem como na mulher.
DST's causadas por Bactérias Gonorreia Clamídia Sífilis Úlcera mole Venérea Vírus SIDA Verrugas genitais Hepatite B Herpes Genitais Parasitas Pediculose Pública (chatos) Escabiose (Sarna) Tricomoníase  Urogenital
Gonorreia No homem Surge normalmente três dias após a relação sexual infectante. Manifesta-se por ardor ao urinar, corrimento amarelado ou pus no canal urinário, por vezes com cheiro fétido.   Na Mulher Na mulher, a infecção por gonococo localiza-se habitualmente no colo do útero e pode não provocar sintomas.
Clamídia No homem Aparece corrimento uretral escasso, ardor mais ou menos intenso ao urinar, sintomas estes mais frequentes.  Na mulher Na grande maioria dos casos, a infecção não produz sintomas, podendo ocasionar corrimento ligeiro
Sífilis Acompanha-se de um aumento dos gânglios linfáticos regionais (ínguas), que se tornam duros e geralmente não dolorosos. Na mulher, esta ferida ou ulceração pode localizar-se na vagina ou no colo do útero e, por isso, não é apercebida. Algumas semanas depois, mesmo sem tratamento, as feridas cicatrizam, mas a infecção continua no organismo. Semanas ou meses depois, aparecem manchas no corpo, que caracteristicamente atingem as palmas das mãos e plantas dos pés.
Úlcera mole venérea Manifesta-se por uma ou mais feridas com pus nos órgãos genitais, cerca de uma semana após o contacto infectante. São geralmente bastante dolorosas e acompanham-se de tumefacção dos gânglios regionais
SIDA O vírus pode permanecer adormecido sem produzir sintomas, durante muito tempo. A partir do momento que uma pessoa é infectado com o VIH, torna-se seropositivo e pode infectar outros. A pessoa pode ter o vírus muitos anos e nunca desenvolver sintomas. O VIH encontra-se no sangue, sémen e fluídos vaginais das pessoas infectadas Só através de análises ao sangue, efectuada 3 meses após o acto de risco, se pode saber se estamos ou não infectados.
Condiloma Aparecem como pequenas lesões salientes na pele, às vezes semelhantes aos "cravos" das mãos.  No homem Na mulher As verrugas localizam-se no pénis e/ou à volta do ânus.   Podem surgir à volta do ânus, na vulva, na vagina ou no colo do útero.
Hepatite B Doença que ataca o fígado. Pode ser transmitido através: Sangue Saliva Suor Corrimento vaginal Esperma Partilha de agulhas/seringas Mãe para filho
Sinais e Sintomas: Quando presentes, caracterizam-se por: Cansaço; Náuseas; Dores; Icterícia (pele e olhos amarelos e urina muito escura). EXISTE vacina para  PREVENÇÃO  desta doença!
Herpes genital A doença manifesta-se pelo aparecimento na área genital de pequenas manchas avermelhadas, com sensação de queimadura, sobre as quais surgem pequenas bolhas ou vesículas que ao fim de alguns dias rompem, ocasionando feridas que se cobrem de crostas.
Está frequentemente associada a falta de higiene e o seu contágio pode ser por contacto sexual ou através da roupa.  Provocam irritação e prurido, pigmentação cutânea, pequenas pápulas rosadas e lesões secundárias às arranhadelas.   Pediculose púbica
Os sintomas aparecem cerca de três semanas depois do contágio e as lesões localizam-se preferencialmente nas mãos, punhos, à volta dos mamilos, nos genitais e nádegas.  Escabiose
Trícomoniase urogenital As infecções por Tricomonas manifestam-se, nas mulheres, por um corrimento amarelado, por vezes de cheiro fétido, acompanhado de prurido intenso e ardor da vulva.   Nos homens estas infecções são na maioria dos casos assintomáticas, podendo haver ligeiro corrimento da uretra, por vezes com prurido.
Prevenção  das DST’s Mudança de comportamentos e responsabilidade Evitar sexo com muitos parceiros sexuais; Não são aconselhados actos sexuais violentos; Usar sempre o preservativo (que apesar de não ser 100% eficaz, é o método mais seguro); Relações sexuais com parceiros dos quais não se conhece o passado sexual, aumenta o risco de contrair uma infecção

Sexualidade1

  • 1.
    SEXUALIDADE Trabalho elaboradopor: Joana Mateus Nº4 Rafaela Pinto Nº15 8ºA
  • 2.
    “ A sexualidadeé uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.
  • 3.
    Temas a AbordarComponentes da Sexualidade Biológica Psico-Afectiva Métodos Contraceptivos Preservativo Pílula Doenças Sexualmente Transmissíveis
  • 4.
    COMPONENTES DA SEXUALIDADE                                                                                                                                                                    
  • 5.
    A nossa SEXUALIDADEengloba... O nosso corpo e o seu funcionamento; A nossa identidade sexual; As nossas orientações sexuais: homossexualidade, heterossexualidade ou bissexualidade; Os nossos valores sobre a vida, o amor e as pessoas que passam pelas nossas vidas; Responsabilidade.                                                       
  • 6.
    O nosso corpoe o seu funcionamento; A nossa identidade sexual; As nossas orientações sexuais: homossexualidade, heterossexualidade ou bissexualidade; Os nossos valores sobre a vida, o amor e as pessoas que passam pelas nossas vidas; Responsabilidade. A nossa SEXUALIDADE engloba...
  • 7.
  • 8.
    Órgãos Sexuais InternosFemininos 1. Vagina 2. Ovário 3. Endométrio 4. Útero 5. Trompa de Falópio
  • 9.
    Órgãos Sexuais Masculinos1. Corpo Cavernoso 2. Corpo Esponjoso 3. Pénis 4. Uretra 5. Epidídimo 6. Glande 7. Testículo 8. Vesículas Seminais 9. Próstata 10. Bexiga
  • 10.
    Um Projecto deVida Sexualidade...
  • 11.
    PROJECTO DE VIDADesenvolvimento pessoal de um quadro de valores; Escolha de um curso ou ocupação profissional; Vivência da sexualidade Construção da identidade sexual Escolha de um parceiro(a) Responsabilidade Sexual
  • 12.
    IDENTIDADE SEXUAL Identidadede Género Feminino Masculino Papel de Género Orientação Sexual Homossexualidade Heterossexualidade Bissexualidade
  • 13.
    RESPONSABILIDADE SEXUAL Saberrespeitar os meus sentimentos e o meu corpo; Saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro; Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de gravidez e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DTS); Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa para ti e para o(a) teu(tua) parceiro(a), e o que pretendem os dois com essa relação; É aceitar a complexidade e especificidade de cada um; É ver a comunicação do casal como um aspecto essencial da relação.
  • 14.
    Iniciar a vidasexual é uma escolha, individual... Ser responsável implica tomar decisões... E porque somos diferentes tomamos decisões diferentes...
  • 15.
    Toda a gentefaz! Tu decides! NÃO!
  • 16.
    “ Os relacionamentosconstituem oportunidades de reflectir, aprender, reconhecer o valor dos afectos e preparar os jovens para projectos futuros de vida conjugal.” (Rosa, 2001)
  • 17.
  • 18.
    PLANEAMENTO FAMILIAR “É uma certa maneira de pensar e viver, aceite pelos indivíduos e casais, com conhecimento das atitudes e decisões tomadas, a fim de promover a saúde e o bem-estar ...” Organização Mundial de Saúde
  • 19.
    O PLANEAMENTO FAMILIARAJUDA O CASAL A: Prevenir uma gravidez não desejada o que permite a vivência da sexualidade de uma forma gratificante Prevenir as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) como a Sida e a Hepatite B Escolher o método contraceptivo eficaz e mais adequado para o casal Ter acesso a exames de rastreio
  • 20.
    Planeamento Familiar implica... ... Responsabilidade Sexual!
  • 21.
    POR ISSO: Quandodecidires iniciar a tua vida sexual é altura de escolheres um método contraceptivo !
  • 22.
  • 23.
    MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Contracepção: prevenção voluntária da concepção GRAVIDEZ
  • 24.
    MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Hormonal Oral Injectável Implante Adesivo transdérmico Anel vaginal Barreira Preservativo Diafragma DIU Natura l Coito interrompido Método do calendário Método da temperatura Método de Billings (muco) Definitivos Laqueação vasectomia
  • 25.
    Comprimido de composição hormonal que impede a gravidez EFICÁCIA: 99,9 % PÍLULA
  • 26.
    PÍLULA Mecanismo deacção: Inibição da ovulação Atrofia endometrial Espessamento do muco vaginal
  • 27.
    PÍLULA Vantagens: Elevada eficácia contraceptiva Regulariza o ciclo menstrual Atenua as dores menstruais Reduz o risco de cancro do ovário, do endométrio e da mama Reduz o acne Fácil de usar e barato Não interfere com o acto sexual
  • 28.
    PÍLULA Desvantagens:Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula Não protege contra as DST’s Aumento da tensão e sensibilidade mamária
  • 29.
    PÍLULA Como tomar? 1.º dia da menstruação Diariamente e à mesma hora 21 comprimidos 7 dias de pausa (quando ocorre o período) Recomeço de nova embalagem
  • 30.
    PÍLULA -precauções No caso de um esquecimento: Até às 12 horas após a hora da toma normal deve-se tomar a pílula correspondente a esse dia; Quando o esquecimento for além das 12 horas , deixar o comprimido que foi esquecido e continuar a toma da pílula, usando durante 7 dias outro método associado (preservativo).
  • 31.
    PÍLULA -precauções Usar outro método associado ainda nos casos de: Terapia com certos antibióticos Vómitos Diarreia
  • 32.
    PÍLULA Não tomarem caso de: Tabagismo Gravidez/ suspeita de gravidez Varizes Hipertensão Diabetes Cancro Epilepsia
  • 33.
    Contracepção de Emergênciacomo actua? Bloqueia a ovulação Altera o muco cervical Altera o endométrio PÍLULA DO DIA SEGUINTE
  • 34.
    Quando se deveutilizar: Quando se rompe um preservativo Quando se esquece da pílula Em caso de violação Ou em qualquer outra situação de relação sexual não protegida PÍLULA DO DIA SEGUINTE
  • 35.
    A pílula dodia seguinte não deve ser utilizada repetidamente A pílula do dia seguinte não é um método abortivo PÍLULA DO DIA SEGUINTE Atenção!
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    PRESERVATIVO Evita a gravidez Protege das DST’s (mas não é 100% seguro)
  • 39.
    PRESERVATIVO Masculino: Adapta-se ao pénis erecto antes de qualquer contacto genital. Introduzem-se na vagina antes de qualquer contacto genital. Feminino:
  • 40.
    Vantagens: Protege contraas DSTs e respectivas consequências Não necessita de supervisão médica Fomenta o envolvimento masculino na contracepção e na prevenção das DSTs Pode contribuir para minimizar situações de ejaculação prematura Fácil de utilizar e não necessita de receita medica Preservativo masculino
  • 41.
    Desvantagens: Embora raramente,em alguns indivíduos pode haver reacções alérgicas, ligadas ao látex ou ao lubrificante Se não for usado correctamente, pode rasgar durante o coito ou ficar retido na vagina Pode causar algum incómodo antes do acto sexual Preservativo masculino
  • 42.
    Mecanismo de acção:Impossibilita que o espermatozóide penetre no ovulo impedindo assim a fecundação. Preservativo masculino
  • 43.
    COMO COLOCARO PRESERVATIVO?
  • 44.
    A partir domomento que inicias a vida sexual: Trá-lo sempre contigo
  • 45.
    Abre a embalagemcom cuidado
  • 46.
    Retira o ardo reservatório
  • 47.
    Apertando o reservatório,coloca-o no pénis em erecção ANTES de qualquer contacto
  • 48.
    Desenrola-o até àbase do pénis
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    Logo após aejaculação retira-o segurando-o pela base
  • 50.
    Dá-lhe um nóe coloca-o no lixo
  • 51.
    Preservativos lubrificados sãomais confortáveis e eficientes. Prefere os que têm Espermicidas.
  • 52.
    Não uses cremes,óleos ou vaselina juntamente com o preservativo
  • 53.
    PRESERVATIVO MASCULINO Cuidadosa ter: Verifica sempre a data de validade impressa na embalagem do preservativo. No caso de estar fora de prazo ou de a embalagem estar danificada, não utilizes esse preservativo Não abrir a embalagem com objectos cortantes Nunca deves usar um preservativo mais do que uma vez Conservar a embalagem em lugar fresco e sem contacto directo com o sol ou com temperaturas mais elevadas Guardar o preservativo em local adequado
  • 54.
    MUITO IMPORTANTE! COITOINTERROMPIDO Interrupção do coito (penetração) antes da ejaculação NÃO É CONSIDERADO UM MÉTODO CONTRACEPTIVO!
  • 55.
    Sê Responsável... Protege-te...Porque mais vale prevenir do que remediar!
  • 56.
    DST’s São infecçõescontraídas através do acto sexual, com pessoas infectadas, seja ele vaginal, oral ou anal, e geralmente manifestam-se nos órgãos sexuais. DST... ... O que é??
  • 57.
    Causadoras de epidemiasmais ou menos graves, de um número crescente de mortes e de problemas como a infertilidade, a gravidez ectópica (fora do útero), as malformações fetais ou as infecções neonatais, para além dos problemas específicos decorrentes das próprias doenças (Administração Regional de Saúde do Centro, 2003)
  • 58.
    Fluidos corporais (sangue,esperma, secreções vaginais); Através da partilha de seringas e agulhas (infectadas); De mãe infectada para filho, durante a gravidez, o parto ou até durante a amamentação (ex. SIDA). Podem transmitir-se por:
  • 59.
    NÃO setransmitem por: Beijo no rosto Espirro Tosse Aperto de mão
  • 60.
    Práticas sexuais dealto risco, em particular a relação anal e oral; Contactos sexuais ocasionais; Relações sexuais sem uso de preservativo; Contactos sexuais com vários parceiros ou com alguém que os tenha. Factores que aumentam o risco de transmissão das DST’s:
  • 61.
    Um atraso nodiagnóstico e tratamento é perigoso. O risco de complicações e de transmissão aumentam com o passar do tempo. As DST’s podem progredir sem sintomas
  • 62.
    A infecção poruma DST sugere também a possibilidade de uma infecção por outros organismos. Quando uma DST é indentificada, a avaliação diagnóstica para outras doenças deve ser realizada. Possibilidade de infecção por HIV, deve ser investigada SEMPRE que for diagnosticada uma DST.
  • 63.
    Sinais e Sintomas:Corrimento ureteral (saída de líquido viscoso pela uretra, geralmente purulento; pode estar associado a ardor durante/após a ); Corrimento vaginal (líquido viscoso, de odor característico; pode ser acompanhado de ardor ou – dor durante a relação sexual); Lesões genitais (pequenas feridas, úlceras ou verrugas que surgem na região genital; /dolorosas).
  • 64.
    E se nãoforem tratadas? Podem ser transmitidas ao parceiro sexual. As mães infectadas podem transmiti-las aos seus filhos. Podem alastrar-se, até aos órgãos reprodutores o que pode causar infertilidade tanto no homem como na mulher.
  • 65.
    DST's causadas porBactérias Gonorreia Clamídia Sífilis Úlcera mole Venérea Vírus SIDA Verrugas genitais Hepatite B Herpes Genitais Parasitas Pediculose Pública (chatos) Escabiose (Sarna) Tricomoníase Urogenital
  • 66.
    Gonorreia No homemSurge normalmente três dias após a relação sexual infectante. Manifesta-se por ardor ao urinar, corrimento amarelado ou pus no canal urinário, por vezes com cheiro fétido. Na Mulher Na mulher, a infecção por gonococo localiza-se habitualmente no colo do útero e pode não provocar sintomas.
  • 67.
    Clamídia No homemAparece corrimento uretral escasso, ardor mais ou menos intenso ao urinar, sintomas estes mais frequentes. Na mulher Na grande maioria dos casos, a infecção não produz sintomas, podendo ocasionar corrimento ligeiro
  • 68.
    Sífilis Acompanha-se deum aumento dos gânglios linfáticos regionais (ínguas), que se tornam duros e geralmente não dolorosos. Na mulher, esta ferida ou ulceração pode localizar-se na vagina ou no colo do útero e, por isso, não é apercebida. Algumas semanas depois, mesmo sem tratamento, as feridas cicatrizam, mas a infecção continua no organismo. Semanas ou meses depois, aparecem manchas no corpo, que caracteristicamente atingem as palmas das mãos e plantas dos pés.
  • 69.
    Úlcera mole venéreaManifesta-se por uma ou mais feridas com pus nos órgãos genitais, cerca de uma semana após o contacto infectante. São geralmente bastante dolorosas e acompanham-se de tumefacção dos gânglios regionais
  • 70.
    SIDA O víruspode permanecer adormecido sem produzir sintomas, durante muito tempo. A partir do momento que uma pessoa é infectado com o VIH, torna-se seropositivo e pode infectar outros. A pessoa pode ter o vírus muitos anos e nunca desenvolver sintomas. O VIH encontra-se no sangue, sémen e fluídos vaginais das pessoas infectadas Só através de análises ao sangue, efectuada 3 meses após o acto de risco, se pode saber se estamos ou não infectados.
  • 71.
    Condiloma Aparecem comopequenas lesões salientes na pele, às vezes semelhantes aos "cravos" das mãos. No homem Na mulher As verrugas localizam-se no pénis e/ou à volta do ânus. Podem surgir à volta do ânus, na vulva, na vagina ou no colo do útero.
  • 72.
    Hepatite B Doençaque ataca o fígado. Pode ser transmitido através: Sangue Saliva Suor Corrimento vaginal Esperma Partilha de agulhas/seringas Mãe para filho
  • 73.
    Sinais e Sintomas:Quando presentes, caracterizam-se por: Cansaço; Náuseas; Dores; Icterícia (pele e olhos amarelos e urina muito escura). EXISTE vacina para PREVENÇÃO desta doença!
  • 74.
    Herpes genital Adoença manifesta-se pelo aparecimento na área genital de pequenas manchas avermelhadas, com sensação de queimadura, sobre as quais surgem pequenas bolhas ou vesículas que ao fim de alguns dias rompem, ocasionando feridas que se cobrem de crostas.
  • 75.
    Está frequentemente associadaa falta de higiene e o seu contágio pode ser por contacto sexual ou através da roupa. Provocam irritação e prurido, pigmentação cutânea, pequenas pápulas rosadas e lesões secundárias às arranhadelas. Pediculose púbica
  • 76.
    Os sintomas aparecemcerca de três semanas depois do contágio e as lesões localizam-se preferencialmente nas mãos, punhos, à volta dos mamilos, nos genitais e nádegas. Escabiose
  • 77.
    Trícomoniase urogenital Asinfecções por Tricomonas manifestam-se, nas mulheres, por um corrimento amarelado, por vezes de cheiro fétido, acompanhado de prurido intenso e ardor da vulva. Nos homens estas infecções são na maioria dos casos assintomáticas, podendo haver ligeiro corrimento da uretra, por vezes com prurido.
  • 78.
    Prevenção dasDST’s Mudança de comportamentos e responsabilidade Evitar sexo com muitos parceiros sexuais; Não são aconselhados actos sexuais violentos; Usar sempre o preservativo (que apesar de não ser 100% eficaz, é o método mais seguro); Relações sexuais com parceiros dos quais não se conhece o passado sexual, aumenta o risco de contrair uma infecção