A EXPERIÊNCIA DA DOR NO MINISTÉRIO PASTORAL                                                                       Rev. Moi...
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7                      MOISÉS COELHO CASTRO                          Breve CurrículoTenho 38 anos, sou casado com Eliza Ma...
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  1. 1. A EXPERIÊNCIA DA DOR NO MINISTÉRIO PASTORAL Rev. Moisés Coelho Castro moshecastro@gmail.com Dez anos e seis meses de ministério pastoral em uma mesma igreja representamum tempo sugestivo para uma parada estratégica e necessária. Após ter vivido diversasexperiências durante todos esses anos, sinto-me impulsionado a empreender uma jornadaauto-reflexiva em busca de compreensões, respostas e caminhos alternativos para acontinuidade do exercício ministerial. Para esta reflexão escolhi uma dessas experiências que têm marcado a minhapraxis1 ministerial, exercida no tempo, no espaço e em meio à vida humana. Esta vida que,aos olhos do poeta, “não pára”2, lançando-me sobre as tramas e teias da existência humana.“Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma; até quando o corpo pede um poucomais de alma; a vida não pára”3. Nessa mesma veia poética, falando sobre a beleza eimportância do tempo, Rubem Alves adverte em seu Tempus Fugit: “Quem sabe que otempo está fugindo descobre, subitamente, a beleza única do momento que nunca maisserá...”4 Preciso, então, valorizar e aproveitar o tempo que Deus tem me concedido paraviver em meio à vida das pessoas, experimentar suas experiências e chorar suas dores.Refletir sobre isso, hoje, é compreender o que é tempus fugit. A experiência a que me refiro, como o próprio título deste trabalho especifica,trata-se da convivência com a dor, que tanto pode ser a minha própria dor, enquanto pastore ser humano inserido em um universo de aflições (Jo 16.33), como bem pode ser a doralheia, do próximo, com a qual tenho me confrontado no exercício do aconselhamento1 Mantenho o termo original por compreender, na linha de Aristóteles e juntamente com Groome, que “Praxisé a ação ética decidida, intencional e reflexivamente escolhida.” Nesta acepção, “praxis inclui sempre‘momentos gêmeos’ – ação (isto é, participação) e reflexão, mas não separadas entre si; é ação praticadareflexivamente, e reflexão sobre o que se faz.” As citações foram extraídas de: GROOME, Thomas H.Educação religiosa cristã: compartilhando nosso caso e visão. São Paulo: Paulinas, 1985, p. 229 e 233.2 Faço referência ao poema “Paciência” de Lenine e Dudu Falcão, selecionado em: BORGATTO, Ana M.Trinconi, BERTINI, Teresinha Costa H. e MARCHESI, Vera Lúcia de Carvalho (Orgs.). Antologia PoéticaNestlé. São Paulo: Fundação Nestlé de Cultura, 2002, p. 15.3 Ibid.4 ALVES, Rubem. Tempus Fugit. São Paulo: Paulus, 1990, p. 11.
  2. 2. 2pastoral, nas visitas aos enfermos e angustiados, nas casas, nos hospitais, nos púlpitos e emdiversos lugares por onde transito, não como habitante, mas como passageiro convidadoou, até mesmo, como clandestino, viajando sem pedir licença e introduzindo-me “sub-repticiamente” na vida e no cotidiano das pessoas. A dor que tenho sentido e que agora reflito talvez seja da mesma intensidadedaquela experimentada pelo profeta Jeremias, tão bem externada em seu desabafo: “Porque dura a minha dor continuamente, e a minha ferida me dói e não admite cura?” (Jr15.18). Uma dor que é constante, não vai embora, permanece diante dos meus olhos todosos dias; a dor que o ministério pastoral me obriga a ver, a sentir e a enfrentar com realismo,com fé, com esperança e, acima de tudo, com amor; a dor que me desafia a fugir àsarmadilhas da apatia e do conformismo, afinal de contas tenho visto essa dor todos os diasnos olhos dos doentes, dos enlutados, dos abandonados, dos traídos, dos humilhados, dosalcoolizados, dos deprimidos e de todos aqueles e aquelas que me procuram para umaoração, que me encontram para ouvir os meus sermões aos domingos ou que me sãoapresentados todos os dias na labuta pastoral. Dor e sofrimento que não são maus, mas que,por ocorrerem continuamente diante dos meus olhos, podem me levar à indiferença, àapatia. A esse respeito, Moltmann afirma que O mal e o sofrimento não são maus, mas a indiferença. Insensíveis esquecemo-nos dos acontecimentos desagradáveis. Não notamos que os jovens desempregados se multiplicam. Não percebemos que, sem esperança, entregam-se às drogas e se viciam. Acostumamo-nos a vê-los roubando para comprar “a matéria-prima” de seus falsos sonhos. Não mais nos alarmamos quando, à luz do dia, vemos assaltos ou atropelamentos. Ninguém se espanta. E assim o mal se expande como um tumor no corpo doente. Amplia-se o círculo diabólico da pobreza, do desemprego, da criminalidade e das prisões. Por quê? Porque, simplesmente, não paramos para pensar, e não nos deixamos impressionar. Aceitamos a brutalidade. Não queremos admitir a miséria dos outros. Evitamos, destarte, sofrer com eles. Perdemos a paixão pela vida.5 Minha reflexão sobre a experiência da dor no ministério pastoral, apresentadaneste texto, possui dois propósitos: em primeiro lugar, quer ser uma contribuição ao Fórumde Reflexão Ministerial no 5 Congresso Brasileiro de Teologia Vida Nova; em segundolugar, quer ser uma reflexão pessoal de uma parte da minha experiência ministerial com ointuito de me auxiliar na busca e realização de minha vocação, que além de me confrontarcom a realidade e existência de muitos seres humanos, também me desafia a empreender5 MOLTMANN, Jürgen. Paixão pela vida. São Paulo: Aste, 1978, p. 11. Essa obra reúne as conferênciaspronunciadas pelo teólogo de Tübingen, em diversas escolas de teologia, quando esteve no Brasil, emsetembro de 1977.
  3. 3. 3uma busca de mim mesmo, do meu “eu-em-construção”, visto que, enquanto pessoa,jamais estarei pronto, acabado. Dessa forma, unindo experiência individual e experiênciacoletiva estarei dando um importante passo para não perder a “paixão pela vida”. A consciência da vocação e a atuação pastoral me empurram na direção de umabusca existencial, que e envolve a todos os seres humanos e me faz cantar a cançãoCaçador de mim, eternizada pela voz de Milton Nascimento: “Por tanto amor, por tantaemoção, a vida me fez assim: manso ou feroz, louco ou atroz, eu, caçador de mim”6.Indubitavelmente, cada ser, em todo o mundo, está à procura de si mesmo. Não basta estarno mundo, é preciso ser no mundo. Para tanto, como todos os seres humanos, eu precisoempreender, sempre, a busca por mim mesmo para provocar o que Heidegger denomina“des-ocultação do Ser”7. Tentando viver e compreender essa busca existencial, desafiado pela minhavocação, apresento esta reflexão a respeito de um aspecto do meu próprio ministério,exclusivamente, em primeira pessoa, fugindo-me da frieza da linguagem científica, porquenão desejo qualquer distância do objeto refletido, ao contrário, prezo pela aproximação,quero estar bem perto daquilo que me toca e me confronta, fazendo-me derramar lágrimase apertar o peito à experiência da dor. Por ser um reflexo da minha praxis ministerial, dou prioridade à experiência efaço uso limitado e parcimonioso de conteúdos e expressões teológicos. Com isso nãoquero diminuir a teologia e exaltar a experiência, mas reconhecer que a principal evidênciade que sou um pastor não é a minha teologia, que dá sentido e significado ao que faço, masa prática ministerial refletida em minha experiência através daquilo que faço. Nessesentido, guardadas as devidas proporções, lembro-me de Campbell: Dizem que o que todos procuramos é um sentido para a vida. Não penso que seja assim. Penso que o que estamos procurando é uma experiência de estar vivos, de modo que nossas experiências de vida, no plano puramente físico, tenham ressonância no interior do nosso ser e da nossa realidade mais íntimos, de modo que realmente sintamos o enlevo de estar vivos. 86 MAGRÃO, Sérgio; SÁ, Luiz Carlos (Compositores). Em: NASCIMENTO, Milton. Minha História. Rio deJaneiro: Polygram do Brasil, s.d. 1 CD (1:00’08”). Faixa 11.7 Cf.: HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. 2 vols. Petrópolis: Vozes, 1997.8 CAMPBELL, Joseph. O poder do mito. Joseph Campbell, com Bill Moyers; org. por Betty Sue Flowers.Trad. Carlos Felipe Moisés. São Paulo: Palas Athena, 1990, p. 3.
  4. 4. 4 Como pastor, sou chamado por Deus a colocar-me ao lado das pessoas a fim deorientá-las e ajudá-las na busca da superação, da resistência e da perseverança. Além desentir e enfrentar minhas próprias dores, tenho que sentir e enfrentar a dor alheia. A mim,pastor, não me basta a própria experiência de dor, pois estou inserido no universo dasexperiências das dores da humanidade que me cerca; sou interpelado, diariamente, pelosolhares das “ovelhas aflitas e exaustas” (Mt 9.36). Com o intuito de tornar claros os meus propósitos, apresento essa reflexãoprocurando evidenciar três momentos distintos que se misturam nas tramas e teias daexperiência da dor. Primeiramente, preciso falar da dor alheia, aquela que as pessoas dividem comigo,deliberadamente ou não, na minha caminhada pastoral. Dor que não se cala e que me fazlembrar das palavras do Rev. Élben Lenz César, que me foram ditas quando, juntos,compartilhávamos nossas dores à mesa de refeições no último dia do 4 Congresso deTeologia Vida Nova, em 2006: “Dor dividida é dor diminuída”. De fato, o pastor échamado a receber a parte que lhe cabe das dores alheias. A dor dos cânceres queacometem crianças, jovens, adultos e velhos. A dor e a angústia maior9, que me fazlembrar daquela menina, que aos cinco ou seis anos de idade passou a lutar contra umcâncer na cabeça. Como foi difícil e dolorido ter que acompanhar essa dor no limiar domeu ministério. Mais difícil, ainda, foi ter que realizar o primeiro e, até hoje, único ofíciofúnebre de uma criança que sempre esperou a cura. Como ser pastor diante de tamanhador? Como ter que falar quando a dor alheia insiste em me fazer calar? O mesmo câncerque levou a menina, também, levou ao extremo da dor dois irmãos em tempos diferentes,mas nas mesmas condições, fazendo-os definhar, exaurindo-lhes todas as forças. E euestive com eles até ao fim. O que dizer da dor de uma mesma família, que teve a mãe, opai, a filha mais velha e a filha mais nova dizimados por cânceres diferentes, em anosdiferentes e, agora, o neto mais velho, o filho da irmã mais velha descobre, também, umtipo diferente de câncer em seu corpo. Que dor essa família não tem enfrentado? Queinsegurança? Quem será o próximo? Como aguardar a dor que ainda virá? Em segundo lugar, preciso falar da minha própria experiência de dor, enfrentada eresistida dia-a-dia com minha esposa, Eliza e meus dois filhos, Laila e Pedro, aqueles aquem dedico este trabalho, por caminharem ao meu lado pela via dolorosa. Essa dor veio9 Poderia ter usado outros exemplos, como o desemprego, a traição, as drogas e outras doenças, mas escolhi ocâncer por ser o mal que mais tem causado angústia, insegurança e medo na vida das minhas ovelhas.
  5. 5. 5uma semana após ter pregado um sermão, baseado em Jó 40 e 41, com o título “A respostade Deus a Jó do meio de um redemoinho”, quando mostrei à igreja que, muitas vezes,diante da dor, Deus responde perguntando, pois, no caso de Jó, Deus responde ao homemde dores com cinqüenta e três perguntas. Naquele domingo, falei sobre o silêncio de Deusdiante das dores humanas; no domingo seguinte, no mesmo instante do culto, nascia o meufilho Pedro, um lindo garoto portador da Síndrome de Down. Por quê? A dor da minhaesposa, a minha dor, incertezas, fragilidades, frustrações e lágrimas se misturando de umavez só. Aprendi, de fato, o que é prantear, chorar até as lágrimas não escorrerem mais dosolhos. Hoje, meu filho está lindo, crescendo e se desenvolvendo, pela graça de Deus, alémdas expectativas, provocando muitos risos e alegrias. Deus tem planos para minha família,pois tem mostrado os caminhos. Não obstante os risos, as alegrias e a consciência dosplanos de Deus, continuo a sentir a mesma dor, a mesma insegurança, os mesmos medos ea ausência de algumas respostas. Sou homem e continuo a questionar: Por quê? Por último, gostaria de dizer que, para a dor alheia e para a minha própria dor, amelhor alternativa de enfrentamento, resistência e superação que tenho encontrado em meuministério tem sido a pregação da Palavra de Deus. Este aspecto do meu ministério tem setornado refrigério para mim e para os meus ouvintes nos momentos difíceis deenfrentamento das dores. Através da pregação, Deus tem me feito unir o horizonte da vidaao horizonte da Palavra; a realidade da dor à realidade antecipada e esperada pela fé; odesespero humano à esperança divina. Através da pregação na força do Espírito, tenhoconseguido enfrentar minha dor de frente, passar pelo silêncio de Deus, mas, acima detudo, encher-me de esperança, porque se não tenho respostas que satisfazem, a Palavra deDeus me mostra que ele está comigo em minha dor, seja ela qual for. Essa experiência, quetenho levado ao púlpito, também, tem-me feito comunicar à igreja que “a tribulação produzperseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança” (Rm 5.3-4). O ministério pastoral tem me feito ver que na experiência da dor não estousozinho, mas em companhia do mundo inteiro. Todas as pessoas enfrentam dor, em maiorou menor grau e por razões diversas. Não há no mundo ninguém sem angústias ou isentode dores. Afinal de contas, como o próprio Jesus ensinou, enfrentar aflições é anormalidade da vida. Como diz Jonathan Menezes, fazendo uma leitura do pensamento deHenri Nouwen, “Ele [Jesus] não veio eliminar as dores, mas ajudar-nos a enfrentá-las com
  6. 6. 6o realismo e a esperança que a vida nesse mundo requer, na perspectiva da graça e do amorde Deus”10. Um dos principais desafios do Ministério da Palavra, em seu caráter profético, éoferecer, sempre, uma pregação que se transforme em alternativa. Como afirmaBrueggemann, “A função do ministério profético é alimentar, nutrir, fazer surgir umaconsciência e uma percepção alternativa” 11, é claro, da realidade. Nesse sentido, a pregaçãoé a principal ferramenta do pastor, que o capacita a oferecer essa alternativa às pessoas noenfrentamento, resistência e superação da dor. Não apenas porque a Palavra podetransformar o mundo, mas porque “Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas detoda palavra que procede da boca de Deus.” (Mt 4.4). A pregação da Palavra de Deus tem sido uma ferramenta imprescindível ao meupastorado, pois tem me feito cumprir o ministério da consolação nos moldes de Isaías 40.1-2: “Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém”. Defato, somente a Palavra de Deus, quando dita, é capaz de falar aos corações de homens emulheres que se encontram em seus desertos, vales, montes e em seus “Getsêmanis”,povoados por suas dores. À dimensão da dor e do desespero humano tenho apresentado, todos os domingosnos púlpitos, a dimensão da esperança, gerada, nutrida e preservada pela Palavra de Deus. E, dessa forma, tenho me encontrado como pastor e homem que vive em meio àsdores do próximo e se sente desafiado a enfrentar a própria dor com a Palavra, além de sever, sempre, fortalecido em suas fraquezas pela graça de Deus. Ao concluir este texto, sei que estou “avançando para as coisas que diante de mimestão e prosseguindo para o alvo” (Fl 3.13-14). Essa consciência me faz lembrar aspalavras do cantador François Silvestre, das quais me aproprio em paráfrase para finalizar: “Só é pastor quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra, a marca de sangue de seus mortos e a certeza de luta de seus vivos...”1210 MENEZES, Jonathan. Espiritualidade para o século XXI: o pensamento de Henri Nouwen. Disponível em:<http://www.ftl.org.br/index2.php?option=com_content&task=view&id=59&pop=1&pag...> Acessado em 6de junho de 2007.11 BRUEGGEMANN, Walter. Imaginação profética. São Paulo: Paulinas, 1983 p. 12.12 Verso original: “Só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra, a marca de sangue de seusmortos e a certeza de luta de seus vivos...” Cf. ARANTANHA, Mário de (Produtor). Elomar, GeraldoAzevedo, Vital Farias, Xangai – Cantoria 1. Rio de Janeiro: Kuarup, 1984. 1 CD. Encarte.
  7. 7. 7 MOISÉS COELHO CASTRO Breve CurrículoTenho 38 anos, sou casado com Eliza Mary Moisés Castro e temos doisfilhos: Laila Moisés Castro (4 anos) e Pedro Moisés Castro (1 ano). Soupastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, ordenado pelo Presbitério Vale doRio Grande em 29 de dezembro de 1996; atuo como pastor da IgrejaPresbiteriana de Passos (Passos/MG) desde o ano de 1997; sou Mestre emTeologia, na área de Antigo Testamento, pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (2003), em São Paulo/SP; Bacharel em Teologiapelo Seminário Presbiteriano do Sul (1996), em Campinas/SP; Bacharel emDireito pela Faculdade de Direito de Passos – FESP/UEMG (2005), emPassos/MG; atuei como professor de Teologia do Novo Testamento eIntrodução ao Novo Testamento, no ano de 2002, no Seminário Presbiterianodo Sul, em Campinas/SP; fui convidado, recentemente, para lecionar Filosofiana Faculdade de Serviço Social de Passos – FESP/UEMG, em Passos/MG.Endereço Residencial:Av. dos Expedicionários, 39, Ap. 60237900-130, Centro, Passos/MG(35) 3522-6093moshecastro@gmail.comEndereço Eclesiástico:Igreja Presbiteriana de PassosRua Cel. Neca Medeiros, 13337900-970, Centro, Passos/MG(35) 3521-6046

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