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Cemec - AULA 1 Agosto 2014| Novos Paradigmas de Financiamento do Setor | Minom Pinho | As transformações do mercado e novas modalidades de financiamento de iniciativas culturais e criativas. Diálogo e laboratório.

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O curso Fontes de Financiamento aborda as múltiplas modalidades de financiamento e estudos de viabilidade para empreendimentos culturais e criativos. A partir dos projetos/negócios ou iniciativas trazidas pelos alunos, o conteúdo contempla os elementos principais do projeto e as modalidades possíveis de financiamento diante das mudanças recentes no mercado. Patrocínio direto ou incentivado, editais e fundos públicos, investimento social privado, capital semente e investimento-anjo, além de modalidades colaborativas e coempreendedoras (mesh/crowdfunding), além da venda de serviços e produtos relacionados ao empreendimento, integram as modalidades apresentadas e experimentadas durante o curso. Serão realizados laboratórios práticos aplicados aos empreendimentos trazidos pelo grupo de alunos e suas diversas possibilidades de financiamento.

Coordenado por Minom Pinho, Fontes de Financiamento é direcionado a empreendedores sociais, culturais e criativos, gestores públicos e privados de cultura, gestores do terceiro setor, produtores culturais, agentes culturais, pesquisadores e estudantes universitários.

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Cemec - AULA 1 Agosto 2014| Novos Paradigmas de Financiamento do Setor | Minom Pinho | As transformações do mercado e novas modalidades de financiamento de iniciativas culturais e criativas. Diálogo e laboratório.

  1. 1. Curso: ! Fontes de Financiamento - Empreendimentos Culturais e Criativos! ! Aula 1 ! NOVOS PARADIGMAS DE FINANCIAMENTO DO SETOR! Minom Pinho! ! As transformações do mercado e novas modalidades de financiamento de iniciativas culturais e criativas. Diálogo e laboratório.! ! !
  2. 2. cultura cul.tu.ra! sf (lat cultura) 1 Ação, efeito, arte ou maneira de cultivar a terra ou certas plantas. 2 Terreno cultivado. 3 Biol Propagação de microrganismos ou cultivação de tecido vivo em um meio nutritivo preparado. 4 Biol Produto de tal cultivação. 5 Biol O meio junto com o material cultivado. 6 Utilização industrial de certas produções naturais. 7 Aplicação do espírito a uma coisa; estudo. 8 Desenvolvimento que, por cuidados assíduos, se dá às faculdades naturais. 9 Desenvolvimento intelectual. 10 Adiantamento, civilização. 11 Apuro, esmero, elegância. 12 V culteranismo. 13 Sociol Sistema de idéias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade. 14 Antrop Estado ou estágio do desenvolvimento cultural de um povo ou período, caracterizado pelo conjunto das obras, instalações e objetos criados pelo homem desse povo ou período; conteúdo social. 15 Arqueol Conjunto de remanescentes recorrentes, como artefatos, tipos de casas, métodos de sepultamento e outros testemunhos de um modo de vida que diferenciam um grupo de sítios arqueológicos.
  3. 3. criatividade A criatividade é a faculdade/habilidade de criar ou o potencial criativo. Consiste em encontrar métodos ou objectos para executar tarefas de uma maneira nova ou diferente do habitual, com a intenção de satisfazer um propósito. A criatividade permite cumprir os desejos de forma mais rápida, fácil, eficiente ou económica.! À criação de novas ideias e conceitos também se dá o nome de inventividade, pensamento original, pensamento divergente ou imaginação construtiva. Trata-se de conceitos que implicam o ato de inventar algo novo, a capacidade de encontrar soluções originais e a vontade de mudar o mundo.! Com base em diversos ramos e disciplinas, a ciência tem vindo a estudar a criatividade, em busca de objetivos e termos lógicos precisos. A inventividade pode ser considerada do ponto de vista técnico, como um processo, como uma característica da personalidade ou como um produto.! Para a psicologia, o pensamento divergente é uma atividade contida pela imaginação, que consiste em realizar algo novo ou de forma diferente. Muitos especialistas têm analisado a relação entre a criatividade e a inteligência.! Para a sociologia, no que lhe diz respeito, a imaginação construtiva surge a partir da intervenção de três variáveis: o campo (os grupos sociais), o domínio(a área ou a disciplina) e o indivíduo. Isto significa que uma pessoa realiza transformações num domínio, que são avaliadas pelos grupos sociais.
  4. 4. A CULTURA DE CADA UM, A CULTURA DE TODOS História, memória e legado ! ! A história pessoal x história coletiva! ! Os empreendimentos expressam a cultura de cada um(ou de um grupo de artistas/empreendedores) e encontram sentidos/ propósitos) coletivos na cultura compartilhada!
  5. 5. PANORAMA RECENTE 1991- Lei Rouanet, Lei do Audiovisual -> Patrocínio Empresarial Incentivado;! ! Década de 90 - Crescimento do Terceiro Setor no Brasil -> Investimento Social Privado! ! Início do Milênio - Incremento nos investimentos e políticas de Sustentabilidade! ! 1995 - Barateamento do PCs e democratização do acesso à internet:! Revolução Digital, Era do Conhecimento, Cidadania Digital, Cultura Livre! ! 2003 - Programa Cultura Viva e Pontos de Cultura -> ! Brasil torna-se referência mundial em Política Cultural. ! Valorização, proteção e preservação da Diversidade. ! Direitos Culturais, Cidadania Cultural, Democratização e Acesso Cultural.! ! 2006 – Convenção da UNESCO – Diversidade Cultural como Valor! ! 2008 - Relatório Economia Criativa, UNCTAD.! ! 2011 – Secretaria de Economia Criativa, MINC! ! 2012 - PLANO NACIONAL DE CULTURAL! !
  6. 6. alguns conceitos e referencias ! RESPONSABILIDADE SOCIAL ! ! Segundo o Livro Verde da Comissão Europeia (2001), a responsabilidade social é um conceito segundo o qual, as empresas decidem, numa base voluntária, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo. Com base nesse pressuposto, a gestão das empresas não pode, e/ou não deve, ser norteada apenas para o cumprimento de interesses dos proprietários das mesmas, mas também pelos de outros detentores de interesses como, por exemplo, os trabalhadores, as comunidades locais, os clientes, os fornecedores, as autoridades públicas, os concorrentes e a sociedade em geral. Afirma Carlos Cabral-Cardoso (2002) que o conceito de responsabilidade social deve ser entendido a dois níveis. O nível interno relaciona-se com os trabalhadores e, mais genericamente, a todas as partes interessadas afetadas pela empresa e que, por seu turno, podem influenciar no alcance de seus resultados. O nível externo tem em conta as conseqüências das ações de uma organização sobre os seus componentes externos, nomeadamente, o ambiente, os seus parceiros de negócio e meio envolvente. ! ! informações completas e indicadores: www.ethos.org.br!
  7. 7. !!!! alguns conceitos e referencias INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO - ISP (www.gife.org.br)! Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público.! ! Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias, comunidades ou indivíduos.! ! Os elementos fundamentais - intrínsecos ao conceito de investimento social privado – que diferenciam essa prática das ações assistencialistas são:! ! • preocupação com planejamento, monitoramento e avaliação dos projetos;! ! • estratégia voltada para resultados sustentáveis de impacto e transformação social;! ! • envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação.! ! O Investimento Social Privado pode ser alavancado por meio de incentivos fiscais concedidos pelo poder público e também pela alocação de recursos não-financeiros e intangíveis.! !!!!!!
  8. 8. O QUE É ECONOMIA CRIATIVA?! ! ! Uma produção que valoriza a singularidade, o simbólico e aquilo que é intangível: a criatividade. Esses são os três pilares da economia criativa. Embora esse conceito venha sendo amplamente discutido, defini-lo é um processo em elaboração, pois envolve contextos culturais, econômicos e sociais diferentes.! ! ANA CARLA FONSECA REIS! Economia criativa : como estratégia de desenvolvimento : uma visão dos países em desenvolvimento. São Paulo : Itaú Cultural, 2008. ! !
  9. 9. ECONOMIA -> BEM DE CONSUMO! ! A cada novo carro produzido, novos recursos naturais são necessários.! Alto impacto ambiental. Uso = desgaste do bem! Desenvolvimento econômico = degradação do meio ambiente! ! ERA INDUSTRIAL . ECONOMIA DE ESCALA . ! PADRONIZAÇÃO COMO VALOR!
  10. 10. ECONOMIA -> BEM INTANGÍVEL! ! As músicas do álbum não perdem valor com o tempo. ! A difusão / fruição digital permite que o bem seja replicado sem a necessidade de novos recursos naturais. ! Baixo impacto ambiental.! Desenvolvimento econômico -> não degrada o meio ambiente.! ! ERA DO CONHECIMENTO . ECONOMIA CRIATIVA . DIVERSIDADE COMO VALOR
  11. 11. Era industrial ! ! ! Sociedade do Consumo ! ! Alto Impacto Ambiental ! Bens Tangíveis ! ! ! Finito! ! ! ! ! ! ! Escassez ! ! ! ! ! Competição Era do conhecimento! Sociedade da Conhecimento! Baixo Impacto Ambiental! Bens Intangíveis! Infinito! Abundância! Colaboração/Cooperação
  12. 12. antigo paradigma novo paradigma
  13. 13. pensamento) linear-cartesiano) ) razão) ) separação)entre)disciplinas) ) ou/ou) ) causa)+)efeito) ) solucionar) ) (re)produzir) ) ciência) ) ) desenvolver) pensamento) complexo) ) razão)+)emoção).)intuição) ) ar=culação)entre)disciplinas) ) e/e) ) acaso) ) compreender) ) criar,)amar) ) ciência,)filosofia,)arte,)mitos) ) ) aprender)
  14. 14. OBRIGADA!! ! Minom! ! ! contato@casaredonda.com.br! www.casaredonda.com.br! !

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