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Fases do método científico 14Ciências e Controvérsias Públicas 16Co-incineração 16Vantagens da co-incineração 17Desvantage...
Processos e Métodos CientíficosVou Identificar técnicas e procedimentos de recolha de informação.O papel da TIC na Socieda...
O ElementoFig.1 o elementoTodo o ser humano é diferente de mim e único no universo; não sou eu, por conseguinte,quem tem d...
diminuição da saída de portugueses para o estrangeiro e o regresso de portugueses queviviam nas ex- colónias que se tornar...
Acções tradicionais: acções baseadas na tradição enraizada. Um exemplo seria” relaxar nosdomingos e colocar roupas mais le...
A possibilidade da construção de uma cultura de tolerância implica na satisfação dasnecessidades fundamentais das grandes ...
O teste de ADN faz-se também para determinar o grau de parentesco familiar, o serhumano herda dos seus progenitores o seu ...
A Sociedade do Conhecimento é construída a partir da informação.Devido às grandes transformações tecnológicas a economia d...
Ø O controlo desses mecanismos de funcionamento e dos recursos naturais (dimensãoprática ou técnica).Para Bacon o método c...
Co-IncineraçãoDurante vários anos, verificou-se na maior parte dos países desenvolvi-dos umaacumulação irresponsável dos s...
Vantagens da co-incineraçãoTemperaturas elevadas: Devido às elevadas temperaturas alcançadas pelos fornos dascimenteiras, ...
em questão. É a velha máxima "Eliminar o lixo muito bem, mas não no meu quintal".Embora muitas vezes as pessoas compreenda...
A ClonagemCom o avanço da tecnologia chegamos ao momento em que é possível clonar.Clonagem é a reprodução assexuada de um ...
O planeta terraA terra situa-se num sistemas planetário, o sistema solar, este encontra-se no braço deuma galáxia espiral ...
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O ELEMENTO
PROCESSOS E MÉTODOS CIENTÍFICOS
CIÊNCIAS E COTROVÉRSIAS PÚBLICAS
LEIS E MODELOS CIÊNTÍFICOS

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  1. 1. STC5 ÁGUIAS: STC 7 TRABALHO FINALsábado, 4 de Dezembro de 201012:17 STC5 ÁGUIAS GRUPO TRABALHO STC5 -UFCDs- Augusto Mota; Eliseu Matias; Rui Azevedo TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EVOLUÇÃO Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 STC 7 TRABALHO FINAL ESCOLA SECUNDÁRIA DE GAGO COUTINHO SOCIEDADE TECNOLOGIA E CIÊNCIA SABERES FUNDAMENTAIS TRABALHO ELABORADO POR: AUGUSTO MOTA ANO 2009/2010 ALVERCA 19-02-2010
  2. 2. ESCOLA GAGO COUTINHOSABERES FUNDAMENTAISO ELEMENTOPROCESSOS E METODOS CIENTÍFICOSCIÊNCIAS E CONTROVERSIAS PÚBLICASLEIS E MODELOS CIÊNTIFÍCOSFORMANDO: AUGUSTO MOTAFORMADORA:CARLA PEDROANO 2009/2010ALVERCA 19-02-2010ÍndiceIntrodução 4 O elemento 6 Acção social 7 ADN 10Processos e Métodos Científicos 12O papel da TIC na Sociedade da Informação 13Sociedade do Conhecimento 13
  3. 3. Fases do método científico 14Ciências e Controvérsias Públicas 16Co-incineração 16Vantagens da co-incineração 17Desvantagens da co-incineração 18Leis e Modelos Científicos 19 A Clonagem 20A evolução tecnológica e o Universo 21O planeta terra 22Conclusão 22Netgrafia 23Na unidade de formação “SABERES FUNDAMENTAIS” falamos sobre 4 temas principais quese subdividem em diversos subtemas.Os 4 temas principais são:”O Elemento”.”Processos e Métodos Cien-tíficos”.”Ciências eControvérsias Públicas”.”Leis e Modelos Científicos.”O ElementoA sociedade é composta por diversos indivíduos, cada um com caracte-rísticas específicas,variáveis de acordo com a sua idade, sexo, escolaridade, etnia, entre outrosA população portuguesa e a sua evolução desde meados do séculoXX.No contexto de diversidade sociocultural, vou reflectir sobre princípios de tolerância eigualdade, considerando o conceito de "acção social", formas de integração de indivíduosem situação de exclusão social por serem portadores de características específicas: idosos,toxicodependentes, indivíduos portadores de deficiência.Cada indivíduo possui características específicas, um código genético que herda dos seusprogenitores, metade pelo lado do pai e a outra metade pela mãe, o que se reflecte nasdiferenças de cada indivíduo, fazendo dele uma pessoa única, com características únicasque se encontram nas amostras do seu ADN.Utilização de análises ao ADN como forma deidentificação de um indivíduo (tais como análises de criminologia, determinação depaternidade, doenças genéticas...)
  4. 4. Processos e Métodos CientíficosVou Identificar técnicas e procedimentos de recolha de informação.O papel da TIC na Sociedade da Informação / Sociedade do Conheci-mento.Relacionar as TIC com a “Aprendizagem ao longo da vida” Identificando tecnologias que usano dia-a-dia, bem como as suas vantagens e desvanta-gens, reflectir sobre os critérios quepresidem à escolha de utilização de uma determinada tecnologiaVou Identificar as fases do método científico, (indutivo e dedutivo) expli-cando osprocedimentos associados a cada etapa do método científico.Papel do método científico na construção da ciência.Ciências e Controvérsias PúblicasVou reflectir sobre a Co-incineração, as vantagens e desvantagens da co-incineraçãoOs actores e valores presentes na controvérsia pública em torno da co-incineração.Osargumentos de índole científica dos diferentes actores de acor-do com as suas posições etradições ideológicasAlternativas à co-incineração.Compreender as limitações tecnológicas na implementaçãode soluções, do ponto de vista social, alternativas em rela-ção à co-incineraçãoIntervir criticamente em questões públicas com base científica e tecnoló-gicaLeis e Modelos CientíficosModelos de sociedade; vou relacionar a transição entre modelos de sociedade com,processos tecnológicos, económicos, culturais e políticos;O fenómeno de globalização; relacionar a evolução tecno-lógica com capacidade deentender o Universo; associar o desenvolvimento tecnológico ao desenvolvimento social (Aclonagem como forma de substituir a selecção natural e o suas consequências nodesenvolvimento social);O Planeta Terra (Compreender a dinâmica do planeta Terra na sua órbi-ta); Caracterizar oplaneta Terra.
  5. 5. O ElementoFig.1 o elementoTodo o ser humano é diferente de mim e único no universo; não sou eu, por conseguinte,quem tem de reflectir por ele, não sou eu quem sabe o que é melhor para ele, não sou euquem tem de lhe traçar o caminho; com ele só tenho o direito, que é ao mesmo tempo umdever: o de o ajudar a ser ele próprio.”Agostinho da SilvaA população portuguesa e a sua evolução desde meados do século-XIII.A população constitui um dos recursos de maior riqueza do território, sendoagente de transformação do espaço e dos recursos naturais.A necessidade de contar a população remonta a tempos históricos, sen-do no tempo de D.Afonso III (1260-1279). Feita a primeira contagem contando, os soldados “besteiros” decada comarca (besta, arma de arremessar setas).Em 1864 realizou-se o1º recenseamento assente em processos de apu-ramento que nospermitem considerá-lo o 1º verdadeiro recenseamento da população, nesse, ano apopulação portuguesa atingia o valor de 4 286 995 habitantes.No período de 1864 a 1911 a população portuguesa apresentou um crescimento de 1 700000 habitantes.Na década de 1911 a 1920 houve uma quebra por causa da 1ª guerra mundial, da epidemiada gripe pneumónica em 1918-19 e do fluxo de emigração para o continente americano.A partir de 1920 houve um forte ritmo de crescimento, ligeiramente ate-nuado no períododa 2ª guerra mundial, atingindo-se o ano de 1950 com uma população de 8,5 milhões. É apartir desta data que marca a transição de um país de características tradicionais efortemente ruralizado para um modelo,mais urbanizado e moderno.De 1960 a 1970 verificou-se uma diminuição da população, devido a uma saída intensiva deportugueses para o estrangeiro, na procura de melho-res condições salariais e de qualidadede vida.De 1970 a 1981 registou-se o mais acentuado crescimento populacional de todo o séculoXX atingindo os 9,8milhões de habitantes, este crescimento foi consequência de uma
  6. 6. diminuição da saída de portugueses para o estrangeiro e o regresso de portugueses queviviam nas ex- colónias que se tornaram países independentes.De 1981 a 1991 houve uma estagnação do crescimento populacional por causa de umaprogressiva diminuição da natalidade.De 1991 a 2001 registou-se um moderado aumento populacional atin-gindo-se os 10milhões de habitantes, este crescimento é justificado pela entrada de estrangeiros (daEuropa de Leste, da África e do Brasil) entre outros.Acção socialA definição mais aceite de acção social é aquela que defende como uma acção que éorientada pelas acções de outros. Isto é, acção social é todo o comportamento cuja origemdepende da reacção ou da expectativa de reacção de outras partes envolvidas. Estas“outras partes” podem ser indivíduos ou grupos, próximos ou distantes, conhecidos oudesconhecidos por quem realiza a acção. A ideia central da acção social é a existência deum sentido na acção: ela se realiza de uma parte (agente) para outra. É uma atitude sobrea qual recai um desejo de intercâmbio, de relacionamento. Como toda a relação social, édeterminada não só pelos resultados para o agente, mas também pelos efeitos (reais ouesperados) que pode causar ao outro.Max Weber, um dos sociólogos mais estudados, apresentou entre os seus trabalhos umaclassificação dos tipos de acção social, de acordo com os motivos que a geram. São eles:acção tradicional, cuja realização se deve a um costume ou um hábito enraizado; acçãoafectiva ou emocional, motivada por sentimentos do agente pelo seu interlocutor (Adefinição mais aceite de acção social)O termo "acção social" foi introduzido por Max Weber, na sua obra Ensaios de Sociologia -Obra transcrita do seu discurso num congresso na Universidade de Heidelberg. É um termomais abrangente que o fenómeno social de Florian Znaniecki, sendo que o indivíduorealizando acções sociais não é passivo, mas (potencialmente) activo e reactivo.Weber diferenciou alguns tipos de acções sociais:Acções racionais, acções tomadas com base nos valores do indivíduo, mas sem pensar nasconsequências e muitas vezes sem considerar se os meios escolhidos são apropriados paraatingi-lo.Acções instrumentais, (também conhecidas como acção por fins, acções planeadas etomadas após avaliado o fim em relação a outros fins, e após a consideração de váriosmeios (e consequências) para atingi-los. Um exemplo seria a maioria das transacçõeseconómicasAcções afectivas, acções tomadas devido às emoções do indivíduo, para expressarsentimentos pessoais. Por exemplo, comemorar após uma vitó-ria ou chorar num funeralseriam acções emocionais.
  7. 7. Acções tradicionais: acções baseadas na tradição enraizada. Um exemplo seria” relaxar nosdomingos e colocar roupas mais leves”. Algumas acções tradicionais podem se tornar umartefacto cultural.O caso de um professor é bem ilustrativo da complexidade de acção social: a sua acção dedar aulas pode ser determinada pelo seu desejo de receber o salário (acção com relação afins), como também pela importância que ele atribui á educação (acção com relação avalores) ou ainda pelo prazer que ele sente ao ver os seus alunos aprenderem (acçãoafectiva), ou ainda porque toda a sua família é composta de professores e ele sempre viveuno meio educacional (acção tradicional).Integração SocialIntegração Social: Diz respeito ao combate à exclusão social geralmente ligada á classesocial, ao nível educacional, portadoras de deficiência física, idosas ou minorias raciais,entre outras, que não têm acesso a várias oportunidades.O programa de erradicação das barracas, que levou ao nascimento vários bairros sociais, éuma tentativa de combater a exclusão Social.Mas ao realojar bairros inteiros de barracas no mesmo bairro social ori-ginou algumassituações de conflito e insegurança.Actualmente existem gabinetes especializados no realojamento, forma-dos por psicólogos,sociólogos, e assistentes sociais.Outros programas em curso são: cursos de formação profissional para reintegração de ex –reclusos, toxicodependentes, centros de dia para idosos entre outros."O egoísmo não consiste em vivermos conforme os nossos dese-jos, mas sim em exigirmosque os outros vivam da forma que nós gosta-ríamos. O altruísmo consiste em deixarmostodo o mundo viver do jeito que bem quiser”. Óscar Wilde.Antes de qualquer coisa precisamos ponderar que quanto a tolerância é necessário admitirque “tolerar” é primeiramente reconhecer a liberdade de “existir” do “outro”Uma situação de desigualdade, ou seja, alguém coloca-se como modelo a ser seguido, poisse julga mais civilizado, educado, normal, de uma cultura superior de entre outrosatributos, e toma uma atitude de “benevolência” em relação ao “outro”, julgado inferior,anormal, selvagem, incivilizado. Este foi o sentido de origem do termo tolerância durante amodernidade europeia (idade moderna), Os direitos fundamentais do homem; na realidadenão levaram em conta a diversidade étnica, racial e cultural de toda a humanidade.
  8. 8. A possibilidade da construção de uma cultura de tolerância implica na satisfação dasnecessidades fundamentais das grandes maiorias excluídas do bem-estar material, culturale espiritual. A fome, a pobreza, a marginalização, são resultados de situações de profundaintolerância e focos de novas atitudes de intolerância e violênciaADNTodos os seres vivos têm ADN, desde os vírus aos animais e plantas. Em todos os seresvivos, o ADN está contido no núcleo das células, todas as células do corpo humano contêmo mesmo ADN.Fig.2 Esquema do ADNO ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: composto orgânico cujas moléculascontêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvi-mento e funcionamento detodos os seres vivos e alguns vírus. Os segmentosde ADN responsáveis por carregar a informação genética são denominados genes. Orestante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulaçãodo uso da informação genética.A estrutura da molécula de ADN foi descoberta conjuntamente pelo americanoJamesWatson e pelo britânico Francis Crick em 7 de Março de 1953, o que lhes valeu o PrémioNobel de Medicina em 1962, juntamente com Maurice Wilkins.Do ponto de vista químico, o ADN é um longo polímero de unidades simples (monômeros)de nucleotídeos, cujo cerne é formado por moléculas de açúcares e fosfato intercaladosunidos por ligações fosfodiéster. Ligada à molécula de açúcar está uma de quatro basesnitrogenadas e é a sequência dessas bases ao longo da molécula de ADN que carrega ainformação genéti-ca. A leitura destas sequências é feita através do código genético, o qualespe-cifica a sequência linear dos aminoácidos das proteínas.Dentro da célula, o ADN pode ser observado numa estrutura chamada cromossoma. O ADNé responsável pela transmissão das características here-ditárias de cada ser vivo.A base de dados de perfis de ADN.A base de dados de perfis de ADN é uma poderosa arma na investiga-ção criminal, quandocriada permitirá a comparação de perfis de ADN de amos-tras recolhidas nos vários locaisde crime.O instituto de medicina legal é o organismo, que realiza a patologia forense, autópsias eexames de anatomia.Na medicina forense os médicos podem utilizar o ADN presente no san-gue, no sémen, napele, na saliva ou em pêlos existentes na cena de um cri-me, para identificar o responsável.
  9. 9. O teste de ADN faz-se também para determinar o grau de parentesco familiar, o serhumano herda dos seus progenitores o seu código biológico,Metade pelo lado biológico do pai, metade pelo lado da mãe, por sua vez o pai e a mãe jáherdaram dos seus pais o seu próprio código biológico. Na prática, o código biológicoreflecte-se na forma como os seres humanos diferem entre si na aparência, de modo quecada ser humano é uma pessoa única.O teste de ADN consiste em recolher uma amostra da mucosa do interior da boca,utilizando-se para isso um cotonete. Pode ser feito também através de uma análise aosangue.A engenharia genética tem aplicações na medicina, diagnóstica, ambiente e saúde pública.A sua aplicação na agricultura começou há pouco a dar os primeiros frutos. A possibilidadede introdução orientada e precisa de genes previamente identificados e seleccionadosalarga a disponibilidade de novas características e aumenta a rapidez de desenvolvimentode novas variedades. Existem actualmente variedades modificadas de soja, milho, algodão,colza, tabaco.Processos e Métodos CientíficosTécnicas e procedimentos de recolha de informação.Etapas de um trabalho de investigaçãoØ Definição do problema (definir o objecto de trabalho; seleccionar um tópico)Ø Formulação de hipóteses (quais as possíveis respostas à pergun-ta? O que se pretendetestar?)Ø Selecção do modelo de análise (qual a metodologia a seguir? Quais as técnicas de recolhade informação (entrevistas, inquérito por questio-nário, análise, documental, análiseestatística, observação, etc.)?Ø Concretização da observação (delimitação do universo e das uni-dades de observação;identificação das fontes de informação; recolha de dados e registo, de informação)Ø Análise e interpretação dos dados (descrever e analisar as impli-cações da informaçãorecolhida.Ø Explicar as causas e consequências)Ø Conclusões (qual o significado das conclusões?)O papel da TIC na Sociedade da Informação / Sociedade do Conhe-cimento.A Sociedade da Informação é marcada pela quantidade de informação colocada ádisposição das pessoas.
  10. 10. A Sociedade do Conhecimento é construída a partir da informação.Devido às grandes transformações tecnológicas a economia de base industrial cede lugar auma economia de base tecnológica.As TIC estão em todo o lado: são os códigos de barras, o laser, o scan-ner, a internet entreoutros, as pessoas podem trabalhar a partir de casa comu-nicam á distância em tempo real.As TIC a nível global fazem a transmissão de informação através de redes de computadorese meios de comunicação, via televisão, rádio, satélite, videoconferências entre outros.O uso das TIC no dia-a-dia. Actualmente, quando queremos falar com alguém que nãoesteja presente, utilizamos sempre os meios de comunicação. Entre eles destacam-se otelemóvel, correio electrónico, fax, entre outros.Uma das características fundamentais das tecnologias de informação consiste no facto, deum único meio electrónico de comunicação suportar todo o tipo de informação possível dedigitalizar, o que inclui desde os tradicionais documentos de texto, passando por imagens,áudio e vídeo.As TIC desempenham um papel cada vez mais importante para o desenvolvimento domundo.Fases do método científicoFig.3 As fases do método científicoCiência é o saber produzido através do raciocínio lógico aliado á experi-mentação prática,para conhecermos cientificamente a natureza e as leis a que obedece o seufuncionamento, temos de fazê-lo de acordo com procedimentos definidos e passíveis derepetição, é a estas regras que se dá o nome de método.O método científico é o caminho que o cientista percorre para descobrir, investigar ealcançar os seus objectivos, abrange os procedimentos ordenados e sistematizados que asdiversas ciências seguem para descobrir verdades e leis científicas. O método é responsávelpela eficácia da investigação, dá credi-bilidade aos resultados e é um dos critérios quepermite distinguir os conheci-mentos verdadeiramente científicos dos que não o são.O método científico surgiu quando da criação da ciência moderna, no século XVII graças àscontribuições de personalidades como Bacon, Galileu, Newton, e Descartes, com elescomeçou a desenhar -se a combinação de dois objectivos que vão marcar a ciência atéhoje, a saber:Ø O conhecimento da natureza, isto é conhecer e descrever os seus mecanismos defuncionamento (dimensão teórica da ciência)
  11. 11. Ø O controlo desses mecanismos de funcionamento e dos recursos naturais (dimensãoprática ou técnica).Para Bacon o método científico é um conjunto de regras para observar fenómenos e inferirconclusões a partir de tais observações. O método de Bacon é pois indutivo.Descarte era um matemático e cientista e ao contrário de Bacon não acreditava naindução, menosprezava a experiência. defendia que se deveria partir de princípios gerais ederivar deles verdades acercada natureza ,ignorando a experimentação. O método deDescarte é pois dedutivo.Galileu não se conforma com a observação pura (teoricamente neutra) e tão pouco com aconjectura arbitrária. Galileu propõe hipóteses e submete-as á prova experimental, fundaassim a dinâmica moderna, primeira fase da ciência moderna. O método de Galileu é poishipotético dedutivo.Método indutivoEx. O corvo 1 é negro. O corvo 2 é negro. O corvo 3 é negro. O corvo n é negro (todos) oscorvo são negrosCobre conduz energia. Ouro conduz energia. Prata conduz energia. Cobre, ouro e prata sãometais (todos) os metais conduzem energia.Argumentos Dedutivos e IndutivosEx. Todos os mamíferos têm um coração. Ora, todos os cães são mamí-feros. Logo, todos,os cães têm um coração. (Dedutivo)Todos os cães que foram observados tinham um coração. Logo, todos os cães têm umcoração. (Indutivo)Método hipotético dedutivo.Problema => Teoria-tentativa => Eliminação do erro => Novos problemasConhecimento Prévio, problema, Conjecturas, FalseamentoConflitos entre expectativas e teorias existentes, nova teoria: proposi-ções testáveis levama novas deduções Refutação pela observação e experi-mentação.Ciências e Controvérsias PúblicasCo-incineração
  12. 12. Co-IncineraçãoDurante vários anos, verificou-se na maior parte dos países desenvolvi-dos umaacumulação irresponsável dos seus resíduos (urbanos, hospitalares, industriais, outros.)sem o respectivo tratamento. Esta atitude poderá ter impac-tos a médio e longo prazo nacontaminação dos solos, águas e ar, com efeitos nefastos para a saúde pública.Em Portugal estima-se a produção de aproximadamente 2,5 milhões de toneladas/ano deresíduos industriais, dos quais 125.000 toneladas (5%) são classificados como perigosos e16.000 toneladas destes, incineráveis.Desta forma, é urgente a introdução de um sistema de separação de lixos perigosos/nãoperigosos e posterior tratamento dos mesmos.Após várias pesquisas realizadas, surgiu uma nova forma de tratamento do lixo: a Co-Incineração.Mas em que consiste a Co-Incineração?A Co-Incineração consiste essencialmente no aproveitamento dos fornos das cimenteiras edas suas altas temperaturas (entre 1450 e 2000 graus), para a queima dos resíduosperigosos (tais como solventes de limpeza, solventes de indústria química, tintas, etc.), coma produção simultânea de cimento.Alguns destes resíduos são constituídos por hidrocarbonetos e compos-tos clorados efluorados entre outros, e alguns têm elevado poder calorífico.Assim, o processo de Co-Incineração implica adaptações mínimas nas cimenteiras.Numa primeira fase, os resíduos industriais perigosos são enviados para uma estação depré-tratamento. Os lixos com pouco poder calorífico são fluidizados (trituração, dispersão eseparação dos materiais ferrosos); os resíduos líquidos são impregnados com serradura esubmetidos a uma possível centrifugação (no caso de possuírem grandes quantidades deágua); os resíduos termo fusíveis, alcatrão e betumes, são rearmazenados em lotes.Numa segunda fase os resíduos são levados para as cimenteiras. Em caso de acidente detransporte, os impactos ambientais serão muito menores do que antes do tratamento dosmesmos.Nas cimenteiras são pulverizados para o forno tirando partido do seu poder calorífico (Ex:combustíveis) ou utilizados como matéria-prima substituta na produção de cimento.Após este processo, não permanecem resíduos remanescentes da Co-Incineração, vistoque estes são incorporados no próprio cimento, e devido às temperaturas e tempo deresidência dos gases a produção de gases tóxicos é muito baixa. Contudo, poderemos ter acerteza da inexistência de perigo para a saúde pública?Para evitar uma remota, mas possível fuga de gases devem ser instala-dos filtros demangas nos fornos das cimenteiras, aumentando a margem de segurança.
  13. 13. Vantagens da co-incineraçãoTemperaturas elevadas: Devido às elevadas temperaturas alcançadas pelos fornos dascimenteiras, a destruição dos resíduos é muito mais eficaz em comparação com umincinerador clássico que não atinge tais temperaturas.Tempos de residência de gases elevados: Sendo o tempo de permanên-cia dos gases noforno superior ao de um incinerador, a taxa de destruição dos gases poluentes é maior,havendo um maior período a altas temperaturas no forno.Inércia térmica elevada: Ao contrário dos incineradores, os fornos de cimenteiras possuemuma elevada inércia térmica o que previne um drástico abaixamento de temperatura, compossíveis emissões anómalas, se ocorres-sem paragens ou alteração da operação.Meio Alcalino: A base da matéria-prima no forno é o calcário. Assim o meio é alcalino, oque provoca a neutralização dos gases e vapores ácidos (SO2; CO2; HCL; HF) e a sua fixaçãono cimento. Desta forma, verifica-se uma substancial redução das emissões dessespoluentes em relação à incineração clássica.Produção de efluentes líquidos/lamas e de resíduos sólidos: Neste pro-cesso de Co-Incineração não há produção de resíduos sólidos, efluentes líqui-dos ou lamas(potencialmente poluidores) porque todos os materiais não quei-mavam são utilizados eincorporados na produção do próprio cimento, o que não acontece nos incineradores.Metais pesados: Devido às características da Co-Incineração, os metais pesados têm umambiente óptimo de fixação no cimento, retirando o risco da sua libertação após queima.Custo: A construção de um incinerador clássico, bem como o respectivo processo deincineração, têm custos bastante mais elevados do que os custos inerentes à Co-Incineração.Desvantagens da co-incineração- Quando o processo é interrompido, os filtros deixam de funcionar, podendo haverlibertação de gases, praticamente sem tratamento, caso os fil-tros de mangas utilizadosnão tenham a capacidade de reter os gases mais voláteis como o mercúrio.No processo de eliminação de resíduos podem ser emitidos para a atmosfera determinadoscomponentes, prejudiciais para a saúde das popula-ções e para o Ambiente. Ainda que onível de exposição a agentes químicos pelas populações mais próximas das unidades deeliminação de resíduos tenha geralmente sido muito baixa, possíveis efeitos carcinogénicose crónicos são motivo de preocupação para as entidades competentes. Desta forma, nãoexistem factos comprovativos da absoluta segurança do processo.Nos últimos anos, sempre que um governo demonstra a sua intenção de construir umaunidade de tratamento de resíduos sólidos ou de introduzir o processo de Co-Incineraçãonuma cimenteira, as reacções das populações não são geralmente favoráveis ao programa
  14. 14. em questão. É a velha máxima "Eliminar o lixo muito bem, mas não no meu quintal".Embora muitas vezes as pessoas compreendam as necessidades ambientais globais, nãointeriorizam as medidas locais a aplicar.Em suma, o processo de Co-Incineração em cimenteiras produz impac-tos positivos para oAmbiente, eliminando de forma correcta os resíduos peri-gosos. Evita o consumo decombustíveis fósseis, com a poupança de recursos naturais não renováveis.Quanto a mim não existe alternativa á co- incineração, para os produtos que não sejamrecicláveis. Neste caso como em outros casos polémicos tenta-se sobrepor certosinteresses ao parecer de base científica e tecnológica.Segundo um artigo publicado no Diário de Notícias em Julho de 2002 os membros daComissão Científica Independente foram claros: em nenhum país nem mesmo no maisdesenvolvido, foi possível até hoje substituir completamente os métodos de fim de linha,como é o caso da incineração. Ou seja reafirmaram os cientistas que para os RIP(resíduosindustriais tóxicos e perigosos) é necessário ter estratégias de primeira linha (3 Rs: Reduzir,Reutilizar e Reciclar), mas também de segunda linha (como os aterros, os tratamentosbioquímicos ou a destruição térmica, conforme os casos). Travando a incineração volta-se,portanto á estaca zero. Quanto aos resíduos ,vão continuar a amontoar-se sem tratamento,contaminando o ambiente e á mercê de eventuais queimadas selvagens, cujas emissões,essas sim são perigosas para o ambiente e para a saúde dos cidadãos.Leis e Modelos CientíficosApós o final da II Grande Guerra Mundial, até ao fim dos anos de1990 viveu-se o períodohistórico da guerra fria. Os EUA e a URSS repartiam entre si a influência no mundo pelasrespectivas esferas de poder. O poder nuclear de ambas as partes e o receio mútuo gerouum equilíbrio que evitou outra grande guerra. Cada um dos blocos propunha formas deorganização e funcionamento da economia e da sociedade diferentes; os EUA propunhamo modelo capitalista; a URSS propunha o modelo socialista.com o desmembramento daURSS os países socialistas iniciaram processos de transição para o capitalismo.A queda do muro de Berlim em 1989 acelerou o processo de globaliza-ção e as empresasdas economias socialistas não estavam preparadas para enfrentar as economias capitalistasque adoptam as tecnologias mais rapida-mente, para serem competitivas e terem cota demercado.com o colapso das economias socialistas foi a própria população que exigiu atransição para o capitalismo.Uma economia de mercado dita economia capitalista, é um conjunto de mercados livres,nestas economias a articulação existente entre os planos dos diversos agentes económicosé nula.Uma economia de direcção central dita economia socialista a articula-ção existente entreos planos dos diversos agentes económicos é total, é feita pela autoridade central, queordena o, que se produz, como, e quanto.Alguns países praticam uma economia mista próxima da economia de mercado.
  15. 15. A ClonagemCom o avanço da tecnologia chegamos ao momento em que é possível clonar.Clonagem é a reprodução assexuada de um indivíduo. Das manobras de clonagem resultaum organismo que se intitula clone. Este clone tem composição genética igual á doorganismo que lhe deu origem, recentemente foi possível a clonagem de mamíferos.A clonagem pode ser feita de diversa formas mas a mais usual é a da transferência nuclear,neste método isola-se um ovócito, retira-se lhe o núcleo por aspiração com uma pipeta deponta microscopia e introduz-se o núcleo de uma célula, da pele ou outro órgão, retiradado indivíduo que se pretende clo-na, colocando este produto celular no útero de umafêmea da mesma espécie, e se as condições forem favoráveis, continua a evoluçãopassando de embrião e feto até ao nascimento de um indivíduo.A clonagem reprodutiva, tem por objectivo final o nascimento do clone.Na clonagem dita terapêutica pelo contrário o objectivo não é implantar o clone no útero,mas sim aproveitá-lo, numa fase ainda inicial do seu desenvolvimento, para lhe retirar ascélulas internas, que serão cultivadas artificialmente, estas células chamam-se estaminaisembrionárias, a ideia é usá-las para substituir, num organismo, as células de órgãos. Estatécnica viria a substituir os transplantes.A clonagem reprodutiva é proibida em muitos países, por ser considera-da lesiva da noçãoética de respeito pela dignidade pessoal.Na perspectiva dos direitos do homem e da liberdade de investigação, uma eventualclonagem humana representaria uma violação dos dois princípios fundamentais sobre osquais se baseiam todos os direitos do homem: o princípio da paridade entre os sereshumanos e o princípio da não discriminação.A evolução tecnológica e o Universo.Portugal com os descobrimentos marítimos teve um papel muito impor-tante noconhecimento do mundo e dependeu em muito do conhecimento que já existia sobre osastros e também das tecnologias desse tempo, instrumentos como o astolábio, técncas denavegação e construção naval.Da mesma forma na segunda metade do século XX a exploração espa-cial teve motivaçõesdiversas, desde a necessidade de procurar respostas ás questões científicas ádemonstração de supremacia militar.Na busca pelo conhecimento do universo, muitos foram os cientistas que para elecontribuíram podemos referir a titulo de exemplo Edwuin Hubble (1889-1953) quedescobriu que o universo se encontra em expansão e que a nébula de galáxias distantes eracomposta por inúmeras estrelas, que pare-cendo tão fracas deveriam estar imensamentelonge, contribuindo para se compreender melhor a imensidão do universo.O trabalho dos cientistas depende sempre das condições sociais e dos meios tecnológicosdisponíveis.
  16. 16. O planeta terraA terra situa-se num sistemas planetário, o sistema solar, este encontra-se no braço deuma galáxia espiral a via láctea que por sua vez pertence a outras galáxias que seencontram no universo.Planeta - astro de forma aproximadamente esférica que gira em torno de uma estrelanuma órbita desimpedida.Sistema planetário – sistema constituído por planetas e outros corpos celestes em órbitaem torno de uma estrela (no caso do sistema solar em torno do sol).Para o conhecimento do universo foram muito importantes os seguintes instrumentos: otelescópio, que permitiu observar além do alcance da vista humana, o radiotelescópio quepermitiu aprofundar os conhecimentos do uni-verso através da captação de radiação paraalém da luz visível.Na exploração do espaço teve grande relevo a tecnologia dos foguetões, que se basearamnos foguetes da 2ª guerra mundial, as sondas enviadas para o espaço, o vaivém, a estaçãoespacial, os satélites artificiais com impacto na navegação (GPS) e na previsãometeorológica entre outros. O telescópio espacial Hubble constitui um grande avanço paraa tecnologia disponível para o estudo do universo.A exploração do espaço trouxe benefícios para o homem, no entanto também trouxealguns riscos, para o homem e o ambiente desde a poluição causada pelos gases libertadospelos foguetões aos objectos que constituem lixo espacial, que pode cair na Terra.ConclusãoAo realizar este trabalho debrucei-me sobre os temas que tinham sido trabalhados nasaulas e tentei absorver mais um pouco de conhecimento, sobre a complexidade de todosestes variados temas.Espero que ao lerem este trabalho, tenham uma radiografia (parcial) dos temas do núcleogerador, saberes fundamentais,Netgrafiahttp://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/entidades/MTSS/DGSS/pt/SER_accao+social.htm
  17. 17. http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA http://www.sorocaba.unesp.br/professor/waldemar/Metodologia %20Cientifica/metodo_cientifico.pdf http://www.scribd.com/doc/7299971/Pesquisa-e-Metodo http://www.esb.ucp.pt/twt/pepino/MyFiles/MyAutoSiteFiles/TrabalhoExperimental31378 8688/samorais/Metodo_Cientifico.JPG http://images.google.pt/imgres? imgurl=http://www.esb.ucp.pt/twt/pepino/MyFiles/MyAutoSiteFiles/TrabalhoExperimenta l313788688/samorais/Metodo_Cientifico.JPG&imgrefurl=http://www.esb.ucp.pt/twt4/mot or/display_texto.asp%3Fpagina%3DTrabalhoExperimental313788688%26bd %3Dpepino&usg=__hycredVtpmjEpUTL-ZyUmzsA5n8=&h=835&w=1321&sz=276&hl=pt- PT&start=6&itbs=1&tbnid=cNBo1cifGZnIAM:&tbnh=95&tbnw=150&prev=/images%3Fq %3Dmetodos%2Bcientificos%26gbv%3D2%26hl%3D Publicada por stc5 Águias em Quarta-feira, Maio 26, 2010 Reacções: 0 comentários: Enviar um comentário Hiperligações para esta mensagem Criar uma hiperligação Mensagem mais recente Mensagem antiga Página inicial Subscrever: Enviar comentários (Atom) notícias Apple Google Microsoft Sol - Google melhora protecção dos direitos de autor realizado por STC5AGUIAS BEM VINDOS AO NOSSO BLOGUE PARTICIPEM COMENTANDO. Arquivo do blogue• ▼ 2010 (16)• ► Novembro (2)• #links• ▼ Maio (3)
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