Oficina Economia Criativa e Empreendedorismo Sociocultural Sustentável com Minom Pinho

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Oficina Economia Criativa e Empreendedorismos Sociocultural Sustentável por Minom Pinho durante a segunda edição do Programa Cultiva, em 31/10/2012.

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Oficina Economia Criativa e Empreendedorismo Sociocultural Sustentável com Minom Pinho

  1. 1. ECONOMIA CRIATIVA eEMPREENDEDORISMO SOCIOCULTURAL ECRIATIVO SUSTENTÁVEL:Colaboração, emancipação e afetoMinom Pinho
  2. 2. ABORDAGEM SOCIOCULTURALNossa cultura, nossos pensamentos, práticas e aprendizados constroem asrelações sociais ao mesmo tempo que são construídos por elas.As ação sociocultural envolve um processo de aprendizagem individual ecoletiva que vai tecendo as relações sociais e também as relações do homemcom o meio ambiente econômico, cultural, social, político e natural.TODA ATIVIDADE HUMANA, toda ação empreendida no mundo, provoca, emmaior ou menor grau, impacto sociocultural.
  3. 3. ABORDAGEM SOCIOCULTURALSOCIOCULTURAL =Sociedade + Cultura + Ambiente + Atividade humanaConsidera os impactos / efeitos da atividade humananos modos de vida da sociedade através dos tempos.
  4. 4. INICIATIVA SOCIOCULTURALE EMPREENDEDORISMO SUSTENTÁVELAmpliar nossa compreensão sobre impactos socioculturais;observar os efeitos produzidos pela nossa ação como empreendedores;saber analisá-los;reorientar práticas a partir dos aprendizados acumulados no processo;pode significar empreender de forma mais sustentável.
  5. 5. PANORAMA E AGENDAS CULTURAISGOVERNAMENTAIS/INTERGOVERNAMENTAIS
  6. 6. Panorama – 1990 a 20121991- Lei Rouanet, Lei do Audiovisual -> Patrocínio Empresarial Incentivado;Década de 90 - Crescimento do Terceiro Setor no Brasil -> Investimento Social PrivadoInício do Milênio - Incremento nos investimentos e políticas de Sustentabilidade1995 - Barateamento do PCs e democratização do acesso à internet: Revolução Digital, Era do Conhecimento, Cidadania Digital, Cultura Livre2003 - Programa Cultura Viva e Pontos de Cultura ->Brasil torna-se referência mundial em Política Cultural.Valorização, proteção e preservação da Diversidade.Direitos Culturais, Cidadania Cultural, Democratização e Acesso Cultural.2006 – Convenção da UNESCO – Diversidade Cultural como Valor2008 - Relatório Economia Criativa, UNCTAD.2011 – Secretaria de Economia Criativa, MINC
  7. 7. Panorama – 1990 a 2012E MAIS:CREATIVE COMMONS, CULTURA LIVREPLANO NACIONAL DE CULTURAINVESTIMENTO COLABORATIVO, CROWDSOURCING, CROWDFUNDINGNOVOS INVESTIDORES, PRIVATE EQUITY, INVESTIMENTO-ANJO, START UPSMESHMOEDAS CRIATIVAS E SOLIDÁRIASECONOMIA VERDE / ECONOMIA SOLIDÁRIA / ECONOMIA COLABORATIVA
  8. 8. INICIATIVA SOCIOCULTURALE ECONOMIA CRIATIVA
  9. 9. O QUE É ECONOMIA CRIATIVA?Uma produção que valoriza a singularidade, osimbólico e aquilo que é intangível: a criatividade.Esses são os três pilares da economia criativa. Emboraesse conceito venha sendo amplamente discutido,defini-lo é um processo em elaboração, pois envolvecontextos culturais, econômicos e sociais diferentes.ANA CARLA FONSECA REISEconomia criativa : como estratégia de desenvolvimento : uma visão dos paísesem desenvolvimento. São Paulo : Itaú Cultural, 2008.
  10. 10. ECONOMIA -> BEM DE CONSUMOA cada novo carro produzido, novos recursos naturais são necessários.Alto impacto ambiental. Uso = desgaste do bemDesenvolvimento econômico = degradação do meio ambienteERA INDUSTRIAL . ECONOMIA DE ESCALA . PADRONIZAÇÃO COMO VALOR
  11. 11. ECONOMIA -> BEM INTANGÍVELAs músicas do álbum não perdem valor com o tempo.A difusão / fruição digital permite que o bem seja replicado sem a necessidade denovos recursos naturais. Baixo impacto ambiental.Desenvolvimento econômico <> não degrada o meio ambiente.ERA DO CONHECIMENTO . ECONOMIA CRIATIVA . DIVERSIDADE COMO VALOR
  12. 12. Era industrial < > Era do conhecimentoSociedade do Consumo < > Sociedade da informaçãoAlto Impacto Ambiental < > Baixo Impacto AmbientalBens Tangíveis < > Bens IntangíveisCompetição < > Colaboração/Cooperação
  13. 13. SECRETARIA DE ECONOMIA CRIATIVACOMO POLÍTICA BRASILEIRA A criatividade e diversidade cultural brasileiras como recursos para um novo desenvolvimento…
  14. 14. - Relação entre cultura, economia e território.- Potenciais e talentos culturais locais como ativos econômicos;- Oferta e demanda – Criatividade e cultura para atender aomercado? Cultura é negócio? Cultura é desenvolvimentoeconomico?- Pulso criativo - valores e vontades;-Qual a papel das políticas públicas;- O impacto das tecnologias digitais;-
  15. 15. -Indústrias Culturais / Indústrias Criativas / Economia Criativa;- Empreendedorismo na economia criativa – reproduzindo modelosou criando novas formas de empreender- Cultura como negócio?-Negócio, empreendimento, projeto, programa, iniciativa;- Cadeias criativas, arranjos produtivos locais;- Desenvolvimento de empreendimentos ou da cadeia no território;-O que se espera do empreendedor cultural no novo cenário?
  16. 16. NOVA SECRETARIA DA ECONOMIA CRIATIVA- Papel da cultura como eixo de desenvolvimento;- Foco em pequenos e médios empreendedores;- Desenvolvimento local / regional;- Includente, Sustentável, pensa a diversidade comoinsumo e é voltada à inovação;
  17. 17. FONTE: PLANO DA SECRETARIA DE ECONOMIA CRIATIVA 2011-2014
  18. 18. FONTE: PLANO DA SECRETARIA DE ECONOMIA CRIATIVA 2011-2014
  19. 19. FONTE: PLANO DA SECRETARIA DE ECONOMIA CRIATIVA 2011-2014
  20. 20. FONTE: PLANO DA SECRETARIA DE ECONOMIA CRIATIVA 2011-2014
  21. 21. INICIATIVA?NEGÓCIO?PROJETO?EMPREENDIMENTO?
  22. 22. DESAFIOSCOMO EMPREENDER DE FORMA SUSTENTÁVEL?COMO CONCILIAR DESENVOLVIMENTO ECONOMICO X PRESERVAÇÃO AMBIENTAL XDIVERSIDADE CULTURAL?COMO EQUILIBRAR BENS INTANGÍVEIS, SERVIÇOS E PRODUTOS CULTURAIS ECRIATIVOS?COMO MUDAR DE PARADIGMA: DA SOCIEDADE INDUSTRIAL P/ SOCIEDADE DOCONHECIMENTO?COMO REPENSAR A ATUAÇÃO EMPREENDEDORA ALIANDO COMUNICAÇÃO GLOBAL EDIGITAL COM SOLUÇÕES LOCAIS?COMO COMPOR ARRANJOS PRODUTIVOS E CRIATIVOS LOCAIS COMPREENDENDOPOTENCIAIS DO TERRITÓRIO E FORMAÇÃO DE CADEIAS SUSTENTÁVEIS E JUSTAS?
  23. 23. DESAFIOSCOMO REPENSAR A ATUAÇÃO NO TERRITÓRIO - GERADORA EPOTENCIALIZADORA DE ATIVOS CULTURAIS E CRIATIVOS - SEM PERDER ASPERSPECTIVAS SOCIAL, SIMBÓLICA, AMBIENTAL E POLÍTICA DAS AÇÕESEMPREENDIDAS?COMO GARANTIR QUE AS PERPECTIVAS CULTURAIS, HUMANAS E INTANGÍVEIS,POSSAM TRANSFORMAR A ECONOMIA HISTORICAMENTE FOCADA NOCONSUMO (EFEITO DESEJADO…) - E NÃO O CONTRÁRIO?COMO CONCILIAR PERSPECTIVAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS?COMO INCORPORAR PERSPECTIVAS ECONOMICAS À CULTURA SEM PERDER DEVISTA O AFETO, O SIMBÓLICO, O PRAZER DE CRIAR, A LIBERDADE DE EXPRESSÃO?
  24. 24. DESAFIOSPRODUTO INTERNO BRUTO E FELICIDADE INTERNA BRUTAAS CADEIAS CRIATIVAS PODEM SER CADEIAS AFETIVAS?OS MODELOS DE EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS ATENDEM À ECONOMIACRIATIVA?FLUXOS DE DESENVOLVIMENTO: Humano? Economico? Cultural? Social?O que? Por que? Para quê? Para quem? Como? Onde?
  25. 25. democratizaçãodiversidade comunidadeafeto sustentabilidadepatrimônio diálogo território cidadaniarede aprendizado
  26. 26. emancipaçãodimensão simbólicadireito inteligência coletivanovas tecnologiascooperação e colaboraçãoeconomia cultura digitalativos culturais e criativos
  27. 27. Empreendedorismo Sociocultural Sustentável Uma metodologia colaborativa www.socioculturalemrede.com.br
  28. 28. princípios sustentabilidade : CEA interdisciplinaridade diálogo e dinergia fractalidade elementos metodológicossentido : propósito : método : aprendizado
  29. 29. princípios
  30. 30. praehenderepegar, prender, agarrar
  31. 31. in praehendere pegar algo dentroentrar, dirigir-se ao interior de algo lançar-se, arrojar-se, decidir-se
  32. 32. ad praehendere pegar algo com força apoderar-se de algocaptar algo pela mente ou espírito
  33. 33. cum praehenderepegar algo por completo
  34. 34. empreendimento socioculturalemoção e sentidos compartilhadosmovimento organizadocolaboração: pensar e agir juntoscompreender e resolver questões de interesse comum
  35. 35. processo vivo de aprendizagem socialPor meio de seus empreendimentos socioculturais,a comunidade pode aprofundar a compreensão sobre simesma, sobre o mundo e seu lugar nele,adquirir novos potenciais edesenvolver capacidades para articular o próprio futuro.Então, empreender é aprender e vice-e-versa.
  36. 36. Empreender é aprender.
  37. 37. sustentabilidade em tese
  38. 38. Sustentabilidade [Wikipedia]É um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dosaspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedadehumana.Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e actividadehumanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suaseconomias possam preencher as suas necessidades e expressar oseu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar abiodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo deforma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida dessesideais.
  39. 39. Sustentabilidade [Wikipedia]A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde avizinhança local até o planeta inteiro.Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter emvista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:•ecologicamente correcto;•economicamente viável;•socialmente justo; e•culturalmente aceito.
  40. 40. empreendimento cultural e criativo 100% sustentável
  41. 41. ecologicamente correto . economicamente viável socialmente justo . culturalmente aceito foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
  42. 42. pensamentocompreensão foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
  43. 43. agir falar.ouvirpensar emocionar compreender
  44. 44. razãocompreender intuição
  45. 45. CASE: Industrianato na Bahia
  46. 46. pensamento pensamento linear-cartesiano complexo razão razão + emoção . intuição separação entre disciplinas articulação entre disciplinas ou/ou e/e causa + efeito acaso solucionar compreender (re)produzir criar, amar ciência ciência, filosofia, arte, mitosdesenvolver aprender
  47. 47. Se é verdade que o nosso organismo traz em si células- tronco indiferenciadas capazes, como as células embrionárias, de criar todos os diversos órgãos de nosso ser,a humanidade também possui em si as virtudes genéricas que permitem criações novas.(…) Não devemos mais continuar na rota do “desenvolvimento”. Precisamos mudar de caminho, precisamos de um novo começo. Edgard Morin
  48. 48. sustentabilidadePensamento que gera ação, ação que gerapensamento......ciclo contínuo em que todos os sistemas políticos,econômicos, sociais e culturais são fundados noequilíbrio e no respeito integral à vida.
  49. 49. Fibonacci
  50. 50. A parte menor está para a maiorassim como a maior está para o todo. (fractalidade)
  51. 51. dinergia Processo de criação depadrões pela união dos opostos. Energia criadora pela ordem harmônica.
  52. 52. foto: Roger Santos
  53. 53. elementos metodológicos
  54. 54. passado e futuro foto: Pedro Biondi . fonte: Agência Brasil
  55. 55. o passado está na frentee o futuro está na gente
  56. 56. A origem não se encontra atrás de nós, ela está diante de nós. HEIDEGGER
  57. 57. colaboraçãoexperiência aprendizagem sentido
  58. 58. sentidopropósito sentido propósito aprendizado método
  59. 59. sentido A articulação entre os valores e vontadesdas pessoas que realizam os quatro um empreendimento elementosapontando para um jeito próprio de pensar e agir.
  60. 60. Sentido· Faculdade de sentir, de compreender, de apreciar.· Faculdade de julgar; razão, bom senso, entendimento, juízo.· Faculdade de gostar, de apreciar; sentimento.· Idéia, ponto de vista, pensamento.· Propósito; intento, mira.· Atenção, cuidado, idéia fixa.· Interpretação que se pode dar a uma proposição.· Maneira especial segundo a qual uma ação se produz.· Direção em que alguma coisa se desloca ou atua ou é imaginada deslocar-seou atuar.(Dicionário MICHAELLIS)
  61. 61. Valores são a expressão das formas de conduta nas quaisacreditamos.Vontade é a faculdade que tem o ser humano de querer, deescolher, de praticar livremente ou deixar de praticar certos atos.É ainda a força interior que impulsiona o indivíduo a aquilo que sepropôs, a atingir seus fins ou desejos. (segurancahumana.org.br)O sentido de um empreendimento é uma força queimpulsiona os empreendedores a atingir seus fins ou desejos(vontade) a partir das condutas em que acreditam (valores).
  62. 62. propósito Um empreendimento tem propósitos quando pensamento, esforços e investimentos estão efetivamente comprometidos com os quatro uma pauta - cultural, social e elementos ambiental - relevante e estruturante. Os propósitos são o sentido derivado em objetivos que repercutem em movimentos e cenários que fazem diferença para a comunidade direta eindiretamente relacionada ao projeto.
  63. 63. método É o conjunto de tecnologias e metodologias de gestão, articulação e ação sociocultural que permitem transformar sentido os quatro e propósitos em resultados e elementosbenefícios tangíveis e sustentáveis. (do grego methodos que significa, literalmente, "caminho para chegar a um fim”) (Wikipedia) .
  64. 64. aprendizado Produção e apropriação de os quatro conhecimento a medida em que o método é colocado elementos em prática. Gera lições que ampliam a sensibilidade dos empreendedores emrelação às questões sociais, ambientais, economicas, culturais e políticas implicadas na execução do empreendimento.
  65. 65. contextos colaborativos ativos socioculturais
  66. 66. 1. linguagens, O empreendimentoinstrumentos compreendido como e conteúdos provedor de linguagens, instrumentos e conteúdos para uma determinada comunidade, ampliando, para essa comunidade, a possibilidade de protagonizar processos culturais ou artísticos.
  67. 67. LinguagemSegundo o dicionário Houaiss, é: “1 o conjunto das palavrase dos métodos de combiná-las usado e compreendido poruma comunidade 2 capacidade de expressão, esp. verbal 3meio sistemático de expressão de ideias ou sentimentos como uso de marcas, sinais ou gestos convencionados 4 qualquersistema de símbolos e sinais; código 5 linguajar.Para simplificar: os meios que utilizamos para compartilharo que pensamos e sentimos com outras pessoas e vice-e-versa.Música, matemática, cinema, teatro, língua portuguesa,dança etc.
  68. 68. Instrumento1. ferramenta para fazer algo: um instrumento de costura2.meio para obter algo: A língua é um instrumento decomunicação (dicionário Léxico).A linguagem é sempre um instrumento para dizer oucompreender algo.Um instrumento também é sempre linguagem.Podemos usar um guarda-chuva como ferramenta, na rua,para se proteger da garoa.Mas podemos usar em cena, numa peça de teatro, comolinguagem, para representar um dia chuvoso.
  69. 69. ConteúdoÉ uma determinada sistematização de conhecimento apartir do uso de linguagens e instrumentos.Um livro, um filme, uma canção, uma técnica, umteorema, um game, um relatório, uma pintura.
  70. 70. conteúdo instrumento linguagemobra de Villa Lobos partitura musical orquestra violinocinema brasileiro filme audiovisual projetor sala de cinema matemática fórmula matemática financeira planilha computador
  71. 71. O domínio dos conteúdos,instrumentos e linguagens abre janelaspara aprendizagem de outrosconteúdos, instrumentos e linguagens.
  72. 72. 2. Os movimentospatrimônio vivo de um empreendimento compreendidos quanto às relações (vivas) entre identidade, memória social, meio ambiente e patrimônio cultural material e imaterial da comunidade.
  73. 73. A cultura é produto da vida do homo sapiens em comunidades. Construímos as relações sociais e a nós mesmos nessas relaçõessociais inseridas em processos históricos e em contexto geográficos.
  74. 74. Nosso modo de vida está relacionado aos territórios que habitamos.
  75. 75. sítios históricosimaginário coletivoespaços de convivênciarecursos naturaissaberes tradicionaisrituais e celebrações
  76. 76. Museu da Pessoa
  77. 77. 3. O empreendimentoemancipação compreendido a partir da econômica capacidade e movimentação econômicas por ele instaladas na comunidade: infraestrutura, know-how, uso responsável dos recursos econômicos, financeiros, tecnológicos e naturais.
  78. 78.  Empreendimento como atividade econômica. Cadeia econômica do empreendimento. Articulação de aspectos culturais dos processos econômicos.
  79. 79. impactoambiental . cultural econômico . social
  80. 80. Viver de Música - Benjamin Taubkin
  81. 81. promovendo interconexão
  82. 82. 4.articulação e redes Sinergia entre o que o empreendimento busca e realiza e o trabalho/aprendizado de outros movimentos orientados para sentidos, valores, princípios e propósitos compatíveis.
  83. 83.  Diálogo com agendas públicas governamentais e intergovernamentais. Colaboração em rede. Articulação intersetorial.
  84. 84. Agendas públicas são questões de interesse geraldebatidas pela sociedade e articuladas em ideologias eações de Estado, de organizações intergovernamentaise/ou de instituições de repercussão pública (mídia,fundações, partidos etc).
  85. 85. Modelos de redes: Rede centralizada
  86. 86. Modelos de redes: Rede descentralizada
  87. 87. Modelos de redes: Rede distribuída
  88. 88. 5.coempreen- Governança para dedorismo viabilizar, nas tomadas de decisão mais críticas, a participação direta ou indireta dos segmentos e setores envolvidos no empreendimento, garantindo assim a sua legitimidade.
  89. 89. Para Alyson Brody, antropóloga da Bridge, entidadeespecializada em pesquisa e informações de gênero edesenvolvimento da Inglaterra, governança se refere àsdecisões tomadas por uma gama de pessoas interessadas.“Essas decisões têm um grande impacto sobre as formascomo a comunidade leva sua vida, sobre as regras queeles devem seguir e sobre as estruturas que determinamonde e como as pessoas dessa comunidade trabalham evivem.”
  90. 90. Aprendizado dos 6. coempreendedores:pesquisa integrar metodologiasem ação e processos continuados de pesquisa às ações e resoluções dos problemas envolvidos; revisar e aperfeiçor as práticas; sistematizando e difundir os conhecimentos decorrentes.
  91. 91. Pesquisa-ação“[...] um tipo de pesquisa social com base empírica que éconcebida e realizada em estreita associação com umaação ou com a resolução de um problema coletivo e noqual os pesquisadores e os participantes representativosda situação ou do problema estão envolvidos de modocooperativo ou participativo.” MICHEL THIOLLENT
  92. 92. resoluçãode problemastomada deconsciênciaprodução deconhecimentocultura de apropriaçãodo conhecimentocompetência de pesquisaprocessos de pesquisa
  93. 93. 7.diversidadeem diálogo Convivência não violenta e uso de tecnologias para a resolução dos conflitos ou divergências que surgem naturalmente na gestão e operação do empreendimento, tanto como meio quanto como fim
  94. 94. discussão/debate diálogo Visa fechar questões Visa abrir questões Visa convencer Visa mostrar Visa demarcar posições Visa estabelecer relações Visa defender idéias Visa compartilhar ideias Visa persuadir e ensinar Visa questionar e aprender Visa explicar Visa compreender Visa as partes em separado Vê a interação partes/todoDescarta as idéias “vencidas” Faz emergir ideias Busca acordos Busca a pluralidade de ideias
  95. 95. sawubonaeu vejo você
  96. 96. sikhonaeu existo
  97. 97. LINGUAGENS, INSTRUMENTOS E CONTEÚDOSPATRIMONIO VIVOEMANCIPAÇÃO ECONÔMICAARTICULAÇÃO E REDESCOEMPREENDEDORISMOPESQUISA EM AÇÃO DIVERSIDADE EM DIÁLOGO
  98. 98. O método correto nas mãos do homem incorreto, torna-se incorreto.O método incorreto nas mãos do homemcerto, torna-se correto. I Ching
  99. 99. ubuntu
  100. 100. Ubuntu:sou quem sou pelo que todos somos.
  101. 101. Sustentabilidade e Afeto
  102. 102. Projeto 4 Cantos – Bate o Sino
  103. 103. www.socioculturalemrede.com.brOBRIGADA!Minom Pinhocontato@casaredonda.com.br

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