Aula química geral experimental 1_parte 2

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Aula química geral experimental 1_parte 2

  1. 1. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR E TECNOLÓGICO Química Geral Experimental I Msc. Josilene Lima Serra Zé Doca-MA 2011
  2. 2. Instruções de Segurança no Laboratório
  3. 3. Riscos em Laboratórios de Química Incêndios
 Acidentes
 Cortes
 Ferimentos
Laboratório

 Risco
 Intoxicação
 Substâncias

de
Química

 Cáus?cas
 Contaminação

  4. 4. Principais Acidentes no Laboratórios–  CORTES POR MANEJO INADEQUADO DE VIDRARIA–  ESPALHAMENTO DE SUBSTÂNCIAS CORROSIVAS OU CÁUSTICAS–  INCÊNDIOS–  EXPLOSÕES–  INALAÇÃO DE GASES OU VAPORES NOCIVOS–  INGESTÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
  5. 5. Acidentes
em
indústrias
químicas
no
 Brasil
  REDUC
(
Brasil
–
1972
)
•  30
março
1972
•  Vazamento
e
incêndio
em
válvula
das
5
esferas
de
GLP
•  37
mortes
(
da
REDUC
e
FABOR
)
e
53
feridos

  6. 6.   BHOPAL (Índia, 1984)•  02 dezembro 1984 (domingo), às 23:00 h•  ! Vazamento de 40 toneladas de Isocianato de metila (MIC)•  ! 01:00 h (03 dez) – alarme de vazamento é acionado•  ! Vazamento avança na direção da cidade•  ! Atinge população próxima, fábricas, estação de trem, hospital,...•  Durante o período de 2.000 a 3.000 pessoas morreram (23:00 as 02:00 h)•  ! Entre 100.000 e 200.000 intoxicados
  7. 7.   Brasil
–
2011
•  16
de
janeiro
de
2011

  8. 8. Riscos
Químicos
NaSonal
Fire
ProtecSon
AssociaSon

Classifica
os
riscos
químicos
em
4
grupos

 Diamante
dos
riscos

  9. 9. Inflamabilidade
 

Produtos
Químicos
Inflamáveis
ou
CombusCveis
 Produzem
vapor
suficiente
para
inflamar
na
presença
de
uma
fonte
 de
ignição

 
Fontes
de
ignição
‐ Faísca
elétrica;
‐ Chama
 
Ponto
de
ignição
de
uma
substância
‐ 
 Menor
 temperatura
 na
 qual
 o
 vapor
 de
 um
 líquido
 pode
 ser
inflamado
por
uma
chama
ou
por
uma
faísca


  10. 10. Solventes Inflamáveis Substância
 PI
(oC)
 Substância
 PI
(oC)
 Acetaldeído
 ‐39
 gasolina
 ‐46
 Acetona
 ‐18
 Ácido
acéSco
glacial
 40
 Benzeno
 ‐11
 hexano
 ‐18
 Sulfeto
de
Carbono
 ‐29
 Metanol
 12
 Ciclohexano
 ‐17
 Pentano
 ‐40
 Ciclohexanol
 68
 Éter
de
petróleo
 ‐40
 Etanol
 13
 Monômero
de
esSreno
 32
 Acetato
de
eSla
 ‐4
 Tolueno
 4
 Cloreto
de
eSla
 ‐50
 Xileno
 29
•  Quanto mais baixa a temperatura de ignição, maior o potencial de incêndio
  11. 11. CUIDADOS!!!1.  Não
fume
no
laboratório
2.  Realize
a
transferência
de
solventes
distante
de
qualquer
 chama
 aberta
 (bico
 de
 Bunsen,
 etc.).Quando
 possível
 realize
esta
operação
dentro
de
uma
capela.
3.  Após
 reSrar
 a
 quanSdade
 necessária
 de
 solvente,
 feche
 bem
a
garrafa
de
reserva
e
guarde‐a
em
lugar
adequado,
 fora
da
bancada
de
trabalho.
4.  Aquecimento
de
solventes
inflamáveis
(em
operações
de
 refluxo,
 desSlação,
 extração,
 evaporação,
 etc.)
 deve
 ser
 efetuado
com
disposiSvos
adequados,
 
tais
como
banho
 de
água
ou
banho
de
óleo.
Evite
o
uso
de
fogo
aberto
ou
 chapa
elétrica
direta.



  12. 12. Incêndio com Solventes•  A
 ocorrência
 de
 incêndios
 irá
 depender
 de
 três
 fatores,
 que
devem
ocorrer
simultaneamente
no
mesmo
local:
 

a
existência
de
uma
atmosfera
oxidante
(ar);


a
ocorrência
de
um
acúmulo
de
gás
ou
vapor
inflamável;
 

a
disponibilidade
de
uma
fonte
de
ignição.

  13. 13. Em caso de Incêndio com Solventes  Tome as seguintes providências   Afaste-se das imediações do fogo e tente apagá-lo com um extintor adequado (gás carbônico ou pó químico). Água não é recomendável para apagar incêndios com solventes.   Desligue dispositivos elétricos acionando a chave do interruptor geral.   Feche a torneira geral de abastecimento de gás.   Se a roupa de alguma pessoa pegar fogo, deite-a no chão e apague as chamas mediante um cobertor.   Em caso de queimaduras, busque imediatamente atendimento médico: não tente medicar queimaduras por conta própria.
  14. 14. ReaSvidade
 

Produtos
Químicos
Rea?vos
 São
substâncias
que
se
convertem
facilmente
em
moléculas
mais
 estáveis
 
Implicações
‐ Essas
 reações
 causam
 grande
 liberação
 de
 energia
 (calor,
 luz,
explosão)
 
Fator
que
leva
a
reaSvidade
Aumento
rápido
de
temperatura:
‐ Fricção
na
superocie
‐ 
Iluminação

  15. 15. Reações Químicas Violentas

•  Certas reações químicas exotérmicas podem ocorrer de forma violenta ou até explosiva caso sejam realizadas com substâncias concentradas e sem as devidas precauções.
  16. 16. Algumas Substâncias Reagem Violentamente com Água
  17. 17. Reações de Neutralização entre Ácidos e Bases Concentrados
  18. 18. Substâncias Explosivas
  19. 19. Misturas Explosivas de Gases e Vapores Combustíveis
  20. 20. Riscos
à
saúde

  21. 21.  

Produtos
Químicos
Perigosos
para
a
Saúde

 Produtos
 Efeito
 Exemplos
 Podem
 produzir
 níquel,
 cromatos,
 formaldeído,
 Alérgenos
e
 hipersensibilidade
 da
 isocianatos
e
certos
fenóis

Sensibilizadores

 pele
e
pulmões

 interferem
 com
 o
 nitrogênio,
 dióxido
 de
 carbono,
 hélio,
 Asfixiantes
 transporte
 de
 oxigênio
 óxido
nitroso,
e
argônio

 nos
pulmões
 podem
 causar
 ácido
 sulfúrico,
 hidróxido
 de
 potássio,
 destruição
 visível
 ou
 ácido
crômico
e
hidróxido
de
sódio

 Corrosivos

 alterações
 irreversíveis
 em
tecidos
vivos

 Causam
 inflamação
 nas
 amônia,
 vapores
 de
 ácido
 clorídrico,
 membranas
 mucosas.
 halogênios
 (F2,
 Cl2,
 I2),
 fosgênio,
 Exposições
 longas
 a
 dióxido
 de
 nitrogênio,
 tricloreto
 de
 Irritantes
 esses
 agentes
 podem
 arsênico,
 ácido
 fluorídrico,
 ozônio,
 causar
 aumento
 da
 sulfato
 de
 dieSla/dimeSla,
 cloretos
 de
 secreção
 de
 muco
 e
 fósforo,
 pós
 e
 névoas
 alcalinas
 bronquite
crônica.


 (hidróxidos,
carbonatos,
etc)


  22. 22.  

Produtos
Químicos
Perigosos
para
a
Saúde

 Produtos
 Efeito
 Exemplos
 São
 aqueles
 que
 tetracloreto
 de
 carbono,
 nitrosaminas
Hepatotóxicos
 causam
 danos
 ao
 e
tetracloroeSleno

 ogado

 São
 aqueles
 que
 agem
 hidrocarbonetos
 halogenados
 e
 Nefrotóxicos

 sobre
os
rins

 compostos
de
urânio

 Podem
 danificar
 o
 trialquil
 estanho
 e
 derivados,
 meSl
 Neurotóxicos
 sistema
nervoso
central

 mercúrio,
 tetraeSl
 chumbo,
 dissulfeto
 de
 carbono,
 tálio,
 manganês
 e
 inseScidas
organofosforados

 Podem
 iniciar
 ou
 acelerar
 o
 Carcinógenos

 desenvolvimento
 de
 câncer

 Perigos
à
 Podem
 causar
 dibromoeSleno
 e
 o
 Reprodução

 esterilidade

 dibromocloropropano


  23. 23.  Toxicidade
de
alguns
produtos
químicos
 Classe
de
Toxicidade
 Dose

 Dose
Letal
Oral
 Exemplos
 (massa
de
produto
 Provável
 por
kg
de
peso
 (para
uma
pessoa
 corpóreo)
 adulta
de
70kg)
PraScamente
não
tóxico
 >15
g/kg
 Mais
que
4
xícaras
de
 sucrose
 chá
 Levemente
tóxico
 5
a
15
g/kg
 De
2
a
4
xícaras
 etanol
Moderadamente
tóxico
 0,5
a
5
g/kg
 Entre
6
colheres
de
chá
 Cloreto
de
sódio
 e
2
xícaras
 Muito
tóxico

 50‐500
mg/kg
 1
a
2
colheres
de
chá

 cafeína
 Extremamente
tóxico
 5‐50
mg/kg
 Entre
7
gotas
e
uma
 Cianeto

de
Sódio
 colher
de
chá
 supertóxico
 <
5
mg/kg
 Menos
que
7
gotas
 Estricnina

  24. 24. Gases e Vapores Nocivos•  Trabalhos que envolvam a utilização, produção, desprendimento ou emissão de gases ou vapores tóxicos ou agressivos devem ser sempre realizados dentro de uma capela de exaustão!
  25. 25. Alguns Gases e Vapores Nocivos•  Amoníaco (NH3)- Gás irritante•  Benzeno (C6H6) - Líquido volátil altamente tóxico (p.e. 80 oC)•  Brometo de Hidrogênio (HBr) – Gás irritante e agressivo•  Bromo (Br2) - Líquido volátil altamente tóxico (p.e. 59 oC)•  Cloreto de Hidrogênio (HCl) - Gás irritante e agressivo•  Cloro (Cl2) - Gás altamente tóxico e irritante•  Clorofórmio ou Triclorometano (HCCl3) - Líquido volátil tóxico (p.e. 62 oC)•  Diclorometano (CH2Cl2) - Líquido volátil tóxico (p.e. 40 oC)•  Dióxido de Enxofre (SO2) - Gás altamente tóxico e irritante•  Dióxido de Nitrogênio (NO2) - Gás altamente tóxico e irritante
  26. 26. Alguns Gases e Vapores Nocivos•  Formaldeído (CH2O) - Gás irritante•  Hexano (C6H12) - Líquido volátil tóxico (p.e. 69 oC)•  Metanol (CH3OH) - Líquido volátil tóxico (p.e. 65 oC)•  Monóxido de Carbono (CO) - Gás altamente tóxico•  Monóxido de Nitrogênio (NO) - Gás altamente tóxico•  Sulfeto de Hidrogênio ou Ácido Sulfídrico (H2S) - Gás altamente tóxico•  Tetracloreto de Carbono ou Tetraclorometano (CCl4) - Líquido volátil altamente tóxico (p.e. 77 oC)
  27. 27.  

Produtos
Químicos
Perigosos
para
a
Saúde

NUNCA
COLOCAR
O
NARIZ
PROXIMO
DO
FRASCO
PARA
SENTIR
O
CHEIRO
DE
 SUBSTÂNCIAS
QUÍMICAS!!!

  28. 28. Riscos
à
saúde

  29. 29. Substâncias Cáusticas Muitas substâncias são cáusticas e podem causar sérias sequelas na pele ou nos olhos. A seguir algumas das substâncias mais cáusticas:  Todos os ácidos concentrados, especialmente fluorídrico, perclórico, sulfúrico, clorídrico nítrico, mistura sulfocrômica e outros.  Todas as bases concentradas, tais como hidróxido de sódio e potássio, carbonato de sódio ou potássio, amônia, aminas e outras.  Oxidantes fortes concentrados, tais como água oxigenada e outros.  Outras substâncias cáusticas: bromo, metais alcalinos, pentóxido de fósforo, formaldeído, fenol, etc.
  30. 30. Substâncias Oxidantes - Substâncias oxidantes: são aquelas que apresentam deficiência de elétrons - A energia é liberada na reação de transferência de elétrons:  energia térmica (calor)  energia cinética (por exemplo, expansão do gás em explosões)‐
Combuszveis:
são
os
produtos
químicos
que
doam
os
elétrons
nas
reações
de
oxidação
(isto
é,
são
agentes
redutores)


  31. 31. Substâncias OxidantesExemplo: Oxidação da gasolina
  32. 32. Rótulos
Os
 rótulos
 dos
 produtos
 químicos
 devem
 conter
 informações
resumidas
 sobre
 os
 principais
 perigos
 associados
 ao
 composto,
formuladas
em
linguagem
não‐técnica.


  33. 33. Símbolos
de
risco
Denominação
do
perigo:
Oxidante
Precauções:
 Evitar
 qualquer
 contato
 com
 substâncias
combuszveis
(perigo
de
inflamação).Os
incêndios
podem
ser
favorecidos,
e
dificulta
sua
exSnção.
Denominação
do
perigo:
Tóxico
Precauções:
Evitar
o
contato
com
o
corpo
humano
pois
pode
causar
graves
danos
à
saúde,
com
conseqüências
fatais.

Denominação
do
perigo:
Corrosivo
Precauções:
 Evitar
 o
 contato
 com
 olhos,
 pele
 e
 a
 roupa
mediante
medidas
protetoras
especiais.
Não
inalar
os
vapores.

  34. 34. Símbolos
de
risco
 Denominação
do
perigo:
Nocivo,
Irritante
 Precauções:
Evitar
contato
com
o
corpo
humano
e
a
inalação
 de
 vapores.
 Possível
 causar
 danos
 para
 a
 saúde
 em
 caso
 de
 uso
não
adequado.
 Denominação
do
perigo:
Inflamável
 Precauções:
 Manter
 longe
 de
 chamas
 abertas,
 centelhas,
 e
 fonte
de
calor.
Denominação
do
perigo:
Explosivo
Precauções:
 Evitar
 choques,
 percussão
 de
 faíscas,
 fogo,
 e
ação
de
calor.

  35. 35. Armazenamento
de
substâncias
 químicas

  36. 36. Equipamentos
de
segurança

  37. 37. Equação
da
Segurança
Segurança = Bom senso + Cuidados Específicos Temos
que
conhecer!


  38. 38. Equipamentos
de
uso
coleSvo
–
EPC
a)
Lava‐olhos
e
chuveiro

  Equipamento
para
emergência
no
 caso
 de
 derrame
 de
 substâncias
 químicas
no
corpo
ou
em
específico
 nos
olhos
  Respeitar
o
espaço
reservado
a
este
 equipamento,
para
o
uso
correto

  39. 39. b)
ExSntores
de
incêndio
próximos
ao
laboratório

 Classes
e
Spos
de
exSntores
de
incêndio
 TIPOS
DE
EXTINTORES
 CLASSES
 EXEMPLOS
 Água
pressurizada
 Gás
Carbônico
 Espuma
 Pó
Químico
Seco
 Materiais
que
queimam
em
superocie
e
 NÃO
 SIM
 NÂO
 A
 em
profundidade.
Exemplo:
madeira,
 SIM
 (sem
 (boa
 (sem
eficiência)
 papel,
tecido.
 (excelente
eficiência)
 eficiência)
 eficiência)
 SIM
 Materiais
que
queimam
em
superocie.
 NÃO
 SIM
 SIM
 B
 (óSma
 Exemplo:
álcool,
gasolina,
querosene
 (sem
eficiência)
 (boa
eficiência)
 (óSma
eficiência)
 eficiência)
 SIM
 NÃO
 Equipamentos
elétricos
e
eletrônicos
 SIM
 (boa
eficiência,
 NÃO
 (perigoso,
 C
 energizados.
Exemplo:
computadores,
 (óSma
 contudo
pode
 (perigoso,
conduz
 conduz
 televisores,
motores.
 eficiência)
 causar
danos
em
 eletricidade)
 eletricidade equipamentos
 )
 delicados)
 Materiais
que
requerem
agentes
 SIM
 D
 exSntores
específicos.
Exemplo:
pó
de
 NÃO
 NÃO
 NÃO
 (Pó
químico
 zinco,
sódio,
magnésio
 especial)

  40. 40. Tipos
de
ExSntores
 TIPOS
DE
EXTINTORES
 DISCRIMINAÇÃO
 Água
pressurizada
 Gás
Carbônico
 Espuma
 Pó
Químico
Seco
 a)
 Puxe
 a
 trava
 rompendo
 o
 lacre
 ou
 a)
 Vire
 o
 a)
 ReSre
 o
 acione
 a
 válvula
 com
 a)
Puxe
a
trava
rompendo
 aparelho
 grampo
 o
 cilindro
 de
 gás
 o
lacre
 com
 a
 tampa
 b)
 Aperte
 o
 (pressurizável)
 b)
Aperte
o
gaSlho,
 para
baixo
Como
operar
exSntores
 gaSlho,
 b)
 Aperte
 o
 gaSlho
 c)
Dirija
o
jato
para
a
base
 b)
 Dirija
 o
 c)
 Dirija
 o
 jato
 ou
 empurre
 a
 pistola
 do
 jato
 para
 a
 para
a
base
do
 difusora
 fogo.
 base
do
 fogo.
 (pressurízavel)
 fogo.
 c)
Dirija
o
jato
para
a
 base
do
fogo.
 Abafamento
 EFEITOS
 Resfriamento
 Abafamento
 e
 Abafamento
 resfriamento

  41. 41. ExSntor

  42. 42. c)
Capelas

  43. 43. Equipamentos
de
proteção
individual
‐
 EPI
•  Avental
ou
roupas
de
proteção
•  Luvas
•  Proteção
facial/
ocular
•  Proteção
respiratória

  44. 44. Avental
ou
roupas
de
proteção
•  Avental
recomendado
para
manuseio
de
substâncias
 químicas

 –  Material:
algodão
grosso

 •  
queima
mais
devagar,
reage
com
ácidos
e
bases
 –  Modelo:

 •  mangas
compridas
com
fechamento
em
velcro;

comprimento
até
 os
joelhos,
fechamento
frontal
em
velcro,
sem
bolsos
ou
“detalhes
 soltos”
 –  Deve
ser
usado
sempre
fechado


  45. 45. Avental
ou
roupas
de
proteção
•  Laboratórios
biológicos
 –  Aventais
descartáveis
:
não
protegem
contra
 substâncias
químicas;
são
altamente
inflamáveis;
 devem
ser
usados
uma
única
vez
•  Os
aventais
devem
ser
despidos
quando
sair
do
 laboratório

  46. 46. Luvas
•  A
eficiencia
das
luvas
é
medida
através
de
3
 parâmetros:

 –  Degradação:
mudança
em
alguma
das
caracterísScas
 osicas
da
luva
 –  Permeação:
velocidade
com
que
um
produto
químico
 permeia
através
da
luva
 –  Tempo
de
resistência:
tempo
decorrido
entre
o
contato
 inicial
com
o
lado
externo
da
luva
e
a
ocorrência
do
 produto
químico
no
seu
interior

  47. 47. Luvas
•  Material
 –  Nenhum
material
protege
contra
todos
os
 produtos
químicos
 –  Luvas
de
latex
descartáveis
são
permeáveis
a
 praScamente
todos
os
produtos
químicos
 –  Para
contato
intermitente
com
produtos
químicos
 
luvas
descartáveis
de
nitrila

  48. 48. Kevlar
 Borracha
buzlica
Nitrila
 Neopreno
 PVC
 Viton
 PVA
 Vinil

  49. 49. Tipo
 Uso
Borracha
 Bom
para
cetonas
e
ésteres,
ruim
para
os
demais
 buzlica
 solventes
 Latex
 Bom
para
ácidos
e
bases
diluídas,
péssimo
para
 solventes
orgânicos
Neopreno
 Bom
para
ácidos
e
bases,
peróxidos,
hidrocarbonetos,
 álcoois,
fenóis.
Ruim
para
solventes
halogenados
e
 aromáScos
 PVC
 Bom
para
ácidos
e
bases,
ruim
para
a
maioria
dos
 solvente
orgânicos
 PVA
 Bom
para
solventes
aromáScos
e
halogenados.
Ruim
 para
soluções
aquosas
 Nitrila
 Bom
para
uma
grande
variedade
de
solventes
orgânicos
 e
ácidos
e
bases
 Viton

 Excepcional
resistência
a
solventes
aromáScos
e
 halogenados

  50. 50. Luvas
•  Conservação
e
manutenção
 –  Devem
ser
inspecionadas
antes
e
depois
do
uso
quanto
 a
sinais
de
deterioração,
pequenos
oriocios,
 descoloração,
ressecamento,
etc
 –  Luvas
descartáveis
não
devem
ser
limpas
ou
 reuSlizadas
 –  As
luvas
não
descartáveis
devem
ser
lavadas,

secas
e
 guardadas
longe
do
local
onde
são
manipulados
 produtos
químicos
 –  Lavar
as
mãos
sempre
que
reSrar
as
luvas

  51. 51. Proteção
facial/ocular
•  Deve
estar
disponível
para
todos
os
funcionários
que
 trabalhem
locais
onde
haja
manuseio
ou
 armazenamento
de
substâncias
químicas
•  Todos
os
visitantes
deste
local
também
deverão
 uSlizar
proteção
facial/ocular
•  O
uso
é
obrigatório
em
aSvidades
onde
houver
 probabilidade
de
respingos
de
produtos
químicos


  52. 52. Proteção
facial/ocular
•  
Tipos
 –  Óculos
de
segurança
 –  Protetor
facial
•  CaracterísScas
 –  Não
deve
distorcer
imagens
ou
limitar
o
campo
visual
 –  Devem
ser
resistentes
aos
produtos
que
serão
 manuseados
 –  Devem
ser
confortáveis
e
de
fácil
limpeza
e
conservação

  53. 53. Operação
 Proteção
requerida
 Entrada
em
local
onde
haja
 razoável
probabilidade
de
 Óculos
de
segurança
 respingos
no
rosto
Manuseio
de
produtos
químico
 Óculos
de
segurança
com
vedação
 corrosivos

Manuseio
de
produtos
químicos
 Óculos
de
segurança
com
vedação

 perigosos
Transferência
de
mais
do
que
um
 Óculos
de
segurança
com
vedação
 litro
de
produtos
químicos
 e
protetor
facial
 corrosivos
ou
perigosos

  54. 54. Proteção
facial/ocular
•  Conservação

 –  Manter
os
equipamentos
limpos,
não
uSlizando
 para
isso
materiais
abrasivos
ou
solventes
 orgânicos
 –  Guardar
os
equipamentos
de
forma
a
prevenir
 avarias

  55. 55. O
uso
de
lentes
de
contato
no
 laboratório
•  Vantagens
 –  Melhor
visão
periférica
 –  mais
confortáveis
 –  Pode
funcionar
como
barreira
a
alguns
gases

e
 parzculas
 –  Melhor
do
que
óculos
em
atmosferas
úmidas
 –  Melhor
para
trabalhar
com
instrumentos
ópScos
 –  Melhor
para
uSlização
de
óculos
de
segurança
 –  Não
têm
problemas
de
reflexo,
como
os
óculos
 
 


  56. 56. O
uso
de
lentes
de
contato
no
 laboratório
•  Contras
 –  Parzculas
podem
ficar
reSdas
sob
as
lentes
de
contato
 –  Podem
descolorir
ou
tornar‐se
turvas
em
contato
com
 alguns
vapores
químicos
 –  Lentes
gelaSnosas
podem
secar
em
ambientes
com
 pouca
umidade

 –  Alguns
vapores
e
gases
podem
ser
absorvidos
nas
lentes
 e
causar
irritação
 –  Algumas
lentes
de
contato
impedem
a
oxigenação
dos
 olhos

  57. 57. Proteção
respiratória
•  A
uSlização
de
EPI
para
proteção
respiratória
 deve
ser
uSlizado
apenas
quando
as
medidas
 de
proteção
coleSva
não
existem,
não
podem
 ser
implantadas
ou
são
insuficientes
•  O
uso
de
respiradores
deve
ser
esporádico
e
 para
operações
não
roSneiras

  58. 58. Regras Gerais de Segurança e Conduta no Laboratório Químico   SEMPRE  Verifique o local e funcionamento dos dispositivos de segurança do laboratório: extintores de incêndio, chuveiros de emergência, etc.  Trabalhe com calma e prudência.  Realize somente os experimentos autorizados pelo professor responsável.  Evite contato direto com as substâncias do laboratório, todas são potencialmente nocivas.  Leia com atenção os roteiros das experiências a serem realizadas.  Utilize somente os reagentes disponíveis na sua bancada de trabalho ou aqueles fornecidos pelo instrutor.  Use óculos de proteção e vista roupa adequada. Mantenha os cabelos longos presos atrás da cabeça.  Mantenha a bancada de trabalho limpa e organizada.
  59. 59. Regras Gerais de Segurança e Conduta no Laboratório Químico   SEMPRE  Use capela com exaustão para trabalhos que envolvam a utilização ou formação de gases, vapores ou poeiras nocivas.  Substâncias inflamáveis, geralmente solventes, exigem cuidados específicos.  Tenha cuidado com o manuseio da vidraria: fragmentos de peças quebradas podem causar sérios ferimentos.  Tenha cuidado com utilização de bicos de gás e chamas abertas. Não os mantenha acesos desnecessariamente. Perigo de incêndio.  Feche a torneira e o registro geral de gás ao final do trabalho.  Utilize com cuidado os equipamentos elétricos: verifique a voltagem antes de conectá-los. Familiarize-se com os mecanismos de controle.
  60. 60. Regras Gerais de Segurança e Conduta no Laboratório Químico   Nunca  Comer, beber ou fumar no laboratório.  Utilizar reagentes de identidade desconhecida ou duvidosa  Despejar substâncias indiscriminadamente na pia.  Realizar reações químicas ou aquecer substâncias em recipientes fechados.  Jogar na pia papéis, palitos de fósforo ou outros materiais que possam causar entupimento.
  61. 61. Gerenciamento
dos
resíduos
químicos

  62. 62. Resíduos
•  São
 materiais
 considerados
 sem
 uSlidade
 por
 seu
possuidor.

•  Danos:
 explosão,
 fogo,
 corrosão,
 toxicidade
 a
 organismos
ou
outros
efeitos
deletérios.


  63. 63. Em
laboratórios
químicos
os
resíduos

 mais
usuais
compreendem:
•  solventes
orgânicos
•  resíduos
de
reações
•  reagentes
contaminados,
degradados
ou
fora
 do
prazo
de
validade
•  soluções‐padrão


  64. 64. Resíduos
•  Minimização:
•  Tratamento
e/ou
destruição
de
resíduos
no
 laboratório

  65. 65. Minimização:

•  Mudança
de
macro
(escala
convencional)
para
 microescala

•  A
subsStuição
de
reagentes
•  Mudanças
nos
procedimentos

•  Reciclagem.


  66. 66. RESOLUÇÃO
CONAMA
Nº
357,
DE
17
DE
 MARÇO
DE
2005
Dispõe
sobre
a
classificação
dos
corpos
de
água
 e
diretrizes
ambientais
para
o
seu
 enquadramento,
bem
como
estabelece
as
 condições
e
padrões
de
lançamento

de
 efluentes,
e
dá
outras
providências.

  67. 67. RESOLUÇÃO
CONAMA
Nº
357,
DE
17
DE
 MARÇO
DE
2005
 VALORES
MÁXIMOS
DE
SUBSTÂNCIAS
 INORGÂNICAS
E
ORGÂNICAS


  68. 68. PARÂMETRO
INORGÂNICO VALORES
MÁXIMOSArsênio
total 0,5mg/LBário
total 5,0mg/LCádmio
total 
 0,2mg/LBoro
total 5,0mg/LChumbo
total 0,5mg/LCianeto
total 0,2mg/LCobre
dissolvido 1,0mg/LCromo
total 0,5mg/LEstanho
total 4,0mg/LFerro
dissolvido 15,0mg/LFluoreto
total 10mg/LManganês
dissolvido 1,0mg/LMercúrio
total 0,01mg/LNíquel
total 2,0mg/LNitrogênio
amoniacal
total 20,0mg/LPrata
total O,1mg/LSelênio
total 0,30mg/LSulfeto 1,0mg/LZinco
total 5,0mg/LPARÂMENTOS
ORGÂNICOS VALORES
MÁXIMOSClorofórmio 1,0mg/LDicloroetano 1,0mg/LFenóis
totais 0,5mg/LTetracloreto
de
carbono 1,0mg/LTricloroetano 1,0mg/L
  69. 69. RESÍDUOS
QUE
PODEM
SER
DESCARTADOS
DIRETAMENTE
NA
PIA
 OU
LIXO

•  pH
entre
5
a
9
•  Compostos
solúveis
em
água
e
com
baixa
 toxicidade,
100
g
ou
100
ml,
por
ponto,por
 dia.

•  Misturas
contendo
compostos
pouco
solúveis
 em
água,
em
concentrações
abaixo
de
2%



  70. 70. Orgânicos
facilmente
biodegradáveis
•  Álcoois
com
menos
de
5
carbonos

•  Dióis
com
menos
de
8
carbonos

•  Glicerol

•  Açúcares

•  Aldeídos

com
menos
de
7
carbonos

•  Amidas


com
menos
de
5
carbonos


•  Aminas

com
menos
de
7
carbonos

•  Ácidos
carboxílicos
com
menos
de
6
carbonos
e
seus
sais
de
 NH4+,
Na+

e
K+

•  Ésteres
com
menos
de
5
carbonos

•  Cetonas
com
menos
de
6
carbonos


  71. 71. Compostos
que
podem
ser
descartados
no
lixo
Orgânicos:


•  açúcares,

•  amido,

•  aminoácidos

•  sais
de
ocorrência
natural
ácido
cítrico
e
seus
 sais
(Na,
K,
Mg,
Ca,
NH4);
•  ácido
láSco
e
seus
sais
(Na,
K,
Mg,
Ca,
NH4)


  72. 72. Segregação
de
resíduos
químicos
Inorgânicos

•  soluções
aquosas
de
metais
pesados

•  ácidos

•  bases

•  sulfetos

•  cianetos

•  mercúrio
metálico
(recuperação)

•  sais
de
prata
(recuperação)

•  sais

de
chumbo
•  sais
de
mercúrio

  73. 73. Orgânicos
Para
descarte
(incineração/co‐processamento):
•  solventes
halogenados

•  peróxidos
orgânicos

•  pesScidas
e
outros
de
alta
toxicidade
aguda
 ou
crônica


  74. 74. Armazenamento
de
resíduos
Cada
 Spo
 de
 resíduo
 deve
 ser
 acondicionado
 em
 embalagem
 adequada
às
suas
caracterísScas.

Não
acumular
grandes
quanSdades
de
resíduos
no
laboratório.

NUNCA
armazenar
frascos
de
resíduos
na
capela

NÃO
armazenar
frascos
de
resíduos
próximo
a
fontes
de
calor

Os
frascos
para
resíduos
jamais
devem
ser
rotulados
apenas
 como
“Resíduos”.

  75. 75. Tratamento
de
resíduos
em
 laboratório
•  Ácidos
e
bases:
neutralizar
com
NaOH

ou
 H2SO4,
respecSvamente,
uSlizar
pH‐metro,
 papel
indicador
ou
gotas
de
fenolƒaleína,
para
 garanSr
que
o
pH
da
solução
resultante
situe‐ se
entre
6
e
8.
Após
a
neutralização,
descartar
 lentamente
na
pia
sob
água
corrente.

  76. 76. Metais

 Metal
(íon
de
 Metal

 Forma
de
tratamento
 interesse)
 Fe3+,
Mn2+,
Co2+,
 Metais
que
precipitam
por
 Ni2+,
Mg2+, 
Al3+,
 Adição
de
NaOH
6
mol
L‐1,
gota
a
gota,
 adição
de
NaOH
e
não
se
 Cr3+,

Sn4+,
Zn2+ sob
agitação
manual,
até
pH
7 

 dissolvem
em
excesso
de
 reagente
(óxidos
básicos)
 Adição
de
zinco
metálico
em
pó,
sob
 agitação
manual,
até
cessar
a
Metais
isoláveis
por
reações
de
 precipitação
do
metal
nobre,
filtrando‐ Ag+,
Cu2+ 

 oxirredução 

 o.
Neutralização
da
solução
com
NaOH
 6
mol
L‐1
até
pH
7.
Filtração
do
 hidróxido
de
zinco
[Zn(OH)2]
formado

 Adição
de
Na2SO4
ou
NaF
1
mol
L‐1.
 Metais
que
precipitam
como
 Ca2+ 

 Após
filtração
do
precipitado,
 sulfato
ou
fluoreto 

 neutralização
da
solução
com
NaOH
6
 mol
L‐1
até
pH
7 


  77. 77. Metais


  78. 78. Metais
finamente
divididos
(Al,
Co,
Fe,
Mg,
Mn,
Ni,
Pd,
Pt,
Ti,
 Sn,
U,
Zn,
Zr,
e
suas
ligas)

•  suspender
o
pó
em
água,
até
formar
uma
pasta

•  colocar
em
um
recipiente
metálico
formando
uma
camada
 fina

•  deixar
secar
ao
ar.
Conforme
a
mistura
for
secando,
formar‐ se‐ão,
óxidos.

•  Descartar
como
resíduos
de
metal
ou
recuperar,
 dependendo
do
metal

•  Encaminhar
a
coleta
especial.
•  Outra
alternaSva:
solubilizar
com
ácido
e
depois
descartar
 como
resíduo
de
metais

  79. 79. Tratamento
de
resíduos
em
 laboratório
Cianetos:
A
destruição
deve
ser
feita
em
capela
com
boa
exaustão.

•  basificar
o
meio
com
NaOH
não
muito
concentrado
(pH
entre
 10
e
11)

•  sob
agitação
adicionar
hipoclorito
de
sódio
ou
cálcio
(50%
em
 excesso
em
relação
ao
CN‐
em
mol.l‐1)

•  manter
sob
agitação,
na
capela
por
cerca
de
12
horas

•  abaixar
o
pH
com
HCl
até
cerca
de
8

•  descartar
lentamente
na
pia
da
capela,
sob
água
corrente


  80. 80. 
Cromo
VI
•  
 Os
 resíduos
 de
 cromato
 e
 dicromato,
 que
 contém
 cromo
 VI,pode
 ser
 
 tratado
 com
 a
 intenção
 de
 recuperação
 para
 reuso.
Aos
resíduos
adiciona‐se

•  H2SO4

até
pH=1
•  
depois
solução
Sossulfato
de
sódio
para
a
redução
do
cromo
 (VI)
a
(III).

•  A
neutralização
é
obSda
pela
adição
de
carbonato
de
sódio.

•  Como
resultado
ha
precipitação
do
cromo
III
como
hidróxido,
 formando
um
precipitado
pastoso.
•  Esse
 precipitado
 é
 tratado
 com
 HCl
 obtendo
 assim
 o
 cloreto
 de
cromo

III

  81. 81. Relatórios

 Capa:
 nome
 da
 insStuição,
 departamento,
 curso,
 componente
 curricular,
idenSficação
do
aluno,
o
número
e
nome
da
experiência,
local,
data
1.
Introdução
–
Uma
breve
revisão
sobre
o
tema
do
experimento.
2.
 ObjeSvo
 –
 de
 forma
 objeSva
 o
 aluno
 deve
 citar
 os
 principais
 objeSvos
 da
experiência
3.
Material
e
métodos:
A
parte
experimental
deve
ser
cuidadosamente
descrita
com
o
verbo
no
passado
e
na
forma
impessoal.
4.
Resultados
e
discussões:Na
parte
de
resultados
e
discussão
o
aluno
deverá
apresentar
todas
as
reações
realizadas
devidamente
balanceadas.

  82. 82. Relatórios
5.
 Conclusão
 ‐
 Indicar
 se
 os
 resultados
 obSdos
 concordam
 com
 os
 valores
conhecidos
 através
 da
 literatura
 ou
 cálculos
 teóricos.
 Procure
 explicar
 as
diferenças
observadas.
Discuta
se
a
finalidade
da
experiência
foi
alcançada
6.
Bibliografia
–
Listar
os
livros,
síSos
e
revistas
consultados.


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