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A Liturgia continua a imagem da VINHA,
que representa Israel, o povo eleito,
precursor da Igreja, o novo Povo de Deus,
que deve produzir frutos para Deus.
Na 1ª Leitura, Isaías,
com o "Cântico da Vinha",
narra a História do amor
de Deus e a infidelidade
do seu Povo. (Is 5,1-7)
É um lindo poema
composto pelo profeta,
talvez a partir de uma
canção de vindima.
Através do profeta (o trovador),
Deus (o Amigo) julga seu povo
(a vinha), descrevendo o amor
de Deus e a resposta do Povo.
- Um agricultor escolheu
o terreno mais adequado,
escolheu cepas da melhor
qualidade, tomou todos
os cuidados necessários.
- O sonho dele era a colheita dos FRUTOS do seu trabalho...
- Mas a decepção foi grande: só deu uvas azedas...
"Que mais poderia eu ter feito por minha vinha e não fiz?"
- Reação: Seu amor se transforma em ódio:
derruba o muro de proteção, permite que os transeuntes
a pisem livremente e que o inço tome conta...
* Os Frutos,
que o Senhor
esperava, eram
"o direito e a justiça",
respeito
pelos Mandamentos
e fidelidade à Aliança.
Ao invés, viu
"sangue derramado"
e "gritos de horror":
infidelidade, injustiça,
corrupção, violência...
Muitas manifestações
religiosas,
sem verdadeira
adesão a Deus.
Veio o castigo de Deus:
a invasão dos assírios e dos babilônios,
que destruíram a vinha:
deportaram os israelitas como escravos.
* Hoje há ainda "sangue derramado" e Gritos de horror"?
Na 2ª Leitura,
Paulo fala dos frutos
que Deus espera
da sua "Vinha". (Fl 4,6-9)
Lembra aos filipenses
algumas obrigações
que resultam
do seu compromisso
com Cristo e
com o Evangelho.
Seis “qualidades”
eles devem cultivar
com alegria:
a verdade, a justiça,
a honradez, a amabilidade,
a tolerância, a integridade…
No Evangelho,
Jesus retoma
e desenvolve
o poema
da VINHA.
(Mt 21,33-43)
- Um Senhor planta uma vinha com todo o cuidado e tecnologia
necessária e a confia a uns vinhateiros, conhecedores da profissão.
- Chega o tempo da vindima, manda buscar a colheita e vem
a surpresa. Não entregam os frutos e maltratam os enviados...
Não respeitam nem o próprio filho do dono. Chegam a matá-lo.
- A "Vinha" não será destruída,
mas os trabalhadores serão
substituídos...
* A parábola é uma releitura
da História da Salvação:
ilustra a recusa de ISRAEL
ao projeto de salvação de Deus.
- A Vinha é o Povo de Deus.
- O Dono é Deus,
que manifestou muito amor
pela sua vinha.
- Os vinhateiros
são os líderes do povo judeu...
- Os enviados
são os profetas...
o próprio Cristo "morto".
- Resultado: A "vinha" será retirada e confiada
a outros trabalhadores, que ofereçam ao "Senhor"
os frutos devidos e acolham o "Filho" enviado.
- Reação do Povo: tentam prender Jesus,
pois percebem que a Parábola se refere a eles...
Quem são esses "outros", aos quais é entregue a Vinha?
Somos todos nós, membros do novo Povo de Deus,
que tem a missão de produzir seus frutos, para não frustrar
as esperanças do Senhor na hora da colheita.
- Que tipo de frutos está faltando?
Os homens do tempo de Isaías e também de Jesus eram muito
piedosos, zelosos nas práticas religiosas, no respeito do sábado...
- Isaías resume a queixa de Deus nas palavras do dono da vinha:
"Esperei deles justiça, e houve sangue derramado;
esperei retidão de conduta e o que ouço são os gritos
de socorro de gente que foi explorada e maltratada..."
* Será que isso acontecia só no passado? E Hoje?
Há grupos religiosos,
aparentemente vigorosos
(árvores cheias de folhas),
desprovidos de frutos
(sem compromisso com
a justiça, a paz, a fraternidade).
Não podemos reduzir tudo
a umas práticas religiosas.
- Quais são os frutos
que produzimos hoje
em nossas comunidades ?
Devemos testemunhar
gestos de amor, acolhimento,
compreensão, misericórdia,
partilha, serviço,
a realidade do Reino,
que Jesus veio propor.
+ Os guardas da vinha quiseram até se transformar em "Donos"...
* Esse perigo não pode estar presente ainda hoje?
O que pensar dos responsáveis pelas nossas comunidades,
que impõem em nome de Deus o que se passa na própria cabeça,
não dão ouvidos a ninguém e não se preocupam em saber
qual é a vontade do único e legítimo senhor da Vinha?
Não somos "donos", mas apenas administradores...
Uma Verdade consoladora,
mas também um Alerta:
Diante do fracasso com alguns...
Deus não desiste...
Mas Ele recomeça com outros...
- Será que Deus está satisfeito
dos frutos que produzimos?
Deus nunca desiste
de sua obra
de amor e salvação
Pe. Antônio Geraldo Dalla
Costa CS
Meditada por:
Pe. Antônio Geraldo Dalla
Costa CS
MEU DOMINGO
Com a Palavra de Deus
http://www.buscandonovasaguas.com
Ilustração:
Nelso Geraldo
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Música: Ó Pai somos nós esta vinha
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A Vinha do Senhor

  • 1.
  • 2. A Liturgia continua a imagem da VINHA, que representa Israel, o povo eleito, precursor da Igreja, o novo Povo de Deus, que deve produzir frutos para Deus.
  • 3. Na 1ª Leitura, Isaías, com o "Cântico da Vinha", narra a História do amor de Deus e a infidelidade do seu Povo. (Is 5,1-7) É um lindo poema composto pelo profeta, talvez a partir de uma canção de vindima. Através do profeta (o trovador), Deus (o Amigo) julga seu povo (a vinha), descrevendo o amor de Deus e a resposta do Povo. - Um agricultor escolheu o terreno mais adequado, escolheu cepas da melhor qualidade, tomou todos os cuidados necessários.
  • 4. - O sonho dele era a colheita dos FRUTOS do seu trabalho... - Mas a decepção foi grande: só deu uvas azedas... "Que mais poderia eu ter feito por minha vinha e não fiz?" - Reação: Seu amor se transforma em ódio: derruba o muro de proteção, permite que os transeuntes a pisem livremente e que o inço tome conta...
  • 5. * Os Frutos, que o Senhor esperava, eram "o direito e a justiça", respeito pelos Mandamentos e fidelidade à Aliança. Ao invés, viu "sangue derramado" e "gritos de horror": infidelidade, injustiça, corrupção, violência... Muitas manifestações religiosas, sem verdadeira adesão a Deus.
  • 6. Veio o castigo de Deus: a invasão dos assírios e dos babilônios, que destruíram a vinha: deportaram os israelitas como escravos. * Hoje há ainda "sangue derramado" e Gritos de horror"?
  • 7. Na 2ª Leitura, Paulo fala dos frutos que Deus espera da sua "Vinha". (Fl 4,6-9) Lembra aos filipenses algumas obrigações que resultam do seu compromisso com Cristo e com o Evangelho. Seis “qualidades” eles devem cultivar com alegria: a verdade, a justiça, a honradez, a amabilidade, a tolerância, a integridade…
  • 8. No Evangelho, Jesus retoma e desenvolve o poema da VINHA. (Mt 21,33-43)
  • 9. - Um Senhor planta uma vinha com todo o cuidado e tecnologia necessária e a confia a uns vinhateiros, conhecedores da profissão. - Chega o tempo da vindima, manda buscar a colheita e vem a surpresa. Não entregam os frutos e maltratam os enviados... Não respeitam nem o próprio filho do dono. Chegam a matá-lo.
  • 10. - A "Vinha" não será destruída, mas os trabalhadores serão substituídos... * A parábola é uma releitura da História da Salvação: ilustra a recusa de ISRAEL ao projeto de salvação de Deus. - A Vinha é o Povo de Deus. - O Dono é Deus, que manifestou muito amor pela sua vinha. - Os vinhateiros são os líderes do povo judeu... - Os enviados são os profetas... o próprio Cristo "morto".
  • 11. - Resultado: A "vinha" será retirada e confiada a outros trabalhadores, que ofereçam ao "Senhor" os frutos devidos e acolham o "Filho" enviado. - Reação do Povo: tentam prender Jesus, pois percebem que a Parábola se refere a eles...
  • 12. Quem são esses "outros", aos quais é entregue a Vinha? Somos todos nós, membros do novo Povo de Deus, que tem a missão de produzir seus frutos, para não frustrar as esperanças do Senhor na hora da colheita.
  • 13. - Que tipo de frutos está faltando? Os homens do tempo de Isaías e também de Jesus eram muito piedosos, zelosos nas práticas religiosas, no respeito do sábado... - Isaías resume a queixa de Deus nas palavras do dono da vinha: "Esperei deles justiça, e houve sangue derramado; esperei retidão de conduta e o que ouço são os gritos de socorro de gente que foi explorada e maltratada..." * Será que isso acontecia só no passado? E Hoje?
  • 14. Há grupos religiosos, aparentemente vigorosos (árvores cheias de folhas), desprovidos de frutos (sem compromisso com a justiça, a paz, a fraternidade). Não podemos reduzir tudo a umas práticas religiosas. - Quais são os frutos que produzimos hoje em nossas comunidades ? Devemos testemunhar gestos de amor, acolhimento, compreensão, misericórdia, partilha, serviço, a realidade do Reino, que Jesus veio propor.
  • 15. + Os guardas da vinha quiseram até se transformar em "Donos"... * Esse perigo não pode estar presente ainda hoje? O que pensar dos responsáveis pelas nossas comunidades, que impõem em nome de Deus o que se passa na própria cabeça, não dão ouvidos a ninguém e não se preocupam em saber qual é a vontade do único e legítimo senhor da Vinha? Não somos "donos", mas apenas administradores...
  • 16. Uma Verdade consoladora, mas também um Alerta: Diante do fracasso com alguns... Deus não desiste... Mas Ele recomeça com outros... - Será que Deus está satisfeito dos frutos que produzimos? Deus nunca desiste de sua obra de amor e salvação Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa CS
  • 17. Meditada por: Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa CS MEU DOMINGO Com a Palavra de Deus http://www.buscandonovasaguas.com Ilustração: Nelso Geraldo Ferronatto Música: Ó Pai somos nós esta vinha L e M: Fr Joel Postma Solo: Roselene/Ir Custódia CD: Liturgia VII - CNBB Coral Palestrina