Lição 01- Fundamentos Bíblicos para Relacionamentos Saudáveis

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Slide da Lição 01- Fundamentos Bíblicos para Relacionamentos Saudáveis
Lições Bíblicas Jovens 4º trimestre de 2015.
Tema: Estabelecendo Relacionamentos Saudáveis- Vivendo e Aprendendo a Viver
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Lição 01- Fundamentos Bíblicos para Relacionamentos Saudáveis

  1. 1. a ê . às n: L xçis " N* s? 433 É x Aqm í 5*»- Ea a s. : »7 : F k, .y - x: x _ › , ki ígâggaãwíãâashâêfaà s * T VÍVehdoÍé' Áñrendendg a vivi? " - › ' r . e , . x. ~ * - ~: _ ' r "k 1 : v. À Lp›
  2. 2. VEͧ7A"Ç. .IÓI @um mms
  3. 3. Nestê üimesüe estudaremos ax _ _______: _ , T__ : :_m ; respeitados relacimígmentos rasuras dimensões: 0.6x › . $ c'
  4. 4. Bíblica Pessoal Social «six › À ñ <Í? ; . $ Ç'
  5. 5. e Que envolvem respectivamente: Teologia Psicologia . $ Ç'
  6. 6. O eeníenterieze das Êi1iç3 ee deete “ 1» esüe e o~ s CestefBenthot c-. wx ›
  7. 7. . V 'w K Teólogo; Bacharel ex Licenciado em Teologia com especialização em Hermenêutica; gaduado em Pedagogia (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Formação de Professores), e escritor.
  8. 8. . V ' , a KMestreerpTeologib pelaisPUC, RJ, atue M como professor "nas. *xgyiÍí FeeeedsçRalleebâlãe 001119 rêdlteí de Bíbhas tl e revisor sêniorpara k editoras cristãs. 0.6x ›
  9. 9. .e - ' 'H f É autor dos livros “A Família no Antigo Testamento - História e z »- Sociologia” e ? M “HermenêuticatFácil e “aifMl Descomplica É? , e co-autorde “DaviârAs Q vitórias e derrotas de homem de Deus”, ›todos ^ k 'tulosdaCiPAD. / ' 0.6x ›
  10. 10. , __, _r'. - . r , 5412,¡ 'ÍÊT ' É. a1 ~ s ía . .dúrente í eÍSees; i ' ; .. .
  11. 11. 'f Lição l Fundamentos Bíblicos para Ieieãe 2 Relaeienengrente emFamília 0.6x ›
  12. 12. . ._ Lição 3 Relacionamento ne Amibíânte de Trabalho Iii : e (W “rss Relacionamento ^ 'Q a entreAmigos › o
  13. 13. Lição 5 Relacionamento Com Pessoas e Difíceis 147990 6 T di* Releeienamente Sentnnentelç "e iv# Í . ~ Izieãeiñ e v Relacionamento ' Descmtáveis? e» c:
  14. 14. Lição¡ 8 Relacionamento Com Pessoas de 0 QuePede e Prejudíearos . Q 'i Relacionamentos .
  15. 15. Lição 10 Ausência de Relacionamentos , f Lí9ã°11 Relaelonamentet a e Perdão e 'v
  16. 16. g- Lição 12 Relacionamentos Solidários , f 0.6x › eemtDeus . ç pá. ,
  17. 17. x WN 4 JV "tl -ç _ . M Lição Ol- Fundamentos Bíblicos para Relagczio' Éehtdsi Saudáveis a Mills “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivamlemunião! " (Slll33,1)
  18. 18. SÍNTESE A base de todos os relacionamentos cristãos saudáveis está na com e unidade da própria Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.
  19. 19. TExThÊíBLIco / ' Qteããltz-. liãl 18 E disse o Senhor Deus: Não e bom que o homem estejia'só; far-lheâiggma adjutóràfque esteja conTÉ' diante dele. - . ,cVZãfi 19 Havendo, pois: oíSenhor Deus formado dáÍÉrÍai tõdõfianiríal do campo e toda ave dos céuslõstrouxãÊÁdão, para este ver como lhegiõhamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
  20. 20. l . t, TEXTO BIBLICO K _Qênesis_ 2518-24 v , BI 20 E Adão pôs os nomes a todo_o gado, e , 'll' s a ' as aves dos ceus, e a todoannnafdo campo; mas para o homem nao se achava . um. adjutora quelestlvesse como” diante dele. 21 Então, o Senhorfàlgeus fez cairgum sono pesado sobre Adão, e este adorníelceu; e tomou uma dasHas costelas e cerrou a came e'm seu lugar.
  21. 21. ~ r . r, TEXTO BIBLICO a / iksên-esislzs1s-z4 * s** v' ql¡ '* . É 22 E da coste1a__que o Senhor Deus . - tomouido homem formou uma mulher; 7 rum 57117 . e trouxe-a a Acgo. 23 E disse AdãozEstaé agora osso dos u-. í e , Tí meus ossos e _ça_me da mmha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varãõ* foi tomada.
  22. 22. BÍBLICO Gênesis 2. l 8-24 24 Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegarese-rá à sua mulher, e serão ambos uma carne.
  23. 23. l- Deus ; Viu que não é bom quero homem vivasozinho (Guina) z-Fnnnamentosaos c rdaeíenamentes A a saudáveis(Rm l2: 10) o _ a; s:
  24. 24. â-ePrineípíes peraee estabelecer rzlaeignamentes saudáveis . $ c' = <ð= .(2.
  25. 25. “Nenhgmàeãneàm e eme ilha isolada'. (lohrrqÍãlüàea 1572-1631)
  26. 26. Todos Eeeloemos do Criaéer mesmíssime soprac;1a emAdãe (Gn1247 ; '53;At e ímsgâõ). 0.6x › ç<u 'Qy
  27. 27. 0 Senhe! e eleeder da ; Vie de i relaeioperalentos saudáveis, “porque nele Vivemos, e nes mevegnos, e: : existence** (Asma) . › #CP
  28. 28. L. ? I - DEUS Ip NÃo É BoM QUE HGMEM VA soINHo *Iii*
  29. 29. 1. Relaionamtdc e: imagem cítkdhmaâilílm) Na antiguidade apenas OS monarcas eram considerados mes. .
  30. 30. “ j Éáéeieiçisiwíuêimtàiaüiji) som @mas a1 imagem @Uñwmei @Em mas)
  31. 31. Pemeei A imagem de Deus eapaeiiasnos e Viver plenamentecom Deus, ai distinguirs se u&da eriaçâe 9 s eüêndei 0” Ieljóxilno. Come valorizamos a imagem de Deus em nós? . › #CP
  32. 32. 0 mundo não é gmsemanaeãe _ ; VT É_ eiivine: Tedeique existefoieriado por Deus, 0.6x ›
  33. 33. __ . ._= ,. . Éh “Que não ievant s _ os teus olhos aoscéuse Vej : as o sol, e a*lua, e asesürelas, todos ow exerÇíÊQhi d0Si céus; e sejas impelidoia que teinelines a peraniee1es, e sirvasàqueles . s que o Senhor teurDeus repartiu i a todos os povos debaixo de todos os oéusÍKDt. 4.19) / À e <Í? ; . $ Ç' . g : _.
  34. 34. 0; homem é seriatura, mas distintas des @OEM criadas E '77' '_. . 'í" "' (Gnelizó). 0.6x › . $ c'
  35. 35. _ m : Jxk w: “in f', ERP »L IÍWWLÉ mà m Q É; ix: _ «Q with *ils 1 . [Ã i;
  36. 36. Liâyiuiügjfêwüwü V i í” @me kJL l. : g i ñiâxvzs¡ ; Vwgiu “by F»V^ ! QL lt "Quiet, 1_ L4 _ Lg . 1 . ul 'à . , , NK n . NA I[ P z-jv P( ; _ _ V e 'issu si. 1 YÉÉÇQÇI Ii i , › L4 < I jjpxfji_ *à Í : k É . I r < AÍ; Ê~
  37. 37. O _homem foi r : l;m ; *T" í' 3"* criado para Viver e: relacionamentos corretos e t 0.6x › . $ c'
  38. 38. O que voçê entende sobre f' 1*; ¡'í'à AFET ' ADE? 0.6x › n q . $ c'
  39. 39. . V a p_ _, _ f A afetividade é ; uma qualidade oucondição do ser psíquico que caracteriza umagoapacidade ele* viyencjarv internamente a realidadeexterior, sentindo s? oir_§1paeto t queessa realidade produz , no r interior na pessoa, j i , l e_ Eí . p Ç' 1 = <ÍP= s:
  40. 40. . V T ' t" / É pormeio dela que aX PQSÊQÂTÊÊQÊÔ emocionalmente a x _TTT T TT: T, TT T estímulo; Ela e um modo de ser, tporquel o ser humano são “tem afetivide”, ele é a k afevidade. a: : 0.6x › p a <Í? ; . p pá. ,
  41. 41. Rgjgxkg/ ;LQnwãwí1íãwiw @CQUM Q) @Mít[f@: ü@ü@müí©]a<d]@ @ §©H_©Jãñ@@ã@@ (Càm M525);
  42. 42. @a (m: a animais lí _d- ' g . -:. '- 21-. Í' ' . . v'. = " ' - ° u v' . .'. ' l E . _-= n '| ¡ n 'x É" _. t _ Í, _ : -- _ -r ' u ' Gn 2 19- r . , _Ç 7.' 13¡ l n _ . , v n v ¡ I na ' › E t l [u v l u_ . “à J v MQ_ l u A n . a* 1 _ I u
  43. 43. [gy «Nejigwyíi@HÍÊMWWÉÍNÉM @Qbm o @wine ^ “Í'FA"_CÊIVT; FE PJ; K:ZJJÍ um ; ti « (foi: « _u u; M *HV“iJ__W*Í: i_L”L/ JT* "Ç_"*LJLVLÍ; L_¡~ * 'L a; v _t . '~_. ›f~: yI_'+~_¡(; +¡x Em 'QMEIL
  44. 44. enquantc cemfDeus por meiç i da fé, da. obediência, doaimor. . adoração (Gn 211611233). ç<u 'Qy
  45. 45. ¡Jãla dimensão fisica 9 _ímanente (mundo): ° 0uua espirituais 'írran cendente , . 0.6x › . › #CP
  46. 46. @9“ Ref¡alone»nlãmíníeínio @CDHU o ©MÊF© f? uJ“í*? r;H4=V[v*Ui%u1i* * ~ LLJJH/ liwãl LLTÍCF: L_; I“~›: ›1~ m( 'ô mj"ü*“l* liíu' "oiii Wlfkfigl u» F* w L_ m»; '»*A2jaa_; nl; m»¡»* gol _val *LJJJLHK io ¡LMLU *H IFLHLWH* HF i Í; r~í~L5E&L
  47. 47. x »rñiéflQwÍlQlHlÊIlWÍIÉH/ NÉM @CDHU o ©MÊF© Jeito : ea '_lr'f'-'i§Faíí; l§iJ o _l Tují/ lsifx» r i w lofjtq» a : zu [não H» i l a = ~i : jm Jara na; a». ¡jl
  48. 48. No primeiro, r°“o oiiiei soifísoipois ichamados ser sujeitos e tconyolar nossas ividas (rejeitando a ciominaeão, escravidão e autonomia) K 0.6x › . $ c'
  49. 49. K A escollierpor nó mesmos (rejeitando a manipulação -iliberdadex e a de eovolver meumodo “'. í' 7" 'm 7 'Tí " próprio deserpeesoa (rejeitando acoisiñcação entalização - suj eito). 0.6x › . $ Ç'
  50. 50. No segundo, “oouüo”, é voohüooneooaan relação ao primeiro; permitindo que aquilo que oaaopooHmm (autonomia, liberdade, condição de sujeito) seja também direito do outro, @uma relação solidário- 0.6x › p a <Í? ; . ç pá. , . g 2,
  51. 51. sHrz: &?; ..1 “A afetividade que uma i pessoa sente por outrapode levá- la a racionalização (enganando- se a si mesma) ea (confundindo os outros) para camuflaros | defeitos do outro alertado (por pais, conselheiros e amigos. x / /
  52. 52. W “Vooêéeapag de identificar ainã113ên9ia da razão da ofetividm em: k silas decisões? 0.6x › . ç c'
  53. 53. x* n' a i t» II a FUNIQENTGS os ACEIONENOS'°"° ' SAUDÁMEIS (Rm1-229-21-) ' f' 'IPJ
  54. 54. VM E¡ A _- cordialmente tons aosounos amor fijaternal, ¡ preferindosvos em) i honra iunsãos emos? ” 0.6x › . ç pá. ,
  55. 55. “Alegaiàvçs corn os que sealegam; e chorei squecih°rêiÉt5ii (Romanosí12i10) êeax › r ç: l e <ÍP= .(2.
  56. 56. r f¡ x me» r iiíl“'êIlÊ@| í7líTi@ (Fim fl; I i / /¡-I|7| i»- . r r r rgrpf' u n- ir f* 'L I* MrJÍ ' rf_ [ton li HNJÇÍ e; l l são: : l* LEI; i Li u' vi l '› A 'r l l MIL *Jr* i» iiiiiiieiiis* T i¡ . ,, . v , r l i l F ' _LN l* *v* » A x) 4o)
  57. 57. Ã) amor. ñaterno ; é uma das principais colunasidos relacionamentos saudáveis (Hb *o 13.; 1), e não existe p qualquer amizade " verdadeiratiiliiiéçPe-ÊLque A a» Qubsistasem ele (1' Ts 4.9/ A i 0.6x ›
  58. 58. “Quanto”, porém, ao amor ñaternal, não necessitais de: que voscscrevagsvisto que vis mesmosestais i . ÂÉ_: ;›W insuruídos por Dêllsque vos? _ _ ameis Juno ouros”, e u (1 Tessa1onicenses4:9)/ ' b*
  59. 59. r iÍÍl“'êIiÊ@Ií7líTi@ (Fim ílíz t › rf v_ ~ _ di) / /_| )|ÍI)Ç) “íiçiíi i” Iii* iezçirii iii( w . , , . L , i1i), JÃ/ )L'_Í: i) 'à Will” I JJ* U2.) *V tigiiüi; tâfíii_iii iiiErÍiTr i» iíiíii A x) gw)
  60. 60. e a iai e , Am i” ÂÚIILDOVO mndamentr¡ Vos dou: ,Que ameis uns aos ouüosmomo oiii vgos aigneia Yiós, que iambémivós unicos k ouros vos ameis? ” «ea › . ç c' . y
  61. 61. t). L ' l y_ vagar¡ i ¡- i' i3 i' i a ici e Am, r e f “Porque Deusamou (N mundo de talmsgsira quet o1eu o) seuiFilho unigênito, para que todo) aquele que nelecrê nãoi pereça, mas tenho a vida eterna? ” i K (João 3:16) 0.6x › iÇÍiS l
  62. 62. É. Q Am, r e #Nisto esta o amor, NA em que nós tenhamos amado aDeus, mas em queelc nos amçuonóo, e enviouseuFilho parai Propiciaçãopelosnossos Pecados. ” 'i K (_1 João 4:10) 0.6x › . ç c'
  63. 63. 'W / A (f) t / /II)))I) Vjlísi : i . too e . Hp iii* . i H5: *Fã Ma* [)li: );<[ h yn *«L_)lYñ= : p H . .. ç “ | *d í v J i5',
  64. 64. Átia, i” e à [of e 5 r W W Um amor disposta ao sacrifício, cujo interesse não , éo“si”, mas o) ii li “rouatu 0.6x › . ç c' k
  65. 65. *à o Md , _ í. O Ú p . V/ N "f ) Í Ã; /Hxil iÍ Iihd' em¡ jLHÊi-. i l Il , r / ' A" v* › / À/ '“ @Jin/ i 'W Ma( liWi/ 'v à 2M) É_ l' / 'l 1) z / *i el) ' »i n» MW¡ j) L « - HK' l/ haha# a f I / / K ›/ l V( N *pi / / Í É' t) l [if/ L Ú M Mai) W / Ã )r°) v* 'C1 . «V lF A / ru/ /)/ ) «/ v ; uflgf / :í ; I E 1 p 4 / l xiii) ti^): ›ri
  66. 66. Am, i” e a [of e (J 5 : , a / Em todai-sas dimensõesx possíveiísesseamor se* expressa por inteiro Somente oaPessca do 'Pai (1-; I9)4°;8j;16)›idOFí1h0 (Ef 3):19)) e do Espírito Santo ( : :í i, 1) 5:30; i K zelo 13.13),
  67. 67. J r 1g~§wukçííj> Ccaüd @mâm u; _LJQJ J@§M§ : H«' L L1; I _ l _r , ;r-'rr , , _ r n! _bw I* 'L : t L w L : um . L Jr à 11:¡ ~ s** ? I;LJ, "~: ›**›'~LJÍF'~ *LJ ví k”WLr: *21I_ííJ. k<fÊÍ'~ Mw** Vl ›; L, L , _ _ _ÍJJLJJTf-JL : t m* JJÍ. *»J. J_V[J_í”: Er*› LL _»_»›~: Íí[ *L “irmârvâduf-ÀL *x* v1* *ILLUL A P ATV A i* LL *A _guria ! EW ~, _._u~; .1_¡ _LN *i "í °~ w vii” *Luma “a üvãvíuu
  68. 68. 3. Amorgagápicordedo po (Ds relacionamentos entre os ñlhos de Deus devem superar suas diferenças e inquietações . por meio do amadurecimento do amor agápico na vida da t v comunidade de fé, ° - É ° _ -¡ (
  69. 69. O amoriñaternal e o É, r ; _,7_; __T sgápicesãne essâneistdes relacionamentos seudáveise r ñutífere§; . 0i t que implicatooa fa1ta deles em nós? . $ c'
  70. 70. A Vocação cristã" consiste; refletir* mesmo; error de Jesus. . 0.6x › . $ c'
  71. 71. e âíedüut" parunoajnos básñeos
  72. 72. O respeito êlgnl Valor moral ne9e§sário got eonvívio ssvel eharmônieoa . $ Ç' 1 = *É* . (2.
  73. 73. x 'i A V'! A r *L7 (- raiar v ~ Lt p: t. sig gere» Iii " tim» _ _- o r* 7' ; Lili à FV A í' A ii r' n Tdím ; ragfà EÂ~: F«*, AJQ
  74. 74. W Asse da étiescñstãruão são os” costumes sociais, mss o es; áter sento e núserieordiosode Deus, í” 771v osensinos dekíesus, e as i x2 Escrittnas ' i
  75. 75. W pessoa se coloca lugsrdaoutru, procurando entendê-íla, respei do as diferenças ue existem enufe ambas. É Por meio da alteridade 0.6x › . $ Ç'
  76. 76. Penso K Respeito; cities e* aliefídsdâ São 001310 esuadasde duas vias. O queseonteeerisse i vivêssemos Preocupados apenas K conosco? «six › . $ Ç'
  77. 77. Q amorverdêdeíão e abre-ese ao mistério' que e o euuo. k 0.6x › . $ c' . g : _.
  78. 78. ÀSsoa 'Eseriturs revela o maiorde todos os segredos rsrs <>9nstrueã oede um* relacionamentosaudável: k 0.6x › . ç Ç'
  79. 79. K 7-4.: q: solitário naeternidudôg mas compartimava een1uohão perfeito do Filhote doEspvíritol K Q Senhor não estava Santo! 0.6x › . ç Ç'
  80. 80. f É arelseão perfeita de entre ss nes bendiitss possessão Deidade oque possibilite- nos entender: o desejo do z" ' 7'ñ§' ' Senhor Jesus sodizer: 0.6x › çç: 'Qi
  81. 81. É. o 'í u e o ° o W “Que todos Sejam um, corno tu, ó Pai, .qes , atendelo tirque bemeles sejam nós, para quero mundo? creia que tume enviaste" K de (Jos1721), / g- 0.6x › ç e <Í? ; . ç c'
  82. 82. W Sejamos unidos, nos esforcemos paratsermos unidos, eViVamos I§1agionsmentost+ saudáveis, porque essa é s , Vontade de Deus e k 0.6x › . ç Ç'
  83. 83. 1. Qualfoio @ande impacto que O, Q0nÇeit9 ç dÇ “imagemdeDeus” consensos Antigüidade? c-. wx › . ç c'
  84. 84. 2.0 homem é imagem de Deusefoi *capacitado para quê? 3. No que consiste at Êdpüíidode; çdo a suj Íeito? , Explique. 0.6x › . ç Ç'
  85. 85. ra atire e a 4. Qual foi a grande &Quaisos nes pfineípios parado reioeignamente e saudável? Explique- os brevemente 0.6x ›
  86. 86. o'. r u' A e » , ore t p§or; ,

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