Fé e ciência

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Materiais para Estudos Bíblicos com o Pr. Marcelo Silva de Oliveira Professor
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Fé e ciência

  1. 1. Fé e Ciência Marcelo Silva de Oliveira DEX-UFLA Reunião da ABU – UFLA 4 de Maio de 2.010
  2. 2. Como tratar o tema “fé e ciência”? • Análise histórica de conflitos: caso Galileu. Patologia: preconceito infundado contra a fé. Galileu Galilei era membro da Igreja, e teve insigths fundamentais participando de missas!
  3. 3. Como tratar o tema “fé e ciência”? Johannes Kepler também era membro da Igreja e descobriu suas leis de movimento planetário porque acreditava que havia música no céu!
  4. 4. Como tratar o tema “fé e ciência”? Isaac Newton era membro da Igreja e estudou e escreveu mais sobre a Bíblia do que sobre Física e Matemática juntos!
  5. 5. Como tratar o tema “fé e ciência”? A Universidade foi criada pela Igreja e por ela estruturada, definida, e fomentada por séculos!
  6. 6. Como tratar o tema “fé e ciência”? A UFLA foi criada pela Igreja e por ela estruturada, definida, e fomentada por meio século!
  7. 7. Como tratar o tema “fé e ciência”? • Análise de escopos: caso origens. Patologia: críticas maldosas contra a fé e a Bíblia. A Bíblia está repleta de afirmações verificadas cientificamente.
  8. 8. A protombina tem seu nível máximo ao oitavo dia!
  9. 9. Como tratar o tema “fé e ciência”? • Análise de cooperação epistemológica: caso deste seminário. Tristeza: quase nunca é feita.
  10. 10. O que é conhecimento? • Integração de informações em nosso ser. • Habilitação para intervirmos no mundo e na vida nossa e de outros. • Passa a fazer parte de nós. Nossa pessoa, quem somos, é alterada por ele.
  11. 11. Qual é a função do conhecimento? • Nos complementa ou altera: somos de um jeito, passamos a ser de outro. • Dá siginificado/sentido/prazer/realização a nossa vida.
  12. 12. O que é conhecimento? Complementação
  13. 13. O que é conhecimento? Alteração
  14. 14. Quais são os tipos de conhecimento? • Espiritual (místico-religioso). • Racional (filosófico-científico). • Artístico (estético-artístico). • “Ciência” é conhecimento, mas normalmente se refere apenas a conhecimento racional: daí “conhecimento científico”. À rigor haveriam 3 “ciências”.
  15. 15. Quais são as faculdades humanas que tratam destes tipos? • Espiritual: intuição ou fé. • Racional: razão ou intelecto. • Artístico: emoção ou sensibilidade.
  16. 16. Quais são as expectativas humanas em cada um destes tipos? • Espiritual: verdade. • Racional: justiça ou lógica. • Artístico: beleza. • Conhecimento correto ou bom: verdadeiro, justo ou lógico, e belo.
  17. 17. Quais são as expectativas humanas em cada um destes tipos? • Verdade = informação que é de acordo com a realidade, a qual é por si mesma. A intuição enxerga verdades fundamentais. • Justiça ou lógica = verdade que é necessária à outra verdade, que não pode ser de outro jeito segundo a verdade escolhida. A razão produz verdades necessárias. • Beleza = verdade que é a justiça máxima segundo um conjunto de verdades possíveis. A sensibilidade escolhe a verdade mais necessária.
  18. 18. Quais são as virtudes humanas vinculadas? • Verdade • Justiça ou lógica • Beleza Fé Esperança Amor
  19. 19. Verdade, justiça e beleza Fé Razão Sensibilidade Pontos de verdade
  20. 20. Como estes tipos se relacionam? • Nenhum deles é melhor ou mais importante do que o outro. Formam o nosso corpo de conhecimentos. • Todo o tempo somos os 3 tipos interagindo: todo conhecimento é um pacote de conhecimento. • Desejamos todo o tempo um pacote verdadeiro, justo/lógico, e belo.
  21. 21. Como estes tipos se relacionam? • Conhecimento = intuição + razão + sensibilidade
  22. 22. Conhecimento espiritual Esp. Rac. Art.
  23. 23. Conhecimento racional Esp. Rac. Art.
  24. 24. Conhecimento artístico Esp. Rac. Art.
  25. 25. Por que o conhecimento científico parece ser o mais importante? • Porque ele o único conhecimento transferível. • Ele é o único que pode ser ensinado em escolas. • Quando um dos outros dois é ensinado, é porque ele foi transformado em conhecimento racional. Assim: - Escola de música: o conhecimento sensitivo da música foi racionalizado. - Teologia: o conhecimento espiritual de Deus foi racionalizado.
  26. 26. Limitações do conhecimento científico
  27. 27. Limitações do conhecimento científico
  28. 28. Divisões da Ciência Quanto a verificação Quanto ao escopo Naturais Humanas Teóricas ou teoréticas Toda a Matemática Parte da Física Parte da Biologia Etc. Toda a Filosofia Parte da Psicologia Parte da Economia Etc. Empíricas ou factuais Toda a Química Parte da Física Parte da Biologia Etc. Toda a Educ. Física Parte da Psicologia Parte da Economia Etc. CIÊNCIA SEGURA
  29. 29. Nota: pode haver Ciência sem teoria? • Todo conhecimento científico é teórico por natureza e: - Poderá ficar só teórico (Matemática e Filosofia), ou - Poderá ser teórico com aplicação (Física). • Quando temos só a teoria de uma ciência empírica, costumamos chamá-la de “ciência pura”. A aplicação desta teoria a fenômenos muda sua denominação para “ciência aplicada”. • A Filosofia seria uma espécie de “ciência da essência de tudo”.
  30. 30. A Lógica da Pesquisa Científica Karl Popper Os dois problemas fundamentais da construção da Ciência: 1. Como uma teoria é concebida? 2. Qual teoria é científica e qual não é? “Genialidade”, intuição, reino do espírito. “Falseabilidade”: verificação empírica.
  31. 31. Teoria Científica Pensar de modo empírico-indutivo Pensar de modo teorético-dedutivo Construção de teorias Confirmação de teorias Contexto de Descoberta Contexto de Justificação Indução Método Dedução Científico Observação e Experimentação Explicações, Predições e Possibilidades Problema Solução Fatos e fenômenos : a Realidade Fatos e fenômenos : a Realidade O método científico
  32. 32. O que é ciência e o que não é ciência? • Uma forma de conhecimento só pode ser considerada científica se tal teorização puder ser exposta à experimentação e puder ser ou comprovada ou falseada. • Ser comprovada é “não ser falseada desta vez”: isto não é igual a “ser verdade”. • Ser não falseada mil vezes não qualifica uma teoria como “verdade”, mas ser falseada apenas uma única vez qualifica- a como “não-verdade”.
  33. 33. O que é ciência e o que não é ciência? • Uma teoria muitas e muitas vezes não-falseada é considerada uma lei científica. • O que ocorre é que nós cientistas falamos de uma lei (e as vezes até de uma mera teoria) como sendo verdade: fazemos isto pela nossa fé ou nossa crença. Cuidado com isto! Deixe pelo menos claro que é sua fé .... • Cuidado com afirmações do tipo: “a Ciência já provou que o planeta Terra formou-se a 4,5 bilhões de anos atrás ...”, ou, “sabemos que nosso planeta formou-se pelos lentos processos de atração gravitacional de poeira estelar e resfriamento da massa compacta”.
  34. 34. O que é ciência e o que não é ciência? • A idade da Terra ser de bilhões de anos atrás é incompatível com teorias comprovadas experimentalmente: pela variação do campo magnético da Terra nosso planeta não pode ter mais de 10.000 anos! • O “lento processo de formação da Terra” é questionado pelo fenômeno denominado Halos de Polônio: por este, o planeta Terra foi formado “num piscar de olhos”.
  35. 35. O que é ciência e o que não é ciência? • Uma teoria muitas e muitas vezes não-falseada é considerada uma lei científica. • Toda teorização necessita de princípios ou axiomas para ser desenvolvida, e tais princípios não vem pela razão, mas sim pela intuição, que é fé.
  36. 36. O problema dos paradigmas • Um paradigma define o tipo de pesquisa que é feita. Thomas Kuhn mostrou como a Ciência pode ser prejudicada por preconceitos paradigmáticos.
  37. 37. A Bíblia • O paradigma cristão bíblico não entra em contradição com a ciência factual e é o grande fomentador das melhores criações e descobertas científicas na história humana. A Bíblia é o livro mais importante da humanidade e é inerrante: nunca alguém achou qualquer erro nela e ela tem sido o guia insuperável de gerações de pessoas, desde iletrados até doutores.

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