Lição 4 (jovens) - Relacionamento entre amigos

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Lição 4 (jovens) - Relacionamento entre amigos

  1. 1. 4 º T R I M 2 0 1 5
  2. 2. Acompanhe os comentários em vídeo desta e outras lições no blog: www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  3. 3. Texto do dia "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão." (Pv 18.24)
  4. 4. síntese Os amigos são dádivas de Deus. Grandes amigos tornam-se grandes irmãos.
  5. 5. Agenda de Leitura S E G U N DA - P v 1 7 . 1 7 G r a n d e s a m i g o s t o r n a m - s e g r a n d e s i r m ã o s T E R Ç A - P v 1 8 . 2 4 A m i g o s m a i s ch e g a d o s d o q u e i r m ã o s Q UA R TA - P v 1 4 . 2 0 " A m i z a d e " o b t i d a p o r m e i o d a s r i q u e z a s Q U I N TA - P v 1 6 . 2 8 O d i f a m a d o r s e p a r a o s m e l h o r e s a m i g o s S E X TA - P v 2 2 . 1 1 Re g r a s p a r a t e r a m i g o s f a m o s o s S Á BA D O - P v 2 7 . 1 0 N ã o s e d eve a b a n d o n a r o a m i g o n a a d ve r s i d a d e
  6. 6. Texto bíblico 1 Samuel 18.1-4; 2 Samuel 1.25-27
  7. 7. Objetivos • COMPREENDER os conceitos bíblicos de amigo; • REFLETIR sobre as bases nas quais construímos amizades; • REPENSAR os relacionamentos virtuais. • Aplicar o conteúdo aprendido na vida pessoal.
  8. 8. INTRODUÇÃO
  9. 9. INTRODUÇÃO • Durante a vida teremos amizade com muitas pessoas, mas poucos amigos de verdade. • Ter amigo é fundamental para uma vida equilibrada e feliz. • Nesta lição estudaremos o valor da amizade, o ensino das Escrituras e os princípios que regem a verdadeira amizade.
  10. 10. I - "AMIGOS MAIS CHEGADOS DO QUE IRMÃOS" (1 Sm 18.1-6)
  11. 11. 1. O ensino bíblico sobre amigos (Pv 18.24): • Hebraico (rēa): desde um amigo íntimo, companheiro, até um vizinho ou próximo (Gn 38.12; Êx 2.13; 21.14; Lv 19.18; Jz 7.13). • Grego (hetairos): amigo, companheiro ou camarada (Mt 11.16; 20.13). • Verdadeiro amigo é uma pessoa a qual desfrutamos de amizade, companheirismo, confiança e afeição recíprocos (Pv 17.17; 18.24; Jó 2.11; 42.10; Ec 4.10). • A amizade é o sentimento afetuoso que existe entre as pessoas que se chamam de amigos (Fp 1.7; Fm 17). I - "AMIGOS MAIS CHEGADOS DO QUE IRMÃOS" (1 Sm 18.1-6)
  12. 12. 2. Exemplos de amizade na Bíblia: • Davi e Jônatas (1 Sm 18.1-4; 19.1-7; 2 Sm 1.25-27): ambos encontraram um no outro a confiança, amizade e afeição que lhes faltavam no seio familiar. Valorizada mesmo após a morte (1 Sm 20.11-17; 2 Sm 9). • Noemi e Rute (Rt 1.14-17): A amizade iniciou na adversidade, acompanhou-as durante a vida, e as coroou de êxito no fim da história (Rt 1-4; Pv 17.17)). • Paulo e Epafrodito (Fp 2.25-30): o modo afetuoso pelo qual Paulo se refere ao amigo traduz a profunda amizade entre eles. Epafrodito estava disposto, se necessário, a morrer a favor de Paulo. Como ignorar tal amizade? I - "AMIGOS MAIS CHEGADOS DO QUE IRMÃOS" (1 Sm 18.1-6)
  13. 13. 3. Desfazendo equívocos: • Algumas pessoas, movidas pela perversidade humana (Rm 1.18-32; 2 Co 4.4; Tt 1.15) veem nos exemplos referência à homossexualidade, que é proibida pela Bíblia (1 Co 6.9,10; Lv 18.22; 20.13; Ap; Rm). • Adultério e homossexualidade, eram condenados pelas escrituras hebraicas (Êx 20.14; Lv 18.22; 20.10-13; Dt 5.18; Pv 6.32). • Davi ao cometer o pecado de adultério foi duramente repreendido (2 Sm 12.1-25; Sl 51). • Se tivesse um relacionamento homossexual com Jônatas, certamente seria repreendido da mesma forma. I - "AMIGOS MAIS CHEGADOS DO QUE IRMÃOS" (1 Sm 18.1-6)
  14. 14. 3. Desfazendo equívocos: • "a alma de Jônatas se ligou (qāshar) com a alma de Davi" (1 Sm 18.1). • O termo hebraico, que significa "atar, ligar, amarrar, conspirar", é o mesmo para se referir ao amor de Jacó por Benjamim (Gn 44.30), ou a união entre pessoas para conspirar contra outra (1 Rs 16.9). • A mesma palavra hebraica para se referir ao amor de Saul por Davi é empregada para falar do amor entre Jônatas e Davi (1 Sm 16.21; 2 Sm 1.26). I - "AMIGOS MAIS CHEGADOS DO QUE IRMÃOS" (1 Sm 18.1-6)
  15. 15. Pense Na adversidade surge um amigo e na confiança nasce um ir mão. Ponto importanteVerdadeiros amigos são dádivas de Deus, conser ve-os.
  16. 16. II - TIPOS E FORMAS DE AMIZADES (Pv 17.17)
  17. 17. 1. O que determina os tipos de amizades (Pv 17.17)? • Desenvolvimento progressivo da amizade. • Cresce à medida que afinidades, interesses e pontos comuns manifestam-se ao longo do relacionamento. • infortúnios ou adversidades são termômetros para distinguir os verdadeiros amigos dos outros, como no exemplo de Noemi e Rute (Rt 1.14-17). • As amizades de tempos de prosperidade (Pv 14.20; 19.4,6,7) Vs amizades de tempos de adversidade (Pv 17.17; 27.10). • Algumas superam os laços familiares (1 Sm 18.1-4). II - TIPOS E FORMAS DE AMIZADES (Pv 17.17)
  18. 18. 2. Os tipos e formas de amizades (Pv 18.24; Jo 15.15): • Nem todos são classificados como melhores amigos (Mt 26.50; Jo 6.66-71; 13.23). • De modo geral, as circunstâncias e afeições desenvolvem o grau da amizade (Ec 4.9,10). • Alguns se aproximam para tirar vantagens (Pv 14.20; 19.4,6), outros para dar bons conselhos (Pv 27.6). • Provérbios 2.17, no entanto, emprega o termo 'allûp, "amigo do coração" - ataques do difamador(Pv 16.28; 17.9). • Um verdadeiro amigo deve ser estimado como se estima o ouro. II - TIPOS E FORMAS DE AMIZADES (Pv 17.17)
  19. 19. 3. Relacionamentos corretos entre amigos: • A Bíblia traz várias orientações quanto à manutenção, preservação e seleção de amigos: • não ser inoportuno (Pv 25.17), • não abandonar na adversidade (Pv 27.10), • ser conselheiro (Pv 27.5,6), • evitar as más companhias (Pv 13.20;1Co 15.33), • escolher as boas companhias (Pv 12.26), • ser fiel ao Senhor (Pv 16.7). II - TIPOS E FORMAS DE AMIZADES (Pv 17.17)
  20. 20. 3. Relacionamentos corretos entre amigos: • A Bíblia traz várias orientações quanto à manutenção, preservação e seleção de amigos: • não ser inoportuno (Pv 25.17), • não abandonar na adversidade (Pv 27.10), • ser conselheiro (Pv 27.5,6), • evitar as más companhias (Pv 13.20;1Co 15.33), • escolher as boas companhias (Pv 12.26), • ser fiel ao Senhor (Pv 16.7). • É difícil encontrar bons amigos e sinceras amizades. II - TIPOS E FORMAS DE AMIZADES (Pv 17.17)
  21. 21. Pense A difamação é a ar ma do invejoso para separar os melhores amigos. Ponto importante Os amigos devem ser preser vados.
  22. 22. III - ALÉM DO VIRTUAL
  23. 23. 1. Quantidade e qualidade nas amizades: • Alguns com milhares de "amigos" no Facebook e outras redes sociais, mas solitários. • Quantidade de "curtidas" e de "amigos" não significa qualidade nas amizades. • Pode ser indício de baixa qualidade na amizade. • Facilidades para descartes de “amigos” nas redes sociais - "delete". • A proximidade virtual torna as interações humanas mais rápidas, intensas e frequentes, contudo, mais banais, descartáveis e breves. III - ALÉM DO VIRTUAL
  24. 24. 2. Além da aparência fugaz. : • A tecnologia facilita a comunicação, a rastreabilidade e a organização, mas tem a tendência de ser superficial. • As amizades devem resistir aos modismos tecnológicos. • Amigos devem ser cultivados por meio de relacionamentos sólidos. III - ALÉM DO VIRTUAL
  25. 25. 3. Igreja como centro de amizades saudáveis: • Construa relacionamentos sólidos a partir de sua convivência na igreja. • A igreja é uma comunidade propícia ao desenvolvimento de amizades sadias e sólidas que perdurarão por toda vida. III - ALÉM DO VIRTUAL
  26. 26. Pense A igreja é fonte de amizades duradouras Ponto importante Construa relacionamentos sólidos a par tir de sua comunidade cristã.
  27. 27. Moisés (Êx 33.11), Abraão (Is 41.8; Tg 2.23) destacaram-se como amigos de Deus. O Senhor jamais decepciona, jamais abandona. Ele é verdadeiro amigo.
  28. 28. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  29. 29. CONSIDERAÇÕE S FINAIS1. A Bíblia traz exemplos de amizades chegadas que muitas vezes são mal interpretadas. 2. Nem todas as amizades são sinceras, mas o verdadeiro amigo se mostra, principalmente nos momentos de adversidades. 3. A amizade sólida não pode ser preterida pelas amizades virtuais. Tecnologia é bom, mas deve ser bem administrada.
  30. 30. REFERÊNCIAS AR C H ER J R . Gleas on . Merece confiança o A nt igo Testamento? São Paulo : Vida Nova, 1991 . BEN TH O , Es dras C . A Fa mília no A nt igo Test ament o . 1 .e d . R io d e J a n e ir o : C PAD , 2 0 0 6 . Blomber g, Gra ig L . Ques tõe s c ruc ia is no N o vo Testamento . R io de J enrio : CPAD, 2 0 0 9. C OLSON , C . E, A gora como Vi veremos? 1 .e d . R io d e J a n e ir o : C PAD , 2 0 0 0 . H EN RY, Matthew. Coment ário B íblico Matt hew H enr y. Rio de J aneiro : CPAD, 2002 . H OLLOMAN , H enr y. O poder da sant if icação . R io de J aneir o : C PAD , 2 0 0 3 . KAIS ER J R, Walter C . Pregando e ensinando a partir do A nt igo Test ament o . R io d e J aneir o : C PAD , 2 0 0 9.
  31. 31. REFERÊNCIAS PALMER , M.D . Panorama do Pensament o C rist ã o . 1.ed. Rio de J aneir o: CPAD, 2001 , p. 305 . R IC H AR DS, L a w ren c e O . Guia do Leit or da B íblia : U ma anális e d e Gênes is a Apoc alips e c apítulo por c apítulo . 1 0 . e d . R io d e J a n e ir o : C PAD , 2 0 1 2 . SOARES, Es equias . Casamento, D ivórcio & Sexo à Luz da B íblia . 1 .e d . R io d e J aneir o : C PAD , 2011 . VIN E, W.E. D ic ioná rio VINE . R io de J aneir o: C PAD , 2 0 0 3 . ZU C K, R oy B. Teologia d o A nt igo Test a me nt o. R io d e J aneir o : C PAD , 2 0 0 9 .

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