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FUNDAÇÃO E A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO
“agora você a vê” – Segunda Fundação “A busca do Mulo”
“agora você não a vê - “Segunda Fundação, A busca da
Fundação
APRESENTAÇÃO
Quando eu tinha entre 24 e 25 anos um historiador entrou em
contato comigo porque eu teria semelhança com uma figura do iluminismo
- que esqueci quem era e nunca descobri mais quem era - que escrevia para
os iluministas apontando erros, fazendo sugestões etc. Infelizmente as
cartas que troquei com ele se perderam e é lamentável que esta figura
obscura e desconhecida do iluminismo tenha sido esquecida bem como
suas contribuições. Como eu me interessava - era mais do que interesse -
por história teve um momento em que ele disse que até hoje se discute
porque o império romano caiu.
Eu falei que sabia a razão. Apontei a batalha de Adrianópolis
em 478 D.C assinalando que seria de fato o fim do império romano. Ele
tentou rebater com uma razão econômica, me acusando de não ser humilde
etc. afinal ele tinha curso universitário e como eu era o equivalente ao
desconhecido “iluminista” talvez eu só servisse para dar pitaco. Seria um
diletante e ele um historiador com diploma. Ele deu uma interpretação
econômica embora a minha não fosse militar mas econômica em essência .
Quando lembrei isto claramente ele ficou ofendido e as relações nunca
foram as mesmas. Voltaire e Rousseau não agiriam assim e nem mesmo
Helvétius.
Voltemos à questão: a batalha de Adrianópolis demonstrou
que a infantaria romana, base secular do império romano, se tornava
obsoleta frente a cavalaria bárbara. Para contornar o problema seria
necessita extensa criação de cavalos o que seria impossível num exercito
combalido economicamente máxime porque a alimentação dos cavalos
retiraria alimentação dos humanos. Todavia eu estava certo mas errado ao
mesmo tempo pois a batalha de Adrianópolis poderia ser vencida pelos
romanos se o co-imperador Graciano chegasse a tempo de juntar suas
forças ao imperador Valente que acabou morrendo no conflito que foi um
verdadeiro massacre. Tenho 56 anos hoje e um famoso historiador volta
com análise sofisticada sobre esta época em torno da batalha de
Adrianópolis. Ela é valida embora é a rigor igual a minha sem
detalhamento econômico.O que importa é o seguinte: todos os caminhos
levam a Roma , todas as teorias da queda de um modo levam a economia
como causa única e todas teorias podem ser resumidas em uma só . É o que
farei neste texto que demandaria um livro de 300 paginas. Para facilitar o
entendimento uso um texto de Mises, “o maior economistas de todos os
tempos’
AS MAIS DE 200 TEORIAS QUE “EXPLICAM “ A
QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO – E PORQUE NENHUMA É
REALMENTE VERDADEIRA
Há mais de 200 teorias explicando a queda do império romano
e muitas delas referem-se ao fato de que cessaram as guerras de conquistas
e conseguinte desabastecimento do numero de escravos o fim despojos de
guerra. Entoa amina teoria não é nenhuma novidade
Voltemos a primeira teoria quando eu tinha metade da idade .
Porque ocorreu a queda do império romano Teodósio, que sucedeu o
imperador Valente morte me Adrianópolis descobriu que a infantaria
romana estava obsoleta e assim não poderia haver mais conquistas. Óbvio
que no centro do escravismo romano a península itálica haveria (ainda)
maior decadência. A teoria não é nova mas ela não estava natalidade e a
própria ideia de império implica em sua decadência relativamente rápida
dois séculos depois . Sempre se soube que a parte ocidental onde ficava o
centro império era menos pujante economicamente. Não é uma variável
mas uma incógnita. Não pode assim ser alterada.
As teorias econômicas baseiam-se no fato de que ou era
possível novas conquistas, ou desenvolvimento em outras bases, ignoram
totalmente que a simples ideia de império implica na Idea de fim de
império e assim este começaria a desintegra por volta de 200 anos depois
de seu surgimento considerando o declínio da produtividade escravista, nas
despesas em se manter escravos produzidos biologicamente, mas incapazes
de serem úteis por mais dez anos e o impacto que isto cria negativamente
na economia geral. Assim Mises falha miseravelmente em achar que a
idade dos cinco bons imperadores seria ante sala de um desenvolvimento
econômico esquecendo inclusive que Cômodo pertencias a dinastia
antonina. É considerado um mau imperador - um dos piores- mas em seu
reinador doze anos não houve guerra civil ou guerras externas, ou seja, não
houve desperdício econômico derivado de campanhas militares mesmo
assim houve serio problemas econômicos. esta idade dos cinco bons
imperadores nubla o entendimento do história de charlatões como Mises.
Amoeda teve forte desvalorização já com Marco Aurélio, natalidade baixou
na época de Trajano. As conquistas de Trajano tiveram efeito econômico
positivo a curto e médio prazo mas Adriano - considerado por muitos o
melhor administrador da Historia - compreendeu que estas guerras eram
contraproducentes que deveria se manter o que já tinha . As teoria da
história tomam frequente o efeito é, a causa, a reação pela ação, a concausa
como causa.
Assim a minha teoria não é nova em aparência mas é essência
pois unifica todas as outras mais de duzentas . Claro que precisaria mais de
50 páginas para ficar mais clara, mas aquilo que afirmei quando tinha 25
anos e agora que tenho o dobro de idade não são posições diversas mas
complementares. Vencida ou não pelo império romano na área que
correspondia ao oriente (imagine o massacre que seria no ocidente) o
resultado final era o mesmo: é o fim do império e o curto inicio do fim da
civilização clássica e não romana _ isto não existe – porque acabaram a
forma de guerrear ,a religião , a ideologia ,as instituições políticas e o modo
de produção econômica que se entrelaça como todos eles sendo a causa a
principal sendo os outros na melhor das hipótese concausas.
Bastaria a tese – na verdade a evidência - de que o império do
oriente era o mais próspero . Ocorre que tal questão teria que ser mais
desenvolvida e aprofundada a teoria e não haveria necessidade de 200
teorias basta uma as outras causas soão secundarias ou concausas mas o
fato de que não se podia mudar o sistema ou melhor o modo de produção é
impossível.
Equacionemos a questão: a causa da queda é a incógnita e
as outras concausas são variáveis. Retire o cristianismo da equação, a
anarquia militar, a “degradação da moeda”, acrescentemos mesmo a
anexação da Partia e outras centenas de teorias. A causa da produção
declinante em razão do escravismo que surge com império continua
intocável. O império tinha que cair porque surgiu um império.
Mises crê que o mercado cria o capitalismo e a modernização
econômica. Historicamente prova que produz decadência e/ou escravismo.
MISES E A RESPOSTA QUE SATISFAZ – OS IDIOTAS
CLARO
A RESPOSTA QUE É VERDADEIRA.
Dia 22 de março de 2021 descobri que finalmente a Trilogia da
Fundação se tornará uma minissérie indicando pelo teaser que haverá
elementos fora da trilogia. Paul Krugman prêmio Nobel de economia deve
estar feliz como um pinto no lixo afinal virou economista por causa da
Trilogia porque a economia seria a ciência mais próxima da fictícia psico-
história. Curiosamente é discutível se a economia pode ser considerada
ciência e a psico-história que calcula o futuro não é tão delirante. A psico-
história expressamente se baseia na economia embora pareça estar mais
próxima da sociologia e da matemática, posto que a economia e tratada de
forma fantasiosa - o modelo é o Império romano - o que natural, pois obra é
em essência fantasia.
A trilogia se baseia no declínio e queda do império romano e saber o
porquê do império romano realmente ter caído seja uma das questões
mais discutidas, uma verdadeira obsessão para historiadores, sem
chegar a nenhuma conclusão. Curiosamente os dois maiores mistérios -
a maioria verdade - da trilogia é a localização da Segunda Fundação,
protetora e ao mesmo tempo adversária da Primeira que se achava a
única. Há duas respostas expostas nos capítulos finais: a resposta que
satisfaz e a resposta verdadeira. Mises num artigo ridículo mas
bastante simples expôs uma resposta que satisfaz, os idiotas em sua
maioria. Artigo se chamado “Observações sobre
as causas do declínio da civilização
romana
Link aqui:
https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrEeSRQImtg1gUAlwUf7
At.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzMEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=16
17662673/RO=10/RU=https%3a%2f%2frothbardbrasil.com%2fobservacoe
s-sobre-as-causas-do-declinio-da-civilizacao-
romana%2f/RK=2/RS=oM4ftktGJrlt6zRx4q40NchJvKI-.
Relutei em tratar deste assunto tão bobo que é o artigo , pois
ele é inseguro já no título . Houve queda ou só declínio e Roma não é
precisamente civilização.Ocorre que a reposta que satisfaz mas não é
verdadeira permite chegar a resposta verdadeira. No caso a economia é a
resposta que satisfaz e é a resposta verdadeira. Então vamos dar a resposta
que satisfaz alguns e cuja única vantagem que é uma resposta econômica e
depois entregamos a resposta verdadeira depois de 1500 anos de busca .
Agora você, leitor, você “vê” a primeira resposta colacionado antes um
comentário ao artigo de Mises:
Só a genialidade de Mises para, em poucas linhas,
explicar as raízes do colapso do Império Romano,
que historiadores, economistas e outros
especialistas vem tentando explicar a séculos, sem
um diagnóstico definitivo. A causa mais
consensual apontada até hoje foi a invasão das
tribos bárbaras. Mas isto não foi uma causa mas
consequência de um processo evidente de
enfraquecimento da civilização romana, como é
bem observado neste artigo. Alguns autores
chegaram a apontar, pasmem, o mosquito da
dengue como um dos grandes causadores do
colapso do poderoso império, em decorrência do
sistema ineficiente de saneamento. Outros
apontam pestes, quebras de safras. Nietzche(sic)
chegou a responsabilizar o cristianismo, por
supostamente enfraquecer a disposição de luta das
legiões romanas. Na verdade, se houve um
arrefecimento do moral dos legionários romanos,
isso também foi consequência do estado de
entropia e de dissolução econômica, política e
social do império.
Mises, do alto de sua impressionante sabedoria e
inteligência, aponta em uma palavra a verdadeira
causa deste fenômeno: intervencionismo. Por
essas e outras considero Mises o maior
economista de todos os tempos. Genialidade é
isso: simplificar e sintetizar de forma
impressionantemente esclarecedora um fenômeno
complexo.
Nossa!11 o império romano caiu por causa do estado malvadão. Mas
vamos reproduzir trechos do artigo.
A compreensão dos efeitos da intervenção do
governo sobre os preços de mercado permite-nos
entender as causas econômicas de um evento
histórico da maior importância: o declínio da
civilização romana.
(...)
Não é necessário especificar se a organização
econômica do Império Romano poderia ou não ser
qualificada como capitalista [precisava sim]. O
que interessa é que não há dúvida de que o
Império Romano no século II, o período dos
Antoninos — os "bons imperadores" —, havia
alcançado um alto grau de divisão do trabalho e
de comércio interregional. Diversos centros
metropolitanos, um número considerável de
cidades médias e inúmeras pequenas cidades eram
as sedes de uma civilização refinada.
(...)
A maravilhosa civilização da Antiguidade
desapareceu por não ter sabido ajustar o seu
código moral[????] e o seu sistema legal às
exigências da economia de mercado. Uma ordem
social está fadada a desaparecer se as ações
necessárias ao seu bom funcionamento são
rejeitadas pelos padrões morais, são consideradas
ilegais pelas leis do país e são punidas pelos juízes
e pela polícia. (colchetes nossos)
(...)
A hora da verdade chegou quando os
imperadores, diante dos distúrbios políticos dos
séculos III e IV, resolveram recorrer à degradação
da moeda. A combinação de uma política de
preços congelados com a deterioração da moeda
provocou a completa paralisação tanto da
produção quanto do comércio dos gêneros de
primeira necessidade, e desintegrou a organização
econômica da sociedade. Quanto mais eficaz era
o tabelamento de preços imposto pelas
autoridades, maior o desespero das massas
urbanas que não tinham onde comprar alimentos.
Esta é a resposta que satisfaz ou pode satisfazer alguns idiotas ou
desavisados. Cabe um critica detalhada - sei os nomes de todos os
imperadores pela ordem - mas ela pode resumida. O artigo não tem datação
precisa de eventos clara, nome de períodos como anarquia militar os
imperadores ilíricos, o dominato, o baixo império, o que é este “código
moral” e o problema maior de todos para argumentação que sequer passou
pela cabeça de Mises que é o império bizantino. Tudo demonstra um
conhecimento superficialíssimo da historia romana. Inexiste menção as
dinastias - a exceção da Antonina - menção baseada em Gibbon, nome de
imperadores, decretos específicos etc.. Parece que a queda ocorreu de
forma inexorável dando a impressão de que foi numa única geração tanto
que antes da queda já afirma que a estrutura econômica era medieval no
século III!!!!!. È certo que o artigo não é longo mas é indesculpável esta
confusão de acontecimentos distantes em cerca cem anos. Até o código de
Justiniano foi citado que era um imperador bizantino da... Idade Média!!!!
Como digo a economia é o metaforicamente o “fim das
estrelas” onde esta a Segunda Fundação. A resposta que satisfaz é que a
Segunda fundação está oculta no planeta Terminus, que como o nome
indica significa fim, a sede da Fundação que esta no fim das estrelas, pois
um ‘circulo não tem fim”.
Resposta satisfatória todavia errada.
O criador da psico-história era um cientista social – um
economista?-e não um cientista estritamente “físico” O fim das estrelas
está no centro cultural do finado império galáctico, Trantor que,
todavia fisicamente é o fim das estrelas. Todos os caminhos levam a
Roma , todas as teorias levam a economia como explicação única. Um
círculo não tem fim mas a galáxia não é um circulo mas uma espiral e o
centro de uma espiral é o centro. Vamos agora a resposta verdadeira
que também é econômica.
Um estudo recente apontou que as mortes não naturais dos
imperadores romanos seguia em sua maioria um determinado padrão
matemático. Sempre se soube que havia uma regularidade nestes
assassinatos, suicídios e mortes em batalha. Eu já tinha chegado a um
padrão matemático semelhante mas ele não explica muita coisa. É quase
uma curiosidade, todavia chegamos perto de uma resposta matemática
como havia uma resposta geométrica que poderia levar a verdadeira
localização da Segunda Fundação ao mesmo tempo matemática e
econômica ou social.
A civilização Greco-roman que prefiro chamar de clássica era
fundamentada no escravismo que economicamente é incompatível com o
capitalismo mesmo o comercial tanto que os aristocratas romanos eram
proibidos por lei de se dedicar ao comércio.
O poderio romano se baseava no poderio militar que
propiciava grande numero de cativos e despojos. Quanto maior o numero
de escravos menos produtiva se tornava a economia haja vista que os
escravos não têm estímulos para ser mais produtivo. Ora se as guerras
aumentam o numero de escravos o poder militar inexoravelmente substitui
a republica pelo Império. No império o numero de guerra de conquistas
declina. Não há mais como aumentar o numero de escravos ou a conquista
de despojos. A única conquista de valor durante a época imperial foi a
conquista da Dácia por Trajano um dos cinco bons imperadores que foi
perdida depois do fim da dinastia antonina a qual ele pertencia. Outras
conquistas de Trajano forma abandonadas por Adriano, da mesma dinastia.
O numero de escravos não pode aumentar ou mesmo se manter pela
simples reprodução biológica e há ainda que fosse possível haveria
perda de eficiência produtiva enquanto os filhos dos escravos não
pudessem ser produtivos. Então temos dois pontos inquestionáveis.
Guerras aumentam o numero de escravos. A produtividade do
escravismo é declinante ou na melhor das hipóteses alcança um
equilíbrio uma estabilidade comprometedora, pois a população não
escrava aumenta sem que a produção de bens acompanhe. A
expressiva números de escravos impacta negativamente toda a
economia, pois favorece a concentração de renda, desestimula a
alfabetização, a inovação tecnológica e a divisão do trabalho, ou seja ,
o escravismo é realmente incompatível com o capitalismo. .
Ora sabemos de modo aproximado o numero de escravos
desde a sua maior expansão no século II antes de Cristo e sua necessária
estabilização a partir de Augusto. Sabendo estes números podemos projetar
a crise para dois séculos depois do ano um depois de cristo. Maior
expansão dois séculos, declínio natural dois séculos depois. Em 195 um
imperador governou sem qualquer eleição senatorial. O poder se deslocou
sem disfarces do senado para os exércitos. Curiosamente Sétimo Severo foi
comparado com Augusto o fundador do império. Aparentemente não havia
crise. Aparentemente. Seu sucessor Caracala que reinou de 211 a 217
certamente detectou a crise, por isto editou o Édito de Caracala1
tentando
manter juridicamente e o império unido e desvalorizou acentuadamente a
moeda único meio de retardar o declínio econômico além de criar a
primeira tentativa de moeda fiduciária da historia, o Antoniano.
Pode-se considerar assim o reinado de Caracala como o
início da queda do império romano bem como a primeira tentativa de
retardar o inevitável. Não vou me estender aqui, pois fugiria ao escopo e
os problemas políticos pode nublar a real causa da queda do império que é
também a queda da civilização clássica mas cumpre esclarecer duas coisas.
Caracala promoveu uma acentuada desvalorização da moeda o denário
(raiz da palavra dinheiro) e criou outra o Antoniano _oficialmente o
imperador era chamado de antonino sendo Caracala um apelido - mas isto
já havia sido iniciado no reinado de marco Aurélio da dinastia antonina.
Mises erra ao atribuir a degradação da moeda como
iniciada no século terceiro sendo que no século anterior Marco Aurélio
já havia feito uma ‘degradação’ acentuada e esta degradação não é a
causa dos problemas econômicos dos próximos séculos mas sintoma :
indica que um império não podia ser financiado pela via dos impostos
o que indica ausência de crescimento econômico, inevitável como
afirmado posto que o a produtividade numa sociedade escravista é
declinante . Ademais Caracala não praticou a política de congelamento de
preços mas Diocleciano quando começou o baixo império. Como se vê
pelo ridículo artigo de Mises por pura ignorância ele mistura medidas
tomadas com cerca de um século de distancia. Assim o império inicia-se
com Augusto onde começa ao mesmo tempo o declínio econômico pelo
1
Caracala é tido consensualmente como um mau imperador. Até mesmo a extensão da cidadania a
todos os habitantes do império é criticada, neste texto não podemos discutir Mem retroativa suas
medias políticas e econômicas são defensáveis e por isto nenhuma teoria da queda do império romano
fracassa.
declínio das guerras de conquista, atinge o auge com a dinastia antonina
especialmente Trajano, dá sinais políticos de declínio com Sétimo Severo e
sinais econômicos de declínio com Caracala. Com Diocleciano começa o
baixo império e por fim o império acaba com Teodósio e a civilização
clássica também. Normalmente os historiadores declaram que o império
acabou não em 395 mas em 476 com a deposição do suposto ultimo
Rômulo Augustulo mas do ponto de vista econômico e mesmo político não
faz sentido pois ainda havia um imperador vivo , Julio Nepos . A devolução
das insígnias imperiais por Odoacro que contentou-se apenas com o título
de rei é bastante simbólico mas dá a impressão de que o império acabou em
curto espaço de tempo , ou os preços axiomas.
Na verdade como dito a degradação da moeda já tinha
ocorrido na época de Marco Aurélio da dinastia dos Antoninos a
degradação da moeda acentuada ocorreu sobre o reinado de Caracala em
211 e 217. A ascensão de Caracala não foi depois de distúrbios políticos
como diz Mises sem citar Caracala que ele sequer devia saber quem é. Ele
sucedeu o pai, mandou assassinar o irmão que era co-imperador e morreu
assassinado (segundo Maquiavel isto ocorreu sem razão política) o que não
significa muita coisa. Morrer assassinado era risco ocupacional e não estou
fazendo piada. Importa salientar, contudo que Caracala morreu quando
tentava anexar a Pártia. Novamente uma tentativa de retardar a queda do
Império
O escravismo tem produtividade decrescente em períodos
de paz mantendo-se o número de escravos estável. A paz romana
calculada cerca de mais de 210 anos segundo minha teoria - não é
teoria, os historiadores afirmam que duraram 208 anos – coincide com
o declínio da economia pela baixa produtividade. As finanças estatais
são impactadas e a sociedade imperial como um todo, pois um império
inexiste sem Estado “forte”. A desvalorização da moeda busca aliviar
as finanças imperais. É efeito não causa do declínio econômico que
começou necessariamente quando surgiu o império. O aumento da
tributação e o congelamento de preços no baixo império continua sendo
efeito e não causa . O impacto da escravidão foi e não podia deixar de
ser maior no centro do império e não na Grécia e no oriente que
desenvolveu outro império e civilização – a bizantina – que não era
uma sociedade escravocrata no sentido que dependia necessariamente
da mão de obra escrava. A queda dos impérios chineses não representa a
queda da civilização, pois a China vivia sob o modo asiático ou modo
tributário e porque o escravismo antes de tudo não se harmoniza com o
cultivo de arrozais.
Porque 395 é o fim do império e da civilização clássica
segundo minha teoria - não é teoria - deve ser considera como o fim da
antiguidade.
- após o batalha de Adrianópolis onde o exercito romano teve a maior
derrota desde Aníbal o imperador que ascendeu após isto constatou o
obvio. O exercito romano baseado na infantaria não poderia ser vitorioso
contra a cavalaria Barbara a não que fossem feitos investimentos maciços
na criação de cavalos o que economicamente e impossível a curto, médio e
mesmo longo prazo. O fim do exercito clássico de Roma e Grécia chegava
ao fim e sem um exercito nenhum império pode sobreviver.
- Teodósio decreta o cristianismo como religião oficial de estado. Medida
ideológica semelhante à medida jurídica de Caracala para manter o
Maximo possível a união da sociedade. È o fim da ideologia e religião
baseadas na polis, nas cidades estadas. Não existe civilização que não
mantenha sua ideologia sua cultura ou ideologia. Era o fim da civilização.
- Teodósio divide em 395 o império em duas partes e a divisão seria
permanente entre seus filhos na parte oriental com sede em Constantinopla
e ocidental onde ficava o centro do império e onde ele era muito mais fraco
e condenado a derrocada. Por tudo isto porque deve-se creditar ao fim do
império e começo da idade media a deposição de um adolescente tornado
imperador sendo que sequer ele era o ultimo imperador ainda que só de
nome em 476 D.C. ?

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Mises imperio romano

  • 1. FUNDAÇÃO E A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO “agora você a vê” – Segunda Fundação “A busca do Mulo” “agora você não a vê - “Segunda Fundação, A busca da Fundação APRESENTAÇÃO Quando eu tinha entre 24 e 25 anos um historiador entrou em contato comigo porque eu teria semelhança com uma figura do iluminismo - que esqueci quem era e nunca descobri mais quem era - que escrevia para os iluministas apontando erros, fazendo sugestões etc. Infelizmente as cartas que troquei com ele se perderam e é lamentável que esta figura obscura e desconhecida do iluminismo tenha sido esquecida bem como suas contribuições. Como eu me interessava - era mais do que interesse - por história teve um momento em que ele disse que até hoje se discute porque o império romano caiu. Eu falei que sabia a razão. Apontei a batalha de Adrianópolis em 478 D.C assinalando que seria de fato o fim do império romano. Ele tentou rebater com uma razão econômica, me acusando de não ser humilde etc. afinal ele tinha curso universitário e como eu era o equivalente ao desconhecido “iluminista” talvez eu só servisse para dar pitaco. Seria um diletante e ele um historiador com diploma. Ele deu uma interpretação econômica embora a minha não fosse militar mas econômica em essência . Quando lembrei isto claramente ele ficou ofendido e as relações nunca foram as mesmas. Voltaire e Rousseau não agiriam assim e nem mesmo Helvétius.
  • 2. Voltemos à questão: a batalha de Adrianópolis demonstrou que a infantaria romana, base secular do império romano, se tornava obsoleta frente a cavalaria bárbara. Para contornar o problema seria necessita extensa criação de cavalos o que seria impossível num exercito combalido economicamente máxime porque a alimentação dos cavalos retiraria alimentação dos humanos. Todavia eu estava certo mas errado ao mesmo tempo pois a batalha de Adrianópolis poderia ser vencida pelos romanos se o co-imperador Graciano chegasse a tempo de juntar suas forças ao imperador Valente que acabou morrendo no conflito que foi um verdadeiro massacre. Tenho 56 anos hoje e um famoso historiador volta com análise sofisticada sobre esta época em torno da batalha de Adrianópolis. Ela é valida embora é a rigor igual a minha sem detalhamento econômico.O que importa é o seguinte: todos os caminhos levam a Roma , todas as teorias da queda de um modo levam a economia como causa única e todas teorias podem ser resumidas em uma só . É o que farei neste texto que demandaria um livro de 300 paginas. Para facilitar o entendimento uso um texto de Mises, “o maior economistas de todos os tempos’ AS MAIS DE 200 TEORIAS QUE “EXPLICAM “ A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO – E PORQUE NENHUMA É REALMENTE VERDADEIRA Há mais de 200 teorias explicando a queda do império romano e muitas delas referem-se ao fato de que cessaram as guerras de conquistas e conseguinte desabastecimento do numero de escravos o fim despojos de guerra. Entoa amina teoria não é nenhuma novidade Voltemos a primeira teoria quando eu tinha metade da idade . Porque ocorreu a queda do império romano Teodósio, que sucedeu o imperador Valente morte me Adrianópolis descobriu que a infantaria
  • 3. romana estava obsoleta e assim não poderia haver mais conquistas. Óbvio que no centro do escravismo romano a península itálica haveria (ainda) maior decadência. A teoria não é nova mas ela não estava natalidade e a própria ideia de império implica em sua decadência relativamente rápida dois séculos depois . Sempre se soube que a parte ocidental onde ficava o centro império era menos pujante economicamente. Não é uma variável mas uma incógnita. Não pode assim ser alterada. As teorias econômicas baseiam-se no fato de que ou era possível novas conquistas, ou desenvolvimento em outras bases, ignoram totalmente que a simples ideia de império implica na Idea de fim de império e assim este começaria a desintegra por volta de 200 anos depois de seu surgimento considerando o declínio da produtividade escravista, nas despesas em se manter escravos produzidos biologicamente, mas incapazes de serem úteis por mais dez anos e o impacto que isto cria negativamente na economia geral. Assim Mises falha miseravelmente em achar que a idade dos cinco bons imperadores seria ante sala de um desenvolvimento econômico esquecendo inclusive que Cômodo pertencias a dinastia antonina. É considerado um mau imperador - um dos piores- mas em seu reinador doze anos não houve guerra civil ou guerras externas, ou seja, não houve desperdício econômico derivado de campanhas militares mesmo assim houve serio problemas econômicos. esta idade dos cinco bons imperadores nubla o entendimento do história de charlatões como Mises. Amoeda teve forte desvalorização já com Marco Aurélio, natalidade baixou na época de Trajano. As conquistas de Trajano tiveram efeito econômico positivo a curto e médio prazo mas Adriano - considerado por muitos o melhor administrador da Historia - compreendeu que estas guerras eram contraproducentes que deveria se manter o que já tinha . As teoria da
  • 4. história tomam frequente o efeito é, a causa, a reação pela ação, a concausa como causa. Assim a minha teoria não é nova em aparência mas é essência pois unifica todas as outras mais de duzentas . Claro que precisaria mais de 50 páginas para ficar mais clara, mas aquilo que afirmei quando tinha 25 anos e agora que tenho o dobro de idade não são posições diversas mas complementares. Vencida ou não pelo império romano na área que correspondia ao oriente (imagine o massacre que seria no ocidente) o resultado final era o mesmo: é o fim do império e o curto inicio do fim da civilização clássica e não romana _ isto não existe – porque acabaram a forma de guerrear ,a religião , a ideologia ,as instituições políticas e o modo de produção econômica que se entrelaça como todos eles sendo a causa a principal sendo os outros na melhor das hipótese concausas. Bastaria a tese – na verdade a evidência - de que o império do oriente era o mais próspero . Ocorre que tal questão teria que ser mais desenvolvida e aprofundada a teoria e não haveria necessidade de 200 teorias basta uma as outras causas soão secundarias ou concausas mas o fato de que não se podia mudar o sistema ou melhor o modo de produção é impossível. Equacionemos a questão: a causa da queda é a incógnita e as outras concausas são variáveis. Retire o cristianismo da equação, a anarquia militar, a “degradação da moeda”, acrescentemos mesmo a anexação da Partia e outras centenas de teorias. A causa da produção declinante em razão do escravismo que surge com império continua intocável. O império tinha que cair porque surgiu um império. Mises crê que o mercado cria o capitalismo e a modernização econômica. Historicamente prova que produz decadência e/ou escravismo.
  • 5. MISES E A RESPOSTA QUE SATISFAZ – OS IDIOTAS CLARO A RESPOSTA QUE É VERDADEIRA. Dia 22 de março de 2021 descobri que finalmente a Trilogia da Fundação se tornará uma minissérie indicando pelo teaser que haverá elementos fora da trilogia. Paul Krugman prêmio Nobel de economia deve estar feliz como um pinto no lixo afinal virou economista por causa da Trilogia porque a economia seria a ciência mais próxima da fictícia psico- história. Curiosamente é discutível se a economia pode ser considerada ciência e a psico-história que calcula o futuro não é tão delirante. A psico- história expressamente se baseia na economia embora pareça estar mais próxima da sociologia e da matemática, posto que a economia e tratada de forma fantasiosa - o modelo é o Império romano - o que natural, pois obra é em essência fantasia. A trilogia se baseia no declínio e queda do império romano e saber o porquê do império romano realmente ter caído seja uma das questões mais discutidas, uma verdadeira obsessão para historiadores, sem chegar a nenhuma conclusão. Curiosamente os dois maiores mistérios - a maioria verdade - da trilogia é a localização da Segunda Fundação, protetora e ao mesmo tempo adversária da Primeira que se achava a única. Há duas respostas expostas nos capítulos finais: a resposta que satisfaz e a resposta verdadeira. Mises num artigo ridículo mas bastante simples expôs uma resposta que satisfaz, os idiotas em sua maioria. Artigo se chamado “Observações sobre as causas do declínio da civilização romana Link aqui:
  • 6. https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrEeSRQImtg1gUAlwUf7 At.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzMEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=16 17662673/RO=10/RU=https%3a%2f%2frothbardbrasil.com%2fobservacoe s-sobre-as-causas-do-declinio-da-civilizacao- romana%2f/RK=2/RS=oM4ftktGJrlt6zRx4q40NchJvKI-. Relutei em tratar deste assunto tão bobo que é o artigo , pois ele é inseguro já no título . Houve queda ou só declínio e Roma não é precisamente civilização.Ocorre que a reposta que satisfaz mas não é verdadeira permite chegar a resposta verdadeira. No caso a economia é a resposta que satisfaz e é a resposta verdadeira. Então vamos dar a resposta que satisfaz alguns e cuja única vantagem que é uma resposta econômica e depois entregamos a resposta verdadeira depois de 1500 anos de busca . Agora você, leitor, você “vê” a primeira resposta colacionado antes um comentário ao artigo de Mises: Só a genialidade de Mises para, em poucas linhas, explicar as raízes do colapso do Império Romano, que historiadores, economistas e outros especialistas vem tentando explicar a séculos, sem um diagnóstico definitivo. A causa mais consensual apontada até hoje foi a invasão das tribos bárbaras. Mas isto não foi uma causa mas consequência de um processo evidente de enfraquecimento da civilização romana, como é bem observado neste artigo. Alguns autores chegaram a apontar, pasmem, o mosquito da dengue como um dos grandes causadores do colapso do poderoso império, em decorrência do
  • 7. sistema ineficiente de saneamento. Outros apontam pestes, quebras de safras. Nietzche(sic) chegou a responsabilizar o cristianismo, por supostamente enfraquecer a disposição de luta das legiões romanas. Na verdade, se houve um arrefecimento do moral dos legionários romanos, isso também foi consequência do estado de entropia e de dissolução econômica, política e social do império. Mises, do alto de sua impressionante sabedoria e inteligência, aponta em uma palavra a verdadeira causa deste fenômeno: intervencionismo. Por essas e outras considero Mises o maior economista de todos os tempos. Genialidade é isso: simplificar e sintetizar de forma impressionantemente esclarecedora um fenômeno complexo. Nossa!11 o império romano caiu por causa do estado malvadão. Mas vamos reproduzir trechos do artigo. A compreensão dos efeitos da intervenção do governo sobre os preços de mercado permite-nos entender as causas econômicas de um evento histórico da maior importância: o declínio da civilização romana. (...)
  • 8. Não é necessário especificar se a organização econômica do Império Romano poderia ou não ser qualificada como capitalista [precisava sim]. O que interessa é que não há dúvida de que o Império Romano no século II, o período dos Antoninos — os "bons imperadores" —, havia alcançado um alto grau de divisão do trabalho e de comércio interregional. Diversos centros metropolitanos, um número considerável de cidades médias e inúmeras pequenas cidades eram as sedes de uma civilização refinada. (...) A maravilhosa civilização da Antiguidade desapareceu por não ter sabido ajustar o seu código moral[????] e o seu sistema legal às exigências da economia de mercado. Uma ordem social está fadada a desaparecer se as ações necessárias ao seu bom funcionamento são rejeitadas pelos padrões morais, são consideradas ilegais pelas leis do país e são punidas pelos juízes e pela polícia. (colchetes nossos) (...) A hora da verdade chegou quando os imperadores, diante dos distúrbios políticos dos séculos III e IV, resolveram recorrer à degradação da moeda. A combinação de uma política de preços congelados com a deterioração da moeda
  • 9. provocou a completa paralisação tanto da produção quanto do comércio dos gêneros de primeira necessidade, e desintegrou a organização econômica da sociedade. Quanto mais eficaz era o tabelamento de preços imposto pelas autoridades, maior o desespero das massas urbanas que não tinham onde comprar alimentos. Esta é a resposta que satisfaz ou pode satisfazer alguns idiotas ou desavisados. Cabe um critica detalhada - sei os nomes de todos os imperadores pela ordem - mas ela pode resumida. O artigo não tem datação precisa de eventos clara, nome de períodos como anarquia militar os imperadores ilíricos, o dominato, o baixo império, o que é este “código moral” e o problema maior de todos para argumentação que sequer passou pela cabeça de Mises que é o império bizantino. Tudo demonstra um conhecimento superficialíssimo da historia romana. Inexiste menção as dinastias - a exceção da Antonina - menção baseada em Gibbon, nome de imperadores, decretos específicos etc.. Parece que a queda ocorreu de forma inexorável dando a impressão de que foi numa única geração tanto que antes da queda já afirma que a estrutura econômica era medieval no século III!!!!!. È certo que o artigo não é longo mas é indesculpável esta confusão de acontecimentos distantes em cerca cem anos. Até o código de Justiniano foi citado que era um imperador bizantino da... Idade Média!!!! Como digo a economia é o metaforicamente o “fim das estrelas” onde esta a Segunda Fundação. A resposta que satisfaz é que a Segunda fundação está oculta no planeta Terminus, que como o nome indica significa fim, a sede da Fundação que esta no fim das estrelas, pois um ‘circulo não tem fim”.
  • 10. Resposta satisfatória todavia errada. O criador da psico-história era um cientista social – um economista?-e não um cientista estritamente “físico” O fim das estrelas está no centro cultural do finado império galáctico, Trantor que, todavia fisicamente é o fim das estrelas. Todos os caminhos levam a Roma , todas as teorias levam a economia como explicação única. Um círculo não tem fim mas a galáxia não é um circulo mas uma espiral e o centro de uma espiral é o centro. Vamos agora a resposta verdadeira que também é econômica. Um estudo recente apontou que as mortes não naturais dos imperadores romanos seguia em sua maioria um determinado padrão matemático. Sempre se soube que havia uma regularidade nestes assassinatos, suicídios e mortes em batalha. Eu já tinha chegado a um padrão matemático semelhante mas ele não explica muita coisa. É quase uma curiosidade, todavia chegamos perto de uma resposta matemática como havia uma resposta geométrica que poderia levar a verdadeira localização da Segunda Fundação ao mesmo tempo matemática e econômica ou social. A civilização Greco-roman que prefiro chamar de clássica era fundamentada no escravismo que economicamente é incompatível com o capitalismo mesmo o comercial tanto que os aristocratas romanos eram proibidos por lei de se dedicar ao comércio. O poderio romano se baseava no poderio militar que propiciava grande numero de cativos e despojos. Quanto maior o numero de escravos menos produtiva se tornava a economia haja vista que os escravos não têm estímulos para ser mais produtivo. Ora se as guerras aumentam o numero de escravos o poder militar inexoravelmente substitui
  • 11. a republica pelo Império. No império o numero de guerra de conquistas declina. Não há mais como aumentar o numero de escravos ou a conquista de despojos. A única conquista de valor durante a época imperial foi a conquista da Dácia por Trajano um dos cinco bons imperadores que foi perdida depois do fim da dinastia antonina a qual ele pertencia. Outras conquistas de Trajano forma abandonadas por Adriano, da mesma dinastia. O numero de escravos não pode aumentar ou mesmo se manter pela simples reprodução biológica e há ainda que fosse possível haveria perda de eficiência produtiva enquanto os filhos dos escravos não pudessem ser produtivos. Então temos dois pontos inquestionáveis. Guerras aumentam o numero de escravos. A produtividade do escravismo é declinante ou na melhor das hipóteses alcança um equilíbrio uma estabilidade comprometedora, pois a população não escrava aumenta sem que a produção de bens acompanhe. A expressiva números de escravos impacta negativamente toda a economia, pois favorece a concentração de renda, desestimula a alfabetização, a inovação tecnológica e a divisão do trabalho, ou seja , o escravismo é realmente incompatível com o capitalismo. . Ora sabemos de modo aproximado o numero de escravos desde a sua maior expansão no século II antes de Cristo e sua necessária estabilização a partir de Augusto. Sabendo estes números podemos projetar a crise para dois séculos depois do ano um depois de cristo. Maior expansão dois séculos, declínio natural dois séculos depois. Em 195 um imperador governou sem qualquer eleição senatorial. O poder se deslocou sem disfarces do senado para os exércitos. Curiosamente Sétimo Severo foi comparado com Augusto o fundador do império. Aparentemente não havia crise. Aparentemente. Seu sucessor Caracala que reinou de 211 a 217
  • 12. certamente detectou a crise, por isto editou o Édito de Caracala1 tentando manter juridicamente e o império unido e desvalorizou acentuadamente a moeda único meio de retardar o declínio econômico além de criar a primeira tentativa de moeda fiduciária da historia, o Antoniano. Pode-se considerar assim o reinado de Caracala como o início da queda do império romano bem como a primeira tentativa de retardar o inevitável. Não vou me estender aqui, pois fugiria ao escopo e os problemas políticos pode nublar a real causa da queda do império que é também a queda da civilização clássica mas cumpre esclarecer duas coisas. Caracala promoveu uma acentuada desvalorização da moeda o denário (raiz da palavra dinheiro) e criou outra o Antoniano _oficialmente o imperador era chamado de antonino sendo Caracala um apelido - mas isto já havia sido iniciado no reinado de marco Aurélio da dinastia antonina. Mises erra ao atribuir a degradação da moeda como iniciada no século terceiro sendo que no século anterior Marco Aurélio já havia feito uma ‘degradação’ acentuada e esta degradação não é a causa dos problemas econômicos dos próximos séculos mas sintoma : indica que um império não podia ser financiado pela via dos impostos o que indica ausência de crescimento econômico, inevitável como afirmado posto que o a produtividade numa sociedade escravista é declinante . Ademais Caracala não praticou a política de congelamento de preços mas Diocleciano quando começou o baixo império. Como se vê pelo ridículo artigo de Mises por pura ignorância ele mistura medidas tomadas com cerca de um século de distancia. Assim o império inicia-se com Augusto onde começa ao mesmo tempo o declínio econômico pelo 1 Caracala é tido consensualmente como um mau imperador. Até mesmo a extensão da cidadania a todos os habitantes do império é criticada, neste texto não podemos discutir Mem retroativa suas medias políticas e econômicas são defensáveis e por isto nenhuma teoria da queda do império romano fracassa.
  • 13. declínio das guerras de conquista, atinge o auge com a dinastia antonina especialmente Trajano, dá sinais políticos de declínio com Sétimo Severo e sinais econômicos de declínio com Caracala. Com Diocleciano começa o baixo império e por fim o império acaba com Teodósio e a civilização clássica também. Normalmente os historiadores declaram que o império acabou não em 395 mas em 476 com a deposição do suposto ultimo Rômulo Augustulo mas do ponto de vista econômico e mesmo político não faz sentido pois ainda havia um imperador vivo , Julio Nepos . A devolução das insígnias imperiais por Odoacro que contentou-se apenas com o título de rei é bastante simbólico mas dá a impressão de que o império acabou em curto espaço de tempo , ou os preços axiomas. Na verdade como dito a degradação da moeda já tinha ocorrido na época de Marco Aurélio da dinastia dos Antoninos a degradação da moeda acentuada ocorreu sobre o reinado de Caracala em 211 e 217. A ascensão de Caracala não foi depois de distúrbios políticos como diz Mises sem citar Caracala que ele sequer devia saber quem é. Ele sucedeu o pai, mandou assassinar o irmão que era co-imperador e morreu assassinado (segundo Maquiavel isto ocorreu sem razão política) o que não significa muita coisa. Morrer assassinado era risco ocupacional e não estou fazendo piada. Importa salientar, contudo que Caracala morreu quando tentava anexar a Pártia. Novamente uma tentativa de retardar a queda do Império O escravismo tem produtividade decrescente em períodos de paz mantendo-se o número de escravos estável. A paz romana calculada cerca de mais de 210 anos segundo minha teoria - não é teoria, os historiadores afirmam que duraram 208 anos – coincide com o declínio da economia pela baixa produtividade. As finanças estatais são impactadas e a sociedade imperial como um todo, pois um império
  • 14. inexiste sem Estado “forte”. A desvalorização da moeda busca aliviar as finanças imperais. É efeito não causa do declínio econômico que começou necessariamente quando surgiu o império. O aumento da tributação e o congelamento de preços no baixo império continua sendo efeito e não causa . O impacto da escravidão foi e não podia deixar de ser maior no centro do império e não na Grécia e no oriente que desenvolveu outro império e civilização – a bizantina – que não era uma sociedade escravocrata no sentido que dependia necessariamente da mão de obra escrava. A queda dos impérios chineses não representa a queda da civilização, pois a China vivia sob o modo asiático ou modo tributário e porque o escravismo antes de tudo não se harmoniza com o cultivo de arrozais. Porque 395 é o fim do império e da civilização clássica segundo minha teoria - não é teoria - deve ser considera como o fim da antiguidade. - após o batalha de Adrianópolis onde o exercito romano teve a maior derrota desde Aníbal o imperador que ascendeu após isto constatou o obvio. O exercito romano baseado na infantaria não poderia ser vitorioso contra a cavalaria Barbara a não que fossem feitos investimentos maciços na criação de cavalos o que economicamente e impossível a curto, médio e mesmo longo prazo. O fim do exercito clássico de Roma e Grécia chegava ao fim e sem um exercito nenhum império pode sobreviver. - Teodósio decreta o cristianismo como religião oficial de estado. Medida ideológica semelhante à medida jurídica de Caracala para manter o Maximo possível a união da sociedade. È o fim da ideologia e religião baseadas na polis, nas cidades estadas. Não existe civilização que não mantenha sua ideologia sua cultura ou ideologia. Era o fim da civilização.
  • 15. - Teodósio divide em 395 o império em duas partes e a divisão seria permanente entre seus filhos na parte oriental com sede em Constantinopla e ocidental onde ficava o centro do império e onde ele era muito mais fraco e condenado a derrocada. Por tudo isto porque deve-se creditar ao fim do império e começo da idade media a deposição de um adolescente tornado imperador sendo que sequer ele era o ultimo imperador ainda que só de nome em 476 D.C. ?