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Escravatura <ul><li>Direitos Humanos </li></ul>Trabalho de Grupo: Joana Pereira nº9 Jurema Agostinho nº12
O que é a escravatura? <ul><li>A  escravatura  é a prática social em que um ser humano tem direitos de propriedade sobre o...
<ul><li>Existiram diversas ocorrências da Escravatura, o que se deve, ao facto de este ter sido praticado por diferentes c...
O suposto fim da Escravatura <ul><li>Com o surgimento dos ideais liberais resultantes da Revolução Francesa e da ciência e...
Escravatura hoje <ul><li>Mas, apesar da Abolição da Escravatura e o surgimento da Carta dos Direitos Humanos em 1945, aind...
<ul><li>Quebrando os Direitos Humanos que diz: </li></ul><ul><li>ARTIGO 1.º </li></ul><ul><li>Todos os seres humanos nasce...
Conclusão <ul><li>A Escravatura continua bem marcada na nossa sociedade está essencialmente nas nossas mãos, como pessoas ...
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Escravatura ApresentaçãO

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Este trabalho foi realizado no ambito da disciplina de história, na escola D.Fernando II - Sintra, pela turma 11ºA

Publicada em: Educação
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Escravatura ApresentaçãO

  1. 1. Escravatura <ul><li>Direitos Humanos </li></ul>Trabalho de Grupo: Joana Pereira nº9 Jurema Agostinho nº12
  2. 2. O que é a escravatura? <ul><li>A escravatura é a prática social em que um ser humano tem direitos de propriedade sobre outro designado por escravo , ao qual é imposta por meio da força. Em algumas sociedades desde os tempos mais antigos os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria. Os preços variavam conforme o sexo, a idade, a origem e destino, pois os que iam para as minas de ouro valiam muito mais. </li></ul><ul><li>O dono ou comerciante pode comprar, vender, dar ou trocar por uma dívida, sem que o escravo possa cumprir qualquer direito e objecção pessoal ou legal. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Existiram diversas ocorrências da Escravatura, o que se deve, ao facto de este ter sido praticado por diferentes civilizações ao longo da história da humanidade. A forma mais primária de escravização resultou das guerras, cujos prisioneiros passavam a ter o estatuto de escravos e devido à falta de mão-de-obra. </li></ul><ul><li>A escravatura era uma situação aceite e rapidamente se tornou essencial para a economia e para a sociedade de todas as civilizações antigas, mesmo sendo um tipo de organização muito pouco produtivo. </li></ul>
  4. 4. O suposto fim da Escravatura <ul><li>Com o surgimento dos ideais liberais resultantes da Revolução Francesa e da ciência económica na Europa, a escravatura passou a ser considerada pouco produtiva (Revolução Industrial) e moralmente incorrecta (ainda assim prevaleciam os interesses económicos). </li></ul><ul><li>A escravatura em Portugal continental e na Índia foi abolida a 12 de Fevereiro de 1761 por Marquês de Pombal, durante o reinado de D. José I. No entanto, só no séc. XIX é que a escravatura foi verdadeiramente abolida em todo o Império. Os primeiros escravos a serem libertados nas colónias foram os do Estado, por Decreto de 1854, mais tarde, os das Igrejas, por Decreto de 1856 e só com a lei de 25 de Fevereiro de 1869 é que se proclamou a abolição total da escravatura em todo o Império Português. </li></ul><ul><li>Em 1888, quando a escravidão foi abolida no Brasil, este era o único país ocidental que mantinha a escravatura. </li></ul>
  5. 5. Escravatura hoje <ul><li>Mas, apesar da Abolição da Escravatura e o surgimento da Carta dos Direitos Humanos em 1945, ainda hoje, século XXI a escravatura está presente : </li></ul><ul><li>Manifesta-se sob as mais diversas formas, como a exploração sexual (prostituição, pornografia…) a exploração pelo trabalho (serviços domésticos, agricultura, indústria, restauração, vendas de rua, mendicidade…), exploração doméstica ou ainda o tráfico de órgãos . Na maioria das vezes, os meus explorados são mulheres e crianças . </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Quebrando os Direitos Humanos que diz: </li></ul><ul><li>ARTIGO 1.º </li></ul><ul><li>Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. </li></ul><ul><li>ARTIGO 2.º </li></ul><ul><li>Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania. </li></ul><ul><li>ARTIGO 4.º </li></ul><ul><li>Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos. </li></ul><ul><li>ARTIGO 23.º </li></ul><ul><li>Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego. </li></ul>
  7. 7. Conclusão <ul><li>A Escravatura continua bem marcada na nossa sociedade está essencialmente nas nossas mãos, como pessoas informadas podemos agir em solidariedade, para com todos os que ainda são afectados por este mal. </li></ul>

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