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LEITURA DO MUNDO
O objetivo da escola é formar cidadãos
capazes de ler o mundo, produzindo discursos
orais ou escritos, adequados a diferentes
situações enunciativas, compreendendo o que
está escrito e o que está subentendido, numa
leitura que consegue selecionar conteúdos,
inferir interpretações e antecipar significados
nos mais diferentes gêneros.
A leitura não é uma simples prática
escolar, mas um processo desencadeado pela
vontade ou necessidade do leitor em
compreender os textos que estão à sua volta.
O verdadeiro leitor é aquele que busca
entender o que está escrito, mobilizando tudo
que sabe sobre a língua: o sistema de escrita,
as características do gênero, o suporte, o
assunto ou tópico, o contexto, o autor e sua
época.
Aprender a ler subtende aprender a
escrever, pois leitura e escrita são atividades
complementares, intimamente ligadas, como as
faces de uma mesma moeda.
GÊNEROS TEXTUAIS
NA
SALA DE AULA
São modelos comunicativos que nos
possibilitam gerar expectativas e previsões para
compreender um texto e, assim, interagir com o
outro.
Conta de luz, telenovela, fofoca, aula são
alguns exemplos de gêneros que, pelo seu
constante uso social, não oferecem muitas
dificuldades de compreensão.
Ensinar um gênero pressupõe um convívio
anterior com esse gênero.
Assim, é importante pensar para quem se
escreve, por que se faz, qual a real necessidade
de fazê-lo, o que o leitor conhece efetivamente
o tema, o que pensa dele, como fazer-se
compreender, como usar a língua na produção
desse texto, como o texto solicita uma ou
outra estratégia de leitura.
Tais questões na escola tornam necessário
construir um currículo que valorize tanto a
função social do texto como a sua forma.
CAPACIDADES DE
LINGUAGEM
DOMINANTES
AGRUPAMENTOS GENEROS TEXTUAIS
Refere-se à
discussão de
questões sociais
controversas, exige
sustentação e
negociação nas
tomadas de posição.
ARGUMENTAR Editorial, carta de
reclamação, artigo de
opinião, ensaio
argumentativo,
debate regrado,
resenha crítica...
Voltado à construção e
transmissão de saberes,
exige apresentação
textual para organização
das idéias e dos
conceitos.
EXPOR Conferência, palestras,
resumo de texto
expositivo,seminário,
verbete de enciclopédia,
comunicação oral,
relatório cientifico...
Refere-se as instruções e
prescrições de ações
voltadas à regulação
mútua de comportamento.
INSTRUIR Receita, regulamento,
regra de jogo, manual de
instrução, regimento,
mandamento...
Voltado à cultura
literária ficcional e à
recriação da realidade,
caracteriza-se pela
intriga no campo do
verossímil.
NARRAR Lenda, romance, fábula,
novela, biografia, conto
de aventura e de fadas,
crônica literária,
adivinha, piada, ficção
cientifica...
Refere-se a
documentação e
memorização de ações
humanas que
representam pelo
discurso de
experiências vividas
situações no tempo e no
espaço.
RELATAR Notícia, reportagem,
anedota, caso, diário
intimo, testemunho,
currículo de relato
histórico, de viagem e
policial...
GÊNER0
Um gênero é uma atividade sócio-cultural que tem:
1. propósito social
2. estrutura previsível
3. padrões léxico-gramaticais previsíveis
Ex.: artigo de opinião, notícia de jornal, horóscopo,
relatório de pesquisa, receita culinária....
TIPOS TEXTUAIS
Segundo Werlich (1973),tipos textuais:
1. Descritiva - “Sobre a mesa havia milhares de vidros.”
2. Narrativa - “Os passageiros aterrissaram em Nova
York no meio da noite.”
3. Expositiva - “O cérebro tem 10 milhões de neurônios.”
4. Argumentativa - “A obsessão com a durabilidade nas
Artes não é permanente.”
5. Injuntiva - “pare!”, “seja razoável!”
Obs.: A expressão “tipo de texto”, muito usada nos livros
didáticos e no nosso dia-a-dia, é equivocadamente
empregada.
Ingredientes:
1/2 kg de charque;
01 cebola grande picada;
05 tomates sem sementes cortados em
pedacinhos;
04 colheres (sopa) de salsa picada;
02 pimentões verdes picados;
04 colheres (sopa) de cebolinha verde picada;
01 xícara (chá) de arroz;
sal e pimenta a gosto
Preparo:
Lave o charque e deixo-o de molho de véspera,
para perder o sal, depois pique-o, em pedaços não
muito pequenos.
Refogue-o em todos os temperos.
Caso o charque perca muito sal, pode ser
necessário temperar o revogado com sal.
Acrescente o arroz cristal lavado e escorrido,
misturando com um garfo.
Cubra o preparado totalmente com água
fervente, em quantidade que deixe o arroz úmido
depois de cozido.
Mexa e deixe a panela sobre o fogo baixo. O
arroz deve terminar o cozimento só com o vapor.
Arroz de Carreteiro
ESTRATÉGIAS DE LEITURA
A leitura é um processo no qual o leitor realiza
um trabalho ativo de construção do significado do
texto a partir do que está buscando nele, do
conhecimento que já possui a respeito do assunto,
do autor e do que sabe sobre a língua –
características do gênero, do sistema de escrita...
Uma estratégia de leitura é um amplo esquema
para obter, avaliar e utilizar informações. Há
estratégias de seleção, de antecipação, de
inferência e de verificação.
Estratégias de seleção: permite que o
leitor se atenha apenas aos índices úteis,
desprezando os irrelevantes. Ao ler, fazemos isso
o tempo todo: nosso cérebro “sabe”, por exemplo,
que não precisa se deter na letra que vem após o
“q”, pois certamente será “u”; ou que nem sempre é
o caso de se fixar nos artigos, pois o gênero está
definido pelo substantivo.
Estratégias de antecipação: tornam
possível prever o que ainda está por vir, com base
em informações explícitas e em suposições. Se a
linguagem não for muito rebuscada e o conteúdo
não for muito novo, escritas em um texto, é
possível eliminar letras em cada cinco outras, sem
que a falta de informações prejudique a
compreensão. Além de letras, silabas e palavras,
antecipamos significados. O gênero, o autor, o
título e muitos outros índices nos informam o que
é possível que encontremos em um texto. Assim,
se formos ler uma história de Monteiro Lobato
chamada “Viagem ao céu”, é previsível que
encontraremos determinados personagens, certas
palavras do campo da astronomia e que,
certamente, alguma travessura acontecerá.
Estratégias de inferência: permite captar o
que não está dito no texto de forma explícita. A
inferência é aquilo que “lemos”, mas não está
escrito. São adivinhações baseadas tanto em
pistas confirmam, e às vezes não; de qualquer
forma, não são adivinhações aleatórias. Além do
significado, inferimos também palavras, sílabas ou
letras. Boa parte do conteúdo de um texto pode
ser antecipada ou inferior em função do contexto:
portadores, circunstâncias de aparição ou
propriedades do texto. O contexto, na verdade,
contribui decisivamente para a interpretação do
texto e, com frequência, até mesmo para inferir a
intenção do autor.
Estratégias de verificação: tornam
possível o controle da eficácia ou não das demais
estratégias, permitindo confirmar, ou não, as
especulações realizadas. Esse tipo de checagem
para confirmar – ou não – a compreensão é
inerente à leitura.
A seleção de gêneros e textos que serão lidos
deve ter como parâmetro, as possibilidades de
aprendizagem dos alunos.
Assim, três procedimentos básicos precisam ser
considerados:
a) não selecionar textos fáceis demais, pois isso não
possibilitará nem a constituição, nem a ampliação, nem
o aprofundamento de habilidades de leitura;
b) não selecionar textos difíceis demais, pois isso
impossibilitará a compreensão dos textos;
c) selecionar textos que sejam mais difíceis, mas que
sejam possíveis de serem compreendidos, ainda que
isso requeira uma ação colaborativa inicial.
AÇÃO DOCENTE
a) Trabalho no Coletivo: coordenado pela/o
professora/professor: este é o momento cuja
finalidade é, por um lado, fazer circular
informações relevantes sobre determinado
aspecto do conhecimento, buscando-se a
apropriação delas pelos alunos; por outro lado, a
intenção é modelar procedimentos – no caso da
discussão que ora se coloca, procedimentos de
leitura – oferecendo referências aos alunos.
b) Trabalho em Duplas/Grupo: nesse momento, a
intenção é, por um lado, observar quais aspectos
requeridos coletivamente foram apropriados pelos
alunos; por outro, a intenção é criar mais um
espaço de interação no qual as informações
apropriadas pelos diferentes parceiros circulem,
abrindo a possibilidade de novas apropriações e
novos aprendizados por todos os envolvidos ou,
mesmo, de consolidação de apropriações
realizadas.
c) Trabalho Individual: esse é o momento de se
constatar quais foram as aprendizagens
realizadas, efetivamente, pelos alunos; quais
foram os conteúdos apropriados por eles. Nessa
etapa, tem-se a informação a respeito de quais
aspectos precisarão ser novamente tematizados,
reiniciando-se o movimento do trabalho.
OFICINA 01
“ Gesto de Amor”
OFICINA 02
“ Testemunha Tranquila”
Leitura Colaborativa ou
Compartilhada.
Texto: Testemunha
Tranquila
Autor: Stanislaw Ponte
Preta.
O camarada chegou assim com ar
suspeito, olhou pros lados e – como não
parecia ter ninguém por perto – forçou a
porta do apartamento e entrou. Eu estava
parado olhando, pra ver no que ia dar aquilo.
Na verdade eu estava vendo nitidamente
toda a cena e senti que o camarada era um
mau-caratér.
PAUSA 1
 Até agora, quem vocês acham que será a testemunha?
 Porque ela estaria tranquila?
 O que ela iria testemunhar?
 Onde está essa testemunha?
 Que pistas no texto nos permitem fazer essa afirmação?
E foi batata. Entrou no apartamento e olhou em volta.
Penumbra total. Caminhou até o telefone e desligou
com cuidado, na certa, para que o aparelho não tocasse
enquanto ele estivesse ali. “Isto”, pensei, “é porque ele
não quer que ninguém note a sua presença:logo só pode
ser ladrão ou coisa assim” .
Mas não era. Se fosse ladrão estaria revistando as
gavetas, mexendo em tudo, procurando coisas pra
levar. O cara – ao contrario – parecia morar
perfeitamente no ambiente, pois mesmo na penumbra
se orientou muito bem e andou desembaraçado até
uma poltrona, onde sentou e ficou quieto.
PAUSA 2
Como será que a testemunha consegue saber o que
o possível ladrão está fazendo dentro do apartamento?
“Pior que ladrão. Esse cara deve ser um
assassino e está esperando alguém chegar
para matar”, tornei eu a pensar, e me lembro
(inclusive) que cheguei a suspirar aliviado
por não conhecer o homem e – portanto –
ser difícil que ele estivesse esperando por
mim. Pensamento bobo, de resto, pois eu
não tinha nada a ver com aquilo.
PAUSA 3
 O que será que a testemunha vai presenciar?
Você mudou de ideia a respeito?
E sobre quem seria a testemunha você mudou de ideia?
Explique.
De repente ele retesou na cadeira. Passos no corredor.
Os passos, ou melhor, a pessoa que dava os passos
parou em frente à porta do apartamento. O detalhe era
visível pela réstia de luz, que vinha por baixo da porta.
PAUSA 4
 Como a testemunha consegue enxergar dentro e fora
do apartamento ao mesmo tempo?
Que situação está para acontecer?
O que presenciará a testemunha?
Que pistas no texto te permitem afirmar isso?
Som de chave na fechadura e a porta se abriu
lentamente e logo a silhueta de uma mulher se
desenhou contra a luz. “Bonita ou feia?” pensei eu. Pois
era uma graça meus caros. Quando ela acendeu a luz da
sala é que eu pude ver. Era boa às pampas. Quando viu
o cara na poltrona ainda tentou recuar, mas ele
avançou e fechou a porta com um pontapé... e eu ali
olhando. Fechou a porta, caminhou em direção à
bonitinha e pataco!... tocou-lhe a primeira bolacha. Ela
estremeceu nos alicerces e pimba!... tacou outra.
PAUSA 5
Algum crime está prestes a acontecer?
 O que será?
 Por que você levantou essa hipótese?
Os caros leitores perguntarão: - E você? Assistindo
àquilo sem tomar uma atitude? – A resposta é razoável.
Eu tomei uma atitude, realmente. Desliguei a televisão,
a imagem dos dois desapareceu e eu fui dormir.
____________________________________________________________
 As hipóteses levantadas por você correspondem ao
apresentado no texto?
 Que pistas levaram você a estas hipóteses?
OFICINA 03
“ A velha contrabandista”
Stanislaw Ponte Preta
A Velha Contrabandista
Diz que era uma velhinha que sabia andar de
lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira
montada na lambreta, com um bruto saco atrás da
lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro
velho - começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o
saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela
parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou
assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui
todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a
senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que
lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no
odontólogo, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era
areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da
lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou,
o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia.
Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse
em frente. Ela montou na lambreta e foi embora,
com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a
velhinha passasse um dia com areia e no outro com
muamba, dentro daquele maldito saco. No dia
seguinte, quando ela passou na lambreta com o
saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez.
Perguntou o que é que ela levava no saco e ela
respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e
era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal
interceptou a velhinha e, todas às vezes, o que ela
levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
-Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40
anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando
pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a
senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já
ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora
passar. Não dou parte, não apreendo, não conto
nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é
o contrabando que a senhora está passando por
aqui todos os dias?
- O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a
velhinha.
- Juro - respondeu o fiscal.
- É lambreta.
1. supondo-se que o fiscal não
tenha cumprido a promessa feita
a vovozinha e tenha registrado a
ocorrência. Como ele relataria o
fato ao seu chefe?
2. Tendo sido feita a denuncia a
vovozinha, ficou preza. Na
cadeia, ela escreveu uma carta
para seu comparsa. Como seria
esta carta?
3. A vovozinha foi denunciada
pelo fiscal da alfândega, que não
cumpriu a promessa, claro! Em
seu julgamento ela precisou de
um advogado de defesa. Como
você argumentaria em favor da
velhinha?
4. No julgamento da vovozinha,
um grupo,fará a sua defesa. O
seu papel é o de advogado de
acusação e/ou promotor de
justiça. Redija um texto
argumentando a grave infração
cometida pela velhinha.
5. A vovozinha, condenada, viu que,
por sua idade já muito avançada,
poderia vir a falecer na cadeia,
então, resolveu escrever ao neto,
justificando os seus atos e passando
para ele as instruções necessárias
caso ele resolvesse entrar no
“negócio”. Como seria esta carta?
6. A velhinha foi inocentada.
Convidou os amigos para
comemorar. Confeccione um
convite para esse encontro.
Atividades em
grupo
TEMAS DAS OFICINAS
04. Quebra – gelo
05. Os dois garotos
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Estratégias de leitura e gêneros textuais na sala de aula

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Estratégias de leitura e gêneros textuais na sala de aula

  • 2. O objetivo da escola é formar cidadãos capazes de ler o mundo, produzindo discursos orais ou escritos, adequados a diferentes situações enunciativas, compreendendo o que está escrito e o que está subentendido, numa leitura que consegue selecionar conteúdos, inferir interpretações e antecipar significados nos mais diferentes gêneros.
  • 3. A leitura não é uma simples prática escolar, mas um processo desencadeado pela vontade ou necessidade do leitor em compreender os textos que estão à sua volta.
  • 4. O verdadeiro leitor é aquele que busca entender o que está escrito, mobilizando tudo que sabe sobre a língua: o sistema de escrita, as características do gênero, o suporte, o assunto ou tópico, o contexto, o autor e sua época.
  • 5. Aprender a ler subtende aprender a escrever, pois leitura e escrita são atividades complementares, intimamente ligadas, como as faces de uma mesma moeda.
  • 7. São modelos comunicativos que nos possibilitam gerar expectativas e previsões para compreender um texto e, assim, interagir com o outro. Conta de luz, telenovela, fofoca, aula são alguns exemplos de gêneros que, pelo seu constante uso social, não oferecem muitas dificuldades de compreensão.
  • 8. Ensinar um gênero pressupõe um convívio anterior com esse gênero. Assim, é importante pensar para quem se escreve, por que se faz, qual a real necessidade de fazê-lo, o que o leitor conhece efetivamente o tema, o que pensa dele, como fazer-se compreender, como usar a língua na produção desse texto, como o texto solicita uma ou outra estratégia de leitura. Tais questões na escola tornam necessário construir um currículo que valorize tanto a função social do texto como a sua forma.
  • 9. CAPACIDADES DE LINGUAGEM DOMINANTES AGRUPAMENTOS GENEROS TEXTUAIS Refere-se à discussão de questões sociais controversas, exige sustentação e negociação nas tomadas de posição. ARGUMENTAR Editorial, carta de reclamação, artigo de opinião, ensaio argumentativo, debate regrado, resenha crítica...
  • 10. Voltado à construção e transmissão de saberes, exige apresentação textual para organização das idéias e dos conceitos. EXPOR Conferência, palestras, resumo de texto expositivo,seminário, verbete de enciclopédia, comunicação oral, relatório cientifico... Refere-se as instruções e prescrições de ações voltadas à regulação mútua de comportamento. INSTRUIR Receita, regulamento, regra de jogo, manual de instrução, regimento, mandamento...
  • 11. Voltado à cultura literária ficcional e à recriação da realidade, caracteriza-se pela intriga no campo do verossímil. NARRAR Lenda, romance, fábula, novela, biografia, conto de aventura e de fadas, crônica literária, adivinha, piada, ficção cientifica... Refere-se a documentação e memorização de ações humanas que representam pelo discurso de experiências vividas situações no tempo e no espaço. RELATAR Notícia, reportagem, anedota, caso, diário intimo, testemunho, currículo de relato histórico, de viagem e policial...
  • 12. GÊNER0 Um gênero é uma atividade sócio-cultural que tem: 1. propósito social 2. estrutura previsível 3. padrões léxico-gramaticais previsíveis Ex.: artigo de opinião, notícia de jornal, horóscopo, relatório de pesquisa, receita culinária....
  • 13. TIPOS TEXTUAIS Segundo Werlich (1973),tipos textuais: 1. Descritiva - “Sobre a mesa havia milhares de vidros.” 2. Narrativa - “Os passageiros aterrissaram em Nova York no meio da noite.” 3. Expositiva - “O cérebro tem 10 milhões de neurônios.” 4. Argumentativa - “A obsessão com a durabilidade nas Artes não é permanente.” 5. Injuntiva - “pare!”, “seja razoável!” Obs.: A expressão “tipo de texto”, muito usada nos livros didáticos e no nosso dia-a-dia, é equivocadamente empregada.
  • 14. Ingredientes: 1/2 kg de charque; 01 cebola grande picada; 05 tomates sem sementes cortados em pedacinhos; 04 colheres (sopa) de salsa picada; 02 pimentões verdes picados; 04 colheres (sopa) de cebolinha verde picada; 01 xícara (chá) de arroz; sal e pimenta a gosto Preparo: Lave o charque e deixo-o de molho de véspera, para perder o sal, depois pique-o, em pedaços não muito pequenos. Refogue-o em todos os temperos. Caso o charque perca muito sal, pode ser necessário temperar o revogado com sal. Acrescente o arroz cristal lavado e escorrido, misturando com um garfo. Cubra o preparado totalmente com água fervente, em quantidade que deixe o arroz úmido depois de cozido. Mexa e deixe a panela sobre o fogo baixo. O arroz deve terminar o cozimento só com o vapor. Arroz de Carreteiro
  • 15. ESTRATÉGIAS DE LEITURA A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto a partir do que está buscando nele, do conhecimento que já possui a respeito do assunto, do autor e do que sabe sobre a língua – características do gênero, do sistema de escrita...
  • 16. Uma estratégia de leitura é um amplo esquema para obter, avaliar e utilizar informações. Há estratégias de seleção, de antecipação, de inferência e de verificação.
  • 17. Estratégias de seleção: permite que o leitor se atenha apenas aos índices úteis, desprezando os irrelevantes. Ao ler, fazemos isso o tempo todo: nosso cérebro “sabe”, por exemplo, que não precisa se deter na letra que vem após o “q”, pois certamente será “u”; ou que nem sempre é o caso de se fixar nos artigos, pois o gênero está definido pelo substantivo.
  • 18. Estratégias de antecipação: tornam possível prever o que ainda está por vir, com base em informações explícitas e em suposições. Se a linguagem não for muito rebuscada e o conteúdo não for muito novo, escritas em um texto, é possível eliminar letras em cada cinco outras, sem que a falta de informações prejudique a compreensão. Além de letras, silabas e palavras, antecipamos significados. O gênero, o autor, o título e muitos outros índices nos informam o que é possível que encontremos em um texto. Assim, se formos ler uma história de Monteiro Lobato chamada “Viagem ao céu”, é previsível que encontraremos determinados personagens, certas palavras do campo da astronomia e que, certamente, alguma travessura acontecerá.
  • 19. Estratégias de inferência: permite captar o que não está dito no texto de forma explícita. A inferência é aquilo que “lemos”, mas não está escrito. São adivinhações baseadas tanto em pistas confirmam, e às vezes não; de qualquer forma, não são adivinhações aleatórias. Além do significado, inferimos também palavras, sílabas ou letras. Boa parte do conteúdo de um texto pode ser antecipada ou inferior em função do contexto: portadores, circunstâncias de aparição ou propriedades do texto. O contexto, na verdade, contribui decisivamente para a interpretação do texto e, com frequência, até mesmo para inferir a intenção do autor.
  • 20. Estratégias de verificação: tornam possível o controle da eficácia ou não das demais estratégias, permitindo confirmar, ou não, as especulações realizadas. Esse tipo de checagem para confirmar – ou não – a compreensão é inerente à leitura.
  • 21. A seleção de gêneros e textos que serão lidos deve ter como parâmetro, as possibilidades de aprendizagem dos alunos. Assim, três procedimentos básicos precisam ser considerados: a) não selecionar textos fáceis demais, pois isso não possibilitará nem a constituição, nem a ampliação, nem o aprofundamento de habilidades de leitura; b) não selecionar textos difíceis demais, pois isso impossibilitará a compreensão dos textos; c) selecionar textos que sejam mais difíceis, mas que sejam possíveis de serem compreendidos, ainda que isso requeira uma ação colaborativa inicial.
  • 22. AÇÃO DOCENTE a) Trabalho no Coletivo: coordenado pela/o professora/professor: este é o momento cuja finalidade é, por um lado, fazer circular informações relevantes sobre determinado aspecto do conhecimento, buscando-se a apropriação delas pelos alunos; por outro lado, a intenção é modelar procedimentos – no caso da discussão que ora se coloca, procedimentos de leitura – oferecendo referências aos alunos.
  • 23. b) Trabalho em Duplas/Grupo: nesse momento, a intenção é, por um lado, observar quais aspectos requeridos coletivamente foram apropriados pelos alunos; por outro, a intenção é criar mais um espaço de interação no qual as informações apropriadas pelos diferentes parceiros circulem, abrindo a possibilidade de novas apropriações e novos aprendizados por todos os envolvidos ou, mesmo, de consolidação de apropriações realizadas.
  • 24. c) Trabalho Individual: esse é o momento de se constatar quais foram as aprendizagens realizadas, efetivamente, pelos alunos; quais foram os conteúdos apropriados por eles. Nessa etapa, tem-se a informação a respeito de quais aspectos precisarão ser novamente tematizados, reiniciando-se o movimento do trabalho.
  • 25. OFICINA 01 “ Gesto de Amor”
  • 26.
  • 28. Leitura Colaborativa ou Compartilhada. Texto: Testemunha Tranquila Autor: Stanislaw Ponte Preta.
  • 29. O camarada chegou assim com ar suspeito, olhou pros lados e – como não parecia ter ninguém por perto – forçou a porta do apartamento e entrou. Eu estava parado olhando, pra ver no que ia dar aquilo. Na verdade eu estava vendo nitidamente toda a cena e senti que o camarada era um mau-caratér.
  • 30. PAUSA 1  Até agora, quem vocês acham que será a testemunha?  Porque ela estaria tranquila?  O que ela iria testemunhar?  Onde está essa testemunha?  Que pistas no texto nos permitem fazer essa afirmação?
  • 31. E foi batata. Entrou no apartamento e olhou em volta. Penumbra total. Caminhou até o telefone e desligou com cuidado, na certa, para que o aparelho não tocasse enquanto ele estivesse ali. “Isto”, pensei, “é porque ele não quer que ninguém note a sua presença:logo só pode ser ladrão ou coisa assim” . Mas não era. Se fosse ladrão estaria revistando as gavetas, mexendo em tudo, procurando coisas pra levar. O cara – ao contrario – parecia morar perfeitamente no ambiente, pois mesmo na penumbra se orientou muito bem e andou desembaraçado até uma poltrona, onde sentou e ficou quieto.
  • 32. PAUSA 2 Como será que a testemunha consegue saber o que o possível ladrão está fazendo dentro do apartamento?
  • 33. “Pior que ladrão. Esse cara deve ser um assassino e está esperando alguém chegar para matar”, tornei eu a pensar, e me lembro (inclusive) que cheguei a suspirar aliviado por não conhecer o homem e – portanto – ser difícil que ele estivesse esperando por mim. Pensamento bobo, de resto, pois eu não tinha nada a ver com aquilo.
  • 34. PAUSA 3  O que será que a testemunha vai presenciar? Você mudou de ideia a respeito? E sobre quem seria a testemunha você mudou de ideia? Explique.
  • 35. De repente ele retesou na cadeira. Passos no corredor. Os passos, ou melhor, a pessoa que dava os passos parou em frente à porta do apartamento. O detalhe era visível pela réstia de luz, que vinha por baixo da porta.
  • 36. PAUSA 4  Como a testemunha consegue enxergar dentro e fora do apartamento ao mesmo tempo? Que situação está para acontecer? O que presenciará a testemunha? Que pistas no texto te permitem afirmar isso?
  • 37. Som de chave na fechadura e a porta se abriu lentamente e logo a silhueta de uma mulher se desenhou contra a luz. “Bonita ou feia?” pensei eu. Pois era uma graça meus caros. Quando ela acendeu a luz da sala é que eu pude ver. Era boa às pampas. Quando viu o cara na poltrona ainda tentou recuar, mas ele avançou e fechou a porta com um pontapé... e eu ali olhando. Fechou a porta, caminhou em direção à bonitinha e pataco!... tocou-lhe a primeira bolacha. Ela estremeceu nos alicerces e pimba!... tacou outra.
  • 38. PAUSA 5 Algum crime está prestes a acontecer?  O que será?  Por que você levantou essa hipótese?
  • 39. Os caros leitores perguntarão: - E você? Assistindo àquilo sem tomar uma atitude? – A resposta é razoável. Eu tomei uma atitude, realmente. Desliguei a televisão, a imagem dos dois desapareceu e eu fui dormir. ____________________________________________________________  As hipóteses levantadas por você correspondem ao apresentado no texto?  Que pistas levaram você a estas hipóteses?
  • 40. OFICINA 03 “ A velha contrabandista” Stanislaw Ponte Preta
  • 41. A Velha Contrabandista Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
  • 42. A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: - É areia! Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
  • 43. Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas às vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
  • 44. -Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. - Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias? - O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a velhinha. - Juro - respondeu o fiscal.
  • 46. 1. supondo-se que o fiscal não tenha cumprido a promessa feita a vovozinha e tenha registrado a ocorrência. Como ele relataria o fato ao seu chefe?
  • 47. 2. Tendo sido feita a denuncia a vovozinha, ficou preza. Na cadeia, ela escreveu uma carta para seu comparsa. Como seria esta carta?
  • 48. 3. A vovozinha foi denunciada pelo fiscal da alfândega, que não cumpriu a promessa, claro! Em seu julgamento ela precisou de um advogado de defesa. Como você argumentaria em favor da velhinha?
  • 49. 4. No julgamento da vovozinha, um grupo,fará a sua defesa. O seu papel é o de advogado de acusação e/ou promotor de justiça. Redija um texto argumentando a grave infração cometida pela velhinha.
  • 50. 5. A vovozinha, condenada, viu que, por sua idade já muito avançada, poderia vir a falecer na cadeia, então, resolveu escrever ao neto, justificando os seus atos e passando para ele as instruções necessárias caso ele resolvesse entrar no “negócio”. Como seria esta carta?
  • 51. 6. A velhinha foi inocentada. Convidou os amigos para comemorar. Confeccione um convite para esse encontro.
  • 52.
  • 54. TEMAS DAS OFICINAS 04. Quebra – gelo 05. Os dois garotos 06. Histórias em quadrinhos 07. Quadro de pregas 08. Cineminha 09. Jornal