Em Portugal  As primeiras moedas portuguesas terão sido mandadas cunhar por D. AfonsoHenriques. Eram pequenos exemplares m...
O primeiro rei da Segunda dinastia, D.João Príncipe Regente, manda cunhar asprimeiras moedas portuguesas decobre, os Reais...
Em 1821 é criado o primeiro banco emissor no Continente, Banco deLisboa, antecessor ao actual Banco de Portugal que passav...
Evolução das TrocasInicialmente, as trocas eram feitas de forma directa, sem intervenção de qualquer intermediário -------...
Bem -------- Moeda -------- BemAo longo dos tempos, vários bens foram utilizados como Moeda-Mercadoria, as peles, os cerea...
A moeda tem várias funções, e as seguintes são destacadas:- Instrumento de TrocaToda peça monetária representa um direito ...
- Meio de PagamentoNas operações anteriormente descritas da troca indirecta, amoeda aparece para satisfazer a necessidade ...
Tipos de moedaEsta é a figura mais rudimentar de moeda que a história humana conhece. Surgiuatravés da necessidade de mate...
Moeda MetálicaOs metais foram as mercadorias cujas características essenciais mais se aproximavam da forma que seexigia ao...
Moeda-PapelA moeda-papel surgiu para fazer ultrapassar as dificuldades com que os comerciantesse debatiam nas suas desloca...
Moeda Fiduciária ou Papel-MoedaVimos atrás que gradualmente os mercadores medievaistransformaram-se e criaram instituições...
Moeda Escritural ou Moeda BancáriaA partir da evolução do sistema bancário surgiu uma outramodalidade de moeda, a chamada ...
Classifica-se a moeda quanto à substância de que é feita, metálica e de papel. Moeda metálica é representada por determina...
Moeda de papel é todo documento com poder aquisitivo, emitido peloEstado, ou por sua autorização. Pode ser de três espécie...
Quanto à aceitação, a moeda é classificada, sob o ponto de vista da obrigatoriedadede sua emissão, em:principal, subsidiár...
Quanto à sua existência, a moeda classifica-se em: moeda real e moeda ideal ou deconta.Moeda real é a que serve, efectivam...
Desde a vigência da moeda-mercadoria até à sociedade actual desenvolveu-se um longo processode desmaterialização da moeda....
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Moeda inesoares

  1. 1. Em Portugal As primeiras moedas portuguesas terão sido mandadas cunhar por D. AfonsoHenriques. Eram pequenos exemplares metálicos produzidos a partir de uma liga decobre e prata e que exibiam a cruz de Cristo. Foi durante o reinado de D. Sancho Ique apareceu a primeira moeda portuguesa de ouro, o morabitino, que valia 180Dinheiros. O Dinheiro, enquanto unidade monetária, desaparece no final da primeiradinastia e é substituído pelo Real.
  2. 2. O primeiro rei da Segunda dinastia, D.João Príncipe Regente, manda cunhar asprimeiras moedas portuguesas decobre, os Reais pretos. É durante agovernação filipina e a restauração que àcunhagem da moeda por martelo sesubstituem os métodos mecânicos e quesurge a primeira forma de papel-moeda, durante o reinado de D. Pedro II. ACasa da Moeda passava um recibo atodos os que lhe entregassem moedas deouro e prata que tivessem sidocerceadas, ou seja, limadas e diminuídasda sua quantidade de metal preciosoe, consequentemente, de valor afectivo.
  3. 3. Em 1821 é criado o primeiro banco emissor no Continente, Banco deLisboa, antecessor ao actual Banco de Portugal que passava a emitirnotas regularmente. O Banco de Portugal surge em 1846 e, em1887, torna-se no único Banco emissor. Com a implantação daRepública, a 5 de Outubro de 1910, o sistema monetário é alterado e oreal substituído pelo Escudo ($). Todavia, as primeiras notas de escudosó começam a circular em 1914. Com a entrada do Euro (€), a Europa torna-se portadora de uma moedaúnica. O Euro existe na forma de notas e moedas desde 1 de Janeiro de2002, e como moeda-escritural desde 1 de Janeiro de 1999.
  4. 4. Evolução das TrocasInicialmente, as trocas eram feitas de forma directa, sem intervenção de qualquer intermediário ----------- Troca DirectaBem ----------- BemInconvenientes da Troca Directa:Dupla coincidência de desejos;Atribuição de valor de bens;Divisibilidade ou fraccionamento dos bens;Transporte de bens;Elevado número de transacções.Para ultrapassar os inconvenientes levantados pela Troca Directa, começam a ser utilizadosalguns bens como intermediários na troca, que sendo aceites por todos os membros dacomunidade permitem dividir a operação de troca em três partes: trocar o bem que possuo poresse bem intermediário, posteriormente utilizá-lo para adquirir outros bens. Trata-se agorade uma Troca Indirecta funcionando esse intermediário como moeda, a Moeda-Mercadoria queconstitui a forma mais rudimentar da moeda.
  5. 5. Bem -------- Moeda -------- BemAo longo dos tempos, vários bens foram utilizados como Moeda-Mercadoria, as peles, os cereais, o sal, o gado ou o vinho.Apesar de constituir um grande avanço, o uso deste tipo de moedalevantava ainda alguns problemas:Sendo um bem útil, era utilizado para fins não monetários, podendohaver falta de moeda;Nem sempre poder ser fraccionado (gado ou peles);Por vezes ser difícil o seu transporte;Difícil de guardar no tempo, pois podia deteriorar-se (o vinho azedaou o cereal apodrece)
  6. 6. A moeda tem várias funções, e as seguintes são destacadas:- Instrumento de TrocaToda peça monetária representa um direito sobre riquezasexistentes, permitindo ao seu portador adquirir certa quantidadedessas riquezas, à sua escolha, até onde alcance o valor facialindicado. É muito mais cômodo possuir esse bônus que qualqueroutro bem.A introdução da moeda nas transações comerciais dissociou aanterior troca direta "in natura" (uma só operação) em duas fasesdistintas:a) Troca de bens ou serviços produzidos pelo indivíduo, pormoeda (operação de venda);b) Troca de moeda por bens ou serviços produzidos peloindivíduo, por moeda (operação de compra).A progressiva divisão do trabalho, vindo a dificultar o regime de trocadireta, em que as mercadorias funcionavam como instrumento detroca, deu lugar à adoção da moeda para preenchimento dessafunção.
  7. 7. - Meio de PagamentoNas operações anteriormente descritas da troca indirecta, amoeda aparece para satisfazer a necessidade de meio depagamento.A moeda tem poder legal de liberar débitos. Sua aceitação ébaseada fundamentalmente nos factores confiança e hábito.- Reserva de ValorA moeda permite armazenar e conservar os valores parautilização oportuna.Os motivos que levam qualquer indivíduo a reter a moeda são: transacção, segurança e especulação.- Denominação Comum de ValoresA moeda como meio de troca, torna possível a indicação detodos os preços numa só unidade, pela comparação dos valoresrelativos das mercadorias.
  8. 8. Tipos de moedaEsta é a figura mais rudimentar de moeda que a história humana conhece. Surgiuatravés da necessidade de materializar a troca, tendo inicialmente assumido a forma demercadorias.Como já vimos em 4.1. foram várias as formas de mercadorias que surgiram ao longoda história humana, sendo as mais conhecidas:gado, sal, cereais, conchas, búzios, peixes, prata, ouro, etc.Qualquer uma delas apresentava dificuldades quer no seu manuseamento quer na suaarmazenagem. Apenas a moeda-mercadoria ligada aos metais, conseguiu resistir maistempo, tendo durado até ao século XIX. O valor intrínseco do metal de que esta formade moeda era feita, permitiu-lhe que durasse mais tempo. É que os governos nãonecessitavam de garantir o seu valor e a própria quantidade de moeda resultava dofuncionamento do mercado por via da compra e venda de ouro ou prata.No entanto, com o acelerar das transacções a nível internacional, a quantidade demetal de ouro e prata, era cada vez mais insuficiente para poder garantir essastransacções.Quando os bancos centrais chamaram a si a responsabilidade de controlaremmonetariamente a emissão de moeda e começaram a garantir a sua circulação, o seuvalor intrínseco deixou de ser prevalecente bastando apenas o valor da suarepresentatividade.Poder-se-á afirmar que uma nova era estava a surgir, a era da Moeda Moderna, com oaparecimento da moeda metálica, moeda-papel, papel-moeda e moeda escritural.
  9. 9. Moeda MetálicaOs metais foram as mercadorias cujas características essenciais mais se aproximavam da forma que seexigia aos instrumentos monetários. Os metais mais utilizados como instrumentos monetários foram ocobre, o bronze e, em especial, o ferro.Posteriormente, entretanto, esses metais foram deixados de parte, pois não serviam como reserva devalor.Aliado ao facto desses metais existirem em abundância, a descoberta de novas jazidas e oaperfeiçoamento do processo industrial de fundição fez com que tais metais perdessem gradualmenteo seu valor.Por esses motivos é que os metais chamados não nobres foram pouco a pouco substituídos pelosmetais nobres, como ouro e prata. Estes dois metais são definidos como metais monetários porexcelência, uma vez que as suas características se ajustam adequadamente às características que amoeda deve reunir.A utilização do ouro e da prata nas transacções comerciais acabou por trazer grandes vantagens. Notocante às moedas cunhadas com esses metais, elas eram pequenas e fáceis de carregar, além deserempadronizadas e possuírem um valor próprio, ou seja, o seu poder de compra era equivalente aovalor do material utilizado na sua fabricação, tomando o nome de moeda representativa.As moedas metálicas permitiam ainda que as pessoas as guardassemesperando pela melhoroportunidade para poder trocá-las por algumas mercadorias. Isto era possível uma vez que tanto oouro como a prata eram metais suficientemente escassos e a descoberta de novas jazidas nãochegava para afectar o volume que se encontrava em circulação. Este aspecto fazia com que estasmoedas mantivessem estável o seu valor ao longo do tempo.No entanto quer o ouro quer a prata apresentavam, um inconveniente. Constituíam um risco muitoelevado de assalto para os comerciantes da época, particularmente durante as suas viagens delongas distâncias.Por esse motivo e após o século XIV, com o crescimento dos fluxos comerciais da Europa, iniciou-se adifusão de um instrumento monetário mais flexível, o da moeda-papel
  10. 10. Moeda-PapelA moeda-papel surgiu para fazer ultrapassar as dificuldades com que os comerciantesse debatiam nas suas deslocações. Ao facilitar a efectivação das suas operaçõescomerciais e de crédito, especialmente na zona compreendida entre as cidadesitalianas e a região de Flandres, a moeda-papel foi ganhando preponderância.Ao invés de partirem carregados de moeda metálica, os comerciantes, levavam apenasum pedaço de papel denominado de certificado de depósito, que era emitido pelosmercadores medievais que se haviam associado para constituírem as primeirassociedades comerciais onde os comerciantes depositavam as suas moedasmetálicas, ou qualquer outros valores, sob garantia. No seu destino, os comerciantesrecorriam a essas sociedades comerciais locais, onde trocavam o certificado dedepósito por moedas metálicas. O seu uso acabou por se generalizar de tal forma, queos comerciantes passaram a transferir os direitos dos certificados de depósitosdirectamente aos comerciantes locais, fazendo com que esses certificados tomassem olugar das moedas metálicas.Em fases históricas mais recentes a moeda-papel acabou por vir a assumir diversasformas, por força do grau vinculativo apresentado face à moeda metálica que como jávimos atrás, e inicialmente para este caso, assumiu a forma de moeda representativasendo a moeda convertível.Mais tarde apareceu em primeiro lugar a moeda fiduciária e posteriormente o papel-moeda.
  11. 11. Moeda Fiduciária ou Papel-MoedaVimos atrás que gradualmente os mercadores medievaistransformaram-se e criaram instituições, que passaram a receber ometal e a fornecer certificados de depósitos (ou moeda-papel) ecomeçaram a perceber que os detentores desses certificados nãofaziam ao mesmo tempo a sua reconversão. Enquanto unsprocediam à troca de moeda-papel pelo metal, outros faziamnovos depósitos em ouro e prata, acabando por originar novasemissões.Foi deste modo que os primeiros bancosapareceram dando origem mais tarde aosurgimento dos verdadeiros Bancos. Mais tarde osBancos passaram a emitir certificados sem conversãoem metal, dando origem à moeda fiduciária oupapel-moeda. O papel-moeda, como sempre tinha sido,contava com a livre convertibilidade em ouro. A emissãode papel-moeda por particulares, entretanto, acabou porconduzir esse sistema à ruína. Devido a isso, o Estadofoi levado a assumir o mecanismo de emissões, passandoa controlá-lo. Consequentemente, passou-se à emissão denotas inconvertíveis. Hoje, a maioria dos sistemasfiduciários, apresenta as seguintes características:Inexistência de conversão metálica; Inconvertibilidade absoluta e Monopólio doEstado nas emissões.
  12. 12. Moeda Escritural ou Moeda BancáriaA partir da evolução do sistema bancário surgiu uma outramodalidade de moeda, a chamada moeda bancária ouescritural.Esta forma de moeda é representada pelos depósitosefectuados nos bancos. Estes passam a movimentar essesrecursos quer por cheques ou por ordens de pagamento.A denominação de Moeda Escritural surgiu devido ao factode corresponder aos lançamentos (débitos e créditos)realizados nas contas correntes dos bancos. As formas maisusuais são: cheques, moeda digital, moeda electrónica emoeda informática (ordem de pagamento dada ao bancoatravés do computador).
  13. 13. Classifica-se a moeda quanto à substância de que é feita, metálica e de papel. Moeda metálica é representada por determinado peso de metal. Podeser forte ou fraca.Moeda metálica forte quando contém uma quantidade de metal, cujo valormercantil é superior ao valor nominal que o Estado lhe atribui, também se dizmoeda forte quando ela pode adquirir maior quantidade de bens de consumodo que com outra.Moeda metálica fraca quando sua quantidade de metal tem, comomercadoria, valor menor que o nominal da peça. Sua capacidade aquisitiva édiminuta e instável.
  14. 14. Moeda de papel é todo documento com poder aquisitivo, emitido peloEstado, ou por sua autorização. Pode ser de três espécies: 1.º Representativa, quando expressa quantidade de mercadorias ou demoeda metálica em depósito. È emitida sob a garantia de lastro metálicocorrespondente ao valor nela expresso, sendo conversível à vista, à vontadedo portador e tendo curso legal.2.º Fiduciária, quando contém simples promessa de pagamento, com aparticularidade de ser lastro metálico inferior ao valor total das cédulasemitidas. Sua aceitação depende da confiança inspirada pelo emitente.3.º Papel Moeda, emitido pelo Estado e garantido pelo PatrimônioNacional. Além do curso legal (capacidade de liberar dívidas), tem cursoforçado, sendo inconversível em metal.
  15. 15. Quanto à aceitação, a moeda é classificada, sob o ponto de vista da obrigatoriedadede sua emissão, em:principal, subsidiária e divisionária.Moeda principal ou moeda padrão é a que tem precedência legal sobre asdemais. Goza de livre curso legal ilimitado, sendo aceita unanimemente como meiode pagamento, em determinada área política, sem limite de quantia, exceto no casode prévia estipulação contratual em contrário; e portanto, a que o devedor podeobrigar seu credor a receber em pagamento, qualquer que seja a soma.Seu valor mercantil deve ser idêntico ao monetário e desempenha, também, afunção de fixar o valor das outras moedas, tornando-se a base do sistema. Moeda subsidiária é o valor legal fixado em relação à moeda padrão. Possui poderliberatório limitado, é cunhada em pequenos valores, destinando-se também afacilitar as pequenas operações.Intrinsecamente inferior ao da moeda-padrão, seu valor real é menor que odeclarado.Moeda divisionária é a cunhada, ordinariamente, em níquel, cobre, bronze, bronze-alumínio ou alumínio, com valores muito pequenos, fracionários dos da moedaprincipal ou subsidiária, destinando-se sobretudo a troco, para acertos de preços.
  16. 16. Quanto à sua existência, a moeda classifica-se em: moeda real e moeda ideal ou deconta.Moeda real é a que serve, efectivamente, de intermediária nas operações.Moeda ideal ou de conta não existe materialmente, sob a forma de peças, nãosendo, portanto, instrumento de troca, mas apenas unidade de cálculo, por meio doqual se exprime o preço das mercadorias.Quanto ao curso ou circulação, a moeda pode ser: livre, legal e forçada.Moeda livre, quando o credor não é obrigado, por lei, a aceitá-la em pagamento.Moeda legal, quando há obrigatoriedade de aceitação.Moeda forçada, quando além do curso legal, o portador não tem direito à conversão emmetal. È o caso do papel-moeda.O poder liberatório é a capacidade da moeda de resgatar dívidas.O legislador, ao estabelecer o curso legal, assegura o poder liberatório da moeda, quepode ser: limita doou ilimitado. Limitado, quando é fixada a quantia máxima de sua aceitação obrigatória, como nocaso das moedas divisionárias. Ilimitado, quando se libera dívidas de qualquer montante.
  17. 17. Desde a vigência da moeda-mercadoria até à sociedade actual desenvolveu-se um longo processode desmaterialização da moeda.A moeda foi perdendo o seu conteúdo material. Passou a ser formada por pedaços de papelimpressos, legalizados pelo Banco Central (papel-moeda) e, mais recentemente, por merosregistos contabilísticos, efectuados pelos bancos, da circulação dos depósitos (moedaescritural), não correspondendo a moeda já a nenhuma realidade material.O incremento das trocas e o desenvolvimento da actividade económica são responsáveis peloprogressivo recurso à moeda escritural, que tornou o processo de transacção fácil e mais rápido.Hoje em dia enormes quantias circulam entre contas bancárias quer no mesmo país, quer entrepaíses, através de meios electrónicos o que começou a constituir mais um passo no processo dedesmaterialização da moeda – grande parte das transacções actuais são efectuadas através damovimentação contabilística dos depósitos por via informática.A evolução tecnológica tem assim contribuído para acelerar ainda mais a desmaterialização damoeda, porque com essa evolução os consumidores passaram a receber o salário na sua contabancária, pagam as suas contas por multibanco e em qualquer supermercado qualquer pessoapode efectuar o pagamento das compras através do multibanco. Cada vez mais diariamente osconsumidores não utilizam a moeda fisicamente.Actualmente assistimos a uma desmaterialização da moeda, visto que o seu valor físico/material émuito inferior ao nominal.Esta desmaterialização da moeda tem por base a confiança que os cidadãos têm no Estado umavez que este determina e garante a sua emissão. Esta desmaterialização acentuou-serecentemente com o uso generalizado de cartões electrónicos, multibanco e pc´s ligados aosbancos.

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