Professora Ana Pereira
<ul><li>Introdução…………………………………………………………………………………….…………diapositivo 3 </li></ul><ul><li>Desenvolvimento: </li></ul><ul><li>...
<ul><li>A  Crise de 1383-1385  foi um período de guerra civil e  anarquia  da  História de Portugal , também conhecido com...
Crise Económica Crise Política Maus anos agrícolas Fomes e doenças Guerras com Castela Morte de D.Fernando provocou uma cr...
<ul><li>Durante a segunda metade do século </li></ul><ul><li>XIV, a população portuguesa viveu </li></ul><ul><li>tempos di...
<ul><li>O  Tratado de Salvaterra de Magos  foi um acordo celebrado em  1383  entre as coroas de  Portugal  e de  Castela  ...
<ul><li>Condições do casamento de D. Beatriz com D. João I, rei de Castela que garantiam a independência: </li></ul><ul><l...
Crise de sucessão ao trono:  Descendentes de D. Pedro I.
<ul><li>O reinado de D. Fernando foi </li></ul><ul><li>um período de dificuldades e de </li></ul><ul><li>agitação popular....
<ul><li>Quando D. Fernando morreu, D. </li></ul><ul><li>Leonor Teles, por influência do </li></ul><ul><li>seu conselheiro ...
<ul><li>Com a finalidade de afastar D. Leonor </li></ul><ul><li>Teles da governação, organizou-se uma </li></ul><ul><li>co...
<ul><li>D. Leonor era apoiada </li></ul><ul><li>pelo clero e pela </li></ul><ul><li>nobreza </li></ul><ul><li>Mestre de Av...
<ul><li>No início de 1384, a pedido de D. Leonor Teles, o rei de Castela invadiu Portugal, para defender o direito ao tron...
<ul><li>A  Batalha dos Atoleiros  ocorreu a  6 de Abril   de  1384 , no actual município português de  Fronteira   distrit...
<ul><li>Em Maio de 1384, o rei de Castela chegou a Lisboa com o seu exército e pôs-lhe cerco por terra e por mar. Entretan...
<ul><li>A 14 de Agosto de 1385, travava-se a batalha de Aljubarrota, entre portugueses e castelhanos.  </li></ul>A Batalha...
<ul><li>Em 6 de Abril de 1385, reúnem-se as Cortes de Coimbra. A principal questão a resolver era a de quem, entre os vári...
<ul><li>O Convento de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha) situa-se na Batalha, e foi mandado ...
<ul><li>Bandeira real de D. João I  </li></ul>A consolidação da independência Após a vitória de Aljubarrota, D. João I, pa...
<ul><li>Casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre </li></ul>Apesar das vitórias conseguidas D. João I procura prev...
<ul><li>1383 – Casamento de D. Beatriz, de 11 anos de idade, com o rei de Castela. </li></ul><ul><li>- Morte de D. Fernand...
<ul><li>De todo este movimento revolucionário ocorrido entre 1383 e 1385, bem como da guerra travada com Castela, ressalta...
<ul><li>O aluno  Bruno Mateus  não compareceu na biblioteca municipal mas compareceu na escola. </li></ul>
<ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_de_1383%E2%80%941385_em_Portugal </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

A Crise De 1383 1385 1

30.731 visualizações

Publicada em

0 comentários
4 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
30.731
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
238
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
395
Comentários
0
Gostaram
4
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A Crise De 1383 1385 1

  1. 1. Professora Ana Pereira
  2. 2. <ul><li>Introdução…………………………………………………………………………………….…………diapositivo 3 </li></ul><ul><li>Desenvolvimento: </li></ul><ul><li>Estado económico e social de Portugal no século XIV (peste negra)…………………………………………………………………………………………………..……diapositivos 4, 5 </li></ul><ul><li>O Tratado de Salvaterra……………………………………………………………………diapositivos 6, 7 </li></ul><ul><li>O problema da sucessão…………………………………………………..……………..…diapositivos 8, 9 </li></ul><ul><li>As movimentações populares……………………………………………………….……diapositivos 10, 11 </li></ul><ul><li>Os grupos em confronto…………………………………………………………….………diapositivo 12 </li></ul><ul><li>A invasão castelhana…………………………………………………….……..……………..diapositivo 13 </li></ul><ul><li>A Batalha dos Atoleiros ……………………………………………..…………………… diapositivo 14 </li></ul><ul><li>O cerco de Lisboa ………………………………………………………..…………………… diapositivo 15 </li></ul><ul><li>A Batalha de Aljubarrota…………………………………………….………………….. diapositivo 16 </li></ul><ul><li>As cortes de Coimbra …………………………………………………….………………… diapositivo 17 </li></ul><ul><li>O Mosteiro da Batalha ………………………………………………………………..…… diapositivo 18 </li></ul><ul><li>A consolidação da independência (a “nova geração de gentes”)…diapositivo 19 </li></ul><ul><li>A paz com Castela ………………………………………………………………………………diapositivo 20 </li></ul><ul><li>Cronologia………………………………………………………………………………………………diapositivo 21 </li></ul><ul><li>Conclusão…………………………………………………………………………………………………diapositivo 22 </li></ul><ul><li>Anexos……………………………………………………………………………………………….……diapositivo 23 </li></ul><ul><li>Bibliografia…………………………………………………………………………………………….diapositivo 24 </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A Crise de 1383-1385 foi um período de guerra civil e anarquia da História de Portugal , também conhecido como Interregno , uma vez que não existia rei no poder. A crise começou com a morte do rei Fernando de Portugal sem herdeiros masculinos. </li></ul><ul><li>Apesar de as Cortes de Coimbra terem escolhido, em 1385 , um novo rei, João, Grão-Mestre de Avis , o rei D. João I de Castela não desistiu de seus direitos e invadiu Portugal. O exército castelhano era muito mais numeroso mas, mesmo assim, foi derrotado na batalha de Aljubarrota . Os exércitos portugueses foram comandados, mais uma vez, por D. Nuno Álvares Pereira , nomeado por D. João I, Condestável do Reino . </li></ul>
  4. 4. Crise Económica Crise Política Maus anos agrícolas Fomes e doenças Guerras com Castela Morte de D.Fernando provocou uma crise de sucessão
  5. 5. <ul><li>Durante a segunda metade do século </li></ul><ul><li>XIV, a população portuguesa viveu </li></ul><ul><li>tempos difíceis. </li></ul><ul><li>A instabilidade do clima, com grandes </li></ul><ul><li>períodos de chuvas, originou maus anos </li></ul><ul><li>agrícolas que causaram falta de cereais, </li></ul><ul><li>fomes e a morte de muita gente. </li></ul><ul><li>A falta de higiene, principalmente nas </li></ul><ul><li>cidades, provocava graves doenças </li></ul><ul><li>contagiosas – epidemias e pestes . </li></ul><ul><li>A maior destas calamidades foi a Peste </li></ul><ul><li>Negra, que chegou a Portugal em 1348 </li></ul><ul><li>e, em menos de três meses, matou </li></ul><ul><li>cerca de um terço da população. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O Tratado de Salvaterra de Magos foi um acordo celebrado em 1383 entre as coroas de Portugal e de Castela para fechar um acordo de sucessão nos dois reinos. </li></ul><ul><li>O rei D. Fernando, não queria que os reinos de Portugal e Castela ficassem juntos, por isso assinou o chamado Tratado de Salvaterra. Neste tratado D. Fernando queria, que sua filha D. Beatriz e D. João I de Castela se casassem. Quando D. Fernando morresse, iria ficar sua mulher, D. Leonor Teles, rainha de Portugal até que o filho de D. Beatriz e D. João I de Castela atingisse os 14 anos. Quando esse filho atingisse os 14 anos seria o futuro rei de Portugal . </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Condições do casamento de D. Beatriz com D. João I, rei de Castela que garantiam a independência: </li></ul><ul><li>Que os reinos de Portugal e Castela nunca se unissem </li></ul><ul><li>Que o filho de D. Beatriz seria o futuro rei de Portugal (o futuro rei de Castela seria o filho mais velho de D. João) </li></ul><ul><li>Que até aos 14 anos do filho de D. Beatriz, o reino seria regido por D. Leonor. </li></ul>
  8. 8. Crise de sucessão ao trono: Descendentes de D. Pedro I.
  9. 9. <ul><li>O reinado de D. Fernando foi </li></ul><ul><li>um período de dificuldades e de </li></ul><ul><li>agitação popular. </li></ul><ul><li>A grave crise económica foi </li></ul><ul><li>agravada pelas guerras com </li></ul><ul><li>Castela. </li></ul><ul><li>D. Fernando morreu em Outubro </li></ul><ul><li>de 1383, deixando como </li></ul><ul><li>herdeira do trono a sua filha </li></ul><ul><li>única, D. Beatriz, casada havia </li></ul><ul><li>pouco tempo com o rei de </li></ul><ul><li>Castela, o que punha em risco a </li></ul><ul><li>independência de Portugal, já que </li></ul><ul><li>este pretendia o trono Português. </li></ul><ul><li>Segundo o estabelecido, a rainha viúva, </li></ul><ul><li>D. Leonor Teles, ficava como regente até </li></ul><ul><li>que um filho de D. Beatriz atingisse a </li></ul><ul><li>maturidade. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Quando D. Fernando morreu, D. </li></ul><ul><li>Leonor Teles, por influência do </li></ul><ul><li>seu conselheiro galego, o conde </li></ul><ul><li>João Fernandes Andeiro, </li></ul><ul><li>mandou aclamar D. Beatriz </li></ul><ul><li>rainha de Portugal. </li></ul><ul><li>A maior parte da Nobreza e do </li></ul><ul><li>Clero aceitou D. Beatriz como </li></ul><ul><li>rainha, mas o Povo, a Burguesia </li></ul><ul><li>e um pequeno número de </li></ul><ul><li>elementos da Nobreza, </li></ul><ul><li>temendo pela independência do </li></ul><ul><li>reino, não aceitaram esta </li></ul><ul><li>solução e revoltaram-se. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Com a finalidade de afastar D. Leonor </li></ul><ul><li>Teles da governação, organizou-se uma </li></ul><ul><li>conspiração em Lisboa para matar o </li></ul><ul><li>Conde Andeiro, conselheiro da rainha </li></ul><ul><li>regente e defensor dos interesses do </li></ul><ul><li>rei de Castela. </li></ul><ul><li>Chefiou esta conspiração Álvaro Pais, </li></ul><ul><li>respeitável dirigente da Burguesia. Para </li></ul><ul><li>executar este plano, foi escolhido D. </li></ul><ul><li>João, Mestre de Avis. </li></ul><ul><li>A 6 de Dezembro de 1383, o Mestre de </li></ul><ul><li>Avis entrou no paço da rainha e, com um </li></ul><ul><li>grupo de homens armados, matou o </li></ul><ul><li>Conde Andeiro. </li></ul><ul><li>Esta revolta rapidamente se espalhou </li></ul><ul><li>por todo país. </li></ul><ul><li>Entretanto, em Lisboa, o Mestre de </li></ul><ul><li>Avis era aclamado Regedor e Defensor </li></ul><ul><li>do Reino, enquanto D. Leonor escrevia </li></ul><ul><li>ao rei de Castela a pedir-lhe que </li></ul><ul><li>invadisse Portugal. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>D. Leonor era apoiada </li></ul><ul><li>pelo clero e pela </li></ul><ul><li>nobreza </li></ul><ul><li>Mestre de Avis era </li></ul><ul><li>apoiado pelo povo e por </li></ul><ul><li>parte da burguesia, do </li></ul><ul><li>clero e da nobreza </li></ul>
  13. 13. <ul><li>No início de 1384, a pedido de D. Leonor Teles, o rei de Castela invadiu Portugal, para defender o direito ao trono de sua mulher, D. Beatriz. Cercou a cidade com uma bem equipada frota e um numeroso exército, mas os habitantes resistiram. </li></ul><ul><li>Por fim uma epidemia de peste que se declarou entre as tropas sitiantes obrigou o rei de Castela a levantar, inesperadamente o cerco, em Setembro de 1384. </li></ul><ul><li>Entretanto, um jovem nobre, Nuno Alvares Pereira, à frente de um exército improvisado, tinha conseguido sair vitorioso contra ao castelhanos, em Abril de 1384, na Batalha dos Atoleiros. Esta vitória aumentou a confiança dos Portugueses sobre a possibilidade de resistirem ao poderoso exército castelhano. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384 , no actual município português de Fronteira distrito de Portalegre , a cerca de 60Km da fronteira com Castela , entre as forças portuguesas, comandadas por Nuno Álvares Pereira , e uma expedição punitiva castelhana, enviada por João I de Castela , junto da povoação do mesmo nome no Alentejo . </li></ul><ul><li>As tropas castelhanas, que depois de desorganizadas foram tomadas pelo pânico e começaram a fugir em todas as direcções, sendo perseguidas ao longo de todo o resto do dia pelas forças de D. Nuno Alvares Pereira, que lhes deu caça até à distância de cerca de sete quilómetros do local da batalha. </li></ul><ul><li>A batalha dos Atoleiros, constituiu na Península Ibérica a primeira e efectiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será conhecida como a técnica do quadrado. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Em Maio de 1384, o rei de Castela chegou a Lisboa com o seu exército e pôs-lhe cerco por terra e por mar. Entretanto o Mestre de Avis terminava os preparativos para um longo cerco. Encheu os depósitos de alimentos, e pôs vigia dia e noite. </li></ul><ul><li>Foi o aparecimento da peste, que ao fim de quatro meses, obrigou os exércitos castelhanos a levantar o cerco à cidade de Lisboa. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>A 14 de Agosto de 1385, travava-se a batalha de Aljubarrota, entre portugueses e castelhanos. </li></ul>A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, entre tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos e o fim da crise de 1383-1385, e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis. A paz com Castela só veio a estabelecer-se em 1411.
  17. 17. <ul><li>Em 6 de Abril de 1385, reúnem-se as Cortes de Coimbra. A principal questão a resolver era a de quem, entre os vários candidatos, tinha direito ao trono. O Mestre de Avis contará , para a defesa dos seus direitos, com a hábil argumentação do Doutor João das Regras . Apesar da oposição da maioria dos representantes da nobreza, o Mestre de Avis foi aclamado rei de Portugal, com o nome de D. João I. </li></ul><ul><li>Como D. João I não era o sucessor directo do rei anterior, iniciou-se com ele a 2.ª dinastia – a dinastia de Avis . </li></ul>
  18. 18. <ul><li>O Convento de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha) situa-se na Batalha, e foi mandado edificar por D. João I como agradecimento do auxílio divino e celebração da vitória na Batalha de Aljubarrota. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Bandeira real de D. João I </li></ul>A consolidação da independência Após a vitória de Aljubarrota, D. João I, para se afirmar como rei e consolidar a independência de Portugal , tomou várias medidas. Começou por retirar privilégios e terras aos nobres e clérigos que tinham apoiado D. Beatriz e o rei de Castela. Em contrapartida, como recompensa pelo apoio prestado, deu a alguns burgueses terras e títulos de nobreza – “ nova nobreza ”. Permitiu também que elementos da burguesia tivessem cargos importantes no Conselho do Rei e nas Cortes. Deste modo, o rei soube rodear-se de hábeis e experientes conselheiros que, como ele, estavam interessados na independência e no desenvolvimento do Reino.
  20. 20. <ul><li>Casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre </li></ul>Apesar das vitórias conseguidas D. João I procura prevenir-se contra novos ataques castelhanos e garantir ajuda, caso fosse necessário. Em 9 de Maio de 1386, faz um “tratado de amizade” com Inglaterra, no qual os dois países prometiam ajudar-se mutuamente. Esta aliança foi reforçada pelo casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre, em 1387. Apesar dos períodos de tréguas, o rei de Castela não desistia de ser rei de Portugal. Só em 31 de Outubro de 1411, é que o problema foi definitivamente resolvido com um tratado de paz entre Castela e Portugal.
  21. 21. <ul><li>1383 – Casamento de D. Beatriz, de 11 anos de idade, com o rei de Castela. </li></ul><ul><li>- Morte de D. Fernando </li></ul><ul><li>- Revoltas populares em Lisboa e noutras localidades contra a aclamação de D. Beatriz como rainha de Portugal. </li></ul><ul><li>- O Mestre de Avis foi escolhido para Regedor e Defensor do Reino. </li></ul><ul><li>1384 – O exército castelhano cercou Lisboa. </li></ul><ul><li>- Batalha dos Atoleiros. </li></ul><ul><li>- Fim do cerco de Lisboa devido à epidemia de peste. </li></ul><ul><li>1385 – Nas Cortes de Coimbra, o Mestre de Avis foi aclamado rei. </li></ul><ul><li>- Os Castelhanos foram derrotados nas batalhas de Aljubarrota, Trancoso e Valverde. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>De todo este movimento revolucionário ocorrido entre 1383 e 1385, bem como da guerra travada com Castela, ressalta o apego à independência de uma grande parte da população portuguesa, ao mesmo tempo que grandes alterações se dão no seu tecido social. </li></ul><ul><li>De uma maneira muito linear, podemos dizer que a revolução põe frente a frente a nobreza latifundiária e toda a população do país, encabeçada pela média burguesia. A alta burguesia teria começado por alinhar com o partido de Leonor Teles e de sua filha D. Beatriz, para, numa fase posterior, se passar para o lado de D. João, Mestre de Avis. Quanto aos estratos mais baixos da nobreza, estiveram desde o início com o Mestre. As camadas inferiores da população, ansiando por melhores condições de vida, aderiram desde logo à revolução, cometendo muitas das vezes alguns excessos. </li></ul><ul><li>Podemos dizer que a revolução portuguesa de 1383, salvo variantes pontuais, é semelhante às revoluções europeias de finais do século XIV, onde transparecem como elementos dominantes os factores de natureza económica e social. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>O aluno Bruno Mateus não compareceu na biblioteca municipal mas compareceu na escola. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_de_1383%E2%80%941385_em_Portugal </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Salvaterra </li></ul><ul><li>http://www.trasosmontes.com/forum/viewtopic.php?p=4107&sid=deea486c82ba15bb1c7f453c7609eac5 </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_dos_Atoleiros </li></ul><ul><li>Rodrigues, Carlos; Teixeira, Maria Eliana; Rodrigues Maria da Glória (1982) 7º Ano História : Edições Contraponto </li></ul><ul><li>Diniz, Maria Emília; Tavares, Adérito; Caldeira, Arlindo(2003) História 7 :Editorial O Livro </li></ul><ul><li>Costa, Fátima; Marques, António (2007) História e Geografia de Portugal 5º ano: Porto Editora </li></ul>

×