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Ciências do Ambiente
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Características e Poluição
Me...
 Solo é uma coleção de corpos naturais dinâmicos, que
contém a matéria viva, e é resultante da ação do clima e
da biosfer...
 A pedosfera funciona como as fundações ou alicerces da vida
em ecossistemas terrestres.
 Os solos fornecem tanto a água...
 A maior parte dos nutrientes existentes no solo
origina-se dos minerais que constituem as rochas
(litosfera).
 As rocha...
 Intemperismo  Fenômeno responsável pela formação do
material semiconsolidado que dará início à formação do
solo.
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Introdução
Processos de formação do solo
 Intemperismo físico
 Variação de pressão:
 A maior parte das rochas se origina em profundidades e
sob condições de tem...
 Intemperismo físico
Introdução
Processos de formação do solo
 Intemperismo físico
 A fragmentação
aumenta a
superfície exposta
ao ar e à água,
facilitando o
intemperismo
químico.
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 Intemperismo químico
 Provocada principalmente pela água e CO2 dissolvido.
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 Hidrólise;
 Oxidação;
 Redução;
 Solubilização.
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 Intemperismo químico
Introdução
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com intensidade um pouco maior do que out...
 A existência de diferentes tipos de solos é controlada
por cinco principais fatores:
Introdução
Fatores de formação dos ...
 Fatores ativos
 Clima;
 Organismos.
 Fatores passivos ou de resistência
 Tempo;
 Relevo;
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Introdução
Fatores de formação dos solos
 Clima
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de intemperismo das rochas, o crescimento dos organismo...
 Clima
 A maior parte dos solos das regiões áridas e semi-áridas é
neutro ou alcalino, enquanto a maioria dos das regiõe...
 Clima
Introdução
Fatores de formação dos solos
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Fatores de formação dos solos
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 Microorganismos (ou microflora ou microfauna);
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 Organismos
 Vegetais
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retiram nutrientes de
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decomporem, res...
 Organismos
 Vegetais
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 Organismos
 Animais
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triturando os restos dos vegetais, cavando...
 Material de origem
 Fator de resistência.
 A maior ou menor velocidade com que o solo se forma
depende do tipo de mate...
 Material de origem
Introdução
Fatores de formação dos solos
 Relevo
 Promove no solo diferenças facilmente perceptíveis
pela variação da cor em pequenas distâncias..
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 Relevo
 O encharcamento contínuo dos poros do solo afeta nos
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 Relevo
 Regiões de clima árido ou semi-árido
 As partes mais baixas do relevo ficam sujeitas ao acúmulo
de sais.
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Introdução
Fatores de formação dos solos
 Tempo
 Estágio inicial de formação  a superfície de um afloramento
rochoso, no qual musgos e líquens começam a se
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Fatores de formação dos solos
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Poluição do Solo Urbano
Considerações gerais
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Introdução
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Resíduos Sólidos Urbanos
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sólido e semi-sólido, que resultam de a...
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apresenta constituintes básicos diversos, e o volume
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Resíduos Sólidos Urbanos
Classificação
 Quanto à sua origem:
 Domiciliar: restos de alimentos, jornais, garrafas,
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 Quanto à sua origem:
 Industrial: cinzas, lodos, óleos, fibras, madeiras
borrach...
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 Quanto à natureza física
 seco
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Resíduos Classe I
(Perigosos)
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Resíduos Sólidos Urbanos
Disposição e tratamento
 Lixões
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Disposição e tratamento
 Aterro Sanitário
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 Uma vez esgotados em sua capacidade de receber
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paisagísticos com...
 Compostagem
 A “reciclagem na natureza”.
 Composto é o produto da decomposição de
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 Compostagem
 Para realização da compostagem deve-se separar
os materiais orgânicos dos outros tipos de
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 Compostagem
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 Compostagem
 Incineração
 É feita em usinas de incineração, nas quais o lixo é
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 Incineração
 Vantagens:
 Redução volumétrica;
 Não geração de efluentes líquidos;
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 Incineração
 Reduzir
 Evitar a produção de resíduos, com a revisão de seus
hábitos de consumo.
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Coleta seletiva
 O processo de reciclagem é composto de várias
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 Vantagens da coleta seletiva:
 Diminui a exploração de recursos naturais;
 Reduz o consumo de energia;
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 Cada resíduo deve ser acondicionado em um
recipiente específico.
 Azul – Papel e papelão;
 Verde - Vidro;
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Resíduos Sólidos Urbanos
Coleta seletiva
 Plástico (vermelho)
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Coleta seletiva
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Coleta seletiva
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Coleta seletiva
 Vidro (verde)
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Coleta seletiva
Poluição do Solo
Usos do solo
 São funções do solo :
 sustentação da vida e do "habitat" para pessoas, animais,
plantas ...
Poluição do Solo
Usos do solo
Poluição do Solo
Danos
 Construção civil
 urbanização e ocupação do solo;
 Exploração extrativa
 remoção de grandes qu...
Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea por
fossas sépticas
Poluição do Solo
Danos
Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea
pela atividade industrial
Poluição do Solo
Danos
Poluição do Solo
Danos
Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea pela
disposição de resíduos sólidos e por ...
Poluição do Solo
Danos
Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea em área
agrícola, provocada pela aplicação...
Compactação do solo e expansão de área para a pecuária.
Poluição do Solo
Danos
Degradação do solo devido a incêndios ou queimadas
Poluição do Solo
Danos
Fontes de poluição do solo e sua migração.
Poluição do Solo
Danos
 A ênfase dada nos cuidados quanto à poluição do solo está
principalmente associada ao contato da água com o solo
superfi...
Poluição do Solo
Erosão
 Fontes de poluição de origem natural,
 associadas a catástrofes como: terremotos,
vendavais e i...
A remoção da cobertura vegetal pode causar erosão…
Poluição do Solo
Erosão
Que algumas vezes se transformam em voçorocas.
Poluição do Solo
Erosão
A remoção da cobertura vegetal pode causar deslizamentos.
Poluição do Solo
Erosão
 Práticas recomendadas:
 manutenção da cobertura vegetal;
 utilização de árvores como quebra-ventos;
 cobertura do sol...
Exemplo de sistema de drenagem
Poluição do Solo
Erosão
 Antes: basicamente restos de vegetais decompostos
e dos excrementos de animais.
 Biodegradação e incorporação às cadeia...
 Controle biológico
 espécies nocivas são mantidas em níveis
aceitáveis pela introdução de um predador natural
ou microo...
 Se não é possível abolir o uso:
 imitar o uso ao estritamente indispensável, cortando os
desperdícios geradores de resí...
 A salinização dos solos é mais freqüente em regiões
tropicais de clima quente e seco, com elevadas taxas
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Poluição do Solo Rural
Salinização
 É um processo que ocorre em todo o mundo,
resultado do crescimento das atividades produtivas e
econômicas e principalmen...
 O que se pode fazer?
 Ao comprar produtos florestais como madeira e papel, exija
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Curso de Engenharia de Produção - UEMA
Capítulo 4: Meio Terrestre - Características e poluição
Conteúdo: Processos e fatores de formação do solo; resíduos sólidos urbanos; poluição do solo.

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Ciências do Ambiente - Cap 4 - Meio terrestre: características e poluição

  1. 1. Universidade Estadual do Maranhão Engenharia de Produção Ciências do Ambiente Meio Terrestre Características e Poluição Me. Elon Vieira Lima
  2. 2.  Solo é uma coleção de corpos naturais dinâmicos, que contém a matéria viva, e é resultante da ação do clima e da biosfera sobre a rocha, cuja transformação em solo se realiza durante certo tempo e é influenciada pelo tipo de relevo.  O limite superior do solo é a biosfera e a atmosfera com as quais se entrelaça.  Lateralmente, ele pode passar para corpos d’água, rocha desnuda, gelo ou areias de praias costeiras ou de dunas movediças.  O limite inferior é mais difícil de ser estabelecido porque ele passa progressivamente à rocha dura ou material inconsolidado, onde quase sempre as raízes das plantas nativas perenes estão ausentes. Introdução Conceitos de solo
  3. 3.  A pedosfera funciona como as fundações ou alicerces da vida em ecossistemas terrestres.  Os solos fornecem tanto a água como nutrientes para as plantas, assim como servem de sustentação.  Funciona como mediador dos fluxos de água entre a hidrosfera, litosfera, biosfera e atmosfera.  O solo, junto com o substrato rochoso, influencia na qualidade da água.  Influenciam na qualidade do ar e servem para a decomposição de resíduos sólidos.  As plantas retiram do solo 15 elementos essenciais:  Macronutrientes  absorvidos em grande quantidade: N, P, K, Ca, Mg e S.  Micronutrientes  absorvidos em pequena quantidade: B, Cl, Cu, Fe, Mn, Mo, Ni, Co e Zn. Introdução Funções ecológicas
  4. 4.  A maior parte dos nutrientes existentes no solo origina-se dos minerais que constituem as rochas (litosfera).  As rochas naturalmente não são capazes de suportar e sustentar plantas superiores.  Endurecidas ou consolidadas  impedem a penetração das raízes.  Não armazenam água.  Para que as raízes possam crescer a natureza dá início e continuidade aos importantes processos do intemperismo. Introdução Funções ecológicas
  5. 5.  Intemperismo  Fenômeno responsável pela formação do material semiconsolidado que dará início à formação do solo.  Quando a rocha é exposta à atmosfera sofrendo ação direta do calor do sol, da umidade das chuvas, e do crescimento de organismos.  Intemperismo físico ou desintegração  alteração do tamanho e formato dos materiais.  Intemperismo químico ou decomposição  modificação química.  A rocha depois de alterada recebe o nome de regolito ou manto de intemperização, onde em sua superfície se dá a formação do solo. Introdução Processos de formação do solo
  6. 6. Introdução Processos de formação do solo
  7. 7.  Intemperismo físico  Variação de pressão:  A maior parte das rochas se origina em profundidades e sob condições de temperatura e pressão elevadas.  A diminuição da pressão faz com que surjam fendas.  Variação de temperatura:  Oscilações de temperatura do dia para a noite e do inverno para o verão provoca dilatação nas épocas de calor e contração nas épocas de frio.  Por ter mais de um mineral, a dilatação desigual provoca rachaduras.  Estas falhas abrem espaço para o intemperismo químico. Introdução Processos de formação do solo
  8. 8.  Intemperismo físico Introdução Processos de formação do solo
  9. 9.  Intemperismo físico  A fragmentação aumenta a superfície exposta ao ar e à água, facilitando o intemperismo químico. Introdução Processos de formação do solo
  10. 10.  Intemperismo químico  Provocada principalmente pela água e CO2 dissolvido.  Quanto mais úmido e quente o clima, mais intensa será a decomposição.  Os minerais primários (argilominerais), após reação com a água, decompõem-se em minerais secundários. Introdução Processos de formação do solo
  11. 11.  Intemperismo químico  As reações químicas provocam transformações que desmantelam o arranjo original dos cristais  desprendem alguns dos elementos químicos que estavam retidos em sua estrutura inicial. Introdução Processos de formação do solo
  12. 12.  Intemperismo químico  As reações mais importantes são:  Hidrólise;  Oxidação;  Redução;  Solubilização.  Os principais elementos liberados nesse processo são os metais básicos (bases): Na, K, Mg e Ca.  Depois de destacados do interior dos minerais primários, são fracamente retidos na superfície de colóides (materiais secundários e húmus).  Estão em condições de serem cedidos às raízes das plantas. Introdução Processos de formação do solo
  13. 13.  Intemperismo químico Introdução Processos de formação do solo
  14. 14.  Intemperismo químico  Ao redor dos colóides, alguns nutrientes são adsorvidos com intensidade um pouco maior do que outros.  O Ca, Mg e K são têm mais afinidade por esses colóides que o Na.  O Na é mais facilmente removido pelas águas que infiltram e percolam no solo. Introdução Processos de formação do solo
  15. 15.  A existência de diferentes tipos de solos é controlada por cinco principais fatores: Introdução Fatores de formação dos solos
  16. 16.  Fatores ativos  Clima;  Organismos.  Fatores passivos ou de resistência  Tempo;  Relevo;  Material de origem.  Em geral, qualquer solo é resultante da ação combinada de todos esses cinco fatores de formação. Solo = f (clima, organismos, mat. origem, relevo e tempo) Introdução Fatores de formação dos solos
  17. 17. Introdução Fatores de formação dos solos
  18. 18.  Clima  A temperatura e a umidade regulam o tipo e a intensidade de intemperismo das rochas, o crescimento dos organismos e, consequentemente, a distinção dos horizontes pedogenéticos.  Clima quente e úmido  Decomposição mais rápida e intensa das rochas.  Materiais muito intemperizados  solos espessos e com abundância de minerais secundários e pobres em cátions básicos.  Clima árido e/ou muito frio  Solos pouco espessos  menos argila e mais minerais primários (pouco afetados pelo intemperismo químico).  Menores quantidades de matéria orgânica e maior quantidade de cátions básicos trocáveis. Introdução Fatores de formação dos solos
  19. 19.  Clima  A maior parte dos solos das regiões áridas e semi-áridas é neutro ou alcalino, enquanto a maioria dos das regiões úmidas são ácidos.  Clima quente e úmido  a infiltração que arrasta para os corpos d’água muitos nutrientes da solução do solo.  Hidrogênio e alumínio neutralizam as cargas elétricas trocáveis.  A distribuição da vegetação no globo está bastante relacionada com as diferentes zonas climáticas.  Quente e úmido  florestas  grande quantidade de resíduos orgânicos de rápida decomposição;  Longa estação seca  árvores menores, com folhas que secam e durante certos períodos.  Desertos  vegetação escassa e que acumulam água. Introdução Fatores de formação dos solos
  20. 20.  Clima Introdução Fatores de formação dos solos
  21. 21.  Clima Introdução Fatores de formação dos solos
  22. 22.  Organismos  Compreendem:  Microorganismos (ou microflora ou microfauna);  Vegetais superiores (macroflora);  Animais (macrofauna);  Homem.  Microorganismos  Algas, fungos e bactérias.  Início da decomposição dos restos dos vegetais e animais, ajudando na formação do húmus (principalmente próximo à superfície).  Sozinhos ou em simbiose, retiram N2 do ar e transformando-os em minerais simples (NH3 e NO3 -)  fixação do nitrogênio. Introdução Fatores de formação dos solos
  23. 23.  Organismos  Vegetais  As raízes penetram e retiram nutrientes de regiões profundas.  As folhas, ao se decomporem, restituem os elementos retirados das camadas mais profundas  ciclagem de nutrientes. Introdução Fatores de formação dos solos
  24. 24.  Organismos  Vegetais  A presença da vegetação evita a erosão, tanto em condições naturais (erosão geológica) ou provocada pelo homem (erosão antrópica).  Quanto menor a cobertura vegetal, maior a erosão. Introdução Fatores de formação dos solos
  25. 25.  Organismos  Animais  Os animais que se abrigam no solo estão constantemente triturando os restos dos vegetais, cavando galerias e misturando materiais de diversos horizontes.  Suas carcaças e resíduos, da mesma forma que a matéria vegetal, contribuem para a formação do húmus e dos agregados.  Modificações antrópicas do solo Introdução Fatores de formação dos solos
  26. 26.  Material de origem  Fator de resistência.  A maior ou menor velocidade com que o solo se forma depende do tipo de material.  O solo desenvolve-se concomitantemente à alteração da rocha e o processo da formação do saprolito confunde-se com a formação do solo.  Os materiais de origem mais comuns podem ser classificados em 4 tipos:  Derivados de rochas claras;  Derivados de rochas ígneas escuras;  Derivados de sedimentos consolidados;  Sedimentos incosolidados. Introdução Fatores de formação dos solos
  27. 27.  Material de origem Introdução Fatores de formação dos solos
  28. 28.  Relevo  Promove no solo diferenças facilmente perceptíveis pela variação da cor em pequenas distâncias..  Resultam de desigualdades de distribuição no terreno da água da chuva, da luz, do calor do sol e da erosão.  Parte da chuva, em um terreno relativamente pequeno, pode escoar para as partes mais baixas e côncavas, logo, acabam por receber mais água que as partes mais altas. Introdução Fatores de formação dos solos
  29. 29.  Relevo  O encharcamento contínuo dos poros do solo afeta nos processos de intemperismo químico.  Locais de difícil drenagem  Excesso de água e escassez de ar  A evolução ficará sujeita a condições especiais de solubilização dos óxidos de ferro e do acúmulo de MO.  Cor escura na superfície e acinzentado no fundo, com pequenas manchas de cor ferrugem.  Maior erosão  atrapalha o desenvolvimento do perfil.  Locais de rápida infiltração  Favorece o intemperismo químico  maior oxidação e promove cores avermelhadas. Introdução Fatores de formação dos solos
  30. 30.  Relevo  Regiões de clima árido ou semi-árido  As partes mais baixas do relevo ficam sujeitas ao acúmulo de sais.  Estes sais podem ser carregados pelas enxurradas.  Quando esta solução evapora, deixa os sais precipitados.  Regiões de relevo montanhoso  As rampas muito íngremes favorecem a erosão.  Vel. formação do solo < vel. remoção do solo  Nenhum solo permanece, ficando a rocha exposta.  Vel. formação do solo > vel. remoção do solo  Solos rasos  Vel. formação do solo >> vel. remoção do solo  Solos profundos (área plana ou menos íngreme). Introdução Fatores de formação dos solos
  31. 31. Introdução Fatores de formação dos solos
  32. 32.  Tempo  Estágio inicial de formação  a superfície de um afloramento rochoso, no qual musgos e líquens começam a se desenvolver sobre uma camada de rocha decomposta.  O tempo influencia diretamente a espessura do solo.  Maior exposição ao intemperismo.  Início da formação  solos rasos, delgados e sem horizontes bem definidos  pouco desenvolvidos ou jovens.  Com o passar do tempo  os horizontes vão se espessando e diferenciando-se, e o solum pode atingir alguns metros.  Estado de equilíbrio  solos espessos e, normalmente com horizontes bem definidos  bem desenvolvidos, normais ou maduros. Introdução Fatores de formação dos solos
  33. 33. Introdução Fatores de formação dos solos  Tempo  Depois que a rocha é exposta na superfície (tempo zero), o solo começa a se desenvolver e, se não houver erosão, atinge em determinado tempo o estágio de maturidade.
  34. 34. Poluição do Solo Urbano Considerações gerais  É proveniente dos resíduos gerados pelas atividades econômicas que são típicas das cidades, como a indústria, o comércio, os serviços e os domicílios.  Os resíduos sólidos são os mais impactantes pois as quantidades geradas são grandes e as características de imobilidade impõem grande dificuldade de transporte ao meio.  Outras formas de poluição do solo urbano:  Precipitação de chuva ácida.  Esgoto doméstico e efluentes líquidos industriais que quando lançados diretamente sobre o terreno superficial, agride o olfato e a visão, assim como são vetores de doenças.
  35. 35. Resíduos Sólidos Urbanos Introdução  Lixo  São os restos das atividades humanas, considerados pelos geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis.  Estes materiais demoram muito tempo para se degradarem  desequilíbrio na reciclagem da matéria.
  36. 36. Resíduos Sólidos Urbanos Introdução  O aumento dos problemas associados a resíduos sólidos é ocasionado, em geral, pelos seguintes fatores :  Processo de urbanização: a migração do campo para as cidades ocasiona a concentração populacional em centros urbanos, contribuindo para o agravamento dos problemas com resíduos devido ao aumento da produção de resíduos e a falta de locais adequados para sua disposição.  Aumento populacional e o consequente aumento da produção de resíduos;  Industrialização: os processos industriais geram produtos em velocidade cada vez maior, contribuindo para o aumento da produção de resíduos, seja durante o processo de fabricação, seja pelo estímulo ao consumo;  Periculosidade dos novos resíduos;  Estilo da produção em massa e do descartável.
  37. 37. Resíduos Sólidos Urbanos Introdução  Resíduos  (NBR 10.004) Resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviço e de varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades torne inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exigem, para isso, soluções técnicas e economicamente inviáveis em face a melhor tecnologia disponível.
  38. 38.  O lixo, em função da sua procedência variada, apresenta constituintes básicos diversos, e o volume de sua produção varia de acordo com sua procedência, com o nível econômico da população e com a própria natureza das atividades econômicas da área onde é gerado.  A composição média do lixo domiciliar no Brasil é de:  65% de Matéria Orgânica  25% de Papel  4% de Metal  3% de Vidro  3% de Plástico Resíduos Sólidos Urbanos Introdução
  39. 39. Resíduos Sólidos Urbanos Classificação  Quanto à sua origem:  Domiciliar: restos de alimentos, jornais, garrafas, embalagens em gerais, etc. (Prefeituras);  Comercial: grande quantidade de papel, plásticos, etc. (Prefeituras);  Público: resíduos de varrição de ruas, limpeza de praias, limpeza de galerias, etc. (Prefeituras);  Serviços de Saúde e Hospitalar: agulhas, seringas, algodões, luvas descartáveis, etc. (Gerador);  Aeroportos, portos, Terminais rodoviários e ferroviários: materiais de higiene, asseio pessoal, restos de alimentos, etc. (Gerador);
  40. 40. Resíduos Sólidos Urbanos Classificação  Quanto à sua origem:  Industrial: cinzas, lodos, óleos, fibras, madeiras borrachas, etc. Gerador);  Entulhos: resíduos provenientes da construção civil (Gerador);  Agrícola: embalagens de fertilizantes, rações, restos de colheitas, etc. (Gerador).
  41. 41. Resíduos Sólidos Urbanos Classificação  Quanto à natureza física  seco  molhado;  Quanto à composição química  matéria orgânica  restos de alimentos, de animais mortos, de podas de árvores e matos, entre outros;  matéria inorgânica  vidro, plástico, papel, metal, entulho, entre outros.  Quanto ao riscos potenciais ao meio ambiente  Considerando os aspectos práticos e de natureza técnica ligados principalmente às possibilidades de tratamento e disposição dos resíduos em condições satisfatórias do ponto de vista ecológico, sanitário e econômico, a NBR 10.004 apresenta três classes:
  42. 42. Resíduos Sólidos Urbanos Classificação CLASSIFICAÇÃO QUANTO À PERICULOSIDADE (NBR 10.004) Resíduos Classe I (Perigosos) Apresentam risco à saúde pública ou ao ambiente, caracterizando-se por terem uma ou mais das seguintes propriedades: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Resíduos Classe II (Não-inertes) Podem ter propriedades como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade, porém não se enquadram como resíduo I ou III. Resíduos Classe III (Inertes) Não têm nenhum dos seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade de águas.
  43. 43. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento  Lixões  Forma inadequada  lançamento e amontoamento de lixo em terreno baldio.  Problemas estéticos e de saúde pública.  Problemas sociais  catação de lixo.  Problemas ambientais  poluição hídrica (chorume) e atmosférica (geração de metano e outros gases combustíveis).  Não há controle quanto aos tipos de resíduos depositados e quanto ao local de disposição.  Resíduos domiciliares e comerciais de baixa periculosidade são depositados juntamente com os industriais e hospitalares, de alto poder poluidor.
  44. 44. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento  Aterro Sanitário  O lixo é lançado sobre o terreno e recoberto com solo do local, de forma a isolá-lo do ambiente, formando câmaras.  O volume é reduzido por compactação.  Nas câmaras há uma degradação anaeróbia, com liberação de gás e de uma substância líquida escura, constituída pelos resíduos orgânicos apenas parcialmente biodegradados (chorume).  Os gases acumulados no superior da câmara devem ser drenados para queima ou beneficiamento e utilização.  O chorume acumula-se no fundo e deve ser separado por um revestimento impermeável.
  45. 45.  Aterro Sanitário  Uma vez esgotados em sua capacidade de receber lixo, podem ser úteis como elementos paisagísticos como áreas verdes e parques.  Desvantagens:  Grandes extensões de terreno;  Deve ser instalado em locais em que o entorno não seja prejudicado por inconvenientes ambientais e paisagísticos (mau cheiro, tráfego de caminhões, mau aspecto, aves, etc.). Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento
  46. 46.  Compostagem  A “reciclagem na natureza”.  Composto é o produto da decomposição de matéria orgânica, em condições aeróbicas e de maneira controlada, de modo a obter-se um material estabilizado, não mais sujeito às reações de putrefação; Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento
  47. 47.  Compostagem  Para realização da compostagem deve-se separar os materiais orgânicos dos outros tipos de resíduos.  Vantagens:  Enriquece a terra em alimento para as plantas  adubo natural.  Reduz a quantidade de lixo.  Melhora a aeração do solo  Evita as queimadas que poluem o ar e incomodam a vizinhança.  Menor exigência de área para instalação. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento
  48. 48.  Compostagem Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento
  49. 49. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento  Compostagem
  50. 50.  Incineração  É feita em usinas de incineração, nas quais o lixo é reduzido a cinzas e gases decorrentes de sua combustão.  As cinzas obtidas, em volume bastante reduzido e mineralizadas, podem ser dispostas sem inconvenientes.  Com devido controle de poluição os gases gerados também poderão ser emitidos ao ambiente.  A presença de materiais que possuam cloro podem provocar a formação de furanos e dioxinas, altamente tóxicos e cancerígenos. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento
  51. 51.  Incineração  Vantagens:  Redução volumétrica;  Não geração de efluentes líquidos;  Destruição de substâncias dependente de sua estabilidade térmica e não da periculosidade dos resíduos;  Possibilidade de recuperação energética.  Desvantagens:  Elevado custo inicial;  Mão-de-obra especializada;  Problemas operacionais e de manutenção;  Controle de emissões: polêmica nacional quanto à dioxinas e furanos. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento
  52. 52. Resíduos Sólidos Urbanos Disposição e tratamento  Incineração
  53. 53.  Reduzir  Evitar a produção de resíduos, com a revisão de seus hábitos de consumo.  Ex: preferir os produtos que tenham refil.  Reutilizar  Reaproveitar o material em outra função.  Ex: usar os potes de vidro com tampa para guardar miudezas (botões, pregos, etc.).  Reciclar  Transformar materiais já usados, por meio de processo artesanal ou industrial, em novos produtos.  Ex: transformar embalagens PET em tecido de moletom. Resíduos Sólidos Urbanos 3 R’s
  54. 54. Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva  O processo de reciclagem é composto de várias fases, porém sua realização depende de uma ação fundamental: a separação prévia dos materiais.  Coleta seletiva  separação e recolhimento, desde a origem, dos materiais potencialmente recicláveis.  É importante lembrar que a separação dos materiais de nada adianta se eles não forem coletados separadamente e encaminhados para a reciclagem.
  55. 55.  Vantagens da coleta seletiva:  Diminui a exploração de recursos naturais;  Reduz o consumo de energia;  Diminui a poluição do solo, da água e do ar;  Prolonga a vida útil dos aterros sanitários;  Possibilita a reciclagem de materiais que iriam para o lixo;  Diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias;  Diminui o desperdício;  Diminui os gastos com a limpeza urbana;  Cria oportunidade de fortalecer organizações comunitárias;  Gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis; Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  56. 56.  Cada resíduo deve ser acondicionado em um recipiente específico.  Azul – Papel e papelão;  Verde - Vidro;  Amarelo - Metal (alumínio e metais ferrosos);  Vermelho – plástico (PET, plástico rígido, etc.);  Marrom – Orgânico (restos de alimentos ou podas de árvores que podem ser transformados em adubo);  Cinza – Rejeito (material sujo e/ou que não serve para a reciclagem). PAPEL VIDRO METAL PLÁSTICO ORGÂNICO REJEITO Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  57. 57. Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  58. 58.  Plástico (vermelho) Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  59. 59.  Metal (amarelo) Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  60. 60.  Papel (azul) Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  61. 61.  Vidro (verde) Resíduos Sólidos Urbanos Coleta seletiva
  62. 62. Poluição do Solo Usos do solo  São funções do solo :  sustentação da vida e do "habitat" para pessoas, animais, plantas e outros organismos;  manutenção do ciclo da água e dos nutrientes;  proteção da água subterrânea;  manutenção do patrimônio histórico, natural e cultural;  elemento de fixação e nutrição da vida vegetal;  fundação para edificações, aterros, estradas, sistemas de disposição de resíduos, etc;  elemento a ser extraído e utilizado na área de construção em geral e na manufatura de objetos diversos;  armazenamento de combustíveis fósseis;  armazenamento de água para fins diversos com destaque para o uso da água como manancial de abastecimento público.  produção de alimentos.
  63. 63. Poluição do Solo Usos do solo
  64. 64. Poluição do Solo Danos  Construção civil  urbanização e ocupação do solo;  Exploração extrativa  remoção de grandes quantidades de materiais (mineração) e alteração da topografia;  atividade madeireira.  Atividade agropecuária  aplicação de nutrientes e defensivos agrícolas no solo;  remoção sazonal da cobertura vegetal;  inadequação de certas plantas ao tipo de solo ou uso excessivo de monoculturas;  pastoreio excessivo;  queimadas.
  65. 65. Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea por fossas sépticas Poluição do Solo Danos
  66. 66. Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea pela atividade industrial Poluição do Solo Danos
  67. 67. Poluição do Solo Danos Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea pela disposição de resíduos sólidos e por vazamentos na rede de esgoto
  68. 68. Poluição do Solo Danos Contaminação do solo e provavelmente da água subterrânea em área agrícola, provocada pela aplicação de fertilizantes e agrotóxicos.
  69. 69. Compactação do solo e expansão de área para a pecuária. Poluição do Solo Danos
  70. 70. Degradação do solo devido a incêndios ou queimadas Poluição do Solo Danos
  71. 71. Fontes de poluição do solo e sua migração. Poluição do Solo Danos
  72. 72.  A ênfase dada nos cuidados quanto à poluição do solo está principalmente associada ao contato da água com o solo superficial e subsuperficial e à preservação da qualidade das águas.  A qualidade do solo pode ser alterada levando em consideração os seguintes aspectos:  Vegetação;  Topografia / relevo;  Permeabilidade.  O monitoramento do solo, sob aspectos superficial e subsuperficial, é efetuado por:  Inspeção visual;  Aerofotointerpretação e/ou levantamentos topográficos;  Amostragem e análises químicas para acompanhamento da qualidade e fertilidade do solo;  Monitoramento do lençol freático (a montante e a jusante do empreendimento). Poluição do Solo Qualidade do solo
  73. 73. Poluição do Solo Erosão  Fontes de poluição de origem natural,  associadas a catástrofes como: terremotos, vendavais e indundações;  Características de solos, fatores ambientais que podem levar a erosão;  Erosão  Causada pela ação das águas e do vento e conseqüente remoção das partículas do solo.  alterações de relevo;  riscos às obras civis;  remoção da camada superficial e fértil do solo;  assoreamento dos rios  inundações e alterações dos cursos d’água.  Associada a fatores como clima, tipo de solo e declividade do terreno.
  74. 74. A remoção da cobertura vegetal pode causar erosão… Poluição do Solo Erosão
  75. 75. Que algumas vezes se transformam em voçorocas. Poluição do Solo Erosão
  76. 76. A remoção da cobertura vegetal pode causar deslizamentos. Poluição do Solo Erosão
  77. 77.  Práticas recomendadas:  manutenção da cobertura vegetal;  utilização de árvores como quebra-ventos;  cobertura do solo com serragem;  técnicas de caráter mecânico como aração;  plantio e construção em curvas de nível;  execução de canaletas para desvio de águas pluviais;  execução de muros de arrimo. Poluição do Solo Erosão
  78. 78. Exemplo de sistema de drenagem Poluição do Solo Erosão
  79. 79.  Antes: basicamente restos de vegetais decompostos e dos excrementos de animais.  Biodegradação e incorporação às cadeias alimentares dos ecossistemas associados ao solo eram imediatas e não havia criação de desequilíbrios ou maiores danos.  Produção do adubo artificial  Riscos de acumulação ambiental até concentrações tóxicas, tanto de nutrientes essenciais como de impurezas do processo de fabricação. Poluição do Solo Rural Fertilizantes
  80. 80.  Controle biológico  espécies nocivas são mantidas em níveis aceitáveis pela introdução de um predador natural ou microorganismo que lhe cause doença;  manejo integrado de pragas.  Mudanças no padrão de plantio (rotação de culturas, plantio em faixas, etc.)  Uso de plantas geneticamente modificadas;  Uso cuidadoso e seletivo de defensivos para manter o nível de produção agrícola e a saúde humana. Poluição do Solo Rural Alternativas agrícolas
  81. 81.  Se não é possível abolir o uso:  imitar o uso ao estritamente indispensável, cortando os desperdícios geradores de resíduos poluidores;  restringir ao emprego dos defensivos ambientalmente mais seguros;  empregar técnicas de aplicação que reduzem os custos derivados de sua acumulação e propagação pela cadeia alimentar.  Classificação em grupos, dependendo do tipo de praga que combatem  inseticidas, fungicidas, herbicidas, rodenticidas, etc.  Efeito residual; biomagnificação ou magnificação biológica;  Estudos mostram que os defensivos presentes no solo transferem-se, parcialmente, para o tecido celular da planta, com relações de concentrações que dependem, entre outros fatores, da concentração existente no solo e do tipo de planta. Poluição do Solo Rural Defensivos agrícolas
  82. 82.  A salinização dos solos é mais freqüente em regiões tropicais de clima quente e seco, com elevadas taxas de evapotranspiração e baixos índices pluviométricos.  O aumento de sais solúveis em um solo, eleva o seu potencial osmótico, as plantas têm dificuldade de absorção água e nutrientes provocando a redução do seu crescimento, sendo também perceptível injúrias foliares.  Pode ser agravada pela irrigação. Poluição do Solo Rural Salinização
  83. 83. Poluição do Solo Rural Salinização
  84. 84.  É um processo que ocorre em todo o mundo, resultado do crescimento das atividades produtivas e econômicas e principalmente pelo aumento da densidade demográfica em escala mundial.  Causadores: • Produção agrícola e pastoril; • Mineração; • Crescimento urbano; • Extrativismo.  Consequências: • Degradação do solo • Perdas de biodiversidade • Incidência de processo de desertificação • Erosões, mudanças climáticas e hidrografia. Poluição do Solo Rural Desmatamento
  85. 85.  O que se pode fazer?  Ao comprar produtos florestais como madeira e papel, exija o selo Conselho de Manejo Florestal para ter a garantia que eles provém de florestas manejadas de acordo com os critérios rigorosos e não predatórios.O selo verde atesta o uso de técnicas de corte que respeitam os ciclos de regeneração da mata.  Reduzir o consumo de carne em geral também ajuda no combate ao desmatamento (ajuda a evitar abertura de novas áreas de pastagens). Isso porque muito da produção de soja é utilizada como ração para animais, como aves e porcos.  Evite consumir produtos feitos com couro animal. Busque alternativas como o couro vegetal (ecológico) feito a partir da extração do látex.  Reduza o consumo de papel. Prefira papel reciclado. Poluição do Solo Rural Desmatamento

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