Introduçao a Ciência do Ambiente - Engenharia Civil 2015

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Noções Básicas a disciplina da Ciência do Ambiente - Curso de Engenharia Civil.

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Introduçao a Ciência do Ambiente - Engenharia Civil 2015

  1. 1. CIÊNCIA DO AMBIENTE PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 1
  2. 2. CURSO: Engenharia Civil SEMESTRE: 4º DISCIPLINA: Ciências do Ambiente CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2 horas CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 36 horas 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 2
  3. 3. EMENTA: Noções básicas de Ecologia. Equilíbrio da biosfera. Histórico da formação da "consciência ambiental". Os efeitos da tecnologia sobre a biosfera e sua importância para o reconhecimento das questões ambientais. O papel do engenheiro na solução de problemas ambientais como controle e preservação ambiental. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 3
  4. 4. OBJETIVOS: Facilitar ao universitário ao entendimento dos fundamentos necessários à compreensão da dinâmica ambiental de modo a auxiliá-lo a intervir no meio ambiente buscando obter o máximo de benefícios para os sistemas físicos, bióticos, sociais, econômicos e culturais existentes na área de inserção de seus empreendimentos. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 4
  5. 5. PROCEDIMENTOS DE ENSINO: Aulas expositivas e dialogadas. Uso do multimídia. Uso de filmes didáticos. Aulas práticas em laboratório. Consulta em revistas e periódicos. Práticas vivenciadas com estudo dirigido. AVALIAÇÃO: Avaliações. Relatórios. Resenhas. Planos de aulas. Frequência nas aulas. Participação nas atividades propostas. Trabalhos escritos ou apresentações orais. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 5
  6. 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. LOPES, S. Bio: Introdução à biologia, citologia, embriologia animal, histologia animal, seres vivos, genética, evolução, ecologia. São Paulo: Saraiva, 2002. SOLOMON, M. E. Dinâmica de populações. São Paulo: EPU, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LOPES, S. Bio: Introdução à biologia, citologia, embriologia animal, histologia animal, seres vivos, genética, evolução, ecologia. São Paulo: Saraiva, 2004. MAIA, N. B. et al. Indicadores ambientais: Conceitos e aplicações. São Paulo: EDUC, 2001. TRIGUEIRO, A. Meio ambiente no século 21:especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. 5.ed. Campinas, SP: Armazém do Ipê, 2008. TOWNSEND, C. R. et al. Fundamentos em ecologia. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 6
  7. 7. Construção Civil inimigo do Meio Ambiente 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 7
  8. 8. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 8
  9. 9. Construção Civil amigo do Meio Ambiente 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 9
  10. 10. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 10
  11. 11. Hoje, 8 de abril de 2015, DAKOPE, Bangladesh - Quando uma forte tempestade destruiu sua casa ribeirinha, em 2009, Jahanara Khatun perdeu mais do que um teto. Na sequência, seu marido morreu, e ela ficou tão desamparada que vendeu seus filhos num vínculo de servidão. Khatun agora vive em um barraco de bambu que fica abaixo do nível do mar. Ela passa os dias recolhendo esterco de vaca para usar como combustível e luta para cultivar hortaliças no solo envenenado pela água salgada. Os climatologistas preveem que essa área será inundada por causa do aumento do nível do mar e pela intensificação das ressacas marítimas. Um ciclone ou outro desastre podem facilmente varrer novamente a sua vida. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 11
  12. 12. Publicado 07 Janeiro 2015. Após 22 anos e longe de solução final, a despoluição do Tietê já consumiu US$3,6 bilhões. “O que falta são políticas públicas bem direcionadas, estratégia bem montada. Não com o objetivo primeiro de despoluir o Tietê, mas de dotar a região metropolitana de um sistema de saneamento básico de primeiro mundo”, analisa. “Não acredito que uma mágica vá nos dar um rio despoluído antes de dotarmos a Região Metropolitana de um sistema de saneamento de primeiro mundo.” 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 12
  13. 13. No Recife, infância perdida na lama e no lixo. A história dos meninos cujo cotidiano é catar latas na imundície do Canal do Arruda. Publicado em 02/11/2014, às 13h56. Eles nadam onde nem os peixes se atrevem. De longe, suas cabeças se confundem com os entulhos. Pela falta de quase tudo na terra, mergulham no rio de lixo atrás da sobrevivência. Lá sim tem quase tudo: latinhas, garrafas, papelão, móveis velhos, restos de comida, moscas, animais mortos. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 13
  14. 14. O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias. Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 14
  15. 15. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 15
  16. 16. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 16
  17. 17. 08/02/2015 Cidades com menos de 30 mil habitantes concentram uma população estimada em 60 milhões de pessoas, que enviam seus resíduos, na grande maioria dos casos, para os lixões, que são a opção menos ecologicamente correta na hora de se livrar do lixo. Baixo custo de instalação, com danos ambientais dentro dos limites aceitáveis. Essas são as razões pelas quais os aterros sanitários de pequeno porte, com capacidade de receber até 10 toneladas de lixo por dia, tornaram-se opções para resolver o problema causado pela destinação incorreta de resíduos sólidos nas cidades com menos de 30 mil habitantes, de acordo com uma pesquisa desenvolvida para uma tese de doutorado pela USP (Universidade de São Paulo). 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 17
  18. 18. No Japão, 62% do lixo vira energia. Na Suíça, 59%. Na França, 37%. No Brasil ??? 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 18
  19. 19. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 19 De acordo com pesquisas, a quantidade de materiais produzidos por metro quadrado de construção são cerca de 0,15 toneladas. Sendo ainda, a construção civil, a maior responsável pela produção de resíduos sólidos em aterros sanitários. Geralmente não existe um cuidado na hora de descartar o material, então ele é deixado em locais irregulares, terrenos baldios, beira de rios e áreas públicas de forma clandestina, impedindo que esses resíduos sejam reaproveitados. Disponível: http://www.cliptvnews.com.br/mma/amplia.php?id_noticia=61408. Acessado em: 27/07/2015. 27/07/2015
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  25. 25. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV25/08/2015 25 RR$ 75,00 m3
  26. 26. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV25/08/2015 26
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  28. 28. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 28 Reservas de GESSO, mineral aglomerante produzido a partir do aquecimento da GIPSITA.
  29. 29. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 29
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  46. 46. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 46
  47. 47. Das 64 milhões de toneladas de resíduos gerados no ano 2014, 24 milhões seguiram para destinos inadequados, como lixões. Isso equivale a 168 estados do Maracanã lotados de lixo, sendo que outras 6,2 milhões de toneladas sequer foram coletadas. Em média cada brasileiro gera 383 kg de lixo por ano, um aumento de 1,3% de resíduos por habitante em relação a 2012. (30 de junho de 2015). 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 47
  48. 48. Nordeste é a região que tem a maior quantidade de resíduos sem destinação adequada, encaminhando diariamente 65% do lixo coletado para lixões ou aterros controlados, os quais, do ponto de vista ambiental, pouco se diferenciam dos próprios lixões. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 48
  49. 49. 25/08/2015 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 49
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