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O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel                     16174. Cf. G. McCready Price, The Greatest of the ...
O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel                   17    19. Ibid. Ver especialmente Doukhan, "The Seve...
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  1. 1. O ULTIMATO DIVINO A ISRAEL: AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL A importância da profecia das setenta semanas de Daniel 9 éamplamente admitida. Diz o dispensacionalista Alva J. McClain,"Provavelmente, nem um único pronunciamento profético seja maiscrucial nos campos da interpretação bíblica, da apologética e daescatologia."1 Contudo, esta mais expressiva profecia messiânica de todaa Bíblia é também considerada por alguns como sendo "uma das maisdifíceis [de compreender] em todo o Velho Testamento".2 Não obstante, o livro de Daniel testifica da inspiração divina daBíblia hebraica e da profecia preditiva em particular. Uma avaliação dassetenta semanas de Daniel 9 como 490 anos, leva irrevogavelmente àconclusão de que o Messias prometido de Israel já apareceu antes dadestruição de Jerusalém em 70 A.D. É compreensivo que o Talmudeamaldiçoe aqueles que tentam computar as setenta semanas de Daniel.3 24 Setenta "setes" estão decretados para o teu povo e a tua santacidade para finalizar a transgressão, para dar fim ao pecado, para expiar ainiqüidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e paraungir o santíssimo. 25 saiba e compreenda isso: Desde a saída do decreto para restaurar ereconstruir Jerusalém até que venha o Ungido, o governante, haverá setesetes, e sessenta e dois setes. Ela será reconstruída com ruas e umatrincheira, mas em tempos de tribulação. 26 Depois dos sessenta e dois setes, o Ungido será cortado e nadaterá. O povo do governante que virá destruirá a cidade e o santuário. O fimvirá como um dilúvio: Guerras continuarão até o fim, e desolações sãodecretadas. 27 Ele confirmará um concerto com muitos por um "sete, mas no meiodeste sete ele porá um fim ao sacrifício e a oferta. E alguém que causadesolação colocará abominações em uma ala do templo até que o fim queestá decretado seja derramado sobre ele (Daniel 9:24-27, NIV). A admoestação de Cristo a Seus apóstolos para ler e compreender"o profeta Daniel" concernente ao "abominável da desolação" em
  2. 2. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 2Jerusalém (Mateus 24:15) indica que a profecia de Daniel determinou aperspectiva de Cristo quanto ao futuro. Não há dúvida de que Cristoaplicou o assolador que causa abominações de Daniel 9:27, não àsatrocidades passadas de Antíoco Epifânio em 167-164 A.C. (como faz 1Macabeus 1:54vv), mas ao Seu próprio futuro imediato, quando oexército romano destruiria Jerusalém e o templo em Sua geração (verLuc. 21:20-24). A aplicação contemporânea de Jesus de Daniel 9:26, 27foi confirmada em 70 A.D. quando os exércitos romanos sob o generalTito colocaram a sua insígnia idolátrica em Jerusalém como uma"abominação" e destruiu o templo.4 A posição de L. F. Hartman de que "a quase-profecia de Daniel9:26" se refere exclusivamente "ao clima da perseguição aos judeus porEpifânio, quando aboliu os sacrifícios legítimos a Jeová no templo deJerusalém e erigiu em seu altar a estátua de Zeus Olímpio"5, é respondidapor J. G. Baldwin: "Comentaristas que argumentam que AntíocoEpifânio cumpriu essa profecia encontrarão dificuldade para explicar ofato de que ele não destruiu nem o templo e nem a cidade de Jerusalém[como requer Daniel 9:26]".6 Assim Cristo aplicou a profecia das setenta semanas do Messiasvindouro e as subseqüentes devastações de Seu inimigo, ao Seu própriotempo e não ao passado ou ao futuro indefinido. Cristo relacionou a quedade Jerusalém em 70 A.D. com a recusa final de Israel em aceitá-Lo comoseu Rei e Salvador (ver Mat. 21:33-43; 23:37, 38; Luc. 19:41-44). Essacorrelação entre a vinda do Messias e a destruição tanto da cidade quantodo santuário é a mensagem crucial de Daniel 9:26, 27. A profecia dassetenta semanas é basicamente messiânica e anuncia as conseqüências darejeição do Messias por Jerusalém. É o ultimato de Deus ao Israel nacional. A Unidade Inseparável das Setenta Semanas "Setenta setes foram decretados ou determinados por Deus comoum período de teste final para Jerusalém e o povo judeu depois que os
  3. 3. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 3setenta anos de exílio babilônico houvesse terminado (ver Daniel 9:24).Não há dúvida a respeito da duração desse período: setenta vezes sete"anos" ou 490 anos (ver RSV). Nenhum simbolismo de um-dia-por-um-ano precisa ser suposto aqui, porque Gabriel não usa símbolos na suaexplanação cronológica detalhada. G. F. Hasel observa, "Há virtualmente um acordo unânime entre osintérpretes de todas as escolas de pensamento de que a frase setentasemanas ou literalmente setenta setes...significa 490 anos".7 Gabriel explicou a Daniel que a história de Israel dentro desseespaço de 490 anos se desenvolveria em três fases distintas: uma de setesemanas, uma segunda de sessenta e duas semanas e uma terceira de umasemana (ver versos 25 e 27). Contudo, em nenhuma parte o anjo indicauma brecha entre qualquer uma dessas três fases. Sugerir um intervalo detempo indeterminado entre as sete e as sessenta e duas ou entre assessenta e duas e a última semana, é uma suposição antinatural quemilita contra a unidade e o objetivo expresso das setenta semanas (ver overso 24). A pressuposição exegética normal e natural é que as setentasemanas consecutivas são uma unidade inseparável. São apresentadascomo uma unidade, assim como os setenta anos de exílio babilônico emDaniel 9:2. E. J. Young conclui, "Se não há justificativa para inserir umabrecha na profecia de Jeremias, que justificativa há para fazê-lo naprofecia dos setenta setes? Se houvesse uma brecha a profecia deJeremias (Jer 25:10), Daniel nunca poderia ter compreendido os anos decativeiro".8 Conclui Philip Mauro, "Nunca um número específico deunidades de tempo, compondo uma extensão descrita, foi tomado parasignificar qualquer coisa senão unidades de tempo contínua ouconsecutiva.9 Porque os outros períodos de tempo preditos sãoconsecutivos, a expectação natural pode ser apenas que as setentasemanas de Daniel também são consecutivas. J. F. Walvoord, contudo, traça um paralelo entre as profeciasmessiânicas do Velho Testamento e as profecias de tempo de Daniel, a
  4. 4. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 4fim de sustentar a idéia de uma brecha entre a sexagésima nona e aseptuagésima semana de Daniel 9. Mas o fato de que os profetas doVelho Testamento normalmente fundiam o primeiro com o segundoadvento de Cristo em suas profecias messiânicas sem considerar ointervalo entre os dois (Isaías 9:6; 61:1, 2; Zacarias 9:9, 10) não nos dáapoio para criar uma brecha entre os períodos específicos de tempo emDaniel 9. A unidade cronológica das setenta semanas não é "paralela" anenhuma promessa messiânica não cronológica, a despeito da afirmaçãode Walvoord.10 As promessas messiânicas regulares nem sempre pretendemapresentar a ordem histórica adequada dos dois adventos de Cristo, e àsvezes, até mesmo a reverte (ver Gênesis 3:15; Zacarias 9:9). Taisexemplos nunca podem servir como argumento para criar uma brechaentre a sexagésima nona e a septuagésima semana profética de Daniel. E.Hengstenberg representa a interpretação clássica da igreja: "As 70hebdomadas ou 490 anos, está aqui predito como um período quecontinuará ininterruptamente desde o seu começo até o seuencerramento...O que pode ser mais evidente do que isso? Sãotranscorridas exatamente setenta semanas ao todo, e como alguém podeimaginar que há um intervalo entre 69 e 1 semana, quando juntas elascompreendem 70?"11 A fragmentação dispensacionalista na unidade dassetenta semanas destrói a própria finalidade da especificação de setentasemanas consecutivas. Razões Para Dissecar as Semanas De acordo com Walvoord12, é "de maior importância" para odispensacionalismo separar a última semana da unidade total das setentae projetá-la para um futuro indefinido. Reconhecendo que essa "notável"dessecação necessita de algumas razões, MacClain pergunta, "Como talmétodo pode ser justificado?"13 Ele oferece cinco razões:
  5. 5. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 5 Primeiro, a expressão de Daniel "Depois dos sessenta e dois setes,o Ungido será cortado" (cap. 9:26) indica que a morte do Messias devetomar lugar antes da septuagésima semana. Ela também ocorre depoisdas sessenta e duas semanas; conseqüentemente deve cair entre asexagésima nona e a septuagésima semana! Apenas depois da morte deCristo e da destruição (mencionada depois) de Jerusalém (verso 26)chegamos à semana final no verso 27. Esta leitura literalista dos versos26 e 27 é determinada pela idéia de que Daniel necessariamenteapresenta uma seqüência estritamente cronológica nessas duaspassagens. Tal pressuposição é aceita como um axioma auto-evidente. J.F. Walvoord afirma: "O ungido ou Messias, é cortado depois dasexagésima nona semana, mas não na septuagésima".14 Contudo, estaúltima frase, "mas não na septuagésima", não aparece em nenhuma outraparte em Daniel 9;26, 27. Essa é uma suposição injustificada deWalvoord. Essa pressuposição tem sido severamente criticada tanto doponto de vista da análise literária quanto da exegese teológica.15 QuandoDaniel anunciou que setenta semanas foram determinadas para o Israelnacional e que o Messias seria "cortado" depois das primeiras sessenta enove semanas, a pressuposição natural poderia ser apenas que a morte doMessias tomaria lugar em algum período durante a última semana. J.Barton Payne conclui, "O que poderia ser mais naturalmente suposto doque o [cortar do Messias] relacionar-se com a 70ª, semana?"16 O segundo argumento de MacClain é, "No relato da profecia, adestruição da cidade [verso 26] é colocada antes da última semana [verso27]".17 Por isso, os eventos da septuagésima semana não podem ocorrerantes da destruição de Jerusalém. Por essa razão o dispensacionalismo vêo verso 27 como uma predição acerca de outro inimigo de Deus, oanticristo do fim do tempo, que repentinamente ascenderia mais dedezenove séculos depois da morte de Cristo e depois da destruição deJerusalém em 70 A.D. Essa argumentação é válida apenas sob apressuposição de que as frases dos versos 26 e 27 foram estruturadas emum estilo moderno de prosa que descreve os eventos em ordem
  6. 6. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 6estritamente cronológica. Mas estudos recentes (ver a nota 15) têmtornado claro que a leitura literalista dispensacionalista fracassa emreconhecer o estilo poético hebraico de "repetição com elaboração" emDaniel 9:2427, o qual J. B. Payne chama de um "padrão revelacional".18Esse padrão estilístico aparece também nos versos 24 e 25. Payneargumenta que "Daniel 9:25, 26 não pode ser encarado comosubseqüente a 9:24; ao invés disso, os versos 25, 26 retomam [repetem eelaboram] o sumário das setenta semanas inteiras dadas no verso 24."Isso parece bem óbvio e a relação do verso 27 com o 26, também éóbvia. Payne observa: "Que o verso 27 dessa maneira repete o 26, éreconhecido por intérpretes de cada estampa e confirmado pelascorrespondências verbais que aparecem, particularmente nas últimaspartes dos versos respectivos".19 Com esse reconhecimento, vemos amorte expiatória de Cristo novamente mencionada no verso 27 e agoramais precisamente localizada "no meio" da última semana profética, nãonuma brecha que não foi citada. Os versos 26 e 27 se relacionam um aooutro de acordo com a estrutura: Messias versus Destruidor (verso 26),Messias versus Assolador (verso 27). O simples estilo poético doparalelismo hebraico nos versos 26 e 27 (que também é arranjo poéticodo verso 25)20 é a mais meticulosa resposta da exegese gramatical àimposição de uma brecha dissecadora. Mas permanece a pergunta, a destruição de Jerusalém e dosantuário (verso 26) não ocorreu em 70 A.D., quase quarenta anos depoisda morte de Cristo e assim fora das setenta semanas de anos? Essaobjeção seria válida se a destruição de Jerusalém e do santuário fossemencionada no verso 24 como um dos seis objetivos preditos da profeciadas setenta semanas. Mas não é assim. A época da unção do Messias ede Sua morte expiatória é predita precisamente para ocorrer dentro dos490 anos, mas a ocasião da destruição de Jerusalém, não. Esse juízodivino foi prorrogado até quarenta anos depois da cruz de Cristo, demaneira que muitos milhares de judeus pudessem ouvir sobre osignificado da cruz e serem salvos através da fé e arrependimento.
  7. 7. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 7 A terceira razão de Macclain para separar a septuagésima semana é,"O cumprimento dos tremendos eventos no verso 24 não pode serencontrado em nenhum lugar da história conhecida.21 Ele quer dizer quenenhum fim do pecado e nenhum começo da justiça eterna podem sernotados entre o povo judeu. Nenhuma expiação da iniqüidade, nenhumselamento da visão e da profecia, nenhuma unção de uma coisasantíssima é discernível. Porém, tal observação é rejeitada por muitosintérpretes conservadores da Bíblia, porque não alcança o alvo. O verso24 deve ser compreendido como sendo executado pelo Próprio Ungidoem favor de Israel (versos 25-27). A morte e ressurreição de Cristo paraum novo sacerdócio efetivaram uma perfeita expiação pelos pecados deIsrael e proveu para este uma justiça eterna. Os verdadeiros israelitasforam beneficiados pela Sua morte sacrifical e por isso, foram vestidoscom as vestiduras brancas de Sua justiça. O batismo (Sua unção peloEspírito) e a Sua morte autenticaram a visão profética de Daniel. Suaascensão ao céu significou a consagração de um novo sumo sacerdócio22no santuário do céu, manifesto na terra no derramamento da unção doEspírito de Deus no dia de Pentecostes (ver Atos 2:33; Hebreus 7:12, 22;8:1, 2; 9:23, 24). Dessa forma, E. J. Young declara de Daniel 9:24, 27,"A passagem é completamente messiânica".23 E J. G. Baldwin conclui asua exegese nessas palavras: "A primeira vinda de Cristo é o ponto focalda visão profética, muito embora a segunda vinda em juízo seja tambémconsiderada".24 Esta visão faz justiça a ambos os aspectos da profeciamessiânica de Daniel 9:24-27 – o foco central na vida do Messias paracumprir os seis alvos do verso 24, e o juízo divino final derramado sobreo assolador no "fim" (versos 26, 27). O dispensacionalismo negacategoricamente que o primeiro advento de Cristo (Seu batismo, Suamorte e ressurreição) tenha cumprido qualquer dos seis alvos destamagnífica profecia messiânica. A quarta razão de Macclain para uma interpretação da brecha, é oargumento a partir da analogia com as profecias messiânicas nãocronológicas. Isto já foi discutido acima.
  8. 8. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 8 O seu quinto argumento: "O próprio testemunho de nosso Senhormostra que a Septuagésima Semana ainda está no futuro".25 MacClainbaseia esta afirmação na pressuposição de que o futuro assoladorreferido na segunda parte do verso 27 é o mesmo poder aludidoanteriormente no verso como fazendo cessar o sacrifício e a oferta "nametade" da septuagésima semana. Dessa forma ele argumenta queenquanto Daniel colocou a "abominação da desolação" (KJV)exatamente no meio da última semana, em Mateus 24:15, 21, 29, 30,"nosso Senhor a colocou no fim, pouco antes de Sua segunda vinda emglória." Ele conclui: "Por isso, a Septuagésima Semana também deve virao fim da era presente pouco antes da vinda de Cristo em glória. Esta é aprópria interpretação de Cristo, e deveria encerrar a questão".26 MacClainchega a esta conclusão na base de várias pressuposições injustificadas. Aprimeira é a falha em reconhecer o estilo do paralelismo hebraico nosversos 26 e 27, pelos quais torna-se claro que o verso 27 aborda maiselaboradamente a cerca dos mesmos dois poderes – o Messias e o Seuoponente como faz o verso 26. Não o anticristo, mas o Próprio Messias épredito dando fim ao sistema sacrifical no meio da septuagésima semana,exatamente três anos e meio depois de Seu batismo como o Ungido. OEvangelho de João verifica o cumprimento histórico preciso dessaprofecia na vida de Cristo. O período entre o Seu batismo e a cruz foi deexatamente três anos e meio.27 Cristo Pôs Um Fim aos Sacrifícios de Israel? MacClain insiste que "a morte de Cristo não fez cessar ossacrifícios judaicos. Eles continuaram, de fato, até a destruição deJerusalém quase quarenta anos mais tarde...Os sacrifícios deveriam tercessado imediatamente, mas isso não aconteceu.28 Este raciocínio levaem consideração apenas o ponto de vista humano. Do ponto de vistadivino, como relatado no Novo Testamento, a descrição de Danieldesvela uma das mais profundas e decisivas revelações da missão do
  9. 9. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 9Messias. É o próprio alvo da profecia das setenta semanas, o métododivino do cumprimento do seis objetivos de Daniel 9:24. A abolição detodo o sacerdócio levítico e do serviço sacrifical já foi anunciado noSalmo 110:1, 4, uma profecia messiânica anterior. Aqui Davi haviadeclarado que o futuro Governante messiânico também seria "umsacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque." O NovoTestamento formula a desafiadora pergunta: Se a perfeição pudesse ser obtida através do sacerdócio levítico (pois,sobre a sua base a lei foi dada ao povo), por que haveria ainda necessidadeda chegada de outro sacerdote - segundo a ordem de Melquisedeque, e nãoa de Arão? "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente hátambém mudança de lei" (Hebreus 7:11, 12). Apenas o Próprio Messias poderia legitimamente abolir, de uma vezpor todas, o sistema de símbolos que apontava para frente, para o auto-sacrifício expiatório do imaculado Cordeiro de Deus. Ele "fez isto umavez por todas, quando a si mesmo se ofereceu" (Hebreus 7:27). "...agora,porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas,para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado... Cristo, tendo-seoferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos"(Hebreus 9:26-28). "Remove o primeiro [sacrifícios e ofertas] paraestabelecer o segundo [a vontade de Deus]" (Hebreus 10:9). Não pode haver um retorno válido ao velho concerto e à adoraçãodo templo terrestre. Cristo finalizou a "sombra" e inaugurou uma"superior aliança" que oferece a Sua justiça como a justiça eterna (verHebreus 7:22; cf, 10:12; Romanos 3:22, 25). "Quando ele diz Nova,torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado eenvelhecido está prestes a desaparecer" (Hebreus 8:13). Cristo confirmou o concerto de Deus com Israel quando instituiu aCeia do Senhor na noite anterior à Sua morte. Tomando o cálice,declarou: "Isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramadoem favor de muitos, para remissão de pecados" (Mateus 26:28). Assim,Cristo confirmou o concerto divino com muitos em Israel por umasemana (sete anos): três anos e meio antes de Sua morte através do Seu
  10. 10. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 10próprio ministério e três anos e meio pelo ministério de Seus apóstolosem Jerusalém.29 O cumprimento da predição de Daniel de que "no meio deste seteele [o Ungido de Daniel 9:25, 26] porá um fim ao sacrifício e a oferta"(cap. 9:27), foi maravilhosamente confirmado por um ato do PróprioDeus. Quando Jesus morreu, "Eis que o véu do santuário se rasgou emduas partes de alto a baixo" (Mateus 27:51; cf. Marcos 15:38). A mortede Cristo significou o fim do ritual sacrifical do templo de Israel por umato inequívoco do céu. A legitimidade dos sacrifícios do templo haviachegado ao fim. Os judeus como um todo não aceitaram essa decisão divina eimediatamente reinstituíram os seus sacrifícios sangrentos. Mas a glóriado Shekinah agora havia se afastado de seu templo, por isso ele não eramais o templo de Deus, e Jerusalém não era mais a cidade santa. Aoinvés das bênçãos de Deus, a Sua maldição agora repousava sobre a casadeles ("vossa casa", Mateus 23:38; cf. l Tessalonicenses 2:16). Logo adestruição total pelos exércitos romanos deveria ocorrer. "...não deixarãoem ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tuavisitação" (Lucas 19:44; cf. 21:20-24). Essa conseqüência fatal darejeição do Messias por Israel – a destruição de Jerusalém em 70 A.D. –era parte e parcela da profecia de Daniel. Cristo explicou: "Porque estesdias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito" (Lucas21:22). Por isso, concordamos com a opinião de G. F. Hasel: "Embora ossacrifícios judaicos não tenham cessado com a morte de Jesus Cristo, ossacrifícios oferecidos após a Sua morte, não poderiam mais serconsiderados como legítimos e válidos á vista de Deus (Heb 7:11; 8:13;9:25, 26; 10:8, 9)".300 Em Que Ocasião Cristo Tornou-Se o Ungido? MacClain ainda desafia a interpretação messiânica de Daniel 9:26,ao afirmar, "Eles não podem apontar o lugar na história onde ele [o
  11. 11. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 11 31concerto do Messias com Israel] começou e nem onde terminou". Istonos leva a considerar o significado do repetido título de "Ungido"empregado por Daniel para o Redentor de Israel. As primeiras sessenta e nove semanas de anos deveriam chegar "atéao Ungido, ao Príncipe" (Daniel 9:25). Esta é uma das mais explícitasprofecias messiânicas da Bíblia hebraica. O Messias é designado peladupla característica de Ungido e Príncipe, identificando-O como oMessias real ou Rei Sacerdote (cf. Isaías 61:1-3; Zac. 6:13; Sal. 110:4).Os dispensacionalistas regularmente negligenciam a ênfase de Daniel noPríncipe vindouro como o Ungido (cap. 9:25, 26) e selecionam o termo"líder" (verso 25; NVI) como o foco exclusivo dessa profecia de tempo.MacClain aponta para 6 de abril de 32 A.D., como o tempo quando Jesus"ofereceu-Se como o Príncipe e Rei de Israel" em Sua entrada triunfalem Jerusalém, apenas poucos dias antes de Sua crucifixão.32 O fato é,contudo, que Jesus não foi "ungido" nessa ocasião! A pergunta imprescindível é: Quando Jesus ofereceu-Se como oUngido? O Novo Testamento responde com inequívoca clareza que"Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder" (Atos10:38) e proclamou a este Ungido como Seu Filho (ver Marcos 1:9-11;cf. Salmo 2:6, 7) no dia do batismo de Jesus por João Batista. Lucas, ohistoriador, data o batismo de Cristo no "décimo quinto ano do reinadode Tibério César" (cap. 3:1; ver os versos 2, 3, 21), aparentemente oúnico evento na vida de Cristo que é historicamente datado no NovoTestamento. O próprio testemunho de Jesus na sinagoga de Nazaré,pouco depois de Seu batismo, confirma essa conclusão. Ele leu aprofecia de Isaías 61:1, "O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo queme ungiu" e então comentou, "Hoje, se cumpriu a Escritura que acabaisde ouvir" (Lucas 4:18, 21). Dessa maneira Cristo Se ofereceu a Israelcomo o "Ungido", o Messias, imediatamente após o Seu batismo, trêsanos e meio antes de Sua crucifixão. Em contraste, a entrada triunfal deJesus em Jerusalém pretendia claramente chamar a atenção de Israel e do
  12. 12. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 12mundo para o significado redentivo de Sua crucificação iminente emfavor de todos os homens. Por isso, justamente depois do Seu batismo, Cristo anunciou aIsrael, "O tempo está cumprido" (Marcos 1:15). Concordamos, por essarazão, com a conclusão de J. B. Payne: "Aqui, [no batismo de Cristo]surge uma consumação Messiânica que encontrou cumprimento nahistória e que se ajusta à cronologia [de Daniel 9:25]".33 É precisoenfatizar que Jesus tornou-Se o Messias predito em Seu batismo, apenasa fim de cumprir a missão divina sêxtupla descrita em Daniel 9:24. Essealvo foi basicamente alcançado em Sua morte expiatória na cruz,exatamente três anos e meio mais tarde. Esta era, evidentemente, a"metade" da septuagésima semana de Daniel 9:27. Na cruz, pouco antesde morrer, Cristo clamou em triunfo para o Pai, "Está consumado" (João19:30). Sua missão como descrita em Daniel 9:24, foi completada. Desdeque o objetivo da profecia das setenta semanas é tão intensamentemessiânico, "a principal ênfase não está sobre o começo e o fim destenotável período, mas sobre os poderosos eventos que deveriam ocorrerdentro dele, eventos que operaram a nossa paz com Deus".34 A Exegese Literal da Septuagésima Semana de Daniel Elimina a Hipótese da Brecha O fato estabelecido de que a profecia das setenta semanas de Danielfoi escrita em estilo poético de paralelismo sintético35 deveria serconsiderado como um guia hermenêutico em uma exegese literáriaresponsável. As pressuposições doutrinárias nunca podem invalidar ounegar a verdade da exegese literária. A aplicação do estilo de paralelismoem Daniel leva à interpretação messiânica, em perfeita harmonia com astestemunhas do Novo Testamento quanto ao significado da cruz deCristo para o concerto de Israel e os seus cultos. Por isso, não hánecessidade de inovar uma aplicação forçada ao anticristo com adissecação sem precedentes de um período de tempo profético.
  13. 13. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 13 A devastação de Jerusalém e do seu santuário pelo governanteromano é descrita duas vezes: A cidade e o Lugar Santo serão destruídos pelo povo do governanteque virá. O fim virá como uma inundação: guerras continuarão até o fim, edesolações foram decretadas (Daniel 9:26b; NVI). E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até quechegue sobre ele o fim que lhe está decretado (Daniel 9:27b; NVI). Todos os comentaristas conservadores concordam que Danielprediz a destruição de Jerusalém e do seu templo pelo governanteromano como cumprida pelo general Tito em 70 A.D. Este é ocumprimento literal de Daniel 9. O dispensacionalismo, contudo, declara com certeza dogmática queDaniel se refere a "um futuro príncipe romano" que é idêntico ao"pequeno chifre" dos capítulos 7:8 e 8:23, ao homem do pecado de 2Tessalonicenses 2:1-9, e à besta de Apocalipse 13:10. Ele fará "um falsoconcerto" com o futuro Estado Judaico por "uma semana" (de anos) parapermitir-lhes "o restabelecimento do sistema sacrifical judaico".36 Depoisde três anos e meio, o príncipe romano repentinamente "romperá o seutratado com o povo judeu", porque "pela sua própria natureza, o Homemdo Pecado será violentamente anti-semita." Então, "ele realmente seassentará no templo de Deus e demandará as honras e a adoração devidasao Próprio Deus".37 Pelos três anos e meio seguintes, esse anticristoromano trará desolação e tribulação ao povo judeu "até ao fim" (Daniel9:26). Este é o "tempo de angústia para Jacó" (Jeremias 30:7). Cristotambém apontou para esse período na história futura de Israel quandoadvertiu aos judeus acerca da vinda do "abominável da desolação" e a"grande tribulação" em Mateus 24:15-21. A. MacClain arrazoa: Desde que agora é uma questão histórica que Jerusalém foi destruídaem 70 A.D. pelo povo romano,...segue que "o príncipe que virá"...é algumgrande príncipe que ascenderá do Império Romano.38 Esta interpretação sofre de três fraquezas básicas, como demonstraa crítica de J. Barton Payne:
  14. 14. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 14 (1) Ela quebra a seqüência das setenta semanas ao introduzir umintervalo antes da sua última parte. (2) Ela assume uma elaboração de concerto pelo anticristo semprecedentes. (3) Ela transforma um príncipe romano do passado em um futurorepresentante do diabo.39 Enquanto Daniel apresenta uma profecia da vinda do destruidor deJerusalém, o dispensacionalismo disseca essa declaração profética emduas profecias diferentes: uma acerca do povo romano no ano 70 A.D. ea outra, a respeito do anticristo do fim do tempo, "o governante".Contudo, é bem óbvio que "o povo" e "o governante", juntos pertencemao exército e seu general. Isto fica evidente a partir de uma simplesexegese literal. O salto do exército romano em 70 A.D. para o anticristodo fim do tempo de outras profecias bíblicas, já não é mais exegeseliteral, mas uma exegese dogmática forçada. E. J. Young responde a essadissecação dispensacionalista de Daniel 9:26: A ênfase do verso 26 não está sobre um príncipe do povo, mas sobre opovo que pertence ao príncipe... Em outras palavras, ele deve ser seucontemporâneo, ainda vivo quando eles estiverem vivendo...O povo quedestruiu a cidade e o príncipe que deveria vir...são contemporâneos. Deoutra maneira, a linguagem não faz sentido...Por isso, essa posição de queum futuro príncipe romano fará um concerto com os judeus deve serabandonada.40 Está claro que Daniel 9:26 encontrou o seu cumprimento literal nahistória de Israel: um cumprimento literal no batismo de Cristo (Suaunção) e a morte expiatória (o ser cortado). Um cumprimento literal nasubseqüente destruição de Jerusalém e do santuário pelos exércitosromanos liderados por Tito em 70 A.D. Essa maldição foi conseqüênciade Israel ter rejeitado o cumprimento dos seis alvos da profecia dassetenta semanas na vida do Messias. A frase final de Daniel 9:27 diz (natradução da NASB): E na asa das abominações (virá) alguém que desola, mesmo até umacompleta destruição, algo que é decretado, é derramado sobre aquele que desola.
  15. 15. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 15 Esse juízo de "uma completa destruição" pelo decreto divino sobreo desolador de Jerusalém está em paralelo com as anteriores descriçõesdos juízos de Deus decretados sobre a Assíria e Jerusalém (ver Isaías10:22-25; 28:21, 22). Em Daniel 9:27, Deus decretou guerra edesolações "até ao fim" para Jerusalém depois que Israel havia rejeitadoo Messias. Ele também decretou que uma destruição completa seráderramada sobre o próprio desolador (Daniel 9:27). Esta última fraseparece ser uma clara referência ao Dia do Juízo Final, o que o NovoTestamento basicamente chama o segundo advento de Cristo. Contudo,se a versão King James for preferida, a qual traduz as palavras "sobreaquele que desola" como "sobre o desolado", então o ponto focal dojuízo apenas intensifica a natureza permanente da maldição divina sobreo templo e sobre Jerusalém.41 A profecia messiânica de Daniel 9, fazcom Israel o teste definitivo: ou permanecer uma teocracia divina aoaceitar Cristo como o Messias, ou ser julgado pelo Próprio Cristo. Referências Bibliográficas 1. A. J. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks (Grand Rapids,Mich.: Zondervan, 1940), p. 9. 2. E. J. Young, The Prophecy of Daniel: A Commentary (GrandRapids, Mich.: Wm. B. Eerdmans Pub. Co., 1949), p. 191. 3. Sanhedrim 97b (Soncino ed), p. 659. 4. Ver G. R. Beasley-Murray, em The New International Dictionary ofNew Testament Theology, ed. C. Brown (Grand Rapids, Mich.: Zondervan,1976), vol. l, pp. 74, 75. F. F. Bruce, Israel and the Nations. (Exeter,England: Paternoster Press, 1973), p. 224, refere-se ao costume romano deofertas e sacrifícios. 5. L. F. Hartman, The Book of Daniel, The Anchor Bible, vol. 23(Garden City, N. Y.: Doubleday, 1978), p. 252. 6. Joyce G. Baldwin, Daniel: An Introduction and Commentary(Downers Grove, Ill.: Inter-Varsity Press, 1978), p. 171; ver também p.
  16. 16. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 16174. Cf. G. McCready Price, The Greatest of the Prophets (Mountain View,Calif.: Pacific Press, 1955), p. 244, que aponta para Mateus 22:7. 7. G. F. Hasel, "The Seventy Weeks of Daniel 9:24-27," Insert D,Ministry, May 1976, p. 5. Duas observações contextuais corroboram paraesta conclusão: (1) Daniel estava pensando sobre tempo em termos de anosapenas (Cap. 9:2); (2) No capítulo 10:2 Daniel adiciona à expressão "trêssemanas" as palavras "de dias" (em hebraico) para distinguir estas trêssemanas como semanas ordinárias, em contraste aparente com semanas-anodo capítulo 9. 8. Young, The Prophecy of Daniel, p. 216. 9. Philip Mauro, The Seventy Weeks. and the Great Tribulation(Boston: Hamilton Bros., 1923), p. 95. Ele refere-se aos 430 previstos paraIsrael em Gênesis 15:13 e Gálatas 3:17; os sete anos de fartura e os seteanos de fome para o Egito em Gênesis 45:6; os quarenta anos para Israelem Números 14: 34; e a ressurreição de Jesus em três anos. 10. J. F. Walvoord, The Return of the Lord (Grand Rapids, Mich.:Zondervan, 1971), p. 77. 11. E. W. Hengstenberg, Christology of the Old Testament (GrandRapids, Mich.: Kregel, 1956), vol. 3, p. 143. 12. J. F. Walvoord, The Rapture Question (Grand Rapids, Mich.:Zondervan, 1957), p. 24. 13. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 33. 14. Walvoord, The Rapture Question, p. 25. 15. A importância hermenêutica da estrutura literária, com suas formaspoéticas de paralelismo e chiasmo, em Daniel 9: 24-27 é trazido à luz emtrês valiosos estudos: J. Doukhan, "The Seventy Weeks of Daniel 9: NaExegetical Study", AUSS 17:1 (Spring 1979): 1-22; W. H. Shea, "PoeticRelations of the Time Periods in Daniel 9:25," AUSS 18:1 (Spring 1980):59-63; J. B. Payne, "The Goal of Daniels Seventy Weeks," JETS 21:2(June 1978): 97-115. 16. Payne, "The Goal of Daniels Seventy Weeks," p. 109. 17. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 35. 18. Payne, "The Goal of Daniels seventy Weeks," p. 109.
  17. 17. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 17 19. Ibid. Ver especialmente Doukhan, "The Seventy Weeks of Daniel9," pp. 12-14. 20. Ver Shea, "Poetic Relations of Time Periods in Daniel 9:25," pp.59-63. 21. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 35. 22. Ver Doukhan, "The seventy Weeks of Daniel 9," pp. 1-12,especialmente p. 12. 23. Young, The Prophecy of Daniel, p. 221. 24. Baldwin, Daniel: An Introduction and Commentary, p. 177. 25. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 39. 26. Ibid., p. 40. 27. Ver SDBAC, vol. 5, "Chronology of the Gospel of John," pp. 192,193, 229-231; Payne, Encyclopedia of Biblical Prophecy, p. 387. 28. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 52. 29. Ver Payne "The Goal of Daniels seventy Weeks," p. 109; tambémem sua Encyclopedia of Biblical Prophecy, p. 388. 30. Hasel, "The Seventy Weeks of Daniel 9:24-27," p. 17. 31. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 52. 32. Ibid., p. 26. Esta data pode ser identificada a partir de umatransformação complicada de anos lunares para anos solares, o qual érejeitado como incorreta em detalhes por outros escritoresdispensacionalistas. Ver Hasel, "The Seventy Weeks of Daniel 9:24-27."33. Payne, "The Goal of Daniels Seventy Weeks," p. 101. Payne aponta as69 semanas ou 483 anos a partir do decreto de Artaxerxes para Esdras em458 A.C. até o batismo de Cristo no outono do ano 26 A.D. Adventistas doSétimo Dia preferem as datas de 457 A.C. até 27 A.D. como mais acuradas;ver Hasel, "The Seventy Weeks of Daniel 9:24-27." 34. Young, TheProphecy of Daniel, p. 221. 35. Doukhan, "The Seventy Weeks of Daniel 9," pp. 1-22; Shea,"Poetic Relations of Time Periods in Daniel 9:25," pp. 59-63. 36. NSRB, p. 913; McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p.61. 37. McClain, Daniels Prophecy of the 70 Weeks, p. 61. 38. Ibid., p. 50.
  18. 18. O Ultimato Divino a Israel: As 70 Semanas de Daniel 18 39. Payne, Encyclopedia of Biblical Prophecy, pp. 388, 389. Ver adiscussão mais detalhada através de P. Mauro, The Seventy Weeks and theGreat Tribulation, pp. 92-94. 40. Young, The Prophecy of Daniel, pp. 211, 212; cf. Mauro, TheSeventy Weeks and the Great Tribulation, p. 78. W. H. Shea (AndrewsUniversity), numa monografia não publicada, prefere a possibilidade daseguinte exegese que a frase, "e o povo de um príncipe que há de vir" emDaniel 9:26 refere-se ao povo judeu, porque eles causaram a destruição deJerusalém ao rejeitarem a Cristo como seu Rei. 41. E. J. Young e J. B. Payne preferem a versão do Rei Artur (KJV) deDaniel 9:27.

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