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O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10                     11palavra de Deus com gozo e delícia, mas depois s...
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O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10         17mensagem do tempo do fim em Apocalipse 12 a 22, devemos pres...
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  1. 1. O REFLETOR PROFÉTICO SOBRE O POVO DE DEUS DO TEMPO DO FIM Apocalipse 10 Apocalipse 10 e 11:1-13 apresentam visões vinculadas à sextatrombeta por meio de um interlúdio. Dirigem a luz da profecia à igrejacristã do tempo do fim antes que soe a sétima trombeta. Este enfoque deApocalipse 10 está recalcado pelo juramento solene do anjo poderosoque proclama: "Já não haverá demora! [kronos, "tempo"] mas sim nosdias [em que se ouça] a voz do sétimo anjo, quando for dar o toque detrombeta, cumpriu-se o mistério de Deus, como o anunciou a seus servosos profetas" (Apoc. 10:6, 7, Cl; cf. BJ). Esta proclamação trata com osom da sétima trombeta. Declara que agora não haverá mais demora ou,mais exatamente, "não haverá mais tempo!" Surge então a pergunta: O tempo que o anjo menciona aqui[kronos], refere-se ao tempo em geral ou a um período de tempoespecífico mencionado no livro apocalíptico de Daniel (Dan. 7:25; 8:14;12:7)? Não pode ser tempo em geral, porque o tempo se estende comuma nova ordem para pregar em uma medida universal (ver Apoc.10:11). A descrição do anjo em Apocalipse 10, que levanta sua mão aocéu para jurar (Apoc. 10:5, 6), tem um paralelo surpreendente em Daniel12:7. Daniel profetizou que seria permitido ao anticristo perseguir ossantos por três tempos e meio (Dan. 7:25; 12:7). O juramento domensageiro divino em Daniel 12 foi a resposta do céu à pergunta:"Quando será o fim destas maravilhas?" (V. 6). No Apocalipse de Joãoouvimos o clamor constante dos santos martirizados: "Até quando, óSoberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nossosangue dos que habitam sobre a terra?" (Apoc. 6:10). Enquanto que emDaniel 12 a resposta a esta pergunta foi esperar até que os "três tempos emeio" de perseguição tivessem expirado, e em Apocalipse 6 a resposta
  2. 2. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 2foi esperar "por pouco tempo" (V. 11), em Apocalipse 10 a resposta é aofim as boas novas: "Já não haverá demora!" (v. 6). Portanto, devemos entender o "tempo" deste anjo como referindo-seaos períodos de tempo proféticos de Daniel. Estes expirarão antes quetoque a sétima trombeta. Nesse tempo pode dizer-se que não ficaram jámais períodos de tempo proféticos. Agora fica em marcha de maneirairrevogável o tempo do fim. Neste sentido, não haverá mais demora!André Feuillet expressou esta idéia básica: "Por esta passagem [Apoc. 10:6, 7] do Apocalipse, sentimo-nosconstrangidos a concluir que a história da salvação está em sua últimaetapa, a que precede imediatamente ao toque da [sétima] trombeta".1 O anjo forte é descrito com características messiânicas: "Envoltoem nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como osol, e as pernas, como colunas de fogo (Apoc. 10:1). Como declarou umacomentadora: "Pode ver-se como o Príncipe da luz em contraste com opríncipe das trevas [no Apoc. 9:1, 2]".2 Refletindo o caráter de Deus,aparece como o antigo Anjo do Pacto. Portando, alguns o denominam "oanjo do pacto". Desce como Deus desceu ao Sinai: em uma nuvem, comtrovões e raios (Êxo. 19:16), indo diante de seu povo em uma coluna denuvem e de fogo (13:21, 22). O arco-íris sobre a cabeça deste anjo dopacto nos recorda o arco-íris que rodeia o trono de Deus (Apoc. 4:3). A voz do anjo ressonou como se fossem "sete trovões" (Apoc.10:3). As vozes destes trovões em Apocalipse 10 inclusive não ia serrevelada, e sim selada (v. 4). A ordem para "selar" o conteúdo dos 7trovões pode indicar que já não haverá juízos de advertência, em vista dapresciência de que tais juízos não levarão as pessoas ao arrependimento(ver Apoc. 9:20, 21). Os juízos finais vêm somente depois que tenhaterminado o tempo de graça, na forma das 7 últimas pragas.3 O "anjo forte" de Apocalipse 10:1 corresponde ao "anjo forte" deApocalipse 5:2. Ambos os anjos poderosos assinalam os rolos celestiaisque contêm os decretos de Deus para a humanidade: o primeiro para omundo (Apoc. 5), o último para a igreja (Apoc. 10). Enquanto que o anjo
  3. 3. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 3do capítulo 5 anuncia dessa forma o começo dos juízos messiânicos, talcomo estão revelados nos selos e nas trombetas, o anjo do capítulo 10revela o plano de Cristo para a missão final de sua igreja (Apoc. 10:6)em preparação para o segundo advento (v. 7). O significado especial deApocalipse 10 é que vai introduzir as visões do tempo do fim doscapítulos 11 a 22. Anuncia ao mundo que se alcançou uma nova épocade tempo, o período que Daniel chamou "o tempo do fim" (Dan. 8:14,17, 19). O anjo de Apocalipse 10 abre o selo das profecias de Daniel para otempo do fim (Dan. 8-12). Estando sobre o mar e sobre a terra, "tinha emsua mão um livrinho aberto" (Apoc. 10:2). Dentro do marco da sextatrombeta, toda esta descrição simboliza a comissão de Cristo à igreja dotempo do fim para receber uma missão final para levar a todas as nações.Sua ordem a João como representante da igreja é: "Toma [o livrinho] ecome-o; e te amargará o ventre, mas em tua boca será doce como o mel"(Apoc. 10:9). Esta mesma linguagem figurada foi usada os profetas deIsrael para simbolizar sua chamada celestial à missão profética (Jer.15:16, 17; Ezeq. 3:1-3). Por conseguinte, os seguidores de Cristo devemfazer da mensagem deste livrinho aberto sua própria missão. A novaépoca de tempo traz consigo uma urgência, motivada por um aumento doconhecimento das profecias do Daniel do tempo do fim. O que quer dizer pelo "livrinho" [biblarídion], também chamado"livro" [biblíon](!), que tinha aberto em sua mão (Apoc. 10:2, 8)? Estelivrinho, é o mesmo livro [biblíon] que antes estava selado emApocalipse 5? Alguns estudos novos argumentam em forma persuasivaque os livros celestiais em Apocalipse 5 e 10 devem considerar-seidênticos.4 Um "anjo forte" apresenta ambos os livros (Apoc. 5:2; 10:1).Isto sugere um paralelo estreito entre ambas as visões nas que apareceum livro celestial. Além disso, ambas as visões (caps. 5 e 10) estãodesenhadas sobre a mesma visão do trono de Ezequiel, que ocomissionou para entregar uma mensagem profética ao Israel (Ezeq.2:9-3:3). Diz Bauckham:
  4. 4. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 4 "É muito importante notar que, quando João faz eco fielmente deEzequiel 3:1-3 em Apocalipse 10:8-10, tem em mente de uma maneira claraa descrição do rolo de Ezequiel 2:10, do que se faz eco em Apocalipse 5:1.Isto sugere enfaticamente que quer referir--se ao mesmo rolo em ambos oslugares: ele o vê na mão de Deus em 5:1, mas não o recebe para assimilá-locomo o conteúdo de sua profecia até 10:8-10... O ponto decisivo aqui é queo modelo de alusão à comissão profética de Ezequiel em Ezequiel 2:8-3:3mostra que João tem o propósito de que Apocalipse 5 e 10 apresentem umrelato único de sua própria recepção de uma revelação profética que estásimbolizada pelo rolo".5 Este ponto de vista faz ainda mais importante a identificação dolivro celestial. Sem dúvida contém o plano divino de como Deusestabelecerá seu reino sobre a terra. Se o rolo pode ser desdobrado sódepois que forem abertos todos os selos, os juízos dos selos e dastrombetas (Apoc. 6:1-9:21) devem considerar-se como acontecimentospreliminares que acompanham a abertura gradual do livro mas que nãosão seu conteúdo. O conteúdo real segue depois de Apocalipse 10. O livro selado de Apocalipse 5 e 10 também deve conectar-se como livro selado de Daniel, que revela algo que foi escrito no "livro daverdade" (Dan. 10:21). O livro de Daniel foi o único livro das Escriturasque ficou selado para a compreensão do homem até "o tempo do fim"(Dan. 8:26; 12:4, 9). Também o juramento do anjo forte em Apocalipse10:5-7 aponta diretamente ao juramento do anjo em Daniel 12:7. O livro"aberto" de Apocalipse 10 comunica à igreja do tempo do fim umacompreensão mais completa do que estava predito em Daniel.Apocalipse 10 revela o que Daniel mesmo não pôde entender (Dan.12:8). Isto significa que o livro de Apocalipse 5 e 10 se refere à porçãodo livro do Daniel que ficou selada para o tempo do fim, e pertence aoestabelecimento do reino de Deus na terra. Outra vez explica Bauckham: "A combinação do Ezequiel e Daniel capacita a João para caracterizaro livro tanto como uma revelação profética do propósito divino que lhe deupara que o comunicasse em profecia, como também, de maneira maisespecífica, como uma revelação do propósito de Deus para o período finalda história mundial, na qual Deus estabelecerá seu reino sobre a terra, uma
  5. 5. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 5revelação que complementa e esclarece o que permaneceu escuro nasprofecias dos últimos dias que fizeram os profetas anteriores, especialmenteDaniel".6 Apocalipse 10 destaca que o livrinho será aberto durante a sextatrombeta e permanecerá aberto (vs. 2, 8) para que seja eficaz para toda ahumanidade que já esteja sobre o mar ou sobre a terra (vs. 2, 8-11). É deimportância essencial para a igreja entender o conteúdo deste livroaberto. Responde a pergunta decisiva: "Qual é a tarefa da igreja nessestempos turbulentos?"7 A resposta está desdobrada nas duas visõesampliadas em Apocalipse 10 e 11, "pelas quais se instrui a igreja comrespeito a seu papel durante o período final da história do mundo".8 Como tanto Apocalipse 10 e 11:1-13 pertencem ao mesmointerlúdio ou parêntese (vinculados à sexta trombeta), devemosconsiderar ambas as visões como complementares. Ambas as visões dotempo do fim comissionam a igreja para que "profetize" tendo em contatoda a população mundial (Apoc. 10:11; 11:6) e atestem do testemunhode Cristo com um poder adicional, até que o mundo hostil sossegue seutestemunho por meio da pena capital (11:1-10). Isto deveria motivar a igreja a procurar sua missão específica dotempo do fim nas visões de Daniel e nas do Apocalipse de João. G. B.Caird chamou corretamente a atenção a esta conexão fundamental aodeclarar: "João acreditou que a profecia de Daniel, junto com outrasprofecias do Antigo Testamento, teriam um cumprimento novo e maismagnífico".9 O Significado do Juramento O ato central do anjo forte de Apocalipse 10 é seu juramento,enquanto levantava sua mão direita ao céu, presumivelmente sustentandoo livro aberto em sua mão esquerda. Pelo visto, o juramento estárelacionado com o conteúdo do livro. Este cerimonial de afirmar sobjuramento mostra uma ênfase distinta e diferente do ato de jurar em
  6. 6. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 6Daniel 12. Enquanto que Daniel declarou: "E o ouvi jurar pelo que viveeternamente..." (v. 7, NBE), a visão de João informa o juramento porDeus como Criador dos céus, a terra e o mar: "E jurou pelo que vive pelos séculos dos séculos, que criou o céu e ascoisas que estão nele, e a terra e as coisas que estão nela, e o mar e ascoisas que estão nele..." (Apoc. 10:6). Esta ênfase elaborada sobre Deus como Criador do céu, da terra, domar e de todas as coisas que neles há, é uma indicação destacada para astestemunhas da igreja do tempo do fim. Esta ênfase se repete namensagem do tempo do fim, ampliado em Apocalipse 14, mensagem quechama a todo mundo a adorar a Deus como o Criador: "E adorai aqueleque fez o céu e a terra, o mar e as fontes das águas" (Apoc. 14:7). Dessa maneira se define o problema religioso final na históriahumana como uma questão de adorar ao Criador em Espírito e emverdade. Tal adoração foi o assunto crítico para o povo do velho pactoem relação com a adoração pagã. Israel se caracterizou por louvar aJeová como Redentor e Criador dos céus e a terra (Gên. 1, 2; Sal. 8, 19,136, 146; Nee. 9:6, 7; Isa. 40:28; Jer. 10:10-12). Também Pauloenfatizou a diferença fundamental entre o Criador e toda a realidadecriada (Rom. 1:20-25; At. 14:15; 1 Tes. 1:9). O Criador decidiu que todarebelião, idolatria e violência humana chegará a seu fim nos dias quandoo sétimo anjo faça soar seu trombeta. Ainda é dado tempo para responder com a adoração ao Criador. Aadoração a Deus como Criador e Redentor por parte de Israel, ainda é ocaminho indicado para dar honra e glória a Deus. J. M. Ford notouclaramente que o juramento sagrado em Apocalipse 10:6 contém "umeco dos mandamentos; Êxo. 20:11".10 Uma comparação conscienciosada fórmula do juramento com o quarto mandamento mostra que ambosmencionam os 3 elementos: o céu, a terra e o mar. Entretanto, ojuramento de Apocalipse coloca uma ênfase insólita sobre a natureza degrande alcance da obra criada por Deus, repetindo 3 vezes a frase: "ascoisas que estão neles". Isto nos obriga a reconhecer um indicador
  7. 7. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 7intencional no juramento do Anjo do pacto em torno do quartomandamento. Isso indica onde estão as preocupações do céu para a igrejauniversal de Cristo e para sua adoração de Deus no tempo do fim.Contém a motivação para um verdadeiro reavivamento e uma reforma. O Mistério de Deus a Ponto de Consumar-se "Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar atrombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciouaos seus servos, os profetas" (Apoc. 10:7). Agora o anjo dirige nossa atenção à certeza do cumprimento detodas as profecias do tempo do fim, como foram declaradas pelosprofetas do Antigo Testamento, em particular por Daniel. J. M. Ford fazeste comentário sobre Apocalipse 10:7: "A palavra hebraica raz,mistério, é freqüente em Daniel e nos rolos de Qumran e se refereprincipalmente ao secreto dos tempos, à seqüência dos acontecimentos ea consumação".11 O exemplo principal é a resposta de Daniel ao rei deBabilônia: "Mas há um Deus nos céus, o qual revela os mistérios[mustéria, LXX], e ele tem feito saber ao rei Nabucodonosor o que deveacontecer nos últimos dias [nos últimos dias, Teodósio]" (Dan. 2:28).Como o esboço das profecias de Daniel se enfoca cada vez mais notempo do fim (ver 2:44, 45; 7:27; 8:14, 17, 19; 11:40-12:2), devemosconectar "o mistério de Deus" especificamente com os acontecimentoshistóricos do tempo do fim e a terminação do plano de redenção comoestá esboçado em Daniel e no Apocalipse. Raymond E. Brown explica o"mistério" em Apocalipse 10:7 como "a vontade misteriosa de Deus parao fim do tempo... o estabelecimento definitivo do reino de Deus".12 As palavras do anjo em Apocalipse o apontam adiante, à sétimatrombeta, como o tempo definitivo para a realização ou consumação do"mistério de Deus". Os acontecimentos da sétima trombeta emApocalipse 11:15-19 são: (1) o triunfo do governo e reino visível deDeus (v. 15); (2) a abertura do templo de Deus no céu e o derramamento
  8. 8. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 8da ira de Deus nas 7 últimas pragas (vs. 18, 19; 15:1, 5); (3) aressurreição dos santos mortos e a recompensa de todos os fiéis (11:18). Os segredos do plano de redenção serão revelados finalmente emuma realidade histórica quando soar a sétima trombeta. Paulo já tinharevelado antes o "mistério" que "a final trombeta" Deus mudará acondição de todos os santos em um abrir e fechar de olhos, ressuscitandoaos fiéis e imortalizando os santos vivos (ver 1 Cor. 15:51, 52; também 1Tes. 4:16, 17). Entretanto, Apocalipse apresenta um ponto de vista maiscompleto do reino divino. W. H. Shea declara a respeito: "Três coisasespecíficas sobre o reino de Deus serão reveladas nesse tempo: o grandegovernante divino do reino, os cidadãos que viverão nele e os que serãoexcluídos dele".13 O Triunfo Garantido do Evangelho Eterno "O mistério de Deus se consumará, como ele o anunciou a seus servosos profetas" (Apoc. 10:7; "conforme o tinha anunciado como boa nova" [BJ];"segundo a boa nova que ele anunciou" [JS] ).* Aqui é notável o uso do verbo euanguelízo para descrever ocumprimento do tempo do fim "do mistério de Deus". Este verbo denotamais que uma declaração abstrata ou formal. Aparentemente dá aentender as "boas novas" dos juízos de Deus dentro do mistério de Deus,como está testemunhado pelos profetas do Antigo Testamento (ver Amós3:7). Paulo explicou que "o mistério de Cristo" no evangelho apostólicorevela que "os gentios são co-herdeiros e membros do mesmo corpo, eco-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho"(Ef. 3:6). Este é o "mistério que desde tempos eternos esteve oculto, masque se manifestou agora e se notificou pelas Escrituras dos profetas,segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações paraobediência da fé" (Rom. 16:25, 26). O mistério de Deus é pois* Nota do tradutor: Em grego diz: "proclamou ou pregou". O Nuevo Testamento trilingüe, editado por J. M. Bover y J. OCallaghan (Madrid BAC, 1988), diz: "Segundo a boa nova que ele havia dado a seus servos".
  9. 9. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 9decididamente cristocêntrico, e significa o evangelho inalterável de Deusquanto a seu Filho (Rom. 1:1, 3) em favor de todos os povos da terra. Ofato de que durante a sétima este trombeta "mistério de Deus" será"consumado" ou "realizado" expressa a consumação mundial destaproclamação. O marco do tempo do fim de Apocalipse 10 está reforçado pelasconexões literárias e temáticas com o anjo de Apocalipse 14, que tem "oevangelho eterno para pregá-lo [euanguelízai] aos moradores da terra"(v. 6). A expressão "outro anjo" sugere uma conexão com um anjoanterior, que é o anjo do pacto de Apocalipse 10. Esta relação aparecetambém no uso comum do verbo euanguelízo (Apoc. 10:7; 14:6).Portanto, apreciamos a declaração do André Feuillet: "Estamos completamente seguros de que essas duas cenas secorrespondem entre si. É difícil entender o começo de XIV:6: E vi outroanjo, porque este anjo é o primeiro de uma série. Isto pode explicar-semelhor se este "outro anjo, tendo um evangelho eterno", fora consideradoser idêntico com o "outro anjo" que tem o livrinho aberto em X:1, 2".14 Esta conexão substancial de Apocalipse 10 e 14 confirma a naturezaproléptica da visão do livro de Apocalipse 10, que está mais amplamentedesenvolvida na tríplice mensagem de Apocalipse 14. Por sua colocaçãona sexta trombeta, Apocalipse 10 estabelece também o marco do tempodo fim de Apocalipse 14. Nessa época do tempo, começará o períodofinal da igreja. A consumação final do evangelho está garantida pelo Filho deDeus, a quem o Pai entregou todas as coisas em suas mãos (João 3:35;5:27-29). Cristo declarou em sua última oração: "Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigoos que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porqueme amaste antes da fundação do mundo" (João 17:24). Nada pode frustrar este propósito divino do Cristo ressuscitado.Este plano para o povo de Deus é o propósito do juramento do anjo dopacto. A carta aos Hebreus esclarece o propósito do juramento sagradode Deus: "Pelo qual, querendo Deus mostrar mais abundantemente aos
  10. 10. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 10herdeiros da promessa a imutabilidade de seu conselho, interpôsjuramento" (Heb. 6:17). A igreja sempre precisa lembrar-se destagarantia divina, especialmente quando as profecias apocalípticas detempo terminaram e está para começar a sacudidura da crise do tempo dofim. A Comissão Final à Igreja (Apoc. 10:8-11) Fundamental à experiência de João em Apocalipse 10 é o livronovamente aberto, que uma voz do céu lhe ordenou tomá-lo e comê-lo.Com respeito a isto, F. D. Mazzaferri declara o seguinte: "Não pode haver dúvida de que este é o ponto culminante de toda aseqüência do livro que começou em 5:1. O livro profético primitivo de Deusfoi passado progressivamente a Cristo, depois ao anjo resplandecente, efinalmente ao profeta que é o agente decisivo de Deus sobre a terra paralevar a cabo sua vontade".15 Depois lhe disse com respeito a todo mundo: "Tem que voltar aprofetizar" (Apoc. 10:8-11, CI). Tudo isto acontece antes que o sétimoanjo faça soar sua trombeta. Portanto, um tempo bastante longo estáreservado para o cumprimento desta visão. João é chamado para atuarsimbolicamente em nome da igreja do tempo do fim, que vive antes dofim do tempo de graça. Já se cumpriram 6 trombetas. Dessa maneira, avisão de Apocalipse 10 avança adiante ao "tempo do fim" indicado,predito em Daniel 8-12. Surge uma questão importante: Qual é o significado da iniciativacelestial em levar o livro aberto à igreja do tempo do fim? Doisexemplos do Antigo Testamento – a chamada de Jeremias e o deEzequiel – mostram que seu ato simbólico de "comer" o rolo do livro dapalavra de Deus lhes comunicou a comissão celestial de assimilar amensagem contida no livro e de proclamar sua mensagem publicamente.Para eles a experiência foi primeiro doce e logo amarga. Saborearam a
  11. 11. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 11palavra de Deus com gozo e delícia, mas depois sentiram uma dor agudaquando sua mensagem foi rechaçada e quando fizeram frente aos falsosprofetas. Jeremias foi separado desde antes de seu nascimento como "umprofeta às nações" (Jer. 1:5). Diz que quando as palavras de Deus lhechegaram, "logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria parao coração" (15:16). Mas quando Jeremias foi açoitado pelo rei Joaquim(ver o cap. 36), e quando Judá sofreu o juízo, sua aflição saiu a cântarosem grandes lamentações: "Os meus olhos derramem lágrimas, de noite ede dia, e não cessem; porque a virgem, filha do meu povo, estáprofundamente golpeada, de ferida mui dolorosa" (Jer. 14:17). O profetadescreve a triste situação de Judá depois da queda de Jerusalém. Culpouespecialmente aos profetas falsos e aos sacerdotes corruptos, e portanto,todos iriam ao desterro (v. 18). Não obstante, Deus prometeu aoJeremias a vindicação contra seus inimigos e um poder sobrenatural paraseu ministério profético (15:11). De maneira similar, Ezequiel foi chamado ao ministério proféticodentre um povo rebelde no cativeiro babilônico (Ezeq. 2:1-8). Fazendofrente à sua difícil tarefa, Ezequiel é instruído a assimilar completamentea mensagem de Deus antes que fale claro como o porta-voz de Deus."Abre a boca e come o que eu te dou. Então, vi, e eis que certa mão seestendia para mim, e nela se achava o rolo de um livro. Estendeu-odiante de mim, e estava escrito por dentro e por fora; nele, estavamescritas lamentações, suspiros e ais" (2:8-10). Entretanto, quando Ezequiel comeu esse rolo (Ezeq. 3:1-3), "naboca me era doce como o mel" (v. 3). Assim o profeta experimentouprimeiro a doçura das palavras de Deus, mas mais tarde uma decepçãoamarga quando um Israel obstinado recusou aceitar a mensagem deadvertência (vs. 3-11). Usualmente se passa por cima o fato de queEzequiel experimento um sabor amargo: "Eu fui amargurado naexcitação do meu espírito; mas a mão do Senhor se fez muito forte sobremim" (v. 14). Levou 7 dias para voltar em si enquanto refletia no horror
  12. 12. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 12do que tinha experimentado em sua visão (v. 15). Além disso foi-lhe ditoque sua missão lhe traria uma violenta oposição. Espinhos iriam rasgarsuas carnes e se sentaria com escorpiões (2:6). Mas apesar disso,Ezequiel foi chamado a continuar sua missão com visões renovadas deesperança (caps. 11; 16:59-63; 37). Não pode haver dúvida que a experiência visionária de João decomer o livrinho aberto em Apocalipse 10 está modelada sobre o mesmoato simbólico do profeta Ezequiel e deve ser interpretada à luz desteprotótipo bíblico. Este princípio interpretativo deve nos guiar em nossoesforço por entender a experiência agridoce do povo de Deus do tempodo fim em Apocalipse 10. Assim como Ezequiel, João recebe do céu umlivro aberto para comê-lo. E de novo, como Ezequiel, escuta a comissãopara proclamar sua mensagem a todas as nações. Desta vez a mensagemé a última advertência de Deus, a consumação de todas as promessas emaldições do pacto, "como ele o anunciou a seus servos os profetas"(Apoc. 10:7). Isto aponta ao livro aberto de Daniel (Dan. 12:4). As seções do tempo do fim do livro de Daniel (caps. 7-12) contêmnão só as doces promessas do reino de Deus restaurado, o resgate e avindicação das testemunhas fiéis, a ressurreição dos santos martirizados,mas também o juízo final dos falsos profetas e dos perseguidores dopovo de Deus. Desta maneira Daniel prediz tanto as experiências docescomo as amargas na crise do tempo do fim. Mas junto com este conteúdoconsolador do livro, também haverá um rechaço da mensagem deadvertência de Deus, de maneira que a aflição, a perseguição e adesilusão serão parte da proclamação renovada do evangelho (ver Apoc.11:7; 12:17; 13:15-17; 17:6, 14; 20:4). A visão paralela em Apocalipse 11:1-13 mostra quão amarga será aoposição às testemunhas de Deus do tempo do fim. Podemos esperaruma elucidação mais ampla sobre esta experiência "agridoce" da igrejado tempo do fim que se descreve em Apocalipse 11. O ato simbólico deJoão em nome da igreja do tempo do fim está explicado pela comissão
  13. 13. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 13que recebe do céu: "É necessário que profetizes outra vez sobre muitospovos, nações, línguas e reis" (Apoc. 10:11). O alcance desta comissão conecta Apocalipse 10 com as outrasvisões do tempo do fim no Apocalipse. A quádruplo fórmula queexpressa a extensão universal ocorre de novo em Apocalipse 11:9, 13:7,14:6 e 17:15. A única variação em Apocalipse 10:11 é a substituição de"tribos" ou "multidões" por "reis". A quádrupla fórmula é uma expansãoda tríplice frase que Daniel apresenta como um estereótipo (Dan. 3:4, 7,29; 5:19; 6:25; 7:14). João recebe a ordem de profetizar não só "arespeito de muitos povos, nações, línguas e reis", e sim o que é maisimportante, "a todos esses grupos e classes étnicas" (epí é ambíguo:"com respeito a", Apoc. 12:17 e 18:20; "a", Apoc. 14:6 e 22:16). O conteúdo de sua profecia não está revelado em Apocalipse 10, ese expõe gradualmente, primeiro em forma resumida em Apocalipse 11 edepois com mais detalhe em Apocalipse 12-19. O termo "reis" emApocalipse 10:11 apresenta novamente em Apocalipse 16:13-16 e17:12-15, onde se desdobra seu significado no marco da crise do tempodo fim conhecida como "Armagedom". A conexão entre o ato simbólico de João de comer o livrinho e aordem para voltar a profetizar referente às nações do mundo, ésignificativa. A ordem explica o ato de João de comer o livrinho. Estarelação entre o ato profético de João e a explicação continua a de seustipos do Antigo Testamento. O ato de Jeremias de comer as palavras de Deus foi explicado emtermos inequívocos: para derrubar e para edificar nações (Jer. 15:16;1:10). O ato do Ezequiel de comer o rolo (Ezeq. 2:9; 3:1-3), também foiexplicado em seu significado e propósito, de maneira que não ficou lugarpara conjeturas (3:4). O paralelo chega a ser evidente quando ficam ladoa lado a situação de Ezequiel e João: O CHAMADO DE EZEQUIEL O CHAMADO DE JOÃO
  14. 14. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 14 (Ezeq. 3:3, 4) (Apoc. 10:9-11)"E me disse: Filho do homem, dá de "E ele disse-me: Toma-o e come-o, e elecomer ao teu ventre e enche as tuas fará amargo o teu ventre, mas na tuaentranhas deste rolo que eu te dou. Eu boca será doce como mel. E tomei oo comi, e na boca me era doce como livrinho da mão do anjo e comi-o; e nao mel. Disse-me ainda: Filho do minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficouhomem, vai, entra na casa de Israel e amargo. E ele disse-me: Importa quedize-lhe as minhas palavras" profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas, e reis". Da situação de Ezequiel aprendemos que o ato de comer o livroaberto (Ezeq. 2:9, 10) não foi algo que se explicava por si mesmo. O"comer" necessitava uma elucidação verbal e uma direção especial paraseu público indicado. As palavras do Senhor a Ezequiel: "E me disse..."(3:4), têm o propósito de explicar o ato simbólico do profeta. O conteúdoda mensagem para Israel se desdobra gradualmente nos capítulosseguintes de Ezequiel como um ministério duplo: de predizer juízos enovas promessas. Ezequiel também experimentou tanto a doçura como aamargura. Disse: "Eu fui amargurado na excitação do meu espírito; masa mão do Senhor se fez muito forte sobre mim" (3:14). Se a situação deEzequiel é clara com respeito a seu ato simbólico e a seu esclarecimentodivino, então não há razão para especular sobre o ato profético de João eseu esclarecimento divino em Apocalipse 10. Não se supõe que Joãoentendeu mal ou aplicou mal a mensagem de Deus do tempo do fim. A ordem do céu a João de profetizar "outra vez" sobre muitos povose nações (Apoc. 10:11) significa, com toda probabilidade, que depois dachamada inicial de João para transmitir as mensagens de Cristo às igrejas(ver 1:11), agora recebe a comissão para proclamar o evangelho eternono marco das profecias do tempo do fim. João deve profetizar outra vez,mas com uma direção nova, a respeito dos acontecimentos do tempo dofim do plano divino da redenção.
  15. 15. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 15 A expressão "outra vez" na comissão de João a profetizar significaque a igreja do tempo do fim receberá um aumento do conhecimento dasprofecias do Daniel (Dan. 12:4), de maneira que agora possa proclamar oevangelho em sua estrutura assinalada do tempo do fim. Isto seamplifica posteriormente na tríplice mensagem de Apocalipse 14. Quando João comeu e digeriu o livrinho aberto, foi-lhe dito que"devia" voltar a profetizar (Apoc. 10:11). O conhecimento novo dasprofecias de Daniel, confirmado pelos cumprimentos em marcha nahistória da cristandade e do mundo, obrigam a igreja a anunciar novaspercepções e advertir ao mundo sobre o perigo dos juízos finais que logovirão, e em particular das 7 últimas pragas de Apocalipse 15 e 16. Estaproclamação é uma "obrigação!" divina. Mounce explicou o profundosignificado de Apocalipse 10 nestas palavras: "A missão de João é pôr a descoberto as forças do mundo sobrenaturalque estão trabalhando por trás das atividades de homens e nações. Suaprofecia é a culminação de todas as profecias prévias porque conduz àdestruição final do mal e na inauguração do estado eterno".16 Agora a pergunta pertinente é a seguinte: Esta ordem de restaurar oevangelho de Deus, foi cumprida em nosso tempo? Realização Histórica A história da igreja registra uma expectativa fervente da segundavinda de Cristo, desenvolvida durante a primeira metade do século XIXtanto na Europa como na América. Uma época de um reavivamento dosestudos proféticos e da pregação começou por volta do ano 1780 e durouaté a primeira metade do século XIX, e foi chamado o "segundo grandedespertar". O teólogo histórico LeRoy E. Froom declara: "Tanto no Velho Mundo como no Novo houve uma onda marcada deinterpretação profética simultânea mas independente, e apesar de tudo designificado similar e com conclusões correspondentes surpreendentes, queculminaram no grande movimento e mensagem do segundo advento".17
  16. 16. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 16 Nada é mais poderoso que uma verdade cujo tempo chegou. Asconvulsões políticas e sociais da Revolução Francesa em 1789 levaram amuitos a estudar as profecias do tempo do fim de Daniel e Apocalipse. Amaioria dos evangelistas eram pós-milenistas, acreditavam que logo iacomeçar o milênio de paz perfeita. Em essência eram reformadoressociais. Quando a papa Pio VI foi destronado pelo governorevolucionário francês em 1798, muitos expositores bíblicos aplicarameste acontecimento à profecia dos 1.260 dias de Daniel 7 e Apocalipse12 e 13. Depois do ano 1798 o foco de atenção mudou de Daniel 7 a Daniel8 e de Apocalipse 13 a Apocalipse 14, e se concentrou sobre a profeciados 2.300 dias de Daniel. Assim surgiu o movimento milerita, começadopor um pregador leigo batista, Guilherme Miller (1782-1849). Millerdesafiou a visão e a esperança de um milênio de paz da maior parte doshabitantes da América do Norte, destacando que só o segundo adventode Cristo traria o fim do mal e estabeleceria o reino de Deus. O pico do Grande Despertar aconteceu no movimento de Miller.Estava convencido de que o segundo advento seria "ao redor do ano1843" para resgatar a seu povo e para purificar a terra com fogo. Estaconvicção, escreveu ele em 1832, encheu seu coração com "gozo" mastambém pôs sobre sua consciência o dever de advertir o mundo do juízovindouro. Quando a data fixada de 22 de outubro de 1844 passou emamarga desilusão, uns poucos mileritas receberam novo ânimo ao aplicara chamada a "profetizar outra vez" em Apocalipse 10:11 a uma melhorcompreensão das profecias bíblicas. Seu mal-entendido da natureza dapurificação do santuário predito por Daniel (8:14) não tinha sido em vão.Serve para o propósito de restaurar o evangelho em sua plenitude e parapreparar a um povo para encontrar-se com seu Deus. O mandato profético do anjo forte de Apocalipse 10 é dado aconhecer na tríplice mensagem de Apocalipse 14, o que indica que estesdois capítulos estão intimamente relacionados. Antes que se revele a
  17. 17. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 17mensagem do tempo do fim em Apocalipse 12 a 22, devemos prestaratenção à visão de João em Apocalipse 11:1-13. Referências Para a Bibliografia, ver na página 264. 1 Feuillet, Johannine Studies, p. 220. 2 J. M. Ford, Josephine Massyngberde. Revelation, p. 16. 3 Ver Shea, "The Mighty Angel and his Message". Simpósio sobre o Apocalipse, T. 1, pp. 294-298, 325. 4 Ver os estudos nas obras de Bauckham e Mazzaferri. 5 Bauckham, The Climax of Prophecy. Studies on the Book of Revelation, p. 247. 6 Ibid., pp. 252, 253. 7 Beasley-Murray, Revelation, p. 168. 8 Mounce, The Book of Revelation, p 205. 9 Caird, The Revelation of St. John the Divine, p. 127. 10 J. M. Ford, Revelation, p. 160. 11 Ibid., p. 163. 12 Brown, The Semitic Background of the Term "Mystery" in the New Testament, p. 38. 13 Shea, "The Mighty Angel and his Message". Simpósio sobre o Apocalipse, T. 1, p. 315. 14 Feuillet, Johannine Studies, p. 227. 15 Mazzaferri, The Genre of the Book of Revelation from a Source Critical Perspective, p. 339. 16 Mounce, The Book of Revelation, p. 217. 17 Froom, Movement of Destiny, p. 47.
  18. 18. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 18 FONTES BIBLIOGRÁFICAS PARA APOCALIPSE 10 Livros Bauckham, Richard J. The Climax of Prophecy. Studies on the Book of Revelation [O Clímax da Profecia. Estudos no Livro do Apocalipse]. Edimburgo: T&T Clark 1993. Ver as pp. 243-273. Beasley-Murray, George R. Revelation [O Apocalipse]. New Century Bible Commentary [Comentário da Bíblia do Novo Século]. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans, 1983. Brown, Raymond E. The Semitic Background of the Term "Mystery" in the New Testament [O Fundo Semítico do Termo "Mistério" no Novo Testamento]. Facet Books, Bib. Ser. 21. Filadélfia: Fortress Press, 1968. Caird, George B. The Revelation of St. John the Divine [O Apocalipse de São João o Teólogo]. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans, 1977. Charles, R. H. The Revelation of St. John [O Apocalipse de São João], 2 ts. ICC. Edimburgo: T & T Clark. T. 1 (1920, 1975), pp. 188-218. Feuillet, André. Johannine Studies [Estudos Joaninos]. Staten Island, Nova York: Alvorada House, 1966. Parte 2, cap. 2. Ford, Josephine Massyngberde. Revelation [O Apocalipse]. Anchor Bible, T. 38. Garden City, Nova York: Doubleday, 1978. Froom, LeRoy E. The Prophetic Faith of Our Fathers. _____________. Movement of Destiny [O Movimento do Destino]. Washington, D.C.: Review and Herald, 1971. Gaustad, E. S., ed. The Rise of Adventism [O Surgimento do Adventismo]. Nova York: Harper & Row, 1974. Knight, George R. Millennial Fever and the End of the World [A Febre do Milênio e o Fim do Mundo]. Boise, ID: Pacific Press, 1993.
  19. 19. O Refletor Profético Sobre o Povo de Deus. Apoc. 10 19 Land, G., ed. Adventism in America [O Adventismo na América]. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans, 1986. Mazzaferri, Frederick D. The Genre of the Book of Revelation from a Source Critical Perspective [O Gênero do Livro do Apocalipse de uma Perspectiva da Crítica das Fontes]. BZNT 54. Nova York: de Gruyter, 1989. Pp. 265-279. Mounce Robert H. The Book of Revelation [O Livro do Apocalipse]. The New International Commentary on the New Testament [O novo comentário internacional sobre o Novo Testamento]. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans, 1977. Artigo Shea, William H. "The Mighty Angel and his Message" [O anjo forte e sua mensagem]. Simpósio sobre o Apocalipse. T. 1.

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