EDUCAÇÃO  INCLUSIVA   Profª WALKIRIAGONÇALVES REGANHANprofwalkiria@hotmail.com
EMENTAApresentação do universo que circunda o estudo dasdeficiências, do currículo da escola inclusiva: aspectospedagógico...
CRONOGRAMA   17/05                31/05                    07/06  Elementos        Otimização sobre a          A utilizaçã...
ESCOLA PARA TODOS
ESCOLA PARA TODOS      Conceito abrangente de       Escola Para Todos Desviar a atenção da problemáticaindividual para o c...
ESCOLA PARA TODOS          Ação da escolaMobilizar e interagir com os recursos   disponíveis e a disponibilizar   Exigindo...
EDUCAÇÃO PARA TODOSPossíveis   caminhos      para   oatendimento à diversidade:Construir propostas pedagógicasbaseadas na ...
Sequenciar conteúdos e adequá-losaos diversos ritmos de aprendizagem.Utilizar metodologias diversificadas emotivadoras.Opt...
Inclusão
O conceito de necessidades educativas especiais traz consigo uma mudança na perspectiva daconstrução da resposta adequada ...
São consideradas alunos com            NEE:Podem ser identificadas em diversas situações dedificuldade de aprendizagem, co...
Atendimento educacional especializado,preferencialmente na rede regular de ensino, consta na Política Nacional de Educação...
A escola regular terá de ser  uma escola inclusiva e um pólodinamizador da resposta para cada        criança ou jovem.
Peculiaridades vigentes em seu cotidiano(condições de saúde, de alimentação, desono, de cansaço, condições emocionais,even...
ESINAR PESQUISANDOSignifica buscar conhecer cada aluno:suas características pessoais, seuprocesso de aprender, antes e dur...
Significa buscarmos identificar  os problemas que ocorrem    no processo de ensino e aprendizagem, através de um        ol...
“Esta estratégia metodológica que usei não favoreceu  a aprendizagem deste, ou destes alunos... Por que  será?    O que es...
Significa fazer modificações em nossoplanejamento, em função das respostasobtidas.Significa   reajustar   para    atender ...
Significa participar de eventos e deoportunidades em que possamos compartilharnossa experiência e sermos expostos àexperiê...
ENSINO E APRENDIZGEM ESTILOS DEAPRENDIZAGEM
ENSINO E APRENDIZAGEMO ensinar e o aprender sãoprocessos interdependentes, queocorrem a partir de, e na relaçãoentre o pro...
Não podemos pensar que ascrianças que devem pedir permissãopara começar a aprenderDevemos começar a aceitar quepodem saber...
SABERSaber algo a respeito de umdeterminado objeto não quer dizer,necessariamente,    saber    algosocialmente      aceito...
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Processo que facilita o processo       de aprendizagem      Conteúdo pode ser   apresentado em diferentes         abordage...
1- Método do TODOÉ adotado quando a habilidade a seraprendida for relativamente simples oucomposta por poucas partesRecome...
Indicado para alunos com dificuldade    de concentração e para os que    aprendem melhor pela imitaçãoRequisito: método em...
2- Método PARTE-TODORequer que os educandos aprendamhabilidades praticando uma parte delas decada vez, para em seguida com...
2- Método PARTE-TODOA tarefa completa é dividida em partessignificativas    = ANÁLISE DETAREFASCada parte deve ser um fim ...
3- Método PARTE-PROGRESSIVAEnvolve o ensino da parte fundamentalda habilidade e, partindo dessa base, aapresentação da par...
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FACILITANDO O DESENVOLVIMENTO        DE HABILIDADESANÁLISE DE TAREFAS: permite que oprofessor identifique os componentesin...
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ANÁLISE DE ATIVIDADESTécnica usada para se determinar osrequisitos básicos de uma atividade erelacioná-los aos resultados ...
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MODIFICAÇÕES DE ATIVIDADE Após escolher as atividades mais adequadas que suprem as metas de aprendizagem do aprendiz, o ed...
MODIFICAÇÕES DE ATIVIDADE  Não é preciso que as modificações afetem  todos os aspectos de uma atividade; elas  devem ser l...
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ESTILOS DE           APRENDIZAGEMÉ importante que se tenha o cuidado de nãoprivilegiar um determinado estilo deaprendizage...
Estilos de AprendizagemO estilo não deve ser visto como uma marcadefinitiva, podemos considerá-lo como umapreferência de a...
ESTILOS DIRETO X INDIRETODIRETOS: convencionais – centrados noprofessor = maioria das decisões ligadas aodesempenhoRecomen...
ESTILOS POR COMANDOEducador + demonstração= facilitar paraconseguir o máximo de prática contínua dosalunos
ESTILO DESCOBERTA DIRIGIDA Emprega      desafios    de   movimentos preparados pelo professor, para ajudar os alunos a ati...
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TÉCNICAS ORGAZACIONAIS E     METODOLÓGICAS Individualizar o ensino em equipe Ensino de apoio Ensino por colegas Ensino por...
ENSINO EM EQUIPETrabalho em equipe:     - outros professores      - Alunos da sala       - funcionários
ENSINO DE APOIOEssa abordagem é importante para oaluno que está no início do processode inserção: facilita a adaptação epe...
ENSINO POR COLEGAS-TUTORES E POR TUTORES DE   DIFERENTES IDADESTutores da mesma faixa etária –amigos de salaTutores com id...
APRENDIZAGEMComo a criança aprende?Cada criança tem seu jeito de aprenderPrimeiros anos de vida: sentidos e da ação motora...
CONSEGUIR FAZER – são as coisas quelhe dão prazer, porque as domina, que acriança vai reconhecer e das quais poderáse lemb...
A significação é o resultado daassimilação. Conhecer não é somenteexplicar nem é somente viver: conhecer éalgo que se dá a...
Crianças com deficiência, em funçãodas dificuldades físicas, sensoriais eoutras limitações, muitas vezes sesatisfazem com ...
O ciclo de aprendizagem pode ser    descrito em quatro etapas: os alunos podem receber tarefas e atribuições escolares que...
os alunos podem apresentar comportamentosinadequados. Se suas atribuições escolaresresultam em tédio ou em confusão, seuco...
“Feliz aqueleque transfere o que sabe eaprende o que    ensina!”     Cora Coralina
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1 aula escola, ensino-aprendizagem do deficiente

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1 aula escola, ensino-aprendizagem do deficiente

  1. 1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profª WALKIRIAGONÇALVES REGANHANprofwalkiria@hotmail.com
  2. 2. EMENTAApresentação do universo que circunda o estudo dasdeficiências, do currículo da escola inclusiva: aspectospedagógicos, metodológicos e interdisciplinares. Aexclusão, integração e inclusão.Adaptação do meio para o atendimento: acessibilidade,serviços especializados, ensino colaborativo, ajudastécnicas, comunicação alternativa e ampliada.Análise dos aspectos envolvidos no trabalho pedagogo epsicopedagógico junto às pessoas com necessidadesespeciais, no que diz respeito à inclusão social e escolardessa população.Estimular a análise crítica e a reflexão sobre situações reaisda educação inclusiva.
  3. 3. CRONOGRAMA 17/05 31/05 07/06 Elementos Otimização sobre a A utilização denorteadores do adaptação curricular, serviços processo de diversificação especializados, intervenção curricular no ensino ensino colaborativo, educacional de crianças e jovens informática, ajudas com necessidades técnicas, educacionais comunicaçãoAlfabetização e especiais alternativa e ampliada letramento na educação inclusiva. O uso de recursos e estratégias de ensino na educação inclusiva.
  4. 4. ESCOLA PARA TODOS
  5. 5. ESCOLA PARA TODOS Conceito abrangente de Escola Para Todos Desviar a atenção da problemáticaindividual para o conjunto de recursos que poderão (ou deverão) estar à disposição de qualquer criança ou jovem que em qualquer altura do seu percurso escolar tenha necessidades educativas.
  6. 6. ESCOLA PARA TODOS Ação da escolaMobilizar e interagir com os recursos disponíveis e a disponibilizar Exigindo uma dinâmica em que todos os professores, técnicos dacomunidade escolar local e pais se envolvam, mobilizados e responsabilizados.
  7. 7. EDUCAÇÃO PARA TODOSPossíveis caminhos para oatendimento à diversidade:Construir propostas pedagógicasbaseadas na interação com osalunos.Reconhecer os tipos decapacidades presentes na escola.
  8. 8. Sequenciar conteúdos e adequá-losaos diversos ritmos de aprendizagem.Utilizar metodologias diversificadas emotivadoras.Optar por um paradigma de avaliaçãoprocessual e emancipadora.
  9. 9. Inclusão
  10. 10. O conceito de necessidades educativas especiais traz consigo uma mudança na perspectiva daconstrução da resposta adequada a cada situação específica.
  11. 11. São consideradas alunos com NEE:Podem ser identificadas em diversas situações dedificuldade de aprendizagem, como decorrência de condições individuais, econômicas ou socioculturais:Crianças com condições físicas, intelectuais, sociais,educacionais e sensoriais diferenciadasCrianças com deficiência e bem dotadasCrianças trabalhadoras distantes ou nômadesCrianças minorias lingüísticas, étnicas ou culturaisCrianças de grupos desfavorecidos ou marginalizados
  12. 12. Atendimento educacional especializado,preferencialmente na rede regular de ensino, consta na Política Nacional de Educação: Portadores de deficiência mental, visual, auditiva, física e múltimpla Portadores de condutas típicas (problemas de conduta) Portadores de superdotação PCN:adaptadas
  13. 13. A escola regular terá de ser uma escola inclusiva e um pólodinamizador da resposta para cada criança ou jovem.
  14. 14. Peculiaridades vigentes em seu cotidiano(condições de saúde, de alimentação, desono, de cansaço, condições emocionais,eventos sociais, experiências de significaçãosubjetiva, etc.) Variáveis em constante movimento e interação, produzindo, através do processo de elaboração ativa do aluno, características de sua individualidade: algumas, mais consistentes e estáveis (conquanto em constante processo de desenvolvimento) enquanto que outras, mais circunstanciais e episódicas.Tais características, determinam, então,necessidades educacionais específicas,peculiares a cada aluno.
  15. 15. ESINAR PESQUISANDOSignifica buscar conhecer cada aluno:suas características pessoais, seuprocesso de aprender, antes e durantetodo o processo de ensinar. Significa elaborar um plano de ensinovoltado para os alunos que realmentetemos em nossa sala de aula (gruponão é uma massa sem identidade).Significa estarmos atentos àsrespostas de aprendizagem que cadaaluno dá às atividades de ensino.
  16. 16. Significa buscarmos identificar os problemas que ocorrem no processo de ensino e aprendizagem, através de um olhar bidirecional:
  17. 17. “Esta estratégia metodológica que usei não favoreceu a aprendizagem deste, ou destes alunos... Por que será? O que está acontecendo da parte do aluno? O que ele já sabe a esse respeito? O que consegue fazer sozinho? O que consegue fazer com ajuda? O que eu posso fazer a respeito? Que outra(s) estratégia(s) posso utilizar?”
  18. 18. Significa fazer modificações em nossoplanejamento, em função das respostasobtidas.Significa reajustar para atender àspeculiaridades e necessidades educacionaisespecíficas de cada um e de todos os alunos dasala.Significa buscar suporte técnico-científico nainstância adequada da comunidade escolar.Significa buscar suporte no estudo deliteratura especializada.
  19. 19. Significa participar de eventos e deoportunidades em que possamos compartilharnossa experiência e sermos expostos àexperiência de outros colegas.Significa registrar nossas experiências eprocurar socializá-las em veículos decomunicação da comunidade educacional eescolar.
  20. 20. ENSINO E APRENDIZGEM ESTILOS DEAPRENDIZAGEM
  21. 21. ENSINO E APRENDIZAGEMO ensinar e o aprender sãoprocessos interdependentes, queocorrem a partir de, e na relaçãoentre o professor e o aluno
  22. 22. Não podemos pensar que ascrianças que devem pedir permissãopara começar a aprenderDevemos começar a aceitar quepodem saberEmbora muitas vezes, não tenhasido dada a elas a autorizaçãoinstitucional para tanto
  23. 23. SABERSaber algo a respeito de umdeterminado objeto não quer dizer,necessariamente, saber algosocialmente aceito como“conhecimento”.“Saber” quer dizer ter construídoalguma concepção que explica certoconjunto de fenômenos ou de objetosda realidade Emília Ferreiro (2001)
  24. 24. ENSINOO ensino deve ser oferecido de uma formaque complemente as características deaprendizagem dos alunosResultado = Aprendizagem maismotividadora e mais fácil
  25. 25. Processo que facilita o processo de aprendizagem Conteúdo pode ser apresentado em diferentes abordagens: 1- Método do TODO 2- Método PARTE-TODO3- Método PARTE-PROGRESSIVA
  26. 26. 1- Método do TODOÉ adotado quando a habilidade a seraprendida for relativamente simples oucomposta por poucas partesRecomendado para alunos que têmmais dificuldade com a aprendizagemconceitual e não são capazes derelacionar as diversas partes de umahabilidade ao seu todo
  27. 27. Indicado para alunos com dificuldade de concentração e para os que aprendem melhor pela imitaçãoRequisito: método em que o aprendiz seja capaz de se lembrar da habilidadeque está sendo aprendida, das especificidades e seqüência
  28. 28. 2- Método PARTE-TODORequer que os educandos aprendamhabilidades praticando uma parte delas decada vez, para em seguida combinar essaspartes a fim de executar a habilidade como umtodoFunciona melhor com educandos queconseguem se concentrar em pequenastarefas e realizá-lasNão é recomendável para os que têmdificuldades para interagir as várias partes emum todo, mesmo com orientação do educador
  29. 29. 2- Método PARTE-TODOA tarefa completa é dividida em partessignificativas = ANÁLISE DETAREFASCada parte deve ser um fim em simesma, proporcionando sensação desucesso mesmo que o aprendiz nãoconsiga dominar toda a tarefa nematingir o objetivo finalEncadeamento inverso = começacom o produto final e trabalharetroativamente
  30. 30. 3- Método PARTE-PROGRESSIVAEnvolve o ensino da parte fundamentalda habilidade e, partindo dessa base, aapresentação da parte seguinteDuas primeiras partes aprendidas, elassão combinadas; acrescentam-se a elaspartes subseqüentes, até que ahabilidade como um todo seja dominada
  31. 31. 3- Método PARTE-PROGRESSIVAO educador deve estar alerta aos problemasque podem ocorrer se o aluno não aprenderuma parte da seqüência, e deve fazer comque cada parte represente umaoportunidade de sucessoMétodo que permite que os alunos dominemuma habilidade em seu próprio ritmo,praticando as partes mais difíceis e, aomesmo tempo, progredindo em direção aoobjetivo geral
  32. 32. FACILITANDO O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADESANÁLISE DE TAREFAS: permite que oprofessor identifique os componentesinerentes a cada habilidade e osdesenvolva em seqüênciaANÁLISE DE ATIVIDADES: ajuda oprofessor a selecionar atividades pelaidentificação dos componentes físicos,cognitivos, afetivos e sociais necessáriosao sucesso do alunoMOTIFICAÇÃO NA ATIVIDADE: suprir asnecessidades especiais do aprendiz
  33. 33. ANÁLISE DE TAREFASATT = Análise de Atividade Tradicional:enfoca mais a tarefa do que o aprendizATE = Análise de tarefa ecológica:“processo de alterar dimensões relevantesde uma tarefa de movimento funcional, afim de obter uma noção da dinâmica docomportamento motor do alunos e dar aosprofessores indicações para odesenvolvimento de estratégias”
  34. 34. ANÁLISE DE ATIVIDADESTécnica usada para se determinar osrequisitos básicos de uma atividade erelacioná-los aos resultados desejadospara o alunoAo dividir atividade em componentes –educador entende o valor específico dessaatividade e, se for preciso, modificá-la parasuprir necessidades individuais do aprendiz
  35. 35. ANÁLISE DE ATIVIDADESAo analisar uma atividade o educador deve considerar - Ponto devista fisiológico:Posições do corpo que são necessária durante a realização daatividadePartes do corpo utilizadaAções corporais realizadasPadrões de movimentos fundamentais incorporadosCoordenação necessáriaNível exigido de aptidão físicaSistemas sensoriais usados
  36. 36. MODIFICAÇÕES DE ATIVIDADE Após escolher as atividades mais adequadas que suprem as metas de aprendizagem do aprendiz, o educador deve modificá-las no que for necessário Modificações pode envolver a simplificação das regras ou a prática de atividades preparatórias
  37. 37. MODIFICAÇÕES DE ATIVIDADE Não é preciso que as modificações afetem todos os aspectos de uma atividade; elas devem ser limitar a suprir as necessidades individuais Necessidade de mudar:- Regras: para tornar a sua compreensão mais fácil- Locais: para que sejam acessível- Recursos: favorecer o desempenho nas atividades- Número de participantes: garantir o máximo de participação
  38. 38. ESTILOS DE APRENDIZAGEM “Uma preferência característica e dominante na forma como as pessoas recebem e processaminformações, considerando os estiloscomo habilidades passiveis de serem desenvolvidas.” Felder (2002)
  39. 39. ESTILOS DE APRENDIZAGEMÉ importante que se tenha o cuidado de nãoprivilegiar um determinado estilo deaprendizagem pois desta forma os alunosque não respondem bem a este estilo sedesinteressarão.Ao mesmo tempo, não é indicado que oprofessor utilize sempre o estilopredominante de cada aluno pois limitará apossibilidade dos alunos desenvolveremoutras habilidades.
  40. 40. Estilos de AprendizagemO estilo não deve ser visto como uma marcadefinitiva, podemos considerá-lo como umapreferência de aprendizagem.Esta preferência nem sempre é compatível comas oportunidades e situações de aprendizagem,além de serem ampliadas.Estas preferências variam de acordo com odesenvolvimento da pessoa e as situações deaprendizagem.
  41. 41. ESTILOS DIRETO X INDIRETODIRETOS: convencionais – centrados noprofessor = maioria das decisões ligadas aodesempenhoRecomendados: alunos comcomprometimento grave ou com auto nívelde habilidade, que se beneficiam daestruturaçãoINDIRETOS: métodos mais centrados noaluno – aprendiz desempenha papel ativo noprocesso de aprendizagem = solução deproblemas, experimentação eautodescoberta
  42. 42. ESTILOS POR COMANDOEducador + demonstração= facilitar paraconseguir o máximo de prática contínua dosalunos
  43. 43. ESTILO DESCOBERTA DIRIGIDA Emprega desafios de movimentos preparados pelo professor, para ajudar os alunos a atingir uma meta específica Os alunos são incentivados a descobrir soluções para as diferentes situações propostas Por meio de perguntas ou afirmações curtas, o professor guia o aluno ao longo de uma série progressiva de etapas que levam aos resultados desejados ou à meta do desafio
  44. 44. ESTILO SOLUÇÕES DE PROBLEMASApresenta série de desafios ao aprendizIncentiva os alunos a elaborar o maiornúmero possível de soluções, desde queestas satisfaçam os critériosestabelecidos pelo professor
  45. 45. TÉCNICAS ORGAZACIONAIS E METODOLÓGICAS Individualizar o ensino em equipe Ensino de apoio Ensino por colegas Ensino por pessoas de idades diferentes
  46. 46. ENSINO EM EQUIPETrabalho em equipe: - outros professores - Alunos da sala - funcionários
  47. 47. ENSINO DE APOIOEssa abordagem é importante para oaluno que está no início do processode inserção: facilita a adaptação epermite que o aluno se concentre noconteúdo ensinadoAuxiliar, assistente, voluntário
  48. 48. ENSINO POR COLEGAS-TUTORES E POR TUTORES DE DIFERENTES IDADESTutores da mesma faixa etária –amigos de salaTutores com idades diferentes(exemplo ensino médio)
  49. 49. APRENDIZAGEMComo a criança aprende?Cada criança tem seu jeito de aprenderPrimeiros anos de vida: sentidos e da ação motorasobre o ambienteAtravés dos esquemas de ação – descobre prazerde fazer acontecerAprender a fazer algo e sente prazer – repeteaçãoO prazer de CONSEGUIR FAZER é o motor daaprendizagem
  50. 50. CONSEGUIR FAZER – são as coisas quelhe dão prazer, porque as domina, que acriança vai reconhecer e das quais poderáse lembrarSão as coisas prazerosas que satisfazemuma necessidade motora, sensorial, afetivae intelectual e que conseguimos fazer queformam os nosso sistemas de significações“ [...] coisas e fatos adquirem significaçãopara o ser humano quando inseridos emuma estrutura” (PIAGET, 1988) –ASSIMILAÇÃO
  51. 51. A significação é o resultado daassimilação. Conhecer não é somenteexplicar nem é somente viver: conhecer éalgo que se dá a partir da vivencia, ou seja,a partir da ação sobre o objeto doconhecimento, para que este objeto sejaimerso em um sistema de relações.”COMO É? E POR QUE? – perguntas quelevam a criança a descobrir e compreendercomo são feitas as coisas e porque elaconseguiu fazer aquilo
  52. 52. Crianças com deficiência, em funçãodas dificuldades físicas, sensoriais eoutras limitações, muitas vezes sesatisfazem com a conquista motora ea repetição mecânica dedeterminados movimentos que setornam hábitosDificulta o planejamento de uma açãoe a tomada de consciência da ação
  53. 53. O ciclo de aprendizagem pode ser descrito em quatro etapas: os alunos podem receber tarefas e atribuições escolares que não valorizam, não entendem ou não sabem realizar; os alunos podem então se sentir confusos, ameaçados, zangados ou em sofrimento
  54. 54. os alunos podem apresentar comportamentosinadequados. Se suas atribuições escolaresresultam em tédio ou em confusão, seucomportamento freqüentemente se torna maiserrático e menos previsívelos alunos aprendem a partir de suas experiênciase tendem a repetir ações que para elesfuncionam. Os comportamentos destrutivos ouperigosos em geral funcionam imediatamente,pois o aluno consegue escapar das tarefas eganha a atenção do professor – recompensasimediatas X problemas criados a longo prazo(alienação, exclusão e isolamento)
  55. 55. “Feliz aqueleque transfere o que sabe eaprende o que ensina!” Cora Coralina
  56. 56. Muito obrigada!Profª. Walkiria ATÉ MAIS!profwalkiria@hotmail.com

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