Novos media, auto-edição e o futuro do jornalismo
Palavras-chave na era do jornalismo digital <ul><li>glocalização, interface, comunicação mediada por computador, downloads...
O paradigma da individualização da comunicação <ul><li>Novo cenário digital – a individualização da comunicação </li></ul>...
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Novos media, auto-edicao e o futuro do jornalismo

  1. 1. Novos media, auto-edição e o futuro do jornalismo
  2. 2. Palavras-chave na era do jornalismo digital <ul><li>glocalização, interface, comunicação mediada por computador, downloads, multimédia, weblogs, interacção, chat’s, fórum, world wide web, mailing list, browser, portal, ciberespaço, email, newsgroup, ciberleitura, hipertexto, largura de banda, webwritting, cibercultura, cookies, globalização </li></ul>
  3. 3. O paradigma da individualização da comunicação <ul><li>Novo cenário digital – a individualização da comunicação </li></ul><ul><li>a transição da massificação para a individualização (progressiva transformação da Era da Informação em Era da Pós-Informação) </li></ul><ul><li>“ actualização de antigas utopias” – materialização da “aldeia global” e da “era de Emerec” </li></ul><ul><li>os paradigmas da comunicação dependem das “alavancas” ideológicas e tecnológicas – recuperar a História da comunicação em 4 episódios de Jean Cloutier </li></ul><ul><li>Os novos media enquanto “as dramaturgias alternativas da pós-modernidade” </li></ul>
  4. 4. <ul><li>a transmutação do analógico para o digital: da Galáxia de Gutenberg para a Galáxia de Marconi </li></ul><ul><li>dos mass media aos novos media – da comunicação vertical e unilateral para a comunicação horizontal e bilateral </li></ul><ul><li>a verdadeira dimensão da Internet – medium interactivo e dinâmico, que combina elementos audiovisuais e textuais, sem limites de tempo e de espaço </li></ul><ul><li>o impacto da Internet no jornalismo verifica-se em 3 vertentes: </li></ul><ul><li>Jornalismo Assistido por Computador </li></ul><ul><li>Jornalismo online </li></ul><ul><li>Transposição do impresso </li></ul>
  5. 5. As características da comunicação online <ul><li>a adaptação do jornalismo ao novo meio </li></ul><ul><li>a Internet reconfigura o espaço mediático – os modos de acesso à informação jornalística e à sua organização estrutural e formal </li></ul><ul><li>Factores estruturantes da diferença entre jornalismo digital e jornalismo tradicional – distribuição, personalização, periodicidade, informação útil e prática (João Canavilhas) </li></ul><ul><li>o discurso digital – multimédia, hipertexto, instantaneidade, interactividade, universalidade </li></ul><ul><li>Não esquecendo os princípios básicos da profissão, o ciberjornalismo necessita de se adaptar a 3 níveis: difusão; organização da informação; redacção e apresentação da informação </li></ul>
  6. 6. <ul><li>A ciberaudiência </li></ul><ul><li>Para quem escrevem os jornalistas online? </li></ul><ul><li>Info-ricos e info-pobres </li></ul><ul><li>Escalas global e local – fenómenos de globalização e glocalização </li></ul><ul><li>Sites especializados = nichos de mercado; sites generalistas = utilizadores múltiplos/computador </li></ul><ul><li>Estatísticas ainda pouco fiáveis – a implantação da Internet tanto em termos domésticos como profissionais: o perigo das estatísticas </li></ul><ul><li>Interactividade e bidireccionalidade – o receptor simultaneamente emissor </li></ul>A emergência da interactividade enquanto processo de comunicação
  7. 7. A auto-edição na rede e o jornalismo <ul><li>nova esfera da opinião pública – à escala global </li></ul><ul><li>espaços alternativos de comunicação na rede – webzines, weblogs, publicações electrónicas </li></ul><ul><li>Comunicação mediada por computador – “tecnologias da inteligência” (Pierre Lévy) </li></ul><ul><li>a democratização da difusão da opinião </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Liberdade de acesso à difusão na Internet </li></ul><ul><li>A informação não profissionalizada </li></ul><ul><li>O imediatismo, o mediatismo e a globalização da mensagem </li></ul><ul><li>A interacção entre utilizadores </li></ul><ul><li>Fonte de informação (credível?) para o jornalismo </li></ul><ul><li>Transposição para os media tradicionais (livros, televisão) </li></ul><ul><li>« Será que com os novos espaços electrónicos, estamos a passar das “teledemocracias” dos anos 50 para uma “democracia digital/electrónica” (utilizando principalmente a Internet e a World Wide Web)? De uma “democracia de elites” para uma democracia de massas” do século XX, estamos perante uma “democracia do público”? » </li></ul><ul><li>Susana Nascimento </li></ul>O fenómeno dos weblogs e o jornalismo
  9. 9. <ul><li>Que desafios imprime o jornalismo online aos media tradicionais e aos profissionais da informação? </li></ul><ul><li>A informação não profissionalizada publicada na rede deve ser fonte para o jornalismo? </li></ul><ul><li>A nova estrutura da comunicação pode condicionar o futuro do jornalismo? </li></ul>
  10. 10. Bibliografia <ul><li>BARBOSA, Elisabete (2003), Jornalistas e Público: Novas Funções no Ambiente Online, http://www.webjornalismo.com/sections.php?op=viewarticle&artid=8 </li></ul><ul><li>BASTOS, Helder (1998), Jornalismo Electrónico: Internet e Reconfiguração de Práticas nas Redacções , Coimbra, Minerva </li></ul><ul><li>CANAVILHAS, João (2003), Webjornalismo: Considerações Gerais sobre Jornalismo na Web, http://www.webjornalismo.com/sections.php?op=viewarticle&artid=4 </li></ul><ul><li>MIELNICZUK, Luciana (2003), Características e implicações do jornalismo na Web , http://www.webjornalismo.com/sections.php?op=viewarticle&artid=22 </li></ul><ul><li>NOCÍ, Javier Díaz; Aliaga; Ramón Salaverría (2003), Manual de Redacción Ciberperiodística , Barcelona, Editorial Ariel </li></ul><ul><li>SANTOS, Luís António (2004), Weblogues em Portugal - Análise exploratória dos efeitos de um novo formato no Jornalismo, http :// www.cibersociedad.net /congres2004/ grups / fitxacom_publica2 . php?grup=43 & id=589 & idioma=pt </li></ul>

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