ANÁLISE DE REDES SOCIAIS NA INTERNET Inês Amaral | CECS (Universidade do Minho) e ISMT | ciberesfera.com |  [email_address...
Proposta de trabalho <ul><li>Modelo de análise de redes sociais na Internet recorrendo à lógica dos sistemas de tagging.  ...
Pergunta de partida <ul><li>Nas redes sociais na Internet existe uma sociabilidade emergente e desterritorializada, decorr...
Objecto de estudo <ul><li>Micro-redes sociais ( redes temáticas de uma escala macro, definida com base no sistema de supor...
Objectivo <ul><li>Analisar micro-redes que se desenvolvem em sites de social media com base na premissa da “análise do soc...
Premissa <ul><li>As aplicações informáticas (software social) que suportam as redes sociais na Web são tecnologias que ult...
Ponto de partida <ul><li>Utilizar a lógica dos sistemas de social tagging para caracterizar a sociabilidade de redes socia...
Contexto
Reflexões inerentes <ul><li>A nova sociabilidade desterritorializada </li></ul><ul><li>A técnica ao serviço da comunicação...
Redes Sociais na Internet <ul><li>(Re) Configuração do espaço social e novas práticas de sociabilidade </li></ul><ul><li>A...
Mudança de paradigma
Transições <ul><li>Individualização = Colectivo?  </li></ul><ul><li>Paradigma comunicacional da INDIVIDUALIZAÇÃO: dos novo...
Ciberespaço: metáforas de território
Espaço: Ciberespaço <ul><li>Tecido social rico : multiplicidade de ambientes, ferramentas de comunicação, interacção e com...
Modelo de análise [1] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul>
Modelo de análise [2] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER Estudos Exploratórios </li></ul><ul><li>Hashtag Network  </li></ul>...
Estudo exploratório [1] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>Hashtag network #iranelection  17.Junho.2009 </...
Estudo exploratório [2] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>#iranelection </li></ul>
Estudo exploratório [3] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>#iranelection – Resultados </li></ul><ul><li>1,...
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Análise de Redes Sociais na Internet

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Comunicação apresentada na sessão IberoAmericana (Misc.) no XXX INSNA Sunbelt, Riva del Garda, Itália. 03 de Julho de 2010.

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Análise de Redes Sociais na Internet

  1. 1. ANÁLISE DE REDES SOCIAIS NA INTERNET Inês Amaral | CECS (Universidade do Minho) e ISMT | ciberesfera.com | [email_address] Helena Sousa | CECS (Universidade do Minho) | [email_address] XXX Sunbelt, Riva Del Garda Sessão IberoAmericana 03 de Julho de 2010
  2. 2. Proposta de trabalho <ul><li>Modelo de análise de redes sociais na Internet recorrendo à lógica dos sistemas de tagging. </li></ul>
  3. 3. Pergunta de partida <ul><li>Nas redes sociais na Internet existe uma sociabilidade emergente e desterritorializada, decorrente das ferramentas de interacção mediada por computador? </li></ul>
  4. 4. Objecto de estudo <ul><li>Micro-redes sociais ( redes temáticas de uma escala macro, definida com base no sistema de suporte ) que se estabelecem numa plataforma de micro-blogging em torno de acontecimentos que ocorreram durante o ano de 2009 e tiveram impacto à escala global. </li></ul>
  5. 5. Objectivo <ul><li>Analisar micro-redes que se desenvolvem em sites de social media com base na premissa da “análise do social pelo social” (Durkheim), para averiguar se o novo modelo de comunicação traduz ou não novas formas de sociabilidade. </li></ul>
  6. 6. Premissa <ul><li>As aplicações informáticas (software social) que suportam as redes sociais na Web são tecnologias que ultrapassam os padrões de plataforma de mero lazer e os jogos electrónicos, estabelecendo-se como espaços de interacção social desterritorializada. </li></ul>
  7. 7. Ponto de partida <ul><li>Utilizar a lógica dos sistemas de social tagging para caracterizar a sociabilidade de redes sociais que se estabelecem em suportes de micro-blogging. </li></ul>
  8. 8. Contexto
  9. 9. Reflexões inerentes <ul><li>A nova sociabilidade desterritorializada </li></ul><ul><li>A técnica ao serviço da comunicação </li></ul><ul><li>Os social media como suporte técnico da Comunidade 2.0 </li></ul><ul><li>A realidade dos “Prosumers” </li></ul>
  10. 10. Redes Sociais na Internet <ul><li>(Re) Configuração do espaço social e novas práticas de sociabilidade </li></ul><ul><li>A metamorfose do conceito de território : a desterritorialização da sociedade </li></ul>
  11. 11. Mudança de paradigma
  12. 12. Transições <ul><li>Individualização = Colectivo? </li></ul><ul><li>Paradigma comunicacional da INDIVIDUALIZAÇÃO: dos novos media aos self media </li></ul><ul><li>COLECTIVO como elemento formador: materialização da “aldeia global” </li></ul><ul><li>A metáfora da “Pele da Cultura”, de Derrick De Kerckhove </li></ul>
  13. 13. Ciberespaço: metáforas de território
  14. 14. Espaço: Ciberespaço <ul><li>Tecido social rico : multiplicidade de ambientes, ferramentas de comunicação, interacção e comunidades </li></ul><ul><li>É uma rede de redes ou um espaço de espaços (Castells) </li></ul><ul><li>Comprime (ou suprime ) o espaço e o tempo </li></ul><ul><li>Espaço “ geossocial ” (Escobar) – a ideia de “ tecno-sociabilidade ” </li></ul>
  15. 15. Modelo de análise [1] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul>
  16. 16. Modelo de análise [2] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER Estudos Exploratórios </li></ul><ul><li>Hashtag Network </li></ul><ul><li>Twitter API </li></ul><ul><li>Actores: utilizadores que digitaram a hashtag </li></ul><ul><li>Linhas: interacções directas - @ e RT: conversação e conteúdo </li></ul><ul><li>Grafos não-direccionados </li></ul>
  17. 17. Estudo exploratório [1] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>Hashtag network #iranelection 17.Junho.2009 </li></ul>#iranelection Number of users 8083 Total of Tweets 12006 Interactions among users 5001
  18. 18. Estudo exploratório [2] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>#iranelection </li></ul>
  19. 19. Estudo exploratório [3] <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>#iranelection – Resultados </li></ul><ul><li>1,49 tweets por utilizador </li></ul><ul><li>Conectividade residual </li></ul><ul><li>Grupo pequeno mais coeso e com maiores interacções </li></ul><ul><li>Conversações secundários mais frequentes </li></ul>
  20. 20. Limitações metodológicas <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>A questão temporal e o número quase imensurável de tweets </li></ul><ul><li>Twitter API </li></ul><ul><li>Dados dos utilizadores (podem ser enviesados) </li></ul><ul><li>Contas privadas </li></ul><ul><li>SPAM </li></ul><ul><li>Língua > análise conteúdo a evitar? </li></ul><ul><li>Distinção necessária entre tweets conversacionais [cross-tweets] </li></ul>
  21. 21. W.I.P. <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>Quem é o utilizador com mais ligações? </li></ul><ul><li>Existe algum utilizador sem ligações? </li></ul><ul><li>As ligações alteram-se temporalmente? </li></ul><ul><li>A maioria dos utilizadores escreve tweets, replies ou retweets? </li></ul><ul><li>Os utilizadores cujos tweets são mais citados (via retweet) têm maior número de followers? </li></ul><ul><li>Qual é a potencial dimensão da audiência da hashtag? </li></ul>
  22. 22. W.I.P. <ul><li>REDES SOCIAIS NO TWITTER </li></ul><ul><li>> Trabalho empírico: WORK IN PROGRESS </li></ul><ul><li>Recolha de dados </li></ul><ul><li>Metodologia cruzada: ARS / CC </li></ul><ul><li>Implementação do algoritmo </li></ul><ul><li>Análise dos dados </li></ul>

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