Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers” Inês Amaral (ISMT e CECS – UMinho) http://ciberesfera....
<ul><li>Ponto de partida </li></ul>
<ul><li>Cenário de mudança de paradigma </li></ul>
<ul><li>Da Comunicação de Massas… </li></ul>
 
<ul><li>À Comunicação em Rede </li></ul>
 
<ul><li>Duas realidades:  mass media  E  novos media </li></ul>
<ul><li>Novo paradigma da comunicação: </li></ul>
<ul><li>INDIVIDUALIZAÇÃO </li></ul>
<ul><li>Novos modelos de comunicação </li></ul>
<ul><li>Novo espaço </li></ul>
<ul><li>Novas dimensões sociais </li></ul>
<ul><li>E um novo paradigma social:  </li></ul>
<ul><li>COLECTIVO </li></ul>
<ul><li>COLECTIVO = INDIVIDUALIZAÇÃO?! </li></ul>
<ul><li>Sem contradições, uma realidade </li></ul>
<ul><li>MAS </li></ul>
 
<ul><li>Sem anular o paradigma anterior </li></ul>
<ul><li>Comunicação de Massas e Cibercultura coexistem </li></ul>
<ul><li>Vale a pena lembrar “A Pele da Cultura” de Kerckhove </li></ul>
 
<ul><li>A tecnologia materializou a “ aldeia global ” de McLuhan </li></ul>
<ul><li>Partiu da ficção para o real: o  Ciberespaço  de Gibson </li></ul>
<ul><li>E deu vida à utopia de Jean Cloutier: a  era de EMEREC </li></ul>
<ul><li>Mas quem é o EMEREC? </li></ul>
<ul><li>A Time respondeu </li></ul>
<ul><li>2006 </li></ul>
<ul><li>Afinal estamos a falar de quê? </li></ul>
<ul><li>Tecnologia? </li></ul>
<ul><li>Comunicação? </li></ul>
<ul><li>Jornalismo? </li></ul>
<ul><li>Pessoas? </li></ul>
<ul><li>Falamos de um novo espaço. </li></ul>
<ul><li>Uma esfera “tecno-social”… </li></ul>
<ul><li>…  que tem a comunicação como elemento central… </li></ul>
<ul><li>…  onde os leitores foram convertidos em UTILIZADORES… </li></ul>
<ul><li>…  numa esfera sem fronteiras de tempo e espaço… </li></ul>
<ul><li>…  onde o jornalismo existe num continuum. </li></ul>
<ul><li>Ciberjornalismo, Jornalismo Online, Webjornalismo… </li></ul>
<ul><li>…  definições para uma mesma realidade… </li></ul>
<ul><li>…  que passou por várias fases/gerações… </li></ul>
<ul><li>…  e enfrenta agora um fenómeno incontornável: </li></ul>
 
<ul><li>O’Reilly (2004):  a Web 2.0 é uma atitude, não uma tecnologia </li></ul>
<ul><li>Realidade sócio-comunicacional em permanente mutação </li></ul>
<ul><li>A Web entendida como plataforma para propiciar ambientes. </li></ul>
<ul><li>O utilizador no centro das aplicações </li></ul>
 
<ul><li>Ainda estamos a falar de novos media? </li></ul>
<ul><li>Não. </li></ul>
<ul><li>Duas realidades:  novos media  e  self media </li></ul>
<ul><li>Em coexistência com os mass media… </li></ul>
<ul><li>…  a influenciarem-se mutuamente. </li></ul>
<ul><li>Mas atenção:  os self media não são produto da Web 2.0 . </li></ul>
<ul><li>Os self media são uma extensão dos novos media e… </li></ul>
<ul><li>…  as novas plataformas da Web 2.0 potenciam-nos. </li></ul>
<ul><li>Novas plataformas? </li></ul>
 
<ul><li>“ Aldeia Global”? </li></ul>
 
<ul><li>Recapitulando… </li></ul>
<ul><li>Mass media + novos media = convergência </li></ul>
<ul><li>Novos media = informação profissionalizada </li></ul>
 
<ul><li>Self media  =  utilizador comum com novos acessos, novas ferramentas e possibilidade de entrar na esfera pública d...
<ul><li>Parêntesis na conversa : a esfera pública da rede é global? A questão do acesso. </li></ul>
<ul><li>De volta aos self media… </li></ul>
<ul><li>O leitor foi convertido em UTILIZADOR… </li></ul>
<ul><li>…  e os utilizadores foram convertidos em MEDIA. </li></ul>
<ul><li>O paradigma do colectivo: os SOCIAL MEDIA. </li></ul>
 
<ul><li>Os social media são o suporte do novo consumidor de informação. </li></ul>
<ul><li>Consumer 2.0 </li></ul>
 
<ul><li>Postulam os tecnófilos: </li></ul>
<ul><li>Inteligência Colectiva (Lévy) </li></ul>
<ul><li>Intercriatividade (Berners-Lee) </li></ul>
<ul><li>Multidões Inteligentes (Rheingold) </li></ul>
<ul><li>Fim dos Great Good Places (Oldenburg) </li></ul>
<ul><li>A verdade é que existe um novo consumidor… </li></ul>
<ul><li>…  que é simultaneamente produtor: </li></ul>
<ul><li>PROSUMERS (Alvin Tofler) </li></ul>
<ul><li>“ Novas” palavras-chave: </li></ul>
<ul><li>Tags, RSS, Crowdsourced Content, Social Bookmarking, Wikis, Podcasts, Social Networking, Microblogging, Tumblelog,...
<ul><li>Espaços próprios: </li></ul>
<ul><li>Twitter, Facebook, YouTube, Flickr, Delicious, Second Life, Linkedin, Entropia Universe, Active Worlds, Digg, Frie...
<ul><li>Multi-plataformas, Agregadores de Conteúdos, Novos dispositivos  </li></ul>
<ul><li>ENTÃO: Cidadão jornalista, como disse Dan Gillmor? </li></ul>
<ul><li>Várias interpretações, mas uma realidade: os  PROSUMERS  existem. </li></ul>
<ul><li>Mesclam os self media nos media sociais, para terem “altifalante”. </li></ul>
<ul><li>E de repente… </li></ul>
<ul><li>Janeiro 2009 </li></ul>
<ul><li>Claro: não é novo. </li></ul>
<ul><li>Tsunami na Ásia, Furacão Katrina… </li></ul>
<ul><li>Furacão Katrina - 2005 </li></ul>
<ul><li>A diferença está no acesso aos meios... </li></ul>
 
 
<ul><li>…  na possibilidade de imediatismo, combinada com a interacção… </li></ul>
 
<ul><li>…  no potencial de audiência... </li></ul>
 
<ul><li>... e no próprio conteúdo ( user-generated content )… </li></ul>
 
 
<ul><li>Os  SELF MEDIA  avançaram  da opinião para a informação , agora de forma  agregada  e  colaborativa  nos  SOCIAL M...
<ul><li>A política já percebeu: </li></ul>
<ul><li>Obama fez História:  YES WEB CAN . </li></ul>
<ul><li>E o Jornalismo? </li></ul>
<ul><li>“ Temos tendência a pensar o novo a partir da cultura do velho” (Orihuela) </li></ul>
<ul><li>Já foi mais verdade… </li></ul><ul><li>Há grandes mudanças no Jornalismo. Online e Offine, o Jornalismo já é  DIGI...
<ul><li>A ideia permanente de CONVERGÊNCIA e a procura de novos modelos de comunicação. </li></ul>
<ul><li>RECAPITULANDO </li></ul>
<ul><li>REALIDADE:  A tecnologia permite que os utilizadores se  convertam  em media. </li></ul>
<ul><li>Palavras de ordem dos novos públicos:  participação, mobilidade, poder. </li></ul>
 
<ul><li>Exigência ao Jornalismo:  valores idênticos, práticas renovadas e novas relações (com a audiência, tecnologias e a...
<ul><li>Novas práticas:  desenvolver  uma cultura   hipertextual,  incentivar  feedback,  promover  a (re)utilização de co...
<ul><li>Conclusão:  nenhuma. Muitas perguntas e uma certeza. </li></ul>
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<ul><li>Aos jornalistas:  </li></ul><ul><li>Cabe a difícil tarefa de reaprender a fazer Jornalismo com as novas configuraç...
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<ul><li>Aos estudantes:  </li></ul><ul><li>Cabe a mais importante das tarefas: incorporar a REALIDADE… </li></ul>
<ul><li>…  de já não existir o “Going Online” mas antes o “Being Online”. </li></ul>
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Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers”

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Apresentação feita no Seminário de Ciberjornalismo do Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade do Porto. 20 de Abril de 2009.

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Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers”

  1. 1. Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers” Inês Amaral (ISMT e CECS – UMinho) http://ciberesfera.com | inesamaral@gmail.com Seminário de Ciberjornalismo do Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade do Porto - 20.Abril.2009
  2. 2. <ul><li>Ponto de partida </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Cenário de mudança de paradigma </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Da Comunicação de Massas… </li></ul>
  5. 6. <ul><li>À Comunicação em Rede </li></ul>
  6. 8. <ul><li>Duas realidades: mass media E novos media </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Novo paradigma da comunicação: </li></ul>
  8. 10. <ul><li>INDIVIDUALIZAÇÃO </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Novos modelos de comunicação </li></ul>
  10. 12. <ul><li>Novo espaço </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Novas dimensões sociais </li></ul>
  12. 14. <ul><li>E um novo paradigma social: </li></ul>
  13. 15. <ul><li>COLECTIVO </li></ul>
  14. 16. <ul><li>COLECTIVO = INDIVIDUALIZAÇÃO?! </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Sem contradições, uma realidade </li></ul>
  16. 18. <ul><li>MAS </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Sem anular o paradigma anterior </li></ul>
  18. 21. <ul><li>Comunicação de Massas e Cibercultura coexistem </li></ul>
  19. 22. <ul><li>Vale a pena lembrar “A Pele da Cultura” de Kerckhove </li></ul>
  20. 24. <ul><li>A tecnologia materializou a “ aldeia global ” de McLuhan </li></ul>
  21. 25. <ul><li>Partiu da ficção para o real: o Ciberespaço de Gibson </li></ul>
  22. 26. <ul><li>E deu vida à utopia de Jean Cloutier: a era de EMEREC </li></ul>
  23. 27. <ul><li>Mas quem é o EMEREC? </li></ul>
  24. 28. <ul><li>A Time respondeu </li></ul>
  25. 29. <ul><li>2006 </li></ul>
  26. 30. <ul><li>Afinal estamos a falar de quê? </li></ul>
  27. 31. <ul><li>Tecnologia? </li></ul>
  28. 32. <ul><li>Comunicação? </li></ul>
  29. 33. <ul><li>Jornalismo? </li></ul>
  30. 34. <ul><li>Pessoas? </li></ul>
  31. 35. <ul><li>Falamos de um novo espaço. </li></ul>
  32. 36. <ul><li>Uma esfera “tecno-social”… </li></ul>
  33. 37. <ul><li>… que tem a comunicação como elemento central… </li></ul>
  34. 38. <ul><li>… onde os leitores foram convertidos em UTILIZADORES… </li></ul>
  35. 39. <ul><li>… numa esfera sem fronteiras de tempo e espaço… </li></ul>
  36. 40. <ul><li>… onde o jornalismo existe num continuum. </li></ul>
  37. 41. <ul><li>Ciberjornalismo, Jornalismo Online, Webjornalismo… </li></ul>
  38. 42. <ul><li>… definições para uma mesma realidade… </li></ul>
  39. 43. <ul><li>… que passou por várias fases/gerações… </li></ul>
  40. 44. <ul><li>… e enfrenta agora um fenómeno incontornável: </li></ul>
  41. 46. <ul><li>O’Reilly (2004): a Web 2.0 é uma atitude, não uma tecnologia </li></ul>
  42. 47. <ul><li>Realidade sócio-comunicacional em permanente mutação </li></ul>
  43. 48. <ul><li>A Web entendida como plataforma para propiciar ambientes. </li></ul>
  44. 49. <ul><li>O utilizador no centro das aplicações </li></ul>
  45. 51. <ul><li>Ainda estamos a falar de novos media? </li></ul>
  46. 52. <ul><li>Não. </li></ul>
  47. 53. <ul><li>Duas realidades: novos media e self media </li></ul>
  48. 54. <ul><li>Em coexistência com os mass media… </li></ul>
  49. 55. <ul><li>… a influenciarem-se mutuamente. </li></ul>
  50. 56. <ul><li>Mas atenção: os self media não são produto da Web 2.0 . </li></ul>
  51. 57. <ul><li>Os self media são uma extensão dos novos media e… </li></ul>
  52. 58. <ul><li>… as novas plataformas da Web 2.0 potenciam-nos. </li></ul>
  53. 59. <ul><li>Novas plataformas? </li></ul>
  54. 61. <ul><li>“ Aldeia Global”? </li></ul>
  55. 63. <ul><li>Recapitulando… </li></ul>
  56. 64. <ul><li>Mass media + novos media = convergência </li></ul>
  57. 65. <ul><li>Novos media = informação profissionalizada </li></ul>
  58. 67. <ul><li>Self media = utilizador comum com novos acessos, novas ferramentas e possibilidade de entrar na esfera pública da rede (global?) </li></ul>
  59. 68. <ul><li>Parêntesis na conversa : a esfera pública da rede é global? A questão do acesso. </li></ul>
  60. 69. <ul><li>De volta aos self media… </li></ul>
  61. 70. <ul><li>O leitor foi convertido em UTILIZADOR… </li></ul>
  62. 71. <ul><li>… e os utilizadores foram convertidos em MEDIA. </li></ul>
  63. 72. <ul><li>O paradigma do colectivo: os SOCIAL MEDIA. </li></ul>
  64. 74. <ul><li>Os social media são o suporte do novo consumidor de informação. </li></ul>
  65. 75. <ul><li>Consumer 2.0 </li></ul>
  66. 77. <ul><li>Postulam os tecnófilos: </li></ul>
  67. 78. <ul><li>Inteligência Colectiva (Lévy) </li></ul>
  68. 79. <ul><li>Intercriatividade (Berners-Lee) </li></ul>
  69. 80. <ul><li>Multidões Inteligentes (Rheingold) </li></ul>
  70. 81. <ul><li>Fim dos Great Good Places (Oldenburg) </li></ul>
  71. 82. <ul><li>A verdade é que existe um novo consumidor… </li></ul>
  72. 83. <ul><li>… que é simultaneamente produtor: </li></ul>
  73. 84. <ul><li>PROSUMERS (Alvin Tofler) </li></ul>
  74. 85. <ul><li>“ Novas” palavras-chave: </li></ul>
  75. 86. <ul><li>Tags, RSS, Crowdsourced Content, Social Bookmarking, Wikis, Podcasts, Social Networking, Microblogging, Tumblelog, Digg This, Stumbling… </li></ul>
  76. 87. <ul><li>Espaços próprios: </li></ul>
  77. 88. <ul><li>Twitter, Facebook, YouTube, Flickr, Delicious, Second Life, Linkedin, Entropia Universe, Active Worlds, Digg, FriendFeed, StumbleUpon… </li></ul>
  78. 89. <ul><li>Multi-plataformas, Agregadores de Conteúdos, Novos dispositivos </li></ul>
  79. 90. <ul><li>ENTÃO: Cidadão jornalista, como disse Dan Gillmor? </li></ul>
  80. 91. <ul><li>Várias interpretações, mas uma realidade: os PROSUMERS existem. </li></ul>
  81. 92. <ul><li>Mesclam os self media nos media sociais, para terem “altifalante”. </li></ul>
  82. 93. <ul><li>E de repente… </li></ul>
  83. 94. <ul><li>Janeiro 2009 </li></ul>
  84. 95. <ul><li>Claro: não é novo. </li></ul>
  85. 96. <ul><li>Tsunami na Ásia, Furacão Katrina… </li></ul>
  86. 97. <ul><li>Furacão Katrina - 2005 </li></ul>
  87. 98. <ul><li>A diferença está no acesso aos meios... </li></ul>
  88. 101. <ul><li>… na possibilidade de imediatismo, combinada com a interacção… </li></ul>
  89. 103. <ul><li>… no potencial de audiência... </li></ul>
  90. 105. <ul><li>... e no próprio conteúdo ( user-generated content )… </li></ul>
  91. 108. <ul><li>Os SELF MEDIA avançaram da opinião para a informação , agora de forma agregada e colaborativa nos SOCIAL MEDIA . </li></ul>
  92. 109. <ul><li>A política já percebeu: </li></ul>
  93. 110. <ul><li>Obama fez História: YES WEB CAN . </li></ul>
  94. 111. <ul><li>E o Jornalismo? </li></ul>
  95. 112. <ul><li>“ Temos tendência a pensar o novo a partir da cultura do velho” (Orihuela) </li></ul>
  96. 113. <ul><li>Já foi mais verdade… </li></ul><ul><li>Há grandes mudanças no Jornalismo. Online e Offine, o Jornalismo já é DIGITAL . </li></ul>
  97. 114. <ul><li>A ideia permanente de CONVERGÊNCIA e a procura de novos modelos de comunicação. </li></ul>
  98. 115. <ul><li>RECAPITULANDO </li></ul>
  99. 116. <ul><li>REALIDADE: A tecnologia permite que os utilizadores se convertam em media. </li></ul>
  100. 117. <ul><li>Palavras de ordem dos novos públicos: participação, mobilidade, poder. </li></ul>
  101. 119. <ul><li>Exigência ao Jornalismo: valores idênticos, práticas renovadas e novas relações (com a audiência, tecnologias e as fontes). </li></ul>
  102. 120. <ul><li>Novas práticas: desenvolver uma cultura hipertextual, incentivar feedback, promover a (re)utilização de conteúdos ( inevitável ), entrar nos espaços onde estão os utilizadores, valorizar o user-generated content, produzir para vários dispositivos, interagir nos media sociais, ENTENDER o cenário digital e as suas tags (crowdsourcing, social boomarking…). </li></ul>
  103. 121. <ul><li>Conclusão: nenhuma. Muitas perguntas e uma certeza. </li></ul>
  104. 122. <ul><li>Muitas perguntas: </li></ul><ul><li>O Gatekeeper desaparece? </li></ul><ul><li>A rede é só um imenso agregador? </li></ul><ul><li>De quem é a propriedade intelectual? </li></ul><ul><li>Os novos dispositivos confundem entretenimento e jornalismo? </li></ul><ul><li>O utilizador é jornalista? </li></ul><ul><li>O que acontece à profissão de Jornalista? </li></ul>
  105. 123. <ul><li>Uma certeza: </li></ul><ul><li>A rede está em permanente estado de reinvenção. </li></ul>
  106. 124. <ul><li>Aos jornalistas: </li></ul><ul><li>Cabe a difícil tarefa de reaprender a fazer Jornalismo com as novas configurações tecnológicas, que afectam mass media e novos media, e conviver com os self media e media sociais. </li></ul>
  107. 125. <ul><li>Aos académicos: </li></ul><ul><li>Cabe a tarefa de investigar os novos públicos e as suas especificidades, novas práticas jornalísticas, novos dispositivos e as suas potencialidades. </li></ul>
  108. 126. <ul><li>Aos estudantes: </li></ul><ul><li>Cabe a mais importante das tarefas: incorporar a REALIDADE… </li></ul>
  109. 127. <ul><li>… de já não existir o “Going Online” mas antes o “Being Online”. </li></ul>

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