Influenza a

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Influenza a

  1. 1. Influenza A   É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
  2. 2. Histórico da Influenza A <ul><li>  Clinicamente, a doença inicia-se com a instalação abrupta de febre alta, em geral acima de 38oC, seguida de mialgia, dor de garganta, prostração, dor de cabeça e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Com a sua progressão, os sintomas respiratórios tornam-se mais evidentes e mantém-se em geral por três a quatro dias após o desaparecimento da febre.Os vírus influenza são compostos de RNA de hélice única, da família dos Ortomixovírus e subdividem-se em três tipos: A, B e C, de acordo com sua diversidade antigênica. Os vírus podem sofrer mutações (transformações em sua estrutura). Os tipos A e B causam maior morbidade (doença) e mortalidade (mortes) que o tipo C. Geralmente as epidemias e pandemias (epidemia em vários países) estão associadas ao vírus influenza A. </li></ul><ul><li>     </li></ul>
  3. 3. <ul><li>As principais características do processo de transmissão da influenza são: alta transmissibilidade, principalmente em relação à influenza A; maior gravidade entre os idosos, as crianças, os imunodeprimidos, os cardiopatas e os pneumopatas;  rápida variação antigênica do vírus influenza A, o que favorece a rápida reposição do estoque de susceptíveis na população; apresenta-se como zoonose entre aves selvagens e domésticas, suínos, focas e eqüinos que, desse modo, também constituem-se em reservatórios dos vírus. Outras informações podem ser encontradas no Guia de Vigilância Epidemiológica da Influenza/Ministério da Saúde. </li></ul>
  4. 4. Perguntas e Respostas <ul><li>1 - Definição </li></ul><ul><li>- O que é influenza A (H1N1)? </li></ul><ul><li>É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. </li></ul><ul><li>- O que significa H1N1? </li></ul><ul><li>Hemaglobulina 1 e Neuraminidase 1. Existem vários números, dependendo do tipo de vírus. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  5. 5. <ul><li>- Qual a diferença entre a gripe comum e a influenza A (H1N1)? </li></ul><ul><li>Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. Deve-se orientar a população a procurar seu médico ou um posto de saúde quando do aparecimento dos sintomas. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>- Esse vírus influenza A (H1N1) é mais violento e mata mais do que o normal? </li></ul><ul><li>Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus A (H1N1) não se apresentou mais violento ou mortal. No entanto, estudos mais aprofundados ainda devem ser realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus. </li></ul>
  6. 6. 2 - Transmissão e Medidas de Prevenção <ul><li>- Como ocorre a transmissão? </li></ul><ul><li>O vírus é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou do espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. No entanto, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. </li></ul><ul><li>- Quando infectada, por quanto tempo uma pessoa com o vírus da nova gripe transmite a doença? </li></ul><ul><li>O período de transmissibilidade da doença é diferente entre adultos e crianças. Nos adultos, o período é de sete dias após o aparecimento dos sintomas, enquanto em crianças este período vai de dois dias antes até 14 dias após o início dos sintomas. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>- Quais as medidas de prevenção que devem ser repassadas à população? </li></ul><ul><li>A população deve ser orientada a tomar alguns cuidados de higiene, como lavar bem e com freqüência as mãos com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar. </li></ul><ul><li>- Por que a doença atinge mais os jovens? </li></ul><ul><li>  Embora a incidência da doença seja maior entre jovens, ainda não há estudos mundiais conclusivos sobre a transmissibilidade da doença, ou seja, que esclareça melhor o comportamento da nova doença. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>- É possível ser infectado com a influenza A (H1N1) enquanto está com gripe comum? </li></ul><ul><li>Não. Um dos motivos para que isso ocorra é a concorrência natural entre os vírus, o que leva à predominância de um em detrimento do outro. Por isso, não há infecção simultânea pelo vírus influenza. </li></ul><ul><li>- Uma pessoa pode ter influenza mais de uma vez? </li></ul><ul><li>  Sim, mas não causada pelo mesmo subtipo de vírus e nem em um curso espaço de tempo. Isso porque a pessoa fica imunizada pelo subtipo de vírus depois de ter a doença. Também porque o vírus circula mais em um determinado período do ano (por isso é chamado de sazonal), especialmente no inverno, estação que varia de acordo com o hemisfério do planeta. No caso do Brasil, a circulação do vírus da gripe aumento no período de junho a outubro. Portanto, a probabilidade de uma pessoa contrair gripe nesse intervalo de tempo é maior. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>- A pessoa que teve influenza cria imunidade ao vírus? </li></ul><ul><li>Sim. Esse comportamento é comum em infecções por vírus. Depois de contrair a doença, o organismo humano cria defesas contra o “inimigo”, evitando futuras infecções pelo mesmo vírus. </li></ul><ul><li>- Qual a influência das estações do ano na disseminação do vírus? </li></ul><ul><li>No inverno, em virtude das baixas temperaturas e da maior permanência das pessoas em locais fechados, o risco de transmissão é maior. Mas embora o risco de transmissão seja reduzido antes e depois do inverno, as recomendações para a prevenção do vírus influenza A (H1N1), bem como dos outros tipos de vírus da gripe, são as mesmas: lavar as mãos constantemente, evitar por as mãos na boca e nos olhos, evitar aglomerações em ambientes fechados, proteger a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, usar lenço descartável, limpar sempre as superfícies de mesas, telefones, maçanetas e outros móveis e objetos de uso coletivo, bem como ficar atento ao surgimento de casos da doença na comunidade, em ambientes de trabalho ou na escola. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>- Que medidas adotar para evitar a disseminação do vírus, a partir do momento em que o paciente procura o posto de saúde? É preciso usar máscara cirúrgica? </li></ul><ul><li>Se o paciente apresentar tosse ou espirro e secreções nasais, deve-se oferecer a ele máscara cirúrgica, para evitar a transmissão a outras pessoas. </li></ul><ul><li>- A pessoa assintomática pode transmitir o vírus? </li></ul><ul><li>Sim. É importante lembrar que as medidas de higiene respiratória e pessoal devem ser praticadas independentemente da presença ou não de sintomas, pois apresentam resultado muito importante na interrupção da transmissão. </li></ul>
  11. 11. 3 - Sintomas <ul><li>- Quais são os sintomas dos casos graves da gripe causada pelo vírus influenza A (H1N1) e que devem ser encaminhados aos hospitais de referência? </li></ul><ul><li>  Pessoas com febre acima de 38ºC, tosse, dispnéia (dificuldade respiratória), acompanhada ou não de dor de garganta ou manifestações gastrointestinais. </li></ul><ul><li>Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fatores de risco, que são: idade inferior a dois anos ou superior a 60 anos, imunodepressão (como em pacientes com câncer ou em tratamento para AIDS), pacientes com hemoglobinopatias, diabetes mellitus, obesos (IMC > 35), cardiopatas, pneumopatas, doentes renais e pacientes com outras condições crônicas. </li></ul><ul><li>- Há possibilidade de o paciente ter a doença e não ter os sintomas? </li></ul><ul><li>Sim. Podem ocorrer casos assintomáticos, quando a pessoa tem o vírus no organismo, mas não apresenta os sintomas mais comuns, como febre alta repentina, tosse e dor nas articulações, entre outros. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  12. 12. <ul><li>- Sobre os sintomas, há algum que impreterivelmente esteja presente? Qual seria? </li></ul><ul><li>Febre e, em casos graves, além de febre e tosse, há dificuldade para respirar e outros sinais avaliados pelo médico. </li></ul><ul><li>- A diarreia é um dos sintomas da influenza A (H1N1)? </li></ul><ul><li>Algumas pessoas apresentam alterações gastrointestinais, como vômito e diarreia, mas estes são sintomas mais raros. </li></ul>
  13. 13. 4 - Medidas de biossegurança - ANVISA <ul><li>- O novo vírus influenza A (H1N1) é transmitido às pessoas mediante o consumo de carne de porco processada ou de outros produtos alimentícios? </li></ul><ul><li>Não há evidências de transmissão do vírus influenza A (H1N1) pelo consumo de carne de porco ou de quaisquer produtos alimentícios. </li></ul><ul><li>Ademais, os tratamentos térmicos utilizados comumente no cozimento da carne de porco eliminam qualquer vírus potencialmente perigoso e presente em carne crua. </li></ul><ul><li>Portanto, é importante que todos os alimentos, inclusive a carne de porco e seus derivados, sejam consumidos bem cozidos. Para que o cozimento seja adequado, a temperatura de 70°C tem que ser atingida em todas as partes dos produtos. As carnes devem perder a aparência rosa ou o aspecto sangrento. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>- Quais cuidados os serviços de alimentação devem adotar durante a manipulação alimentos, inclusive da carne de porco? </li></ul><ul><li>As orientações sobre segurança na manipulação de produtos alimentícios devem ser aplicadas a todos os tipos de alimentos. As Cinco Chaves para uma Alimentação Mais Segura, publicadas pela Organização Mundial da Saúde trazem diversas diretrizes para a manutenção da inocuidade dos alimentos durante seu preparo. São elas: Mantenha a limpeza, Separe alimentos crus de alimentos cozidos, Cozinhe bem os alimentos, Mantenha os alimentos a temperaturas seguras, Use água e matérias-primas seguras. Informações mais detalhadas podem ser encontradas no endereço: http://www.who.int/foodsafety/consumer/manual_keys_portuguese.pdf  </li></ul>
  15. 15. <ul><li>- Que outras medidas devem ser adotadas durante o manuseio de alimentos? </li></ul><ul><li>A carne e os produtos de suínos, manipulados de acordo com as práticas de higiene não são uma fonte de infecção. Além do controle da temperatura, durante a preparação dos alimentos deve-se evitar o contato direto ou indireto entre alimentos crus, semipreparados e prontos para o consumo para que os micróbios presentes no alimento cru não contaminem o alimento preparado.  </li></ul><ul><li>Os serviços de alimentação devem redobrar os cuidados com a limpeza dos utensílios como: copos, pratos, talheres e panelas. As instalações sanitárias devem possuir lavatórios e estar supridas de produtos destinados à higiene pessoal, tais como, papel higiênico, sabonete líquido inodoro, produto anti-séptico (por exemplo, álcool a 70% em gel, ou líquido) e toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro para secagem das mãos. A restrição à circulação de pessoas na cozinha deve ser rigorosa. Somente os manipuladores de alimentos devem ter acesso à cozinha, devidamente uniformizados. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Após serem submetidos à cocção, os alimentos preparados devem ser mantidos em condições de tempo e de temperatura que não favoreçam a multiplicação microbiana. Para conservação a quente, os alimentos devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, seis horas. As pessoas que manipulam alimentos crus devem realizar a lavagem das mãos utilizando água corrente e sabonete antes de manusear alimentos preparados.  </li></ul><ul><li>Os manipuladores que trabalham nos serviços de alimentação devem adotar procedimentos que minimizem o risco de contaminação dos alimentos preparados por meio da anti-sepsia das mãos, isto é, usando álcool a 70% em gel, ou líquido e pelo uso de utensílios ou luvas descartáveis. A adequada higiene das mãos e durante o manuseio de alimentos são medidas sempre importantes para garantir a segurança dos produtos alimentícios. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>- Quais cuidados devem ser adotados ao frequentar serviços de alimentação, tais como restaurantes, lanchonetes, bares e cantinas escolares? </li></ul><ul><li>Primeira medida e a mais importante: lave as mãos, principalmente antes de consumir algum alimento. Sabemos que alguns micróbios vivem por algumas horas em superfícies como mesas de restaurantes, de cafeterias e maçanetas de portas. Portanto, evite tocá-las desnecessariamente. </li></ul><ul><li>Evite também tocar os olhos, boca e nariz após contato com essas superfícies e não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e copos. Beba muito líquido e prefira alimentos nutritivos. Além disso, não fale, cante, tussa, assovie ou espirre sobre os alimentos. Prefira os serviços de alimentação que sejam bem arejados e que não tenham aglomerações de pessoas. </li></ul>
  18. 18. 5 - Tratamento <ul><li>- A gripe A (H1N1) se cura sozinha ou todos os casos devem ser tratados com antiviral? A maioria dos casos se apresenta da forma leve e se cura com hidratação, boa alimentação e repouso. </li></ul><ul><li>- Em casos suspeitos, quem deve prestar o primeiro atendimento ao paciente? O paciente deve ser atendo na unidade de atenção primária (posto de saúde) mais próxima de sua residência. Se for o caso, a unidade de atenção primária encaminha o paciente aos hospitais de referência. </li></ul><ul><li>- A pessoa que estiver com suspeita da gripe A (H1N1), ao procurar um posto de saúde, não estaria expondo as outras pessoas? Por que não mandá-la diretamente ao hospital de referência? Se o paciente apresentar tosse ou espirro e secreções nasais, deve receber máscara cirúrgica, para evitar a transmissão para outras pessoas. Grande parte dos casos de gripe pode ser tratado e acompanhado no ambulatório. Os hospitais de referência devem ser reservados para atender os casos graves. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>- Qual o procedimento a ser adotado pelos municípios que não têm hospital de referência? </li></ul><ul><li>Todos os estados possuem um Plano de Enfrentamento de Pandemia, em que consta o fluxo de atendimento a ser cumprido e quais são os hospitais de contenção e de referência (retaguarda). A atenção básica tem um papel fundamental no monitoramento e acompanhamento dos casos leves, que correspondem à maioria. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>- Para quem é indicado o tratamento com fosfato de Oseltamivir (Tamiflu)? O Ministério da Saúde liberou o uso do medicamento para todas as pessoas? O Ministério da Saúde não recomenda o uso do Oseltamivir para toda a população porque o uso inadequado do produto pode levar à resistência do vírus ao medicamento. Além disso, o uso sem controle e desnecessário do Oseltamivir pode levar ao desabastecimento, o que traria danos a toda a população, além do risco de reação adversa. </li></ul><ul><li>Portanto, a medida adotada pelo governo brasileiro tem o objetivo de evitar que o vírus da nova gripe crie resistência ao único tratamento disponível no mundo. Além disso, o uso racional do Oseltamivir no tratamento da influenza A (H1N1) é uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar maiores riscos à saúde pública. Está indicado o uso do Oseltamivir para todas as pessoas que apresentarem a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): pessoa em qualquer idade com febre repentina acima de 38º, tosse e dificuldade de respirar (dispnéia) ou com outros sintomas, como dores no corpo e nas articulações. Esses são os indivíduos que exigem hospitalização. Também está indicado para os casos de pessoas que apresentem sintomas e façam parte do grupo de risco ou que apresentem fatores de risco para complicação da doença, com as mulheres grávidas. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>- O tratamento se inicia mesmo sem a confirmação laboratorial? O que é feito com o paciente até sair o resultado final? Para os casos em que está indicado o tratamento com o Oseltamivir, o procedimento deve ser iniciado independentemente do resultado de laboratório. A conduta clínica independe do resultado do exame. </li></ul><ul><li>- O remédio só faz efeito se for tomado até 48 horas após o início dos sintomas? Esta é a evidência e a orientação do fabricante. </li></ul><ul><li>- Qual o tempo de duração do tratamento com Tamiflu? A duração do tratamento é de cinco dias. </li></ul><ul><li>- Existe alguma contra-indicação em relação ao uso de salicilatos (como aspirina) em casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo vírus influenza A (H1N1)? Sim, apenas para menores de 18 anos. Os salicilatos, encontrados em analgésicos, antitérmicos e antiinflamatórios, são contra indicados para pessoas com idade inferior a 18 anos, por causa do risco de desenvolvimento da Síndrome de Reye, distúrbio raro do fígado e cérebro, que pode ser fatal. </li></ul>
  22. 22. 6 - Diagnóstico <ul><li>- Quem faz a coleta de material biológico para análise laboratorial? O próprio posto de saúde, um laboratório especializado ou o hospital de referência? </li></ul><ul><li>Em todos os estados existem pessoas habilitadas para a coleta de amostras alocadas nos hospitais de referência. O exame laboratorial para diagnóstico específico de influenza A (H1N1) somente será indicado para: </li></ul><ul><li>1 – acompanhar casos de doença respiratória aguda grave, segundo avaliação do médico assistente; e </li></ul><ul><li>2 – em amostras de casos de surtos de síndrome gripal em comunidades fechadas, segundo orientação da vigilância epidemiológica local. </li></ul><ul><li>- O exame laboratorial já é realizado pela rede particular de saúde? </li></ul><ul><li>Não. O exame laboratorial está sendo realizado nos laboratórios de referência nacional e regionais do Brasil e em três unidades da rede de Laboratórios Centrais de Saúde Pública, dependendo da procedência da amostra. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>- Que tipo de amostra deve ser coletada? </li></ul><ul><li>O diagnóstico é feito a partir de amostras de secreções de nariz e faringe. O médico pode sugerir a coleta de outros espécimes, se se considerarem outras hipóteses diagnósticas. </li></ul><ul><li>- Como o cidadão fica sabendo do resultado dos exames? Qual o tempo para sair o resultado? </li></ul><ul><li>Devido ao grande volume de casos leves, dos quais foram coletadas amostras, o Ministério da Saúde decidiu priorizar a realização de exames para os casos considerados graves e para os óbitos. </li></ul><ul><li>Os resultados dos exames são encaminhados, de forma concomitante, à Secretaria de Vigilância e às respectivas Secretarias Estaduais de Saúde, que podem disponibilizá-los ao cidadão, por meio da rede de assistência. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>- Por que não são realizados exames em todas as pessoas com suspeita da doença? </li></ul><ul><li>Nas áreas onde já há casos confirmados laboratorialmente pode-se diagnosticar pelo critério clínico (pessoas da mesma área que apresentem os mesmos sinais ou sintomas) e vínculo epidemiológico (a existência comprovada de outros casos). Não havendo necessidade de comprovação laboratorial. </li></ul><ul><li>- Existe um kit de diagnóstico rápido? </li></ul><ul><li>Sim, existe um kit de diagnóstico rápido que é usado em alguns países. Porém, ele funciona apenas para dizer se o paciente tem gripe ou não. Mas o teste permite dizer se a infecção é causada pela Influenza A (H1N1) e pode apresentar resultados incorretos. </li></ul>
  25. 25. 7 - Vacina <ul><li>Vacina H1N1 - Data e Calendário Campanha Vacinação Gripe 2010 A Campanha Nacional de Vacinação contra gripe H1N1 começou no dia 19 de Março de 2010, sendo que a campanha será realizada em cinco etapas contra o vírus H1N1 que ocorrerão em todos os municípios do Brasil, foram recebidas mais de 170 mil doses da vacina para a primeira etapa, 30 mil somente para Porto Alegre, sendo que a estimativa do governo é que sejam vacinadas cerca de 127 mil trabalhadores da saúde e 20 mil indígenas. Organização Mundial da Saúde – OMS, recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas, sendo que no Brasil a vacinação foi ampliada para outros três grupos, sendo crianças de 06 meses a menos de 2 anos de idade e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos de idade. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>O Calendário de vacinação contra gripe a influenza H1N1 2010 , segue a lista com as datas para que os grupos de pessoas sejam devidamente imunizados contra o vírus H1N1: • Dia 08 de Março a 19 de Março – Profissionais de Saúde e Indígenas • Dia 22 de Março a 21 de Maio – Gestantes. • Dia 22 de Março a 02 de Abril – Doentes Crônicos, exceto idosos e crianças de 06 meses a 02 anos. • Dia 05 de Abril a 23 de Abril – Jovens de 20 a 29 anos. • Dia 24 de Abril a 07 de Maio – Idosos com mais de 60 anos com doenças crônicas. • Dia 10 de Maio a 21 de Maio – Pessoas de 30 a 39 anos. </li></ul>
  27. 27. 8 - Suscetibilidade e Resistência <ul><li>- Existe risco de a mulher grávida ter a doença e trazer alguma complicação para a gestação e o feto? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>A gravidez é um fator de risco para complicações por influenza. </li></ul>
  28. 28. 9 - Situação Epidemiológica <ul><li>- Qual a letalidade da influenza A (H1N1)? </li></ul><ul><li>A situação epidemiológica atual, no Brasil e no mundo, caracteriza-se por uma pandemia com predominância de casos clinicamente leves e com baixa letalidade. Como não há mais notificação de todos os casos suspeitos e a coleta de material para exames laboratoriais está indicada só para casos graves, por orientação da Organização Mundial da Saúde, é difícil precisar a taxa de letalidade. A média apresentada até o momento é de 0,5 no mundo. A prioridade, no Brasil, no momento, é trabalhar para evitar casos graves e óbitos. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>- Como é feito o controle epidemiológico da doença? </li></ul><ul><li>  Por meio de estratégias integradas, adotadas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS): vigilância de doença respiratória grave, investigação de surtos de síndrome gripal, monitoramento das internações e da mortalidade por influenza e pneumonia, vigilância de síndrome gripal em unidades sentinelas. </li></ul><ul><li>Assim como já ocorre com surtos de gripe comum, será confirmada uma amostra de casos. As pessoas que estiveram no mesmo ambiente, como casa, escola e trabalho e apresentaram sintomas semelhantes serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, há no Brasil 62 unidades de Rede Sentinela em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus Influenza e a ocorrência de surtos, por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>- Já foi realizado um seqüenciamento genético do vírus? </li></ul><ul><li>Sim, a exemplo do que ocorre com a influenza sazonal, cujo monitoramento é feito de forma sistemática. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Acesse: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>http://sites.google.com/site/web2influenza/home </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Participe no Blog: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>http://web2influenza.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>  </li></ul>

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