Metabolismo para Enfermagem Parte 1

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  • FIGURE 13-8a Alternative ways of showing the structure of inorganic orthophosphate. (a) In one (inadequate) representation, three oxygens are single-bonded to phosphorus, and the fourth is double-bonded, allowing the four different resonance structures shown here.
  • Metabolismo para Enfermagem Parte 1

    1. 1. BIOENERGÉTICA E METABOLISMO
    2. 2. OBJETIVOS DO ESTUDO: Metabolismo de carboidratos e lipídeos na saúde
    3. 3. e na  hipertensão arterial , na obesidade e
    4. 4. no alcoolismo .
    5. 5. <ul><li>METABOLISMO </li></ul><ul><li>- soma de todas as transformações químicas que ocorrem em uma célula ou em um organismo vivo; </li></ul><ul><li>série de reações químicas catalisadas enzimaticamente (vias metabólicas) </li></ul><ul><li>cada passo  uma pequena mudança química: </li></ul><ul><ul><li>Reações de óxido-redução; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reações de ligação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reações de isomerização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reações de transferência de grupamento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reações hidrolíticas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Adição de grupamentos funcionais a duplas ligações ou a remoção de grupamentos formando ligações duplas. </li></ul></ul>
    6. 6.
    7. 7. “ Embora o metabolismo englobe centenas de diferentes reações catalisadas enzimaticamente, as vias metabólicas centrais são em pequeno número e notavelmente similares em todas as formas de vida.”
    8. 8. <ul><li>Um adulto de peso normal consome cerca de 2.500 kcal por dia. </li></ul><ul><li>contração muscular, </li></ul><ul><li>para o transporte de substâncias e íons através da membrana plasmática, </li></ul><ul><li>para a produção de proteínas, enzimas e ácidos nucléicos, etc. </li></ul><ul><li>Ex.: formação de uma ligação peptídica: 0,5 a 4 kcal de energia (dependendo dos aminoácidos que serão ligados quimicamente). </li></ul>
    9. 9. COMPOSTOS RICOS EM ENERGIA <ul><li>NUCLEOTÍDIOS FOSFORILADOS Ex.: ATP, GTP </li></ul>
    10. 10. Estruturas de ressonância do ortofosfato
    11. 11.
    12. 12. b) FOSFOCREATINA (ou creatina fosfato) Creatina fosfato + ADP + H +  creatina cinase ATP + creatina Ou = –10,3 kcal/mol
    13. 13. COFATORES CARREADORES DE ELÉTRONS (coenzimas e grupos prostéticos) 1- nicotinamida adenina dinucleotídio (NAD + e NADH) 2- flavina adenina dinucleotídio (FAD e FADH 2 ) DOAÇÃO DE ELÉTRONS EM REAÇÕES ANABÓLICAS 1- nicotinamida adenina dinucleotídio fosfato (NADP + e NADPH). RECEPÇÃO DE ELÉTRONS EM REAÇÕES CATABÓLICAS
    14. 14.
    15. 15.
    16. 16. <ul><li>Fase degradativa do metabolismo; </li></ul><ul><li>moléculas orgânicas nutrientes  moléculas + simples e menores; </li></ul><ul><li>liberação de energia livre  formação de ATP </li></ul><ul><li>e </li></ul><ul><li>  redução de transportadores de elétrons (NADH e FADH 2 ) </li></ul>
    17. 17. <ul><li>(biossíntese) </li></ul><ul><li>Moléculas precursoras pequenas e simples  moléculas maiores e + complexas; </li></ul><ul><li>Necessita de energia: </li></ul><ul><li>  hidrólise do ATP ; </li></ul><ul><li> força redutora do NADH e FADH 2 </li></ul>
    18. 18. <ul><li>Regulação das vias metabólicas </li></ul><ul><li>Separada para reações anabólicas e catabólicas; </li></ul><ul><li>Níveis de Regulação: </li></ul><ul><li>Enzimas alostéricas (mais imediata); </li></ul><ul><li>Regulação hormonal; </li></ul><ul><li>Regulação pela quantidade de enzima celular. </li></ul>
    19. 20.
    20. 21. GLICÓLISE Glyk – doce + lysis - dissolução Seqüência de reações que transforma a glicose em piruvato com a produção de uma quantidade pequena de energia.
    21. 22. Glicose Glicose-6-fosfato Frutose-6-fosfato Frutose-1-6-bifosfato 1,3-Bifosfoglicerato (2) 3-Fosfoglicerato (2) 2-Fosfoglicerato (2) Fosfoenolpiruvato (2) Piruvato (2) Dihidroxiacetona-fosfato + Gliceraldeído-3-fosfato ATP ADP ATP ADP 2 ATP 2 ADP 2 ATP 2 ADP 2 NADH +H + 2 NAD 2 Pi Fase preparatória Fase do pagamento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
    22. 23. ATP ADP Glicose Glicose-6-fosfato Frutose-6-fosfato Frutose-1-6-bifosfato Diidroxiacetona-fosfato + Gliceraldeído-3-fosfato ATP ADP 1 2 3 4 5
    23. 24. 1,3-Bifosfoglicerato (2) 3-Fosfoglicerato (2) 2-Fosfoglicerato (2) Fosfoenolpiruvato (2) Piruvato (2) 2 ATP 2 ADP 2 ATP 2 ADP 2 NADH +H + 2 NAD 2 Pi 6 7 8 9 10 Gliceraldeído-3-fosfato (2)
    24. 25.
    25. 26. 2 NADH, 2 ATP Balanço Final da Glicólise 1Glicose + 2NAD + + 2Pi  2Piruvatos + 2NADH +2H + +2ATP + 2H 2 O Vários microorganismos têm essa via como a única fonte de energia. Enzimas alostéricas – Elementos de Controle da Glicólise Hexocinase, Fosfofrutocinase e Piruvato cinase
    26. 27. Durante a via glicolítica há produção de NADH e H + . Se não houvesse recuperação do NAD + , a mudança da relação NAD + / NADH diminuiria a velocidade da via.
    27. 28. Em condições aeróbias: piruvato  Ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa CO 2 e H 2 O
    28. 29. Utilização dos elétrons do NADH na fosforilação oxidativa: regeneração do NAD + . Precisa do O 2 para receber os elétrons no final da respiração celular.
    29. 30. Em condições anaeróbias (ausência ou falta de oxigênio) : piruvato  lactato ou etanol (fermentação) ?
    30. 32. As leveduras são organismos anaeróbios facultativos, isto e, obtêm energia a partir de carboidratos, tanto em condições com disponibilidade de oxigênio como em condições de ausência.
    31. 34. e - e -
    32. 35. Quando o NADH não é reoxidado pela fosforilação oxidativa pela falta de O 2 (exercício extenuante) , ocorre: um acúmulo de NADH e H + , aumento do pH da célula. Como realizar a reoxidação do NAD + ? Fermentação láctica.

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