Prótese fixa inter relação com periodontia 2011

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Aula expositiva da Prof. Penha Siqueira de Assis da disciplina de PPF do curso de odontologia na Univale - Universidade Vale do Rio Doce.

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Prótese fixa inter relação com periodontia 2011

  1. 1. PRÓTESE PARCIAL FIXA II 6º PERÍODO 2009
  2. 2. <ul><li>Passei a vida tentando consertar os erros, na ânsia de acertar. </li></ul><ul><li>Clarisse Lispector </li></ul>
  3. 3. <ul><li>INTER RELAÇÃO ENTRE A PRÓTESE E A PERIODONTIA </li></ul>
  4. 4. Prótese “ Se não houver ciência antes da arte estamos fazendo iatrogenia”. Zanetti,A.L (1989)
  5. 5. INTRODUÇÃO <ul><li>O sucesso de uma prótese não é medido apenas no ato de cimentação , e sim ao longo do tempo, por estar integrada e em harmonia com a estética, os tecidos pulpares, os tecidos periodontais, os músculos e ATM. </li></ul>
  6. 7. O término cervical do preparo deve ser bem definido, coerente ao tipo do material empregado e com bom acabamento. Coroa provisória bem adaptada e com contornos corretos. Presença de saúde periodontal PEGORARO, L. F. 1999
  7. 8. INTRODUÇÃO
  8. 9. INTRODUÇÃO <ul><li>O C.D tem o compromisso restabelecer a saúde no seu sentido mais amplo de estética e função. </li></ul><ul><li>O paciente é co- responsável pela manutenção de sua saúde bucal </li></ul>
  9. 10. INTRODUÇÃO <ul><li>Chiapinotto et al 1989 afirmam que é inquestionável que a saúde periodontal deva ser restabelecida antes de qualquer procedimento restaurador </li></ul><ul><li>Restabelecer a saúde periodontal , prévia, não é suficiente para manter o paciente livre da doença, por isso deve-se manter um controle profissional continuado. </li></ul>
  10. 11. INTRODUÇÃO
  11. 12. INTRODUÇÃO
  12. 14. INTRODUÇÃO <ul><li>A qualidade da restauração protética se avalia pela : </li></ul><ul><li>- Grau de justeza </li></ul><ul><li>- Contornos e textura </li></ul><ul><li>Quesitos oclusais </li></ul><ul><li>Independente do material utilizado. </li></ul>
  13. 15. LIMITE CERVICAL <ul><li>Evidencias científicas mostram as limitações na promoção da saúde periodontal , quando o limite cervical das restaurações protéticas estão em contato com os tecidos gengivais. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Margem Cervical </li></ul><ul><li>O ideal periodontal é que as margens protéticas não sejam colocadas em contato gengival. </li></ul><ul><li>Quando necessário seja num limite apical que o paciente possa facilmente controlar a placa bacteriana – até 0,5mm subgengival. </li></ul>
  15. 17. LIMITE CERVICAL <ul><ul><li>Nas restaurações subgengivais com muita freqüências observa-se inflamação gengival, placa bacteriana e formação de bolsas periodontais . </li></ul></ul>
  16. 18. LIMITE CERVICAL DAS RESTAURAÇÕES PROTÉTICAS <ul><li>Limite cervical das restaurações protéticas relaciona com: </li></ul><ul><li>Fatores estéticos: afim de esconder a linha de junção. </li></ul><ul><li>Fatores mecanicos :1 - aumento de retenção de dentes curtos ou parcialmente destruídos </li></ul><ul><li>2- presença de cárie, 3 - erosões, 4- fraturas, </li></ul><ul><li>5- sensibilidade dentinária . </li></ul>
  17. 19. <ul><li>1-Esmalte </li></ul><ul><li>2 - Epitélio sulcular </li></ul><ul><li>3 - Epitélio juncional (aderido a superfície do dente) </li></ul><ul><li>4 - Sulco Gengival histológico </li></ul>Sulco Gengival histológico LINHA DE JUNÇÃO PREPARO-PRÓTESE
  18. 20. LINHA DE JUNÇÃO PREPARO-PRÓTESE <ul><li>Quando a parede do dente dá lugar a materiais restauradores, facilita a formação de placa. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>A formação de placa ocorre devido a: </li></ul><ul><li>falta de um bom vedamento marginal na junção terminal </li></ul><ul><li>Aspereza da superfície dos materiais restauradores </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Adaptação </li></ul><ul><li>A solução de continuidade é preenchida inicialmente por cimento , este cimento é solúvel ao meio bucal, com sua dissolução, aumenta o espaço livre, facilitando a colonização de bactérias. </li></ul><ul><li>Uma superfície com alto polimento com bom vedamento cervical , o epitélio juncional poderia se aderir a superfície . </li></ul>
  21. 23. <ul><li>- Dos aspectos clínicos e laboratoriais </li></ul><ul><li>- O emprego de técnica e materiais corretos. </li></ul><ul><li>- Qualidade do preparo, </li></ul><ul><li>Nitidez nas moldagens </li></ul><ul><li>- Troqueis com precisão. </li></ul><ul><li>De maneira geral resinas, metais e porcelanas são biocompatíveis , sem risco de serem predisponente de doenças periodontais “quando” altamente polida . </li></ul>Adaptação vai depender :
  22. 24. <ul><li>Preparos sub-gengivais: </li></ul><ul><li>-Existem maiores riscos de distorções no ajuste da restauração. </li></ul><ul><li>-Torna-se difícil obter uma linha de terminação definida e polida. </li></ul><ul><li>- Dificuldade na adaptação da prótese provisória . </li></ul><ul><li>- A moldagem vai necessitar de manobras específicas de afastamento gengival </li></ul>
  23. 25. Margem Cervical
  24. 26. DIMENSÕES FISIÓLÓGICAS DO PERIODONTO DE PROTEÇÃO <ul><li>Para que promova um periodonto saudável, </li></ul><ul><li>- a margem cervical deve estar localizada nos limites compatíveis do controle de placa, </li></ul><ul><li>- respeite as dimensões fisiológicas do periodonto de proteção . </li></ul>
  25. 27. <ul><li>Espaço biológico: </li></ul><ul><li>é a distância compreendida entre a base do sulco histológico e a crista alveolar, constituído pelo epitélio juncional e inserção conjuntiva. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>A - Para se preservar a saúde periodontal deve se respeitar o espaço biológico. </li></ul><ul><li>B - Para isso, o ideal é que haja em torno de 3mm de estrutura dental sadia coronalmente a crista alveolar nos preparos protéticos. </li></ul>A B
  27. 29. <ul><li>A agressão ao epitélio juncional, e as fibras supracrestais , que constitui barreira à infecção , provoca inflamação gengival , que vai permanecer pós confecção da prótese, causando danos irreversíveis ao periodonto, com formação de bolsa periodontal e migração do epitélio juncional </li></ul>
  28. 31. <ul><li>Os métodos para restabelecer as dimensões fisiológicas do periodonto, usualmente empregados são: </li></ul><ul><li>-Tração ortodôntica; </li></ul><ul><li>- Cirurgias, através do aumento da coroa clínica; </li></ul>
  29. 32. <ul><li>TRAÇÃO ORTODÔNTICA </li></ul><ul><li>INDICAÇÃO: </li></ul><ul><li>Nos casos em o procedimento cirúrgico de aumento de coroa clinica resulte em deformidade estética , particularmente em dentes anteriores ; </li></ul><ul><li>Nos casos onde poderá causar sacrifício de osso suporte em dentes adjacentes não envolvidos. </li></ul>
  30. 33. Tração ortodôntica
  31. 34. Tração ortodôntica
  32. 35. Tração ortodôntica
  33. 36. <ul><li>Cirurgias, para aumento da coroa clínica </li></ul><ul><li>1 - Técnica de retalho total com osteotomia. </li></ul><ul><li>2 - Cunha distal = aumento de coroa clinica que não requer acesso ao osso alveolar. </li></ul><ul><li>As técnicas mais utilizadas : gengivectomia, retalho total, </li></ul><ul><li>retalho dividido, retalho reposicionado apicalmente. </li></ul>
  34. 37. Aumento de coroa clínica com osteotomia
  35. 43. Aumento de coroa clínica sem osteotomia
  36. 45. OBRIGADA Não te detenha no mal que por ventura fizeste; caminhe no bem que possa fazer.

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