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Práticas essenciais na alfabetização
e Práticas formativas essenciais:
reescrita de textos conhecidos
Cida Sarraf
cidavsarraf@uol.com.br
23º Congresso de Educação do SINPEEM
De qual lugar eu falo
PRÁTICAS ESSENCIAIS NA
ALFABETIZAÇÃO
A Reescrita como modalidade de
produção de texto
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nosso sistema de escrita alfabético e ortográfico
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ESCREVE
A Reescrita como modalidade de
produção de texto
ler
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Para produzir um texto é preciso:
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PRODUÇÃO ESCRITA
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criança
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fácil. Não compreendíamos o que era a reescrita,
por isto começamos a escrever outra historia”
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próximo da história, mas depois de compreendido
não sentimos dificuldades”
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o que vai escrever é interessante”
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M.P.
“Ai! Coitada das crianças”
“Agora eu vejo que fiz tudo errado, porque eu
acabei de ler a historia, que nem era tão
conhecida pelas crianças, e já pedi que
reescrevessem. Eu não desenvolvi todos estes
passos. Agora eu entendo porque foi tão difícil
sair a reescrita!”
Pequenos escritores: produção de textos
com destino oral e produção autônoma -
REESCRITA
Relato da MP
• Atividade: reescrita do conto A pequena
sereia.
• Realização: 2º semestre, de 2010.
• Público Alvo: alunos de escrita alfabética e
silábica com valor sonoro , do 1º ano
1. A PEQUENA SEREIA
REESCRITA: A PEQUENA SEREIA
PARTE I PARTE II
REESCRITA: A PEQUENA SEREIA
PARTE III
REFLEXÕES
 A reescrita foi realizada sem conhecimento prévio sobre o
assunto.
 Tanto os alunos quanto eu ficamos exaustos, não foi tão
produtivo como esperávamos.
PONTOS NEGATIVOS DA ATIVIDADE:
 Escolha da história
 Não houve leitura compartilhada (olha como o autor faz,
apontar as palavras, os marcadores de tempo, etc.)
 Não houve planejamento adequado (roteiro, episódios,etc.) e
 Poderia ter sido realizado apenas um trecho e não a história
toda.
• Atividade: reescrita da história Medo de
quê?, de Flávia Côrtes, São Paulo: DCL,
2006. p. 5-6.
• Realização: 27 de outubro de 2011.
• Público Alvo: todos os alunos do 1º ano
2. MEDO DE QUÊ?
Objetivos
 Perceber a diferença entre a linguagem oral
e a linguagem escrita;
Desenvolver comportamentos de escritor:
planejar o que irá escrever, reler o que já
escreveu, para verificar se não esqueceu
trechos importantes ou questões que
comprometem a coerência e a coesão do
texto, escolher uma entre várias
possibilidades para se começar um texto,
revisar enquanto escreve, etc.
REESCRITA EM DUPLAS
• Planejamento
- Organizar os alunos em duplas de acordo
com as hipóteses de escrita e afinidade.
- Explicar às duplas que apenas um aluno tem
a função de escrever o texto, mas ambos
precisam discutir o que deve ser escrito.
- Materiais: folha sulfite, lápis e borracha.
- Duração: quatro aulas.
REESCRITA EM DUPLAS
• Encaminhamento
- Ler o conto pelo menos três vezes, garantindo,
assim, que os alunos conheçam bem a história, pois
eles farão a reescrita em duplas.
- O desafio principal refere-se às questões discursivas
do texto. Essa forma de organização das duplas
permite que os alunos, mesmo sem escrever
convencionalmente, tenham oportunidade de
elaborar textos, refletindo e colocando em jogo seu
conhecimento sobre a organização dos contos.
REESCRITA EM DUPLAS
- Leitura compartilhada, ou seja, apontar aos alunos a
linguagem do texto, já que a linguagem que se usa para
falar é diferente da que se usa para escrever.
- - Apontar os episódios que não podem ser esquecidos.
- Nesse tipo de atividade, mesmo os alunos que ainda não
escrevem alfabeticamente tem oportunidade de elaborar
oralmente o texto, ditando-o para o colega e, além disso,
ao acompanharem aquele que escreve, também têm
acesso a informações importantes sobre a escrita.
REESCRITA EM DUPLAS
PONTOS POSITIVOS DA ATIVIDADE:
Escolha da história;
Preparo da leitura;
Leitura compartilhada (olha como o autor
faz, apontar as palavras, os marcadores
de tempo, etc.)
Planejamento e Encaminhamento
adequados (agrupamentos, roteiro,
episódios,etc.)
REFLEXÕES
Considerações
Sobre a prática
formativa
Sobre a reescrita
É preciso considerar as práticas essenciais na
Alfabetização intrinsicamente vinculadas às
práticas de formação do professor: a primeira não
será relevante sem a segunda; não há práticas
significativas se o professor não se apropriar
(“tornar seu”) dos “conteúdos e didática da
linguagem e para o ensino da linguagem”.
Referências
BAKTHIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo,
Martins Fontes ,1997.
CAMPS, Anna e colaboradores. Propostas didáticas para
aprender a escrever. Porto Alegre, Artmed, 2003.
CARDOSO, Beatriz; LERNER, Délia; NOGUEIRA, Neide e PEREZ,
Tereza (Org.) Ensinar: tarefa para profissionais. Rio de Janeiro,
Record, 2007.
COLOMER, Tereza. Andar entre livros: a leitura literária na
escola. São Paulo, Global Editora
LERNER, D. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário. ARTMED. Porto Alegre, 2001.
SMITH, F. Leitura significativa, Artmed, 1999.
SOLÈ, Isabel. Estratégias de Leitura. Porto Alegre, Artmed, 1998

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  • 1. Práticas essenciais na alfabetização e Práticas formativas essenciais: reescrita de textos conhecidos Cida Sarraf cidavsarraf@uol.com.br 23º Congresso de Educação do SINPEEM
  • 2. De qual lugar eu falo
  • 3. PRÁTICAS ESSENCIAIS NA ALFABETIZAÇÃO A Reescrita como modalidade de produção de texto oportuniza à criança saber mais sobre a linguagem que se escreve, desenvolver os procedimentos de escritor e, ao mesmo tempo, oferece uma série de informações sobre o nosso sistema de escrita alfabético e ortográfico
  • 4. APRENDER AS PRÁTICAS SOCIAIS DE LINGUAGEM ESCRITA APROPRIAR -SE DO SISTEMA DE ESCRITA APRENDER A LINGUAGEM QUE SE ESCREVE
  • 5. A Reescrita como modalidade de produção de texto ler escutar falar escrever
  • 6. Para produzir um texto é preciso: • Envolver-se com leituras pertinentes ao objeto de escrita • Ter procedimentos de leitura • Ter procedimentos de escrita • Conhecer o assunto/tema • Ter bons modelos de escritores • Conhecer como se organiza o gênero, que função que cumpre
  • 7. PRODUÇÃO ESCRITA O QUÊ PRA QUÊ PRA QUEM COMO
  • 9. REESCRITA DE TEXTOS CONHECIDOS Definidos para quê e para quem É preciso tratar do como: estrutura específica do gênero
  • 10. Orientações didáticas • Leitura de bons textos do mesmo gênero • Leitura da narrativa selecionada • Reconto coletivo/em grupos/com apoio/autônomo • Planejamento: roteiro (coletivo/com apoio/ autônomo) • Revisão do roteiro (professor) • Escrita/textualização • Revisão • Edição
  • 11. Leitura e os procedimentos de leitor Planejar/preparar Antes Durante Depois LEITURA FEITA PELO PROFESSOR LEITURA COMPARTILHADA/COLABORATIVA
  • 14. CHAPEUZINHO VERMELHO EMÍLIA FERREIRO ESTUDOS PSICOLINGUÍSTICOS COMPARATIVOS EM TRÊS LINGUAS APRENDE A ESCREVER
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  • 25. RELATO • Contextualização: Projeto TOF • A Situação formativa • O que a M.P aprendeu
  • 26. SEQUÊNCIA : reescrita de um conto conhecido • Primeiras conversas sobre a reescrita • Reescrever um conto conhecido/refletir sobre possíveis dificuldades
  • 27. SEQUÊNCIA : reescrita de um conto conhecido • Proposta da reescrita de um conto: que deverá ser entregue ao colega para que possa apreciar a linguagem do texto. • Leitura do conto “O Rei Sapo” – Irmãos Grimm . Antes – durante – depois • Exploração de livros de contos e leitura de outra versão
  • 28. SEQUÊNCIA : reescrita de um conto conhecido • Leitura compartilhada – em grupos um componente lê para os demais: apreciação dos recursos discursivos (a discussão é focada para a qualidade da linguagem: como começa o conto, quais recursos o autor utiliza para apresentar a personagem? Quais utiliza para descrever o ambiente?)
  • 29. SEQUÊNCIA : reescrita de um conto conhecido • Em pequenos grupos: planejar o reconto – roteiro • Discutir: - o que é mais relevante no conto, - que não pode faltar na história para que fique compreensível para quem ouve
  • 30. SEQUÊNCIA : reescrita de um conto conhecido • Propor o reconto oral – um grupo vai recontar a história e os outros observarão como os colegas procedem, se a linguagem está adequada, a progressão temática , os recursos de coesão etc • Discussão sobre o reconto • Planejamento coletivo do texto - Principais episódios - O que não pode faltar? - Termos/ expressões marcantes (fazer um roteiro semântico)
  • 31. SEQUÊNCIA : reescrita de um conto conhecido • Textualização de um trecho do conto: em trios/duplas • Troca de textos para revisão pelos colegas (propor que se coloquem no lugar de primeiro leitor do texto e indiquem para o autor o que está bom, o que falta, sugestões...) Retomada do texto, análise das sugestões – preparo de uma nova versão. • Edição: Passar à limpo • Leitura do texto para o grupo
  • 32. Recuperando as etapas da sequência - leitura do texto, garantindo que se torne conhecido pela criança - leitura compartilhada para a reflexão/antecipação/observação do estilo e recursos do autor - planejamento oral do reconto: roteiro - realização do reconto - planejamento da reescrita: elaboração escrita do roteiro - reescrita do texto - troca dos textos para a revisão feita pelo colega - análise da revisão para possíveis reelaborações - edição final (passar a limpo)
  • 33. “ como foi reescrever o conto?” - “ A dificuldade foi em ser fiel à história, isto não foi fácil. Não compreendíamos o que era a reescrita, por isto começamos a escrever outra historia” - “ Não entendíamos que tinha que chegar o mais próximo da história, mas depois de compreendido não sentimos dificuldades” - “ O roteiro facilitou a organização do texto, prever o que vai escrever é interessante” - “Achar os adjetivos adequados foi o mais difícil”
  • 34. M.P. “Ai! Coitada das crianças” “Agora eu vejo que fiz tudo errado, porque eu acabei de ler a historia, que nem era tão conhecida pelas crianças, e já pedi que reescrevessem. Eu não desenvolvi todos estes passos. Agora eu entendo porque foi tão difícil sair a reescrita!”
  • 35. Pequenos escritores: produção de textos com destino oral e produção autônoma - REESCRITA Relato da MP
  • 36. • Atividade: reescrita do conto A pequena sereia. • Realização: 2º semestre, de 2010. • Público Alvo: alunos de escrita alfabética e silábica com valor sonoro , do 1º ano 1. A PEQUENA SEREIA
  • 37. REESCRITA: A PEQUENA SEREIA PARTE I PARTE II
  • 38. REESCRITA: A PEQUENA SEREIA PARTE III
  • 39. REFLEXÕES  A reescrita foi realizada sem conhecimento prévio sobre o assunto.  Tanto os alunos quanto eu ficamos exaustos, não foi tão produtivo como esperávamos. PONTOS NEGATIVOS DA ATIVIDADE:  Escolha da história  Não houve leitura compartilhada (olha como o autor faz, apontar as palavras, os marcadores de tempo, etc.)  Não houve planejamento adequado (roteiro, episódios,etc.) e  Poderia ter sido realizado apenas um trecho e não a história toda.
  • 40. • Atividade: reescrita da história Medo de quê?, de Flávia Côrtes, São Paulo: DCL, 2006. p. 5-6. • Realização: 27 de outubro de 2011. • Público Alvo: todos os alunos do 1º ano 2. MEDO DE QUÊ?
  • 41. Objetivos  Perceber a diferença entre a linguagem oral e a linguagem escrita; Desenvolver comportamentos de escritor: planejar o que irá escrever, reler o que já escreveu, para verificar se não esqueceu trechos importantes ou questões que comprometem a coerência e a coesão do texto, escolher uma entre várias possibilidades para se começar um texto, revisar enquanto escreve, etc. REESCRITA EM DUPLAS
  • 42. • Planejamento - Organizar os alunos em duplas de acordo com as hipóteses de escrita e afinidade. - Explicar às duplas que apenas um aluno tem a função de escrever o texto, mas ambos precisam discutir o que deve ser escrito. - Materiais: folha sulfite, lápis e borracha. - Duração: quatro aulas. REESCRITA EM DUPLAS
  • 43. • Encaminhamento - Ler o conto pelo menos três vezes, garantindo, assim, que os alunos conheçam bem a história, pois eles farão a reescrita em duplas. - O desafio principal refere-se às questões discursivas do texto. Essa forma de organização das duplas permite que os alunos, mesmo sem escrever convencionalmente, tenham oportunidade de elaborar textos, refletindo e colocando em jogo seu conhecimento sobre a organização dos contos. REESCRITA EM DUPLAS
  • 44. - Leitura compartilhada, ou seja, apontar aos alunos a linguagem do texto, já que a linguagem que se usa para falar é diferente da que se usa para escrever. - - Apontar os episódios que não podem ser esquecidos. - Nesse tipo de atividade, mesmo os alunos que ainda não escrevem alfabeticamente tem oportunidade de elaborar oralmente o texto, ditando-o para o colega e, além disso, ao acompanharem aquele que escreve, também têm acesso a informações importantes sobre a escrita. REESCRITA EM DUPLAS
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  • 49. PONTOS POSITIVOS DA ATIVIDADE: Escolha da história; Preparo da leitura; Leitura compartilhada (olha como o autor faz, apontar as palavras, os marcadores de tempo, etc.) Planejamento e Encaminhamento adequados (agrupamentos, roteiro, episódios,etc.) REFLEXÕES
  • 51. É preciso considerar as práticas essenciais na Alfabetização intrinsicamente vinculadas às práticas de formação do professor: a primeira não será relevante sem a segunda; não há práticas significativas se o professor não se apropriar (“tornar seu”) dos “conteúdos e didática da linguagem e para o ensino da linguagem”.
  • 52. Referências BAKTHIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo, Martins Fontes ,1997. CAMPS, Anna e colaboradores. Propostas didáticas para aprender a escrever. Porto Alegre, Artmed, 2003. CARDOSO, Beatriz; LERNER, Délia; NOGUEIRA, Neide e PEREZ, Tereza (Org.) Ensinar: tarefa para profissionais. Rio de Janeiro, Record, 2007. COLOMER, Tereza. Andar entre livros: a leitura literária na escola. São Paulo, Global Editora LERNER, D. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. ARTMED. Porto Alegre, 2001. SMITH, F. Leitura significativa, Artmed, 1999. SOLÈ, Isabel. Estratégias de Leitura. Porto Alegre, Artmed, 1998