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Processamento dos Sinais Linguísticos

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Psicolinguística.

Publicada em: Educação
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Processamento dos Sinais Linguísticos

  1. 1. Processamento dos sinais linguísticos www.sobreletras.blogspot.com
  2. 2. Percepção do sinal acústico da fala A formulação de teorias e seus respectivos modelos que possam fundamentar as pesquisas sobre a percepção do sinal acústico da fala esbarra em alguns problemas, são eles: - VALIDAÇÃO DE HIPÓTESES; - VARIAÇÃO.
  3. 3. Validação de hipóteses • Somente pode ser efetuada de modo indireto, inferencial, seja pelas respostas que os sujeitos derem a determinadas informações ou variações controladas pelo experimentador, dessa maneira as respostas a serem provocadas devem ser as mais simples experimentadas.
  4. 4. Variação • Cada pessoa apresenta variação, tanto na qualidade de voz diferente como pode existir variantes numa mesma língua. • Resolveríamos esse problema através da duração de tempo do VOT (tempo de início de voz), definido como o período de tempo que passa entre a liberação de uma oclusiva e o início da vocalização, a vibração das pregas vocais.
  5. 5. Unidades e níveis de processamento do sinal acústico • Klatt (1986) afirma que o nível da análise segmental procede “alinhando colunas” do conjunto de outputs do detector de traços para produzir o que poderá ser interpretado como uma sequência de segmentos discretos. • Input • Output • Bottom up • Top down
  6. 6. Níveis de um modelo de detecção de traços fonéticos • Sistema auditorial periférico; • Detectores de propriedades acústicas; • Detectores dos traços fonéticos; • Análise segmental; • Busca lexical.
  7. 7. Experimento de Liberman, Cooper, Shankweiller e Studdert-Kennedy: • Sintetizaram as sílabas [di] e [du] no computador, revertendo-as em sons para serem reconhecidas pelos sujeitos; • Não havia nenhuma pista para a identificação do [d]; • Esta dependência existe sempre no caso das oclusivas; • Existem algumas consoantes cujas pistas são contextualmente independentes.
  8. 8. Experimentos de Bailey e Summerfield: • A percepção da zona de articulação nas consoantes oclusivas do inglês [p], [t] e [k], induzida pela inserção de um breve silêncio entre [s] e a vogal seguinte, depende da duração do silêncio, das propriedades espectrais e da relação entre essas propriedades e as da vogal seguinte.
  9. 9. Teorias e paradigmas sobre percepção do sinal acústico da fala • A teoria motora (Liberman & Mattingly): o ouvinte modela os dados acústicos do emissor, transformando-os em representações dos gestos motores. • Análise através da síntese (Halle & Stevens): procura dar conta da percepção do sinal acústico da fala como um processo ativo. Utiliza a informação acústica internalizada.
  10. 10. • Experimento de Warren: Apagavam-se segmentos do interior de uma palavra inserida numa sentença e colocando no lugar uma tosse: os experimentandos não só conseguiam restaurar o segmento que havia sido apagado, quanto não conseguiam localizar onde teria ocorrido a tosse.
  11. 11. • A teoria da modularidade da mente (Fodor, 1983): defende a afirmação de que a mente é formada por vários módulos de processamento de informação, e esses módulos operam de forma relativamente independente uns dos outros, processando somente um tipo específico de informação (corporal, visual, auditivo, linguístico...); • Conexionismo (Thorndike): fundamenta-se nos estudos do cérebro humano desenvolvidos pelas neurociências.
  12. 12. LAPSOS DA LÍNGUA • Um exemplo de Fromkin (1973): milhares de exemplos coletados na Universidade da Califórnia, demonstram que os erros não são cometidos aleatoriamente, porque atestam um conhecimento implícito dos fonemas e das formas como se combinam.
  13. 13. • Experimentos dicóticos (Morais et alii, 1987 e Scliar-Cabral, 1987, BR): consistem em submeter um sujeito a estímulos diferentes simultaneamente em cada orelha, assim realizam permutas determinando a fusão fonética. • Tarefas de apagamento: os paradigmas para evidenciar as capacidades metalinguísticas em relação aos segmentos são a maior parte deles baseados em tarefas de apagamento.
  14. 14. Referências • SCLIAR-CABRAL, Leonor. Introdução à psicolinguística. Ed. Ática. • dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/29585/R% 20%20T%20%20GUSTAVO%20NISHIDA.pdf?sequence=1– Acesso em 2/4/13 as 11h23 • marilia.unesp.br/revistas /transformação – Acesso em 2/4/13 as 15h30 • repositorioaberto.up.pt/bitstream/10216/22365/2/31021.pdf – Acesso em 5/4/13 as 12h52

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