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SGI (Sistema de Gestão Integrada)
POLÍTICA DE INTEGRADA SGI DA FAZ QUALIDADE é a marcada FAZ. Buscar  a Melhoria Continua de todososProcessos e Sistemas é  compromisso de todas as instâncias de nossaempresa. A  SATISFAÇÃO DOS CLIENTES é maiorindicador de qualidade. Estaremconformidade com osAspectosTécnicos, RequisitosLegais e outrosrequisitosaplicáveis é a forma de assegurar a satisfação com nossosserviços. TodoServiçodaFAZdeve ser umaREFERÊNCIA PARA NOVOS NEGÓCIOS. No ambitodanossalinha de serviços de Manutenção e Paradas e do mercadonacional, osclientesserãoutilizadoscomo o melhorreferêncial. Ser reconhecidacomoempresa de Qualidadeserá, também, resultado de  NOSSA ATITUDE PERANTE A SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE. Preservara vida e a saúdedas pessoas, atuaremprevençãodapoluição e assegurarintegridade dos ativos dos clientes, sãodemandasvitaisparanossaempresa.
SUMÁRIO 1. Apresentação da Empresa 1.1. Estrutura Organizacional  1.2. Valores, Visão e Missão:  1.3. Política Integrada de SGI 2. Escopo do Sistema de Gestão da Qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional 2.1. Escopo 2.2. Exclusões 3.Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação
SUMÁRIO 4. Sistema de gestão da qualidade, segurança e saúde ocupacional e meio ambiente. 4.1. Requisitos gerais 4.2. Requisitos de documentação 4.2.1 Generalidades 4.2.2 Manual da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional 4.2.3 Controle de documentos 4.2.4 Controle de registros
SUMÁRIO 5. Responsabilidade da direção 5.1. Comprometimento da direção 5.2. Foco no cliente 5.3. Política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional 5.4. Planejamento 5.4.1 Objetivos da qualidade 5.4.2 Planejamento do sistema de gestão da qualidade 5.4.3 Planejamento para o meio ambiente 5.4.3.1    Aspectos ambientais 5. 4.3.2   Requisitos legais e outros 5. 4.3.3   Objetivos, metas e programa(s) 5.4.4 Planejamento para OHSAS 18001  5.4.4.1 Para identificação de fator de risco, avaliação e controle de risco 5.4.4.2 Requisitos legais e outros requisitos 5.4.4.3 Objetivos  5.4.4.4 Programa de gestão de saúde e segurança do trabalho  5.5 Responsabilidade, autoridade e comunicação 5.5.1 Responsabilidade e autoridade 5.5.2 Representante da direção 5.5.3 Comunicação interna 5. 5..3.1  Comunicação em Meio ambiente  5.5.3.2 Consulta e comunicação em OHSAS 5.6. Análise crítica pela direção 5.6.1 Generalidades 5.6.2 Entradas para análise crítica 5.6.3 Saídas da análise crítica
SUMÁRIO 6. Gestão de Recursos 6.1 Provisão de Recursos 6.2 Recursos Humanos 6.2.1 Generalidades 6.2.2 Competência, conscientização e treinamento 6.2.2.1. Competência, treinamento e conscientização  para meio ambiente 6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS 6.3 Infra-estrutura 6.4 Ambiente de trabalho
SUMÁRIO 7. Realização do produto 7.1 Planejamento da realização do produto 7.2 Processos relacionados a clientes 7.2.1 Determinação dos requisitos relacionados ao produto 7.2.2 Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto 7.2.3 Comunicação com o cliente 7.3 Projeto e desenvolvimento 7.4 Aquisição 7.4.1 Processo de aquisição 7.4.2 Informações de aquisição 7.4.3 Verificação do produto adquirido                 7.5 Produção e fornecimento de serviço 7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço 7.5.1.1. Controle operacional para meio ambiente 7.5.1.2  Controle operacional para OHSAS  7.5.2 Validação dos processos de produção e fornecimento de serviço  7.5.3 Identificação e rastreabilidade 7.5.4 Propriedade de cliente 7.5.5 Preservação de produto 7.6 Controle de dispositivos de medição e  monitoramento 7.7 Preparação de atendimento a emergência 7.7.1  Preparação e resposta à emergências 7.7.2 Preparação e atendimento a emergência para OHSAS
SUMÁRIO 8. Medição, análise e melhoria 8.1 Generalidades 8.2 Medição e monitoramento  8.2.1 Satisfação de clientes 8.2.2 Auditoria interna 8.2.3 Medição e monitoramento de processos 8.2.4 Medição e monitoramento de produto
Valores Valores base do Planejamento e da Ação Estratégica da FAZ, são obtidos a partir da avaliação das pessoas da Empresa, em todos os níveis: 	♦ Conhecimento, Habilidade e Vontade. 	♦ Respeito às Pessoas. 	♦ Ética e Confiança.  Visão Alcançar a Liderança no mercado de Manutenção e Serviços, sustentados na Qualidade, na Inovação e na Capacitação Gerencial. Missão Assegurar para nossos Clientes serviços de  valor agregado e lucratividade adequada para nossos Acionistas.
Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação
4.2.3 Controle de documentos Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional são controlados conforme: Documento: PS-QLD-FAZ  Controle de Documentos 4.2.4 Controle de registros Registros são estabelecidos e mantidos para prover evidências da conformidade com requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional conforme:  Documento: PS-QLD-FAZ Controle de Registros
5.1 Comprometimento da direção A alta direção fornece evidência do seu comprometimento com o desenvolvimento e com a implementação do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional e com a melhoria contínua de sua eficácia mediante: ,[object Object]
o estabelecimento da política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
a garantia de que são estabelecidos os objetivos da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
a condução de análises críticas pela alta direção, e;
a garantia da disponibilidade de recursos.,[object Object]
5. 4.3.2   Requisitos legais e outros A FAZ  estabelece, implementa e mantém procedimento(s): Documento: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente                           DD-SSOMA-FAZ  Legislação Aplicável, Verif Atendimento
5.4 Planejamento 5.4.1 Objetivos da qualidade A alta direção assegura que os objetivos da qualidade, incluindo aqueles necessários para atender aos requisitos do produto, são estabelecidos nas funções e níveis pertinentes da FAZ. Os objetivos da qualidade são mensuráveis e coerentes com a política da qualidade. Documento:  PL-QLD-FAZ_Planejamento_Estratégico_2006-2008_ Rev0  PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente PL-SSOMA-FAZ Acompanhamento Objet Metas-SGA PL-SSOMA- FAZ _Plano_de_ Gestão_SSO
5.5.1 Responsabilidade e autoridade A alta direção assegura que as responsabilidades e autoridades são definidas e comunicadas na FAZ. Documento:  PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente DD-SSOMA-FAZ Matriz Responsabilidade DD-RH-FAZ Descrição de Função
5.5.2 Representante da direção A alta direção indica um membro da FAZ que, independente de outras responsabilidades, deve ter responsabilidade e autoridade para: ,[object Object]
Relatar à alta direção o desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional e qualquer necessidade de melhoria; e
Assegurar a promoção da conscientização sobre os requisitos do cliente em toda FAZ.,[object Object]
5.6.2 Entradas para análise crítica ,[object Object]
resultados de auditorias;
realimentação do cliente;
desempenho de processo e conformidade de produto;
situação das ações preventivas e corretivas;
acompanhamento das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção;
mudanças que possam afetar o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, e;
recomendações para melhoria.,[object Object]
melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saude ocupacional e de seus processos;
melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e;
necessidade de recursos.Documento:   PS-QLD-FAZ Análise crítica pela direção
6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS Os empregados são treinados e conscientizados para serem competentes para realizar as tarefas que podem afetar a saúde e segurança no trabalho.  A competência deve ser definida em termos de educação e treinamento adequados e/ou experiência. São estabelecidos e mantidos procedimentos: DOCUMENTO:  PS-RH-FAZ_Treinamento
6.3 Infra-estrutura A FAZ deve determina, provê e mantém a infra-estrutura necessária para alcançar a conformidade com os requisitos do produto.  A infra-estrutura inclui, quando aplicável, edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas; equipamentos de processo, (tanto materiais e equipamentos quanto programas de computador), e serviços de apoio (tais como transporte e comunicação). DOCUMENTO:   PS-MT-FAZ Mobilização Requisição Materiais        PS-RH-FAZ Mobilização de Pessoal
7.1 Planejamento da realização do produto A FAZ planeja e desenvolve os processos necessários para a realização do produto.  DOCUMENTO:  PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal
7.2.3 Comunicação com o cliente A FAZ deve determinar e tomar providências eficazes para se comunicar com os clientes em relação a: a) informações do produto; b) tratamento de consultas, contratos ou pedidos, incluindo emendas, e; c) realimentação do cliente, incluindo suas reclamações. DOCUMENTO: PS-COM-FAZ_Vendas
7.4 Aquisição A FAZ deve avaliar e selecionar fornecedores com base na sua capacidade em fornecer produtos de acordo com os requisitos da FAZ. Critérios para seleção, avaliação e reavaliação devem ser estabelecidos.  Devem ser mantidos registros dos resultados das avaliações e de quaisquer ações necessárias, oriundas da avaliação.
7.4.2 Informações de aquisição As informações de aquisição devem descrever o produto a ser adquirido e incluir, onde apropriado, requisitos para: a) aprovação de produto, procedimentos, processos e equipamento; b) qualificação de pessoal, e; c) sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. A FAZ deve assegurar a adequação dos requisitos de aquisição especificados antes da sua comunicação ao fornecedor.
7.4.3 Verificação do produto adquirido A FAZ deve estabelecer e implementar inspeção ou outras atividades necessárias para assegurar que o produto adquirido atende aos requisitos de aquisição especificados. Quando a FAZ ou seu cliente pretender executar a verificação nas instalações do fornecedor, a FAZ deve declarar, nas informações de aquisição, as providências de verificação pretendidas e o método de liberação de produto. DOCUMENTO: PS-MT-FAZ  Aquisição
7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço A FAZ deve planejar e realizar a produção e o fornecimento de serviço sob condições controladas. Condições controladas devem incluir, como aplicável: a) a disponibilidade de informações que descrevam as características do produto; b) a disponibilidade de instruções de trabalho, quando necessário; c) o uso de equipamento adequado; d) a disponibilidade e uso de dispositivos para monitoramento e medição; e) a implementação de medição e monitoramento; f) a implementação da liberação, entrega e atividades pós-entrega  DOCUMENTO:  PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas; PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais;  PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal; FR-PRD-FAZ RDO Relatório Diário de Obras
7.5.3 Identificação e rastreabilidade Quando apropriado, a FAZ deve identificar o produto por meios adequados ao longo da realização do produto. A FAZ deve identificar a situação do produto no que se refere aos requisitos de monitoramento e de medição. Quando a rastreabilidade é um requisito, a FAZ deve controlar e registrar a identificação única do produto. DOCUMENTOS:  PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais  PR-SSOMA-FAZ Seg, saúde ocup, meio amb. FR-PRD-FAZ RDO Relatório Diário de Obras
7.5.5 Preservação de produto A FAZ deve preservar a conformidade do produto durante processo interno e entrega no destino pretendido.  DOCUMENTOS:  PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais
8.2.1 Satisfação de clientes Como uma das medições do desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, a FAZ monitora informações relativas à percepção dos clientes sobre se a FAZ atendeu aos requisitos dos clientes. Os métodos para obtenção e uso dessas informações devem ser determinados através de um formulário específico de AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE no final de: ,[object Object]
cada 3 meses para os contratos de duração superior a 6 meses.DOCUMENTOS; FR-QLD-AZ_Avaliação_da_Satisfação_do_Cliente  FR-QLD-FAZ_Acompanhamento_da_Satisfação_do_Cliente
8.2.2 Auditoria interna A FAZ executa auditorias internas a intervalos planejados, para determinar se o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional: DOCUMENTOS: PS-QLD-FAZ_Auditoria_do_SGI
3 Medição e monitoramento de processos A FAZ deve aplicar métodos adequados para monitoramento e, quando aplicável, a medição dos processos do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. DOCUMENTOS: DOCUMENTOS:PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente  PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais
Controle de produto não-conforme A FAZ deve assegurar que produtos que não estejam conformes com os requisitos do produto sejam identificados e controlados para evitar seu uso ou entrega não intencional.  DOCUMENTO:PS-QLD- FAZ Tratamento de NC Ações preventivas corretivas FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
8.4 Análise de dados A FAZ deve determinar, coletar e analisar dados apropriados para demonstrar a adequação e eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional e para avaliar onde melhorias contínuas do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional podem ser realizadas.  DOCUMENTO: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente  PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais  PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal
8.5 Melhorias A FAZ deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional.  DOCUMENTO:  FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
8.5.2 Ação corretiva A FAZ deve executar ações corretivas para eliminar as causas de não-conformidades, de forma a evitar sua repetição. As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não-conformidades encontradas. DOCUMENTO: PS-QLD- FAZ Tratamento de NC_Ações preventivas corretivas                           FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
8.5.3 Ação preventiva A FAZ deve definir ações para eliminar as causas de Não Conformidades potenciais, de forma a evitar sua ocorrência. As ações preventivas devem ser apropriadas aos efeitos dos problemas potenciais. DOCUMENTO: PS-QLD- FAZ Tratamento de NC_Ações preventivas corretivas                           FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1  REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: CONTROLE DE DOCUMENTOS
SUMÁRIO 1-  OBJETIVO 2-  ABRANGÊNCIA 3-  DEFINIÇÕES 4-  METODOLOGIA 4.1- Codificação para Identificação de Documentos 4.2- Aprovação 4.3- Atualização e Reaprovação 4.4- Distribuição 4.4.1- Distribuição Física	 4.4.2- Distribuição Eletrônica 4.5- Preservação  4.5.1- Preservação dos Documentos Físicos 4.5.2- Preservação dos Documentos Digitais 4.6- Documentos Externos 4.7- Documentos Obsoletos 5-  RESPONSABILIDADES 6-  REGISTRO 7-  LISTAS DE CONTROLE
OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para elaboração, revisão, aprovação de  documentos quanto à sua adequação, antes da sua emissão e criar uma sistemática que permita identificar e controlar os documentos que compõem o Sistema de Gestão Integrado.
EXEMPLO: Programa corporativo de Segurança, Saúde Ocupacional e meio Ambiente. Observação: Quando se tratar de documentos que devem ser elaborados ou revisados mensalmente, a fim de facilitar o seu registro, a identificação deverá ser antecedida do ANO-MÊS. Exemplo: 2006-04_PL-SSOMA-FAZ_Acompanhamento_Objet Metas_SGA Quando se tratar de documentos que devem ser elaborados ou revisados anualmente, a identificação deverá ser antecedida do ANO. Exemplo: 2006_PL-SSOMA-_Gestão_SSO
Aprovação:
DOCUMENTOS
DOCUMENTOS
DOCUMENTOS
DOCUMENTOS
DOCUMENTOS
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1  REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: CONTROLE DE REGISTROS
SUMÁRIO OBJETIVO ABRANGÊNCIA DESCRIÇÃO PRESSERVAÇÃO DE PRODUTOS DA FAZ QUE CONSISTE EM DOCUMENTOS RESPONSABILIDADE
OBJETIVO Estabelecer um sistema para controle de registros do Sistema de Gestão Integrado (SGI)  relativos a documentação e outros sistemas gerados que servem de evidências da conformidade com os requisitos normativos e da operação eficaz dos Sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e Saúde Segurança Ocupacional, como:  ,[object Object]
desenho,
relatório,
 etc.,[object Object]
SISTEMA DE REGISTRO DE DOCUMENTOS
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 15/08/2006 PÁG.: 1  REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: Tratamento de Não-Conformidade, Ações Preventivas e Corretivas
SUMÁRIO 1- OBJETIVOS 2- ABRANGÊNCIA 3- DEFINIÇÕES 4- ABERTURA DE UMA NC 5- TRATAMENTO DA NC 6- PASSOS DE UMA NC 7- REGISTRO
OBJETIVO Estabelecer procedimentos para o tratamento de NC (Não-Conformidades) envolvendo as Ações Preventivas e Ações, a fim prover evidências da conformidade com os requisitos normativos e da operação eficaz dos Sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional.
ABERTURA DE UMA NC As situações que caracterizam a necessidade de abertura de uma NC além do que está definido pelo no item 3 “Definições” são: ,[object Object]
Nível de avaliação da implantação menor que 60%;
Avaliação de satisfação do cliente menor que 50%;
Não realização da avaliação de satisfação do cliente dentro do mínimo estabelecido;
Auditoria do manual de gestão com resultado menor que 50% (contratos com mais de 12 meses de início de implantação);
Contratos com o % de atendimento aos requisitos mínimos de contratação inferior a meta estabelecida no Planejamento Estratégico”;
Contratos com margem bruta de contribuição acumulada menor do que o orçado;
Não realização de auditorias programadas;
Descumprimento de padrões estabelecidos;
Não atendimento à legislação;
Treinamento não eficaz;
Análise crítica do SGI;
Avaliação de simulados;
Análise de reclamações e comunicações;
NC oriundas de auditorias do SGI.,[object Object]
PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1  REV.: 00 PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: AUDITORIA DO SGI
SUMÁRIO 1OBJETIVO 2APLICAÇÃO 3DEFINIÇÕES 4DESCRIÇÃO DO PROCESSO 4.1	Autoridade para o Programa de Auditoria 4.2	Estabelecimento do Programa de Auditorias 4.3	Implementação do Programa de Auditoria 4.4	Frequência das Auditorias 4.5	Notificação e Plano de Auditoria 5REQUISITOS DO AUDITOR 5.1	Recomendações / Dicas para Auditor 6EXECUÇÃO DA AUDITORIA 6.1	Atividades na Execução da Auditoria 6.2	Atividades após a Execução da Auditoria 6.3	Gerenciamento de Não-Conformidades 7ENCERRAMENTO DA AUDITORIA 7.1	Revisão Gerencial dos Resultados das Auditorias Internas 7.2	Relatório de Auditoria 7.3	Conclusão da Auditoria 8RESPONSABILIDADES 8.1	Gerente de Engenharia 8.2	Auditor 8.3	Gerente Responsável pela Área Auditada 9REGISTROS
OBJETIVO Fornecer orientação sobre os princípios de auditoria, gestão de programas de auditoria, realização de auditorias dos sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e de Segurança Saúde Ocupacional, estando de acordo com as diretrizes da NBR ISO 19011.
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1  REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: IDENTIFICAÇÃO, ACESSO, ANÁLISE E CONTROLE DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS.
SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 CAMPO DE APLICAÇÃO 3 GERENCIAMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS 3.1Identificação e análise dos requisitos legais aplicáveis 3.1.1Acesso aos Requisitos Legais e outros requisitos 3.1.2Análise dos Requisitos Legais e outros requisitos 3.2Controle das atualizações dos requisitos e inserção de novos requisitos aplicáveis 4ATENDIMENTO AOS REQUISITOS DO CLIENTE 4.1Identificação e análise dos requisitos do Cliente aplicáveis 4.2Acompanhamento das atualizações dos requisitos do Cliente aplicáveis 5REGISTROS 6RESPONSABILIDADES
OBJETIVO Este Procedimento visa criar uma sistemática para acessar, identificar, atender e acompanhar as mudanças da Legislação e Requisitos de Clientes.
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-MT-FAZ DATA: 16/08/2006 PÁG.: 1  REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: AQUISIÇÃO
SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- APLICAÇÃO 3- DEFINIÇÕES 5- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR EVENTUAL 6- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR PERMANENTE 7- AQUISIÇÃO 8- INFORMAÇÕES DE AQUISIÇÃO 9- VERIFICAÇÃO DO PRODUTO ADQUIRIDO 11- INTEGRAÇÃO DOS FORNECEDORES DE SERVIÇOS CRÍTICOS 12- MONITORAMENTO DOS FORNECEDORES
OBJETIVO Fornecer orientação sobre o processo de aquisição, suas informações e a definição do que será adquirido, a fim de atender o Sistema de Gestão Integrada.
DEFINIÇÃO DE CRITICIDADE DE PRODUTOS E TIPO DE QUALIFICAÇÃO São considerados produtos críticos ao SGI aqueles definidos no documento DD-QLD-FAZ_Relação_Fornecimentos_Críticos_Requisitos_Qualificação.
QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR
SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- EXECUÇÃO 3- ESTOCAGEM 4- PLANO DE ESTOCAGEM 5- RESPONSABILIDADES
OBJETIVO Estabelecer sistemática para garantir que os materiais sejam estocados correta e devidamente identificados, de forma ordenada e com sua integridade protegida, permitindo rastreabilidade e agilidade na expedição.
Estocagem em Estante Exemplo de um material que esteja estocado na estante de nº 1 do Almoxarifado, estante nº 21 e no escaninho nº35 e o material foi cadastrado com o nº 12345, sua etiqueta para estocagem seria codificada:  A1-E21-L35-1234
Estocagem em Almoxarifado de Céu Aberto Exemplo 1: A estocagem de um determinado tipo de vergalhão foi destinada para uma área de estocagem de céu aberto identificada com o  nº 1. A mesma foi internamente subdivida em várias estações e o material foi colocado na estação de nº 4. Nessa estação, finalmente o material foi colocado na 3ª estante de um sistema para acondicionar vergalhão. O material foi cadastrado com o nº 5678. Sua etiqueta para estocagem seria  então B1-E4-L3-5678.
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-MT-FAZ DATA: 29/08/2006 PÁG.: 1  REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: MOBILIZAÇÃO E REQUISIÇÃO DE MATERIAIS
SUMÁRIO 1-   OBJETIVO 2-   DEFINIÇÕES 3-   RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA 3.1-  Requisição (sem retorno). 3.2-  Empréstimo e devolução 4-   DESTINAÇÃO DE MATERIAIS INSERVÍVES 5-   SAÍDA DE MATERIAIS SEM RETORNO. 6-   SAÍDA DE MATERIAIS COM RETORNO. 7-   MOBIIZAÇÃO DE MATERIAIS PARA EVENTOS. 7.1-  Forma de obtenção 7.2-  Compra ou Locação 7.3-  Movimentação dos Materiais 7.4-  Recebimento dos Materiais no Canteiro de Obras 8-   DESMOBIIZAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS DE EVENTOS. 9- RESSARCIMENTO RESULTANTE DE DANOS OU MULTAS 10- EMISSÃO E QUITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS
OBJETIVO Estabelecer critérios para retirada de materiais, produtos, equipamentos e ferramentas no Almoxarifado ou Ferramentaria e para a saída do mesmo da Empresa ou Canteiro de Obras.
RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA Requisição (sem retorno): O Almoxarifado ou Ferramentaria, inclusive nos Canteiros de Obras ou de Eventos, só entregará o material mediante apresentação do FR-QLD-FAZ Requisição e Mobilização de Materiais. 3.2- Empréstimo e devolução  O Almoxarifado ou Ferramentaria, inclusive nos canteiros de obras ou de eventos, emprestará  material mediante entrega do FR-QLD-FAZ Requisição e Mobilização de Materiais.
O FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar devidamente preenchido será encaminhado para o órgão responsável para obter o aluguel ou compra dos equipamentos/Ferramentas, caso não haja condições de se utilizar os recursos internos. O Coordenador do Evento deverá contatar o cliente para verificar os equipamentos e ferramentas a serem mobilizados e registrar no FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar.
PS-PARADA-FAZ DATA: 25-07-2006 PÁG.: 1  REV.: 00 PROCEDIMENTO OPERACIONAL DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: PLANEJAMENTO DE PARADAS
SUMÁRIO 1-  Objetivo 2- Definições 3- Diretrizes 4- Metodologia 5- Planejamento de Parada 5.1- Ações Preparatórias 51.1- Elaboração do Plano Preparatório 5.1.2- Análise das Listas de Serviços 5.1.3- Análise dos Serviços 5.1.4- Organização da Documentação 5.2- Detalhamento dos Serviços 5.3-  Nivelamento e Dimensionamento 5.3.1- Processamento de Dados 5.3.2- Nivelamento Preliminar 5.3.3- Nivelamento dos Recursos 5.3.4- Elaboração do Perfil dos Serviços dos Caminhos Críticos 5.3.6- Definição dos Organogramas 5.3.7- Cronogramas Finais 5.3.8- Elaboração das Pastas dos Executantes
SUMÁRIO 5.4- Desenvolvimento dos Procedimentos 5.4.1- Definição dos Procedimentos (Operação, Execução e Segurança) 5.4.2- Definição dos Procedimentos da Qualidade 5.4.3- Elaboração do Plano de Rigging (Levantamento de Cargas) 5.4.4- Definição dos Esquemas de Iluminação  5.4.5- Definição dos Esquemas de Energia Elétrica Auxiliar 5.4.6- Definição dos Esquemas de Acesso 5.4.7- Definição dos Esquemas de Exaustão 5.4.8- Definição dos Esquemas de Bloqueio e Raqueteamento 5.4.9- Plano de Utilização de Andaimes 5.4.10- Definição dos Procedimentos Administrativos 5.5- Aquisição de Materiais 5.6- Contratação de Serviços 5.7- Gestão da Qualidade no Planejamento 5.8- Avaliação da Satisfação do Planejamento 5.8.1- Elaboração do Manual da Parada
SUMÁRIO 6- Execução da Parada 6.1- Planejamento da Execução 6.1.1- Dimensionamento e Mobilização da Equipe de Planejamento da Execução 6.1.2- Integração dos Envolvidos 6.1.3- Estudo do Planejamento da Parada 6.1.4- Planejamento da Execução da Parada 6.1.5- Definição dos Requisitos da Qualidade 6.1.6- Definição da Equipe e Organograma 6.1.7- Definição das Instalações 6.2- Mobilização de Recursos 6.2.1- Mobilização da Mão-de-Obra 6.2.2- Mobilização dos Equipamentos 6.3- Treinamento e Qualificação 6.3.1- Normas Administrativas 6.3.2- Avaliação da Qualificação do Pessoal
SUMÁRIO 6.4- Mobilização do Canteiro 6.4.1- Instalação do Canteiro 6.4.2- Dimensionamento dos Recursos de Oficina e Campo 6.5-  Programação e Controle 6.5.1- Processamento e Distribuição da Programação 6.5.2- Análise da Programação 6.5.3- Reprogramação 6.5.4- Replanejamento da Parada 6.5.5- Emissão de Relatórios e Gráficos de Controle 6.5.5.1- Controle e Acompanhamento da Parada 6.5.5.2- Curva de Avanço Físico 6.5.5.3- Acompanhamento do Caminho Crítico 6.6- Execução 6.6.1- Elaboração dos Procedimentos de Execução 6.6.2- Procedimentos de Execução 6.6.3- Procedimentos de Segurança e Meio Ambiente  6.6.4- Execução de Serviços de Pré-Parada 6.6.5- Execução de Serviços de Parada 6.6.6- Execução dos Serviços de Pós-Parada
SUMÁRIO 6.7- Replanejamento 6.7.1- Adiantamento do Cronograma 6.7.2- Atraso do Cronograma 6.8- Desmobilização 6.8.1- Desmobilização da Mão-de-Obra     6.8.1- Desmobilização dos Equipamentos   6.8.2- Desmobilização do Canteiro   6.9- Avaliação da Satisfação 6.9.1- Avaliação Interna da Parada 6.9.2- Elaboração do Relatório da Parada 6.9.3- Emissão do Formulário de Avaliação da Satisfação 6.9.4- Registro de Dados no Sistema da Qualidade
SUMÁRIO 6.10- Gestão da Qualidade na Execução 6.10.1- Avaliação da Gestão da Qualidade 6.10.1.1- Definição de Indicadores Gerenciais 6.10.1.2- Definição de Metas de Desempenho 6.10.1.3- Definição de Metas Técnicas 6.10.1.4- Estabelecimento da Sistemática de Acompanhamento 6.10.1.5- Verificação dos resultados 5.10.2- Avaliação do Controle da Qualidade na Execução dos serviços 6.10.2.1- Estabelecimento das ações Corretivas e Preventivas 6.10.2.2- Definição da Sistemáticas de Acompanhamento 6.10.2.3- Acompanhamento da Execução 6.10.2.4- Emissão de Relatórios de Não-conformidades 6.10.2.5- Análise de Não-Conformidades 6.10.3- Arquivamento da Avaliação
Objetivo Definir como devem ser desenvolvidas as atividades da FAZ em nossos contratos de Planejamento, Controle e Execução de Parada.
Planejamento de Parada O Planejamento da Parada consiste no conjunto de atividades para definir: O que deve ser feito: Listas de Serviço, Escopo, etc; Como será feito: Procedimentos, Sistemática de controle, etc; Quando será feito: Cronogramas e Prazos; Quem fará: Recursos humanos e materiais; Com que será feito: Materiais, Ferramentas e Equipamentos.
Ações Preparatórias Elaboração do Plano Preparatório O Plano Preparatório contempla as atividades a serem desenvolvidas pela equipe de Planejamento, incluindo os prazos e recursos necessários para a execução do Planejamento.  Segue exemplo orientativo de Cronograma base para uma Parada.
Análise das Listas de Serviços A Lista de Serviços da Parada deve ser elaborada a partir das listas de serviços preliminares definidas pelo CLIENTE, representados por suas áreas de: Engenharia, Operação, Manutenção e a Inspeção.  Organização da Documentação A partir da Lista de serviços deve ser providenciada a Documentação Técnica necessária para o detalhamento dos serviços.  Esta documentação consiste nos Desenhos, Croquis, Manuais, Projetos, Recomendações dos fabricantes, RI’s e Folhas de dados
Nivelamento e Dimensionamento O Nivelamento e Dimensionamento de recursos estão estruturados nas seguintes etapas: ,[object Object]
Nivelamento Preliminar;
Nivelamento dos Recursos;
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Elaboração das Pastas dos Executantes;
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Aquisição de Materiais A Aquisição de Materiais, quando inclusa no Planejamento, deve restringir-se as atividades de solicitação, recomendação e acompanhamento (follow-up). Em hipótese alguma a FAZ deve assumir a responsabilidade direta pela entrega dos materiais. Este serviço consiste nas seguintes atividades: ,[object Object]
Emissão da requisição de Compra;
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Elaboração do Manual da Parada O Manual da Parada é o documento que deve contemplar as informações gerenciais e técnicas da Parada. De forma geral o Manual deve ter as seguintes informações:  ,[object Object]
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Apresentação sgi

  • 1. SGI (Sistema de Gestão Integrada)
  • 2. POLÍTICA DE INTEGRADA SGI DA FAZ QUALIDADE é a marcada FAZ. Buscar a Melhoria Continua de todososProcessos e Sistemas é compromisso de todas as instâncias de nossaempresa. A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES é maiorindicador de qualidade. Estaremconformidade com osAspectosTécnicos, RequisitosLegais e outrosrequisitosaplicáveis é a forma de assegurar a satisfação com nossosserviços. TodoServiçodaFAZdeve ser umaREFERÊNCIA PARA NOVOS NEGÓCIOS. No ambitodanossalinha de serviços de Manutenção e Paradas e do mercadonacional, osclientesserãoutilizadoscomo o melhorreferêncial. Ser reconhecidacomoempresa de Qualidadeserá, também, resultado de NOSSA ATITUDE PERANTE A SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE. Preservara vida e a saúdedas pessoas, atuaremprevençãodapoluição e assegurarintegridade dos ativos dos clientes, sãodemandasvitaisparanossaempresa.
  • 3. SUMÁRIO 1. Apresentação da Empresa 1.1. Estrutura Organizacional 1.2. Valores, Visão e Missão: 1.3. Política Integrada de SGI 2. Escopo do Sistema de Gestão da Qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional 2.1. Escopo 2.2. Exclusões 3.Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação
  • 4. SUMÁRIO 4. Sistema de gestão da qualidade, segurança e saúde ocupacional e meio ambiente. 4.1. Requisitos gerais 4.2. Requisitos de documentação 4.2.1 Generalidades 4.2.2 Manual da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional 4.2.3 Controle de documentos 4.2.4 Controle de registros
  • 5. SUMÁRIO 5. Responsabilidade da direção 5.1. Comprometimento da direção 5.2. Foco no cliente 5.3. Política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional 5.4. Planejamento 5.4.1 Objetivos da qualidade 5.4.2 Planejamento do sistema de gestão da qualidade 5.4.3 Planejamento para o meio ambiente 5.4.3.1 Aspectos ambientais 5. 4.3.2 Requisitos legais e outros 5. 4.3.3 Objetivos, metas e programa(s) 5.4.4 Planejamento para OHSAS 18001 5.4.4.1 Para identificação de fator de risco, avaliação e controle de risco 5.4.4.2 Requisitos legais e outros requisitos 5.4.4.3 Objetivos 5.4.4.4 Programa de gestão de saúde e segurança do trabalho 5.5 Responsabilidade, autoridade e comunicação 5.5.1 Responsabilidade e autoridade 5.5.2 Representante da direção 5.5.3 Comunicação interna 5. 5..3.1 Comunicação em Meio ambiente 5.5.3.2 Consulta e comunicação em OHSAS 5.6. Análise crítica pela direção 5.6.1 Generalidades 5.6.2 Entradas para análise crítica 5.6.3 Saídas da análise crítica
  • 6. SUMÁRIO 6. Gestão de Recursos 6.1 Provisão de Recursos 6.2 Recursos Humanos 6.2.1 Generalidades 6.2.2 Competência, conscientização e treinamento 6.2.2.1. Competência, treinamento e conscientização para meio ambiente 6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS 6.3 Infra-estrutura 6.4 Ambiente de trabalho
  • 7. SUMÁRIO 7. Realização do produto 7.1 Planejamento da realização do produto 7.2 Processos relacionados a clientes 7.2.1 Determinação dos requisitos relacionados ao produto 7.2.2 Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto 7.2.3 Comunicação com o cliente 7.3 Projeto e desenvolvimento 7.4 Aquisição 7.4.1 Processo de aquisição 7.4.2 Informações de aquisição 7.4.3 Verificação do produto adquirido 7.5 Produção e fornecimento de serviço 7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço 7.5.1.1. Controle operacional para meio ambiente 7.5.1.2 Controle operacional para OHSAS 7.5.2 Validação dos processos de produção e fornecimento de serviço 7.5.3 Identificação e rastreabilidade 7.5.4 Propriedade de cliente 7.5.5 Preservação de produto 7.6 Controle de dispositivos de medição e monitoramento 7.7 Preparação de atendimento a emergência 7.7.1 Preparação e resposta à emergências 7.7.2 Preparação e atendimento a emergência para OHSAS
  • 8. SUMÁRIO 8. Medição, análise e melhoria 8.1 Generalidades 8.2 Medição e monitoramento 8.2.1 Satisfação de clientes 8.2.2 Auditoria interna 8.2.3 Medição e monitoramento de processos 8.2.4 Medição e monitoramento de produto
  • 9. Valores Valores base do Planejamento e da Ação Estratégica da FAZ, são obtidos a partir da avaliação das pessoas da Empresa, em todos os níveis: ♦ Conhecimento, Habilidade e Vontade. ♦ Respeito às Pessoas. ♦ Ética e Confiança. Visão Alcançar a Liderança no mercado de Manutenção e Serviços, sustentados na Qualidade, na Inovação e na Capacitação Gerencial. Missão Assegurar para nossos Clientes serviços de valor agregado e lucratividade adequada para nossos Acionistas.
  • 10. Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação
  • 11. 4.2.3 Controle de documentos Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional são controlados conforme: Documento: PS-QLD-FAZ Controle de Documentos 4.2.4 Controle de registros Registros são estabelecidos e mantidos para prover evidências da conformidade com requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional conforme: Documento: PS-QLD-FAZ Controle de Registros
  • 12.
  • 13. o estabelecimento da política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
  • 14. a garantia de que são estabelecidos os objetivos da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
  • 15. a condução de análises críticas pela alta direção, e;
  • 16.
  • 17. 5. 4.3.2 Requisitos legais e outros A FAZ estabelece, implementa e mantém procedimento(s): Documento: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente DD-SSOMA-FAZ Legislação Aplicável, Verif Atendimento
  • 18. 5.4 Planejamento 5.4.1 Objetivos da qualidade A alta direção assegura que os objetivos da qualidade, incluindo aqueles necessários para atender aos requisitos do produto, são estabelecidos nas funções e níveis pertinentes da FAZ. Os objetivos da qualidade são mensuráveis e coerentes com a política da qualidade. Documento: PL-QLD-FAZ_Planejamento_Estratégico_2006-2008_ Rev0 PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente PL-SSOMA-FAZ Acompanhamento Objet Metas-SGA PL-SSOMA- FAZ _Plano_de_ Gestão_SSO
  • 19. 5.5.1 Responsabilidade e autoridade A alta direção assegura que as responsabilidades e autoridades são definidas e comunicadas na FAZ. Documento: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente DD-SSOMA-FAZ Matriz Responsabilidade DD-RH-FAZ Descrição de Função
  • 20.
  • 21. Relatar à alta direção o desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional e qualquer necessidade de melhoria; e
  • 22.
  • 23.
  • 26. desempenho de processo e conformidade de produto;
  • 27. situação das ações preventivas e corretivas;
  • 28. acompanhamento das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção;
  • 29. mudanças que possam afetar o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, e;
  • 30.
  • 31. melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saude ocupacional e de seus processos;
  • 32. melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e;
  • 33. necessidade de recursos.Documento: PS-QLD-FAZ Análise crítica pela direção
  • 34. 6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS Os empregados são treinados e conscientizados para serem competentes para realizar as tarefas que podem afetar a saúde e segurança no trabalho. A competência deve ser definida em termos de educação e treinamento adequados e/ou experiência. São estabelecidos e mantidos procedimentos: DOCUMENTO: PS-RH-FAZ_Treinamento
  • 35. 6.3 Infra-estrutura A FAZ deve determina, provê e mantém a infra-estrutura necessária para alcançar a conformidade com os requisitos do produto. A infra-estrutura inclui, quando aplicável, edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas; equipamentos de processo, (tanto materiais e equipamentos quanto programas de computador), e serviços de apoio (tais como transporte e comunicação). DOCUMENTO: PS-MT-FAZ Mobilização Requisição Materiais PS-RH-FAZ Mobilização de Pessoal
  • 36. 7.1 Planejamento da realização do produto A FAZ planeja e desenvolve os processos necessários para a realização do produto. DOCUMENTO: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal
  • 37. 7.2.3 Comunicação com o cliente A FAZ deve determinar e tomar providências eficazes para se comunicar com os clientes em relação a: a) informações do produto; b) tratamento de consultas, contratos ou pedidos, incluindo emendas, e; c) realimentação do cliente, incluindo suas reclamações. DOCUMENTO: PS-COM-FAZ_Vendas
  • 38. 7.4 Aquisição A FAZ deve avaliar e selecionar fornecedores com base na sua capacidade em fornecer produtos de acordo com os requisitos da FAZ. Critérios para seleção, avaliação e reavaliação devem ser estabelecidos. Devem ser mantidos registros dos resultados das avaliações e de quaisquer ações necessárias, oriundas da avaliação.
  • 39. 7.4.2 Informações de aquisição As informações de aquisição devem descrever o produto a ser adquirido e incluir, onde apropriado, requisitos para: a) aprovação de produto, procedimentos, processos e equipamento; b) qualificação de pessoal, e; c) sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. A FAZ deve assegurar a adequação dos requisitos de aquisição especificados antes da sua comunicação ao fornecedor.
  • 40. 7.4.3 Verificação do produto adquirido A FAZ deve estabelecer e implementar inspeção ou outras atividades necessárias para assegurar que o produto adquirido atende aos requisitos de aquisição especificados. Quando a FAZ ou seu cliente pretender executar a verificação nas instalações do fornecedor, a FAZ deve declarar, nas informações de aquisição, as providências de verificação pretendidas e o método de liberação de produto. DOCUMENTO: PS-MT-FAZ Aquisição
  • 41. 7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço A FAZ deve planejar e realizar a produção e o fornecimento de serviço sob condições controladas. Condições controladas devem incluir, como aplicável: a) a disponibilidade de informações que descrevam as características do produto; b) a disponibilidade de instruções de trabalho, quando necessário; c) o uso de equipamento adequado; d) a disponibilidade e uso de dispositivos para monitoramento e medição; e) a implementação de medição e monitoramento; f) a implementação da liberação, entrega e atividades pós-entrega DOCUMENTO: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas; PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais; PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal; FR-PRD-FAZ RDO Relatório Diário de Obras
  • 42. 7.5.3 Identificação e rastreabilidade Quando apropriado, a FAZ deve identificar o produto por meios adequados ao longo da realização do produto. A FAZ deve identificar a situação do produto no que se refere aos requisitos de monitoramento e de medição. Quando a rastreabilidade é um requisito, a FAZ deve controlar e registrar a identificação única do produto. DOCUMENTOS: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais PR-SSOMA-FAZ Seg, saúde ocup, meio amb. FR-PRD-FAZ RDO Relatório Diário de Obras
  • 43. 7.5.5 Preservação de produto A FAZ deve preservar a conformidade do produto durante processo interno e entrega no destino pretendido. DOCUMENTOS: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais
  • 44.
  • 45. cada 3 meses para os contratos de duração superior a 6 meses.DOCUMENTOS; FR-QLD-AZ_Avaliação_da_Satisfação_do_Cliente FR-QLD-FAZ_Acompanhamento_da_Satisfação_do_Cliente
  • 46. 8.2.2 Auditoria interna A FAZ executa auditorias internas a intervalos planejados, para determinar se o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional: DOCUMENTOS: PS-QLD-FAZ_Auditoria_do_SGI
  • 47. 3 Medição e monitoramento de processos A FAZ deve aplicar métodos adequados para monitoramento e, quando aplicável, a medição dos processos do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. DOCUMENTOS: DOCUMENTOS:PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais
  • 48. Controle de produto não-conforme A FAZ deve assegurar que produtos que não estejam conformes com os requisitos do produto sejam identificados e controlados para evitar seu uso ou entrega não intencional. DOCUMENTO:PS-QLD- FAZ Tratamento de NC Ações preventivas corretivas FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
  • 49. 8.4 Análise de dados A FAZ deve determinar, coletar e analisar dados apropriados para demonstrar a adequação e eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional e para avaliar onde melhorias contínuas do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional podem ser realizadas. DOCUMENTO: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal
  • 50. 8.5 Melhorias A FAZ deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. DOCUMENTO: FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
  • 51. 8.5.2 Ação corretiva A FAZ deve executar ações corretivas para eliminar as causas de não-conformidades, de forma a evitar sua repetição. As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não-conformidades encontradas. DOCUMENTO: PS-QLD- FAZ Tratamento de NC_Ações preventivas corretivas FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
  • 52. 8.5.3 Ação preventiva A FAZ deve definir ações para eliminar as causas de Não Conformidades potenciais, de forma a evitar sua ocorrência. As ações preventivas devem ser apropriadas aos efeitos dos problemas potenciais. DOCUMENTO: PS-QLD- FAZ Tratamento de NC_Ações preventivas corretivas FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua
  • 53. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1 REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: CONTROLE DE DOCUMENTOS
  • 54. SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- ABRANGÊNCIA 3- DEFINIÇÕES 4- METODOLOGIA 4.1- Codificação para Identificação de Documentos 4.2- Aprovação 4.3- Atualização e Reaprovação 4.4- Distribuição 4.4.1- Distribuição Física 4.4.2- Distribuição Eletrônica 4.5- Preservação 4.5.1- Preservação dos Documentos Físicos 4.5.2- Preservação dos Documentos Digitais 4.6- Documentos Externos 4.7- Documentos Obsoletos 5- RESPONSABILIDADES 6- REGISTRO 7- LISTAS DE CONTROLE
  • 55. OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para elaboração, revisão, aprovação de documentos quanto à sua adequação, antes da sua emissão e criar uma sistemática que permita identificar e controlar os documentos que compõem o Sistema de Gestão Integrado.
  • 56.
  • 57.
  • 58. EXEMPLO: Programa corporativo de Segurança, Saúde Ocupacional e meio Ambiente. Observação: Quando se tratar de documentos que devem ser elaborados ou revisados mensalmente, a fim de facilitar o seu registro, a identificação deverá ser antecedida do ANO-MÊS. Exemplo: 2006-04_PL-SSOMA-FAZ_Acompanhamento_Objet Metas_SGA Quando se tratar de documentos que devem ser elaborados ou revisados anualmente, a identificação deverá ser antecedida do ANO. Exemplo: 2006_PL-SSOMA-_Gestão_SSO
  • 60.
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1 REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: CONTROLE DE REGISTROS
  • 71. SUMÁRIO OBJETIVO ABRANGÊNCIA DESCRIÇÃO PRESSERVAÇÃO DE PRODUTOS DA FAZ QUE CONSISTE EM DOCUMENTOS RESPONSABILIDADE
  • 72.
  • 75.
  • 76. SISTEMA DE REGISTRO DE DOCUMENTOS
  • 77. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 15/08/2006 PÁG.: 1 REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: Tratamento de Não-Conformidade, Ações Preventivas e Corretivas
  • 78. SUMÁRIO 1- OBJETIVOS 2- ABRANGÊNCIA 3- DEFINIÇÕES 4- ABERTURA DE UMA NC 5- TRATAMENTO DA NC 6- PASSOS DE UMA NC 7- REGISTRO
  • 79. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para o tratamento de NC (Não-Conformidades) envolvendo as Ações Preventivas e Ações, a fim prover evidências da conformidade com os requisitos normativos e da operação eficaz dos Sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional.
  • 80.
  • 81. Nível de avaliação da implantação menor que 60%;
  • 82. Avaliação de satisfação do cliente menor que 50%;
  • 83. Não realização da avaliação de satisfação do cliente dentro do mínimo estabelecido;
  • 84. Auditoria do manual de gestão com resultado menor que 50% (contratos com mais de 12 meses de início de implantação);
  • 85. Contratos com o % de atendimento aos requisitos mínimos de contratação inferior a meta estabelecida no Planejamento Estratégico”;
  • 86. Contratos com margem bruta de contribuição acumulada menor do que o orçado;
  • 87. Não realização de auditorias programadas;
  • 88. Descumprimento de padrões estabelecidos;
  • 89. Não atendimento à legislação;
  • 93. Análise de reclamações e comunicações;
  • 94.
  • 95. PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1 REV.: 00 PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: AUDITORIA DO SGI
  • 96. SUMÁRIO 1OBJETIVO 2APLICAÇÃO 3DEFINIÇÕES 4DESCRIÇÃO DO PROCESSO 4.1 Autoridade para o Programa de Auditoria 4.2 Estabelecimento do Programa de Auditorias 4.3 Implementação do Programa de Auditoria 4.4 Frequência das Auditorias 4.5 Notificação e Plano de Auditoria 5REQUISITOS DO AUDITOR 5.1 Recomendações / Dicas para Auditor 6EXECUÇÃO DA AUDITORIA 6.1 Atividades na Execução da Auditoria 6.2 Atividades após a Execução da Auditoria 6.3 Gerenciamento de Não-Conformidades 7ENCERRAMENTO DA AUDITORIA 7.1 Revisão Gerencial dos Resultados das Auditorias Internas 7.2 Relatório de Auditoria 7.3 Conclusão da Auditoria 8RESPONSABILIDADES 8.1 Gerente de Engenharia 8.2 Auditor 8.3 Gerente Responsável pela Área Auditada 9REGISTROS
  • 97. OBJETIVO Fornecer orientação sobre os princípios de auditoria, gestão de programas de auditoria, realização de auditorias dos sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e de Segurança Saúde Ocupacional, estando de acordo com as diretrizes da NBR ISO 19011.
  • 98. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-QLD-FAZ DATA: 10-01-2006 PÁG.: 1 REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: IDENTIFICAÇÃO, ACESSO, ANÁLISE E CONTROLE DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS.
  • 99. SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 CAMPO DE APLICAÇÃO 3 GERENCIAMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS 3.1Identificação e análise dos requisitos legais aplicáveis 3.1.1Acesso aos Requisitos Legais e outros requisitos 3.1.2Análise dos Requisitos Legais e outros requisitos 3.2Controle das atualizações dos requisitos e inserção de novos requisitos aplicáveis 4ATENDIMENTO AOS REQUISITOS DO CLIENTE 4.1Identificação e análise dos requisitos do Cliente aplicáveis 4.2Acompanhamento das atualizações dos requisitos do Cliente aplicáveis 5REGISTROS 6RESPONSABILIDADES
  • 100. OBJETIVO Este Procedimento visa criar uma sistemática para acessar, identificar, atender e acompanhar as mudanças da Legislação e Requisitos de Clientes.
  • 101.
  • 102.
  • 103. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-MT-FAZ DATA: 16/08/2006 PÁG.: 1 REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: AQUISIÇÃO
  • 104. SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- APLICAÇÃO 3- DEFINIÇÕES 5- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR EVENTUAL 6- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR PERMANENTE 7- AQUISIÇÃO 8- INFORMAÇÕES DE AQUISIÇÃO 9- VERIFICAÇÃO DO PRODUTO ADQUIRIDO 11- INTEGRAÇÃO DOS FORNECEDORES DE SERVIÇOS CRÍTICOS 12- MONITORAMENTO DOS FORNECEDORES
  • 105. OBJETIVO Fornecer orientação sobre o processo de aquisição, suas informações e a definição do que será adquirido, a fim de atender o Sistema de Gestão Integrada.
  • 106. DEFINIÇÃO DE CRITICIDADE DE PRODUTOS E TIPO DE QUALIFICAÇÃO São considerados produtos críticos ao SGI aqueles definidos no documento DD-QLD-FAZ_Relação_Fornecimentos_Críticos_Requisitos_Qualificação.
  • 108.
  • 109.
  • 110.
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114.
  • 115.
  • 116.
  • 117. SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- EXECUÇÃO 3- ESTOCAGEM 4- PLANO DE ESTOCAGEM 5- RESPONSABILIDADES
  • 118. OBJETIVO Estabelecer sistemática para garantir que os materiais sejam estocados correta e devidamente identificados, de forma ordenada e com sua integridade protegida, permitindo rastreabilidade e agilidade na expedição.
  • 119. Estocagem em Estante Exemplo de um material que esteja estocado na estante de nº 1 do Almoxarifado, estante nº 21 e no escaninho nº35 e o material foi cadastrado com o nº 12345, sua etiqueta para estocagem seria codificada: A1-E21-L35-1234
  • 120. Estocagem em Almoxarifado de Céu Aberto Exemplo 1: A estocagem de um determinado tipo de vergalhão foi destinada para uma área de estocagem de céu aberto identificada com o nº 1. A mesma foi internamente subdivida em várias estações e o material foi colocado na estação de nº 4. Nessa estação, finalmente o material foi colocado na 3ª estante de um sistema para acondicionar vergalhão. O material foi cadastrado com o nº 5678. Sua etiqueta para estocagem seria então B1-E4-L3-5678.
  • 121. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PS-MT-FAZ DATA: 29/08/2006 PÁG.: 1 REV.: 00 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: MOBILIZAÇÃO E REQUISIÇÃO DE MATERIAIS
  • 122. SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- DEFINIÇÕES 3- RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA 3.1- Requisição (sem retorno). 3.2- Empréstimo e devolução 4- DESTINAÇÃO DE MATERIAIS INSERVÍVES 5- SAÍDA DE MATERIAIS SEM RETORNO. 6- SAÍDA DE MATERIAIS COM RETORNO. 7- MOBIIZAÇÃO DE MATERIAIS PARA EVENTOS. 7.1- Forma de obtenção 7.2- Compra ou Locação 7.3- Movimentação dos Materiais 7.4- Recebimento dos Materiais no Canteiro de Obras 8- DESMOBIIZAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS DE EVENTOS. 9- RESSARCIMENTO RESULTANTE DE DANOS OU MULTAS 10- EMISSÃO E QUITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS
  • 123. OBJETIVO Estabelecer critérios para retirada de materiais, produtos, equipamentos e ferramentas no Almoxarifado ou Ferramentaria e para a saída do mesmo da Empresa ou Canteiro de Obras.
  • 124. RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA Requisição (sem retorno): O Almoxarifado ou Ferramentaria, inclusive nos Canteiros de Obras ou de Eventos, só entregará o material mediante apresentação do FR-QLD-FAZ Requisição e Mobilização de Materiais. 3.2- Empréstimo e devolução O Almoxarifado ou Ferramentaria, inclusive nos canteiros de obras ou de eventos, emprestará material mediante entrega do FR-QLD-FAZ Requisição e Mobilização de Materiais.
  • 125. O FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar devidamente preenchido será encaminhado para o órgão responsável para obter o aluguel ou compra dos equipamentos/Ferramentas, caso não haja condições de se utilizar os recursos internos. O Coordenador do Evento deverá contatar o cliente para verificar os equipamentos e ferramentas a serem mobilizados e registrar no FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar.
  • 126. PS-PARADA-FAZ DATA: 25-07-2006 PÁG.: 1 REV.: 00 PROCEDIMENTO OPERACIONAL DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA: PLANEJAMENTO DE PARADAS
  • 127. SUMÁRIO 1- Objetivo 2- Definições 3- Diretrizes 4- Metodologia 5- Planejamento de Parada 5.1- Ações Preparatórias 51.1- Elaboração do Plano Preparatório 5.1.2- Análise das Listas de Serviços 5.1.3- Análise dos Serviços 5.1.4- Organização da Documentação 5.2- Detalhamento dos Serviços 5.3- Nivelamento e Dimensionamento 5.3.1- Processamento de Dados 5.3.2- Nivelamento Preliminar 5.3.3- Nivelamento dos Recursos 5.3.4- Elaboração do Perfil dos Serviços dos Caminhos Críticos 5.3.6- Definição dos Organogramas 5.3.7- Cronogramas Finais 5.3.8- Elaboração das Pastas dos Executantes
  • 128. SUMÁRIO 5.4- Desenvolvimento dos Procedimentos 5.4.1- Definição dos Procedimentos (Operação, Execução e Segurança) 5.4.2- Definição dos Procedimentos da Qualidade 5.4.3- Elaboração do Plano de Rigging (Levantamento de Cargas) 5.4.4- Definição dos Esquemas de Iluminação 5.4.5- Definição dos Esquemas de Energia Elétrica Auxiliar 5.4.6- Definição dos Esquemas de Acesso 5.4.7- Definição dos Esquemas de Exaustão 5.4.8- Definição dos Esquemas de Bloqueio e Raqueteamento 5.4.9- Plano de Utilização de Andaimes 5.4.10- Definição dos Procedimentos Administrativos 5.5- Aquisição de Materiais 5.6- Contratação de Serviços 5.7- Gestão da Qualidade no Planejamento 5.8- Avaliação da Satisfação do Planejamento 5.8.1- Elaboração do Manual da Parada
  • 129. SUMÁRIO 6- Execução da Parada 6.1- Planejamento da Execução 6.1.1- Dimensionamento e Mobilização da Equipe de Planejamento da Execução 6.1.2- Integração dos Envolvidos 6.1.3- Estudo do Planejamento da Parada 6.1.4- Planejamento da Execução da Parada 6.1.5- Definição dos Requisitos da Qualidade 6.1.6- Definição da Equipe e Organograma 6.1.7- Definição das Instalações 6.2- Mobilização de Recursos 6.2.1- Mobilização da Mão-de-Obra 6.2.2- Mobilização dos Equipamentos 6.3- Treinamento e Qualificação 6.3.1- Normas Administrativas 6.3.2- Avaliação da Qualificação do Pessoal
  • 130. SUMÁRIO 6.4- Mobilização do Canteiro 6.4.1- Instalação do Canteiro 6.4.2- Dimensionamento dos Recursos de Oficina e Campo 6.5- Programação e Controle 6.5.1- Processamento e Distribuição da Programação 6.5.2- Análise da Programação 6.5.3- Reprogramação 6.5.4- Replanejamento da Parada 6.5.5- Emissão de Relatórios e Gráficos de Controle 6.5.5.1- Controle e Acompanhamento da Parada 6.5.5.2- Curva de Avanço Físico 6.5.5.3- Acompanhamento do Caminho Crítico 6.6- Execução 6.6.1- Elaboração dos Procedimentos de Execução 6.6.2- Procedimentos de Execução 6.6.3- Procedimentos de Segurança e Meio Ambiente 6.6.4- Execução de Serviços de Pré-Parada 6.6.5- Execução de Serviços de Parada 6.6.6- Execução dos Serviços de Pós-Parada
  • 131. SUMÁRIO 6.7- Replanejamento 6.7.1- Adiantamento do Cronograma 6.7.2- Atraso do Cronograma 6.8- Desmobilização 6.8.1- Desmobilização da Mão-de-Obra 6.8.1- Desmobilização dos Equipamentos 6.8.2- Desmobilização do Canteiro 6.9- Avaliação da Satisfação 6.9.1- Avaliação Interna da Parada 6.9.2- Elaboração do Relatório da Parada 6.9.3- Emissão do Formulário de Avaliação da Satisfação 6.9.4- Registro de Dados no Sistema da Qualidade
  • 132. SUMÁRIO 6.10- Gestão da Qualidade na Execução 6.10.1- Avaliação da Gestão da Qualidade 6.10.1.1- Definição de Indicadores Gerenciais 6.10.1.2- Definição de Metas de Desempenho 6.10.1.3- Definição de Metas Técnicas 6.10.1.4- Estabelecimento da Sistemática de Acompanhamento 6.10.1.5- Verificação dos resultados 5.10.2- Avaliação do Controle da Qualidade na Execução dos serviços 6.10.2.1- Estabelecimento das ações Corretivas e Preventivas 6.10.2.2- Definição da Sistemáticas de Acompanhamento 6.10.2.3- Acompanhamento da Execução 6.10.2.4- Emissão de Relatórios de Não-conformidades 6.10.2.5- Análise de Não-Conformidades 6.10.3- Arquivamento da Avaliação
  • 133. Objetivo Definir como devem ser desenvolvidas as atividades da FAZ em nossos contratos de Planejamento, Controle e Execução de Parada.
  • 134. Planejamento de Parada O Planejamento da Parada consiste no conjunto de atividades para definir: O que deve ser feito: Listas de Serviço, Escopo, etc; Como será feito: Procedimentos, Sistemática de controle, etc; Quando será feito: Cronogramas e Prazos; Quem fará: Recursos humanos e materiais; Com que será feito: Materiais, Ferramentas e Equipamentos.
  • 135. Ações Preparatórias Elaboração do Plano Preparatório O Plano Preparatório contempla as atividades a serem desenvolvidas pela equipe de Planejamento, incluindo os prazos e recursos necessários para a execução do Planejamento. Segue exemplo orientativo de Cronograma base para uma Parada.
  • 136. Análise das Listas de Serviços A Lista de Serviços da Parada deve ser elaborada a partir das listas de serviços preliminares definidas pelo CLIENTE, representados por suas áreas de: Engenharia, Operação, Manutenção e a Inspeção. Organização da Documentação A partir da Lista de serviços deve ser providenciada a Documentação Técnica necessária para o detalhamento dos serviços. Esta documentação consiste nos Desenhos, Croquis, Manuais, Projetos, Recomendações dos fabricantes, RI’s e Folhas de dados
  • 137.
  • 142. Elaboração das Pastas dos Executantes;
  • 143.
  • 144.
  • 147. Emissão de Parecer Técnico;
  • 151.
  • 155.
  • 156.
  • 158. Serviços de Logística, Listagem de Procedimentos,
  • 160. Lista de Serviços Contratados,
  • 161.
  • 162. Definição da Matriz de responsabilidades,
  • 163. Definição do Corpo Técnico,
  • 166.
  • 167.
  • 168.
  • 169. Quais as Certificações necessárias,
  • 170. Entidades Certificadoras e Percentual Técnico que deverão atender a essas exigências estão explícitas no Manual de Paradas – Treinamento e Qualificação.O Coordenador deve prover condições para que todos os treinamentos necessários a sua equipe sejam realizados sem prejuízos para o cumprimento dos prazos dos cronogramas, ou seja, devem se previstos e programados os treinamentos para datas anteriores às datas nas quais as pessoas devem estar disponíveis para a realização do serviço. A logística envolvida para a execução dos treinamentos deve ser discutida previamente entre A FAZ e os responsáveis do Cliente. Esta logística deve contemplar, salas de treinamento, material didático, avaliação, certificação, etc.
  • 171.
  • 172. Atualização da Curva de avanço Físico;
  • 174. Preenchimento do RDO (Relatório Diário de Obra);
  • 175.
  • 176. Execução da Parada Emissão de Relatórios e Gráficos de Controle Devem ser emitidos Relatórios e Gráficos de Controle para acompanhar o andamento da execução da Parada, permitindo a visualização rápida da eficiência, qualidade e cumprimento da programação dos serviços.
  • 177. Execução da Parada Acompanhamento do Caminho Crítico Outra ferramenta muito utilizada para o controle da Parada, consiste no acompanhamento do avanço das atividades do caminho crítico. Sabendo-se as atividades do caminho crítico podem gerar atrasos ao cronograma final é válido que se acompanhe estas e, a partir destas, calcule-se a data de conclusão da Parada.
  • 178. Execução da Parada Procedimentos de Segurança e Meio Ambiente Para cada evento de Parada deverá ser elaborado um Programa de Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente, com bases nas características dos riscos envolvidos, exigências do cliente e do Programa corporativo da FAZ que é o PR-SSOMA-FAZ_Segurança_Saúde_Ocupacioal_e_Meio_Ambiente. Caberá ao Coordenador do evento verificar os requisitos de SSOMA pertinentes, com o apoio do órgão de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente da Central da FAZ.
  • 179. Execução da Parada Avaliação Interna da Parada Após o final da Parada, a Coordenação deve avaliar a execução dos serviços. Isto pode ser feito em reunião com a Supervisão e outros integrantes da equipe.
  • 180. Execução da Parada Elaboração do Relatório da Parada Após a execução dos serviços de Pré-Parada, Parada e Pós-Parada, deve ser elaborado o Relatório Final da Parada. Este deve mostrar de forma clara a lista de serviços executados, os relatórios de Não-Conformidades, o cumprimento dos prazos, a real utilização dos recursos, etc. Ou seja, deve comparar o previsto e com o realizado. O Coordenador deve enviar 2 cópias do relatório de Parada para o Cliente, e enviar uma para o arquivo central da FAZ.
  • 181.
  • 182. Organograma das equipes de execução e carga horária utilizada, destacando se houve necessidade de mobilização de mão-de-obra adicional;
  • 183. Equipamentos utilizados na Parada, destacando se houve necessidade de mobilização de equipamentos adicionais;
  • 184. Descrição dos serviços realizados durante a Parada e verificação se houve pleno cumprimento do planejamento, incluindo descrição de serviços adicionais ou dos serviços que não puderam ser executados e suas causas;
  • 185. Verificação do cumprimento do caminho crítico e comentários sobre a curva de acompanhamento;
  • 186. Cumprimento do Plano de Segurança destacando possíveis acidentes, seus procedimentos de emergência e suas causas;
  • 187.
  • 188. Execução da Parada Estabelecimento das ações Corretivas e Preventivas A sistemática de ações corretivas e preventivas deve ser definida, juntamente com o Cliente, antes do início dos serviços de forma que o pessoal tenha conhecimento suficiente para identificar uma não-conformidade e tomar as ações corretivas mais adequadas a situação.
  • 189.
  • 190. SUMÁRIO 1- OBJETIVOS 2- DEFINIÇÕES 3- APLICAÇÃO 4- SOLICITAÇÃO DE PESSOAL 4.1- Solicitação para Eventos 4.2- Solicitação para Aquisição de Pessoal para o Quadro Permanente da FAZ 5- RECRUTAMENTO 6- SELEÇÃO 7- EXAMES MÉDICOS 8- CONTRATAÇÃO 9- DISPONIBILIZAÇÃO DO EMPREGADO PARA TRABALHAR 10- DESMOBILIZAÇÃO 10.1- Empregados do Quadro Fixo 10.2- Empregados Temporários 10.3- Terceirizados 10.4- Critérios Gerais de Desmobilização de Pessoal
  • 191. OBJETIVOS Estabelecer critérios a mobilização e desmobilização de recursos de pessoal para a FAZ.
  • 192. RELAÇÃO DE PESSOAL MOBILIZADO É uma listagem do pessoal, registrada no FR-QLD-FAZ Relação de Pessoal Mobilizado, a ser entregue pelo Órgão de Pessoal ao Coordenador do Evento.
  • 193. Esta relação deverá ser mantida atualizada durante todo o período do evento e qualquer alteração deverá ser comunicado ao Órgão de Pessoal que providenciará uma Relação atualizada. Dentre outras informações contidas na mesma, deverá ter uma coluna para registrar o desempenho de cada pessoa no evento cujo lançamento é de responsabilidade do Coordenador do evento. Esta lista deverá ser devolvida ao Órgão de Pessoal para servir de informações para novas mobilizações e evitar recontratar pessoas que tiveram um desempenho insuficiente num evento.
  • 194. SOLICITAÇÃO DE PESSOAL Solicitação para Eventos Quando alguma situação motivar a mobilização de recursos de pessoal para algum evento, o responsável pelo mesmo deverá registrar a relação dos cargos/funções no FR-QLD-FAZ Requisitos de Empregados para Mobilizar incluindo a definição dos requisitos discutidos e exigidos para o desempenho das atividades relativas ao evento, com bases na negociação que foi acertada com o cliente.
  • 195. Para a seleção dos candidatos ser verificado as exigências de formação, competência, habilidades e experiência contidos no o DD-RH-FAZ Descrição de Função.
  • 196.
  • 197. Solicitação para Aquisição de Pessoal para o Quadro Permanente da FAZ A solicitação para aquisição de Empregados deverá ser feita formalmente pelo Coordenador do órgão interessado, preenchendo o FR-RH-FAZ Solicitação de Pessoal encaminhado para a aprovação da Diretoria, atentando paras exigências de formação, competência, habilidades e experiência contidos no o DD-RH-FAZ Descrição de Função.
  • 198.
  • 199. DISPONIBILIZAÇÃO DO EMPREGADO PARA TRABALHAR Distribuição de EPI conforme o Procedimento de EPI exigida para a situação. O Órgão de Pessoal deverá entregar ao Coordenador do evento uma relação do pessoal mobilizado registrada no FR-QLD-FAZ Relação de Pessoal Mobilizado
  • 200.
  • 201. Providencias os devidos registros da participação do empregado no evento para fins de PPP.
  • 202. Informar aos órgãos interessados da FAZ a disponibilidade de pessoal existente.
  • 203. Registrar o desempenho do Empregado no seu dossiê, quando for o caso.No caso de rescisão contratual, a mesma deverá ser aprovada e assinada pela diretoria.
  • 204. DESMOBILIZAÇÃO Critérios Gerais de Desmobilização de Pessoal O Órgão de Pessoal para fazer uma rescisão contratual de algum Empregado providenciará para que o Empregado comprove a sua quitação de materiais e equipamentos com a Empresa, entregando ao mesmo o formulário FR-QLD-FAZ Nada Consta. Orientará o Empregado devolver os equipamentos e/ou materiais pertencentes a FAZ ao almoxarifado e/ou ao responsável pelo controle dos mesmos e pegar as assinaturas pertinentes no formulário. O Coordenador de Pessoal quitará no formulário os itens ou áreas que julgar desnecessário o empregado passar.
  • 206. DESMOBILIZAÇÃO O Coordenador do Evento deverá entregar ao Órgão de Pessoal o formulário de FR-QLD-FAZ Relação de Pessoal Mobilizado com os registros das avaliações de desempenho pertinentes. O desempenho será avaliado com as seguintes gradações: =>70%: Satisfatório sem restrição. (poderá ser recontratado normalmente) =>60% a <70%: Satisfatório com restrição. (a restrição deverá ser analisada pelo ponto de vista de aceitação do cliente ou quando há possibilidade do desempenho ser satisfatório) <60%: Insatisfatório. (não dever ser recontratado). São determinantes para uma classificação Insatisfatória: não aceitação do cliente; baixo moral de prevenção; indisciplina; roubos, agressividade; trabalhar com sintomas visíveis de embriagues; baixo desempenho; baixa qualidade dos serviços e outras situações identificadas cuja a participação em outro evento poderá a imagem da Empresa
  • 207.
  • 208.
  • 209.
  • 210. SUMÁRIO 1- OBJETIVO 2- DEFINIÇÕES: 3- ABRANGÊNCIA 4- HABILIDADES E COMPETÊNCIAS 5- IDENTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE DE TREINAMENTO 6- PLANO DE TREINAMENTO 7- RESPONSABILIDADES
  • 211. OBJETIVO Este procedimento estabelece como identificar as habilidades, competências e qualificações requeridas para as funções, bem como as necessidades de treinamento para cada ocupante da função.
  • 212. IDENTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE DE TREINAMENTO Será identificada verificando-se no seu dossiê os cursos e treinamentos que faltam para satisfazer as exigências contidas no DD-RH-FAZ Descrição de Função. Também será identificada resultante de avanços tecnológicos, mudanças ou implantação de novos sistemas, mudanças de função ou atividades e etc.
  • 213. PLANO DE TREINAMENTO Anualmente, a área de Recursos Humanos solicitará as diversas Coordenações preencher o PL-RH-FAZ Plano de Treinamento.
  • 214. A C P OHSAS 18001 ISO 14000 QUALIDADE Programa de Gestão SSOMA Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente
  • 215. SSOMA – Segurança, Saúde Ocpacional e Meio Ambiente ESTRATÉGIA GESTÃO DE SSOMA CONSCIENTIZAÇÃO CONTROLE DE RISCO Ferramentas de Administração e Controle de SSOMA Sistema de Avaliação Levantamento dos Riscos e Aspcectos das Atividades Campanhas Motivacionais Gestão de Metas e Desvios Legislação Aplicáveis Política Integrada PPRA, PPR, PCA Organização de SSOMA Auditorias Preparação para Emergência Melhorias em SSOMA BASES DO SSOMA OHSAS 18001, ISSO 14000 E ISSO 9000
  • 216. DDS- Diálogo Diário de SSOMA Conscientização RS - Reunião de SSOMA - Diálogos Diários - Reuniões - Treinamentos TS - Treinamentos de SSOMA IST – Instrução de SSOMA do Trabalho Controle de riscos ARPT- Análise de Risco e Permissão para a Tarefa - Instruções de Trabalho - Análise de Riscos e - Permissão para Trabalho - Auditorias Comportamentais - Observação Planejada de Procedimentos CríticosTrabalhos - Inspeções - Alerta Preventivo OPAI – Observação Planejada de Atos Inseguros OPTC- Observação Planejada de Trabalhos Críticos IPS- Inspeção Planejada de SSOMA AP - Alerta Preventivo CA - Controle de Acidentes Controle e Administração de Acidentes e Incidentes CI – Controle de Incidentes (ROA e ROI) FERRAMENTAS DE CONTROLE E ADEMINISTRAÇÃO DE SSOMA
  • 217. TAXAS DE ACIDENTES CAF 10 7,83 8 6,57 6,15 6 4,95 4,48 3,27 4 1,9 2 0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 Até Set/99 % CUMPRIMENTO DO PDS 100 88 84 84 77 73 80 68 60 40 20 0 1994 1995 1996 1997 1998 Até SET/99
  • 218. OPAI = DDS = realizadas X nº pessoas no padrão X 100 realizados X nº real de participantes X 100 previstos X nº pessoas observadas previstos X nº previsto de participantes IPS= nº de inspeções realizadas X nº de correções realizadas RS= ARPT= nº real de participantes X100 nº ARPT emitidas X100 nº de inspeções previstas X nº de correções previstas nº participantes previstos nº serviços que deviriam ter ARPT TS = nº real de participantes X 100 nº participantes previstos ROI= nº investigações realizada X nº recomendações impl. X 100 nº acidentes ocorridos X nº recomendações previstas CA= nº investigações realizada X nº recomendações impl. X 100 nº acidentes ocorridos X nº recomendações previstas AVALIAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE SEGURANÇA
  • 219. AVALIAÇÃO GERAL Média Aritmética das % obtidas nas Ferramentas SSOMA pertinentes
  • 220.
  • 221. F I M