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Metas brasileiras pós-2020

O
O

Apresentação de Tasso Azevedo no lançamento da NDC do Observatório do Clima, 26 dfe junho de 2015

Metas brasileiras pós-2020

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Metas Brasileiras Pós-2020 de
Redução de Emissões de GEE
Tasso Azevedo
Coordenador SEEG/OC
tasso.azevedo@seeg.eco.br
Emissões
(t GEE)
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(PPM / PPB)
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Climática
Impactos
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pessoas
450 ppm
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para adaptação
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?
Metas brasileiras pós-2020
75%
25%
25 %14 %21 %
Em desenv Desenvolv
GtCO2e
1990
22
14
2005
19
26
2020
20
40
11
2oC
2012 - 2100
2100
33
3-4oC
Caminhos para manter emissões dentro do
limite de 1000 GtCO2e (2012-2100)
-60
-40
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Notas do Editor

  1. Á título de exemplo um cenário de divisão de responsabilidades é ilustrado acima. As emissões em 1990 eram de cerca de 35 Gt distribuídas em 14 Gt dos em desenvolvimento e 21 Gt do países desenvolvidos. Atualmente as emissões alcançam 45 Gt divididos na proporão de 26 Gt para em desenvolvimento e 19 para os desenvolvidos. No CENARIO básico (BAU) a trajetória de emissões levaria os países desenvolvidos a emitir 20 Gt em 2020 e os poíses em desenvolvimento 40 Gt. Aplicando a trajetória do CENARIO MÉDIO as emissões em 2020 deveria estar nos mesmos níveis atuais, ou seja, 45 Gt. No Cenário A os países desenvolvidos comprometem-se a reduzir 25% das suas emissões em relação aos índices de 1990, o que significa reduzir para 16,5 suas emissões. Portanto aos países em desenvolvimento poderiam aumentar suas emissões para 27,5 portanto um desvio de 30% em relação ao BAU que é de 40 Gt. No Cenário B os países desenvolvidos comprometem-se a reduzir 40% das suas emissões em relação aos índices de 1990, o que significa reduzir para 13,2 suas emissões. Portanto aos países em desenvolvimento poderiam aumentar suas emissões para 31,8 portanto um desvio de 20% em relação ao BAU que é de 40 Gt. Notar que desvio de tendencia nos cenários (A) e (B) descem para 15 a 30% quando aplicados ajustes de estimativa de emissões dos países desenvolvidos para baixo em 1990 (eg. 18 Gt sem LULUCF– CAIT/WRI). Para cumprir a sua meta (que é obrigatória) os países desenvolvidos terão que - além dos esforços internos – compensar suas emissões comprando créditos dos países em desenvolvimento. Mas para que a integridade do orçamento de carbono se mantenha os créditos só podem ser gerados nos países em desenvolvimento a medida que consegue fazer desvios dos BAU além do desvio definido como sua contribuição para a trajetória (20 a 30%). Neste caso, seja com REDD+ ou NAMA todas ações poderiam gerar créditos deste que atendendo esta condição. Por outro lado os países desenvolvidos tem que pagar a conta – com incentivos e transferencia de recursos – para que os países em desenvolvimento façam o desvio mínimo necessário. O compromisso de recursos deve esta expresso no acordo de clima e pode ser uma condição para poder utilizar off set. Ou seja para poder utilizar créditos de carbono de NAMAs e REDD+ os países desenvolvidos tem que ter cumprido com sua cota de contribuição para o desvio do BAU dos países em desenvolvimento e para o Fundo de Adaptação.
  2. http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bf/Pollution-icon.JPG&imgrefurl=http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Pollution-icon.JPG&usg=__QG-xUiBNJwrb5-AGFdyR0a5GqpY=&h=92&w=93&sz=4&hl=pt-BR&start=444&zoom=1&tbnid=q3SZ95f5u3MfCM:&tbnh=78&tbnw=79&ei=PwJOTYnNB8TJgQe72pEE&prev=/images%3Fq%3Dpollution%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26safe%3Doff%26sa%3DX%26rlz%3D1C1TSND_enBR403BR403%26biw%3D1440%26bih%3D799%26tbs%3Disch:1,itp:clipart1,9960&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=599&vpy=352&dur=1872&hovh=79&hovw=80&tx=111&ty=28&oei=NQJOTb2VNMT58Aat3fmsDg&esq=7&page=16&ndsp=32&ved=1t:429,r:19,s:444&biw=1440&bih=799