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MRV Acre por Monica de Los Rios- Treinamento GCF- Macapá

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Publicada em

Apresentação da diretora do Instituto de Mudanças Climáticas do Acre, Monica de Los Rios sobre Sistema MRV do Acre.

• Construção metodológica do programa: linha de
base e sistema de monitoramento estadual
• Estimativa das reduções de emissões de acordo
com os requerimentos VCS
• Lições aprendidas com a construção do programa
jurisdicional do Acre
• Recomendações para os demais estados do GCF

Publicada em: Meio ambiente
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MRV Acre por Monica de Los Rios- Treinamento GCF- Macapá

  1. 1. THINKING beyond the canopy Monica Julissa De Los Rios de Leal (monica.julissa@ac.gov.br)
  2. 2. De REDD para DBE
  3. 3. Uma abordagem Aninhada Projeto A Projeto B Projeto C Projeto n Projeto A Projeto B Projeto C Projeto n Projeto A Projeto B Projeto C Projeto n Projeto A Projeto B Projeto C Projeto n
  4. 4. REGISTRO Projeto A Projeto B Projeto n PROGRAMAJURISDICIONAL Linha de base, monitoramento e creditação jurisdicional Projeto creditado no programa Reduções certificadas de emissões emitidas Programa ISA Carbono do Acre Creditação no nível estadual: redução resultantes da implementação de políticas públicas Creditação no nível de projeto: redução da implementação da implementação de projetos individuais de REDD A Redução no nível de projetos será excluida da contabilidade estadual.
  5. 5. Arranjo de governança para REDD Transparência do sistema de REDD MRV Clara repartição de Benefícios Consulta efetiva e adoção de salvaguardas
  6. 6. Presupostos para Definição da Linha de Base do Programa ISA Carbono • Objetivo do programa: reduzir emissões a partir de ações de atividades de desmatamento, degradação florestal e manejo sustentavel dos recursos naturais; • Programa jurisdicional ≠ projeto de grande escala, • É subnacional: prever sua integração a uma estrategia nacional, • Conhecimento disponível: histórico do desmatamento e, estimativas de medias nacionais e estaduais de biomassa conhecidas, mas não sobre a degradação floretal e remoções; • Vetores do desmatamentoe degradação: demanda de terra para pecuaria e agricultura de pequena escala; degradação resulta da demanda de madeira • Implementar o Programa ISA Carbono em fases;
  7. 7. DESMATAMENTO: PRODES ~230 scenes Landsat/year Taxa de Desmatamento Anual na Amazônia Legal 0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 88 (a) 89 90 91 92 93 (b) 94 (b) 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 c Ano Km2/ano Consolidado Estimativa
  8. 8. Fonte: INPE (2012) Evolução do Desmatamento anual no Estado do Acre 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 Acre 0.38 0.33 0.33 0.23 0.24 0.29 0.29 0.74 0.26 0.22 0.33 0.27 0.33 0.26 0.54 0.66 0.44 0.36 0.24 0.11 0.14 0.09 0.14 0.15 0.17 0.38 0.33 0.33 0.23 0.24 0.29 0.29 0.74 0.26 0.22 0.33 0.27 0.33 0.26 0.54 0.66 0.44 0.36 0.24 0.11 0.14 0.09 0.14 0.15 0.17 0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60 0.70 0.80 Taxadedesmtamentoanual(%)
  9. 9. Vetores do Desmatamento
  10. 10. Vegetação
  11. 11. Salimon Biomassa= 123 ton/ha Baccini Biomassa = 131 ton/ha 130 TC/ha ✔ Estoque de carbono
  12. 12. 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Desmtamento(km2) Desmatamento (km2) Desmatamento (km2) Período do Programa Fonte: INPE (2012) 1st Phase 2nd Phase
  13. 13. 0 200 400 600 800 1000 1200 km2 Anos Desmatamento PNMC PPCD extendida Nível de Referencia Acre ya ha cumplido con el 63% de este objetivo entre 2006-12, llegando a 97 millones de toneladas de reducciones de CO2;
  14. 14. Sistema de Monitoreo Estabelecer um sistema efetivo de monitoramento de implementação dos impactos do SISA Formosat 2- 8 meters Formosat 2- 2 meters (Pan) R,G,B- 2,4,3 Redução de Emissões Sócio Ambientais
  15. 15. Sistema de Monitoramento INPE IMC PRODES RELATORIOS ANUAIS DE DESFLORESTAMENTO ESTRATIFICADO POR ESTADO TABELAS COM ESTIMATIVAS BASE DE DADOS DIGITAL www.inpe.br UCEGEO RELATORIOS ANUAIS DE DESFLORESTAMENTO ESTRATIFICADO NO NÍVEL LOCAL TABELAS COM ESTIMATIVAS BASE DE DADOS DIGITAL COMITE GESTOR DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS
  16. 16. THINKING beyond the canopy >60% poligons are smaller than 5ha From those 50% are between 1 to 2 ha Fragmentation
  17. 17. High resolution images fo accuracy assessment Formosat 2- 8 meters Formosat 2- 2 meters (Pan) R,G,B- 2,4,3
  18. 18. Biomass- WHRC/IPAM
  19. 19. THINKING beyond the canopy Biomass study: 20 plots to develop alometric equations for Acre State
  20. 20. Source: Gregory Asner, Canergie Institute, California. Carbon Stock and forest degradation
  21. 21. Salvaguardas sócio ambientais • Princípios: definem os objetivos • Critérios: são condições que se deven cumprir para demostraro cumprimiento do princípio. • Indicadores: são parâmetros qualitativos ou quantitativos que podem ser comprovados e avaliados • Incluem: – O reconhecimento e o respeito aos usos e direitos de uso e direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionai, além do concentimento livre e informado – Distribuição equitativa dos beneficios – Beneficios para o desenvolvimento sustentável – A manutenção da biovirsidade e dos serviços ecossistêmicos – Participação ampla e efetiva – Acesso a informação
  22. 22. REDUÇÃO DE EMISSÕES Ano Florestal Base Line (km2) Base Line of emissions (MtCO2) Verified Deforestation (km2) Reduction related to the Baseline (km2) Reduction related to the Baseline (ha) Reduction (123 tC/ha) Emission Reduction tCO2 (Conversion factor 3,67) Total of Emission Reduction (MtCO2) 2006 602 27 398 204 20.400 2.509.200 9.208.764 9,21 2007 602 27 184 418 41.800 5.141.400 18.868.938 18,87 2008 602 27 254 348 34.800 4.280.400 15.709.068 15,71 2009 602 27 167 435 43.500 5.350.500 19.636.335 19,64 2010 602 27 259 343 34.300 4.218.900 15.483.363 15,48 2011 496 22 280 216 21.600 2.656.800 9.750.456 9,75 2012 496 22 308 188 18.800 2.312.400 8.486.508 8,49 2013 496 22 199 297 29.700 3.653.100 13.406.877 13,41 Total 110.550.309 110,55 CONTABILIDADE DAS UNIDADES DE EMISSÕES REDUZIDAS Ano Florestal Total de Redução de Emissões (MtCO2) Projetos Privados Remunerad os pelo BMZ Contribuição Própria BMZ Remunerados pelo BMU Contribuição Propria BMU Total de Alocacoes 2006 9,21 0,00 2007 18,87 0,00 2008 15,71 0,00 2009 19,64 0,00 2010 15,48 1,45 1,45 2011 9,75 0,98 0,98 2012 8,49 0,85 0,50 0,50 1,85 2013 13,41 1,34 2,42 1,45 2,34 2,34 9,89 Total 110,55 3,16 2,92 1,95 2,34 2,34 14,16
  23. 23. Benefícios da transação dos créditos de carbono jurisdicionais Executoras dos programas e políticas do Estado Fundo Florestal CDSA PROGRAMA JURISDICIONAL Abordagem programática: programas governamentais com foco no uso da terra Programa A Programa B Programa C Programa D PROGRAMA JURISDICIONAL Provedores de Serviços Ambientais (Estoque x Fluxo) Terras Indígenas Unidades de Conservação Projetos de Assentamento Propriedade Privada Distribuição de Benefícios
  24. 24. Desafios • Vazamentos: – Instrumento complexo: para o Acre vazamento é ZERO. • Permanência • Tudo vai ser VCS? Como conversa com outros padrões e requerimentos específicos?
  25. 25. Lições aprendidas • Simplicidade e conservadorismo • Considerar sempre os instrumentos nacionais • Consulta constante tanto com a sociedade civil e comunidade científica • O programa tem que estar inserido dentro de políticas mais abrangentes – potencializar recursos e investimentos.

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