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Quem  me segue não anda nas trevas.pdf
O MESTRE NÃO PROMETEU CLARIDADE À SENDA DOS QUE APENAS
FALAM E CREEM. ASSINOU, NO ENTANTO, REAL COMPROMISSO DE
ASSISTÊNCIA CONTÍNUA AOS DISCÍPULOS QUE O SEGUEM.
NESSE PASSO, É IMPORTANTE CONSIDERAR QUE JESUS NÃO SE
REPORTA A LÂMPADAS DE NATUREZA FÍSICA, CUJAS IRRADIAÇÕES
FEREM OS OLHOS ORGÂNICOS. ASSEGUROU A DOAÇÃO DE LUZ DA
VIDA.
QUEM EFETIVAMENTE SE DISPÕE ACOMPANHÁ-LO, NÃO
ENCONTRARÁ TEMPO A GASTAR COM EXAMES PARTICULARIZADOS
DE NUVENS NEGRAS E ESPESSAS, PORQUE SENTIRÁ CLARIDADE
ETERNA DENTRO DE SI MESMO.
QUANDO FIZERES, POIS, O COSTUMEIRO BALANÇO DE TUA FÉ,
REPARA, COM HONESTIDADE IMPARCIAL, SE ESTÁS FALANDO
APENAS DO CRISTO OU SE PROCURAS SEGUIR-LHE OS PASSOS, NO
CAMINHO COMUM.
Emmanuel / XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz. Cap. 146.
•Avançar sem luz é impossível
Sem a claridade que nos seja própria, padeceremos
constante ameaça de queda;
"(...) A Luz ainda está convosco por um pouco de tempo;
Andai enquanto tendes Luz, para que as trevas vos não
Alcancem, pois quem anda nas trevas não sabe aonde vai.”
- Jesus. (Jo., 12:35.)
Discursando sobre a Sua missão, Jesus falou sem rebuços[1]:
"Eu Sou a Luz do Mundo; quem Me segue não andará em trevas”.
Desde o "Fiat-Lux" inicial, registrado no Velho Testamento em
Gênesis, capítulo um, versículo três, passando pelos antigos
profetas, até Paulo, após Cristo,
a palavra "Luz" aparece mais de setenta vezes nas
Escrituras.
Léon Denis[2], sabendo que somos os artífices do próprio
destino, argumenta que necessário “(...) se faz sujeitarmo-nos
ao estado de coisas que engendramos no decorrer das vidas
sucessivas, quando, no uso do livre-arbítrio, equivocamo-nos
superlativamente. Todavia, depois de haver feito de nossas
consciências um antro tenebroso, um covil do mal, teremos de
transformá-lo em Templo de Luz.
As faltas acumuladas farão nascer sofrimentos mais vivos; suceder-se-ão mais
penosas, mais dolorosas as encarnações; e a Alma triturada pela engrenagem
das causas e efeitos que houver criado, compreenderá a necessidade de
reagir contra suas tendências, vencer suas paixões ruins e de mudar de
caminho. Desde esse momento, por pouco que o arrependimento a
sensibilize, sentirá nascer em si forças, impulsões novas que a levarão para
meios mais adequados à sua obra de reparação, de renovação, e passo a
passo irá fazendo progressos.
Raios e eflúvios penetrarão na Alma arrependida e enternecida, aspirações
desconhecidas, necessidade de ação útil e da dedicação hão de despertar
nela. A lei de atração, que a impelia para as últimas camadas sociais,
reverterá em seu benefício e tornar-se-á o instrumento de sua regeneração".
André Luiz[3], que entende ser o Espiritismo:“
(...) Claridade Eterna, considera os espíritas em melhores condições de
quantos ainda se debatem nas lutas de subnível, porque ainda não se
dispuseram a aceitar a realidade por ele (o Espiritismo) desvelada. Se
muitos confrades não alcançaram êxitos maiores na batalha íntima e
intransferível é porque não souberam graduar a intensidade da luz que
vislumbraram e foram acometidos pela cegueira do fanatismo. Acertar
ou cair são problemas exclusivos da alçada pessoal. Urge
trabalhar denodadamente na preservação da paciência que nutre a
perseverança nos bons propósitos que são a justa execução de todos os
deveres.
Manter-se, pois, encorajado e confiante, elevar anseios e
esperança, tentando sublimar emoções e cometimentos e
situar-se em campo de alegria serena, em marcha
uniforme, é a norma ideal para atingir a meta colimada”.
Emmanuel diagnostica[4]:
“A angústia de nosso plano procede da sombra. A
escuridão invade os caminhos em todas as direções como
trevas que nascem da ignorância, da maldade, da
insensatez, envolvendo povos, instituições e pessoas,
nevoeiros que assaltam consciências, raciocínios e
sentimentos...
Em meio da grande noite, é necessário acender a nossa luz.
Sem isso é impossível encontrar o caminho da alforria
espiritual.
Sem a irradiação brilhante de nosso próprio ser, não podemos
ser vistos com facilidade pelos Mensageiros Divinos, que
ajudam em nome de Deus.
indispensável organizar o santuário interior e iluminá-lo, a fim de
que as trevas não nos dominem.
É possível marchar, valendo-nos de luzes alheias; todavia, sem
claridade que nos seja própria, padeceremos constante ameaça
de queda, vez que os proprietários das lâmpadas acesas podem
afastar-se de nós, convocados pelos montes de elevação que
ainda não merecemos.
Vale-te, pois, dos luzeiros do caminho, aplica o pavio da boa
vontade ao óleo do serviço e da humildade e acende o teu
archote para a longa jornada evolutiva.
Nossa necessidade básica, portanto, é de luz própria,
de esclarecimento íntimo, de autoeducação, de
conversão substancial do ‘eu’ ao Reino de Deus".
A luz é o símbolo multimilenar
do desenvolvimento espiritual.
É a herança de Deus para as trevas.
É a substância divina gerada nas fontes superiores da esfera
espiritual.
A luz simboliza o esclarecimento, a orientação, o processo educativo,
capazes de nos transformar para melhor.
Por não ignorar a grande e imperiosa necessidade de
esparzir as alvinitentes luzes do Mais Alto, (primeiramente)
na própria Alma e depois à nossa volta, é que Paulo, o
Apóstolo dos Gentios, lembra nossa filiação com os
Páramos de Luz, ao escrever aos tessalonicenses:
“Porque todos vós sois filhos da Luz e filhos de
Deus; não somos da noite nem das trevas"
(I Tess. 5:5)
CLAREAR SEM OFUSCAR
Observe que, em muitas circunstâncias
da vida, a luz da vela tem maior
utilidade do que a do holofote. Por
pequena que seja, ela serve para
alumiar uma parte da escuridão.
CLAREAR SEM OFUSCAR
Nesse sentido, em se dizendo que luz não argumenta, mas
ilumina, é que ela deve clarear sem ofuscar. Ela deve iluminar
a sombra da ignorância, sem erradicá-la de uma vez. Ela
assemelha-se ao semeador que saiu a semear. Este deve
escolher a terra boa, arroteá-la, a fim de que a semente dê
frutos sazonados. Transpondo para o campo do Espírito, o
Semeador não deve iluminar a esmo, mas, sim, e antes de
tudo, preparar o ânimo daqueles que irão receber a Boa Nova.
Sem essa preocupação constante, estaremos apenas dando
pérolas aos porcos.
O progresso é inexorável. A luz do Evangelho é uma verdade que se
impõe por si mesma. Podemos nos distanciar, fugir, ficar nas trevas da
ignorância, visto termos o livre-arbítrio. Contudo, chegará o tempo em
que teremos de nos voltar para Jesus e aceitar os seus ensinamentos
se quisermos ser admitidos no reino dos céus.
A doutrina do Cristo tem um maná escondido.
O problema é que são poucos os que se dispõem a andar conforme os
ensinamentos de Cristo.
Temos mais facilidade em comunicá-los aos outros do que colocá-los
em prática.
Reconhecemos, assim, que não basta admirar o Cristo e
divulgar lhe os preceitos.
É imprescindível acompanhá-lo para que estejamos na bênção
da luz.
De igual modo temos que fazer com a Doutrina Espírita, que lhe
revive o apostolado.
• Vós Sois a Luz do Mundo
O Espírito Emmanuel, comentando esta passagem, fala-nos
que quando Cristo designou os seus discípulos como sendo
a luz do mundo, assinalou lhes tremenda responsabilidade
na Terra.
• Vós Sois a Luz do Mundo
É que a chama da candeia gasta o óleo do pavio.
Nesse sentido, o Cristão sem espírito de sacrifício é lâmpada
morta no santuário do Evangelho.
Recomenda-nos, assim, não nos determos em conflitos ou
perquirições sem proveito, visto que a luz não argumenta, mas
sim esclarece e socorre, ajuda e ilumina
(Xavier, Fonte viva. Emmanuel, cap. 105)
FIM
Verifiquemos se nossa pretensa luz não seja senão trevas.
Muitas vezes imaginamo-nos mais iluminados do que os outros e
não passamos de simples velas diante da luz elétrica.
Se estivermos constantemente pensando no mal, nas injustiças que
foram cometidas contra nós, ficaremos presos às trevas.
A prática do perdão, que é lançar luz sobre os acontecimentos,
contudo, pode libertar o nosso pensamento para áreas mais
úteis ao nosso desenvolvimento moral e espiritual. FIM
BORN, Adrianus van den. Dicionário Enciclopédico da Bíblia. Rio de Janeiro: Vozes, 1987.
LIPINER, Elias. Santa Inquisição: Terror e Linguagem. Rio de Janeiro: Editora
Documentário, 1977.
ROHDEN, Huberto. O Drama Milenar do Cristo e do Anticristo. São Paulo: Alvorada, 1972.
XAVIER, F. C. Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro, FEB, s.d.p.
Texto em HTML
http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/quem-me-segue-trevas.htm
http://www.oconsolador.com.br/ano9/431/ca7.html
[1] - Jo., 8:2
[2] - DENIS, Léon. O Problema do ser, do destino e da dor. 23.ed. Rio: FEB, 2008, cap. XIII, 2ª parte.
[3] - VIEIRA, Waldo. O Espírito de Verdade. 3.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1977, cap. 92.
[4] - XAVIER, F. Cândi

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  • 2. O MESTRE NÃO PROMETEU CLARIDADE À SENDA DOS QUE APENAS FALAM E CREEM. ASSINOU, NO ENTANTO, REAL COMPROMISSO DE ASSISTÊNCIA CONTÍNUA AOS DISCÍPULOS QUE O SEGUEM.
  • 3. NESSE PASSO, É IMPORTANTE CONSIDERAR QUE JESUS NÃO SE REPORTA A LÂMPADAS DE NATUREZA FÍSICA, CUJAS IRRADIAÇÕES FEREM OS OLHOS ORGÂNICOS. ASSEGUROU A DOAÇÃO DE LUZ DA VIDA. QUEM EFETIVAMENTE SE DISPÕE ACOMPANHÁ-LO, NÃO ENCONTRARÁ TEMPO A GASTAR COM EXAMES PARTICULARIZADOS DE NUVENS NEGRAS E ESPESSAS, PORQUE SENTIRÁ CLARIDADE ETERNA DENTRO DE SI MESMO.
  • 4. QUANDO FIZERES, POIS, O COSTUMEIRO BALANÇO DE TUA FÉ, REPARA, COM HONESTIDADE IMPARCIAL, SE ESTÁS FALANDO APENAS DO CRISTO OU SE PROCURAS SEGUIR-LHE OS PASSOS, NO CAMINHO COMUM. Emmanuel / XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz. Cap. 146.
  • 5. •Avançar sem luz é impossível Sem a claridade que nos seja própria, padeceremos constante ameaça de queda; "(...) A Luz ainda está convosco por um pouco de tempo; Andai enquanto tendes Luz, para que as trevas vos não Alcancem, pois quem anda nas trevas não sabe aonde vai.” - Jesus. (Jo., 12:35.)
  • 6. Discursando sobre a Sua missão, Jesus falou sem rebuços[1]: "Eu Sou a Luz do Mundo; quem Me segue não andará em trevas”. Desde o "Fiat-Lux" inicial, registrado no Velho Testamento em Gênesis, capítulo um, versículo três, passando pelos antigos profetas, até Paulo, após Cristo, a palavra "Luz" aparece mais de setenta vezes nas Escrituras.
  • 7. Léon Denis[2], sabendo que somos os artífices do próprio destino, argumenta que necessário “(...) se faz sujeitarmo-nos ao estado de coisas que engendramos no decorrer das vidas sucessivas, quando, no uso do livre-arbítrio, equivocamo-nos superlativamente. Todavia, depois de haver feito de nossas consciências um antro tenebroso, um covil do mal, teremos de transformá-lo em Templo de Luz.
  • 8. As faltas acumuladas farão nascer sofrimentos mais vivos; suceder-se-ão mais penosas, mais dolorosas as encarnações; e a Alma triturada pela engrenagem das causas e efeitos que houver criado, compreenderá a necessidade de reagir contra suas tendências, vencer suas paixões ruins e de mudar de caminho. Desde esse momento, por pouco que o arrependimento a sensibilize, sentirá nascer em si forças, impulsões novas que a levarão para meios mais adequados à sua obra de reparação, de renovação, e passo a passo irá fazendo progressos. Raios e eflúvios penetrarão na Alma arrependida e enternecida, aspirações desconhecidas, necessidade de ação útil e da dedicação hão de despertar nela. A lei de atração, que a impelia para as últimas camadas sociais, reverterá em seu benefício e tornar-se-á o instrumento de sua regeneração".
  • 9. André Luiz[3], que entende ser o Espiritismo:“ (...) Claridade Eterna, considera os espíritas em melhores condições de quantos ainda se debatem nas lutas de subnível, porque ainda não se dispuseram a aceitar a realidade por ele (o Espiritismo) desvelada. Se muitos confrades não alcançaram êxitos maiores na batalha íntima e intransferível é porque não souberam graduar a intensidade da luz que vislumbraram e foram acometidos pela cegueira do fanatismo. Acertar ou cair são problemas exclusivos da alçada pessoal. Urge trabalhar denodadamente na preservação da paciência que nutre a perseverança nos bons propósitos que são a justa execução de todos os deveres.
  • 10. Manter-se, pois, encorajado e confiante, elevar anseios e esperança, tentando sublimar emoções e cometimentos e situar-se em campo de alegria serena, em marcha uniforme, é a norma ideal para atingir a meta colimada”.
  • 11. Emmanuel diagnostica[4]: “A angústia de nosso plano procede da sombra. A escuridão invade os caminhos em todas as direções como trevas que nascem da ignorância, da maldade, da insensatez, envolvendo povos, instituições e pessoas, nevoeiros que assaltam consciências, raciocínios e sentimentos...
  • 12. Em meio da grande noite, é necessário acender a nossa luz. Sem isso é impossível encontrar o caminho da alforria espiritual. Sem a irradiação brilhante de nosso próprio ser, não podemos ser vistos com facilidade pelos Mensageiros Divinos, que ajudam em nome de Deus.
  • 13. indispensável organizar o santuário interior e iluminá-lo, a fim de que as trevas não nos dominem. É possível marchar, valendo-nos de luzes alheias; todavia, sem claridade que nos seja própria, padeceremos constante ameaça de queda, vez que os proprietários das lâmpadas acesas podem afastar-se de nós, convocados pelos montes de elevação que ainda não merecemos.
  • 14. Vale-te, pois, dos luzeiros do caminho, aplica o pavio da boa vontade ao óleo do serviço e da humildade e acende o teu archote para a longa jornada evolutiva. Nossa necessidade básica, portanto, é de luz própria, de esclarecimento íntimo, de autoeducação, de conversão substancial do ‘eu’ ao Reino de Deus".
  • 15. A luz é o símbolo multimilenar do desenvolvimento espiritual. É a herança de Deus para as trevas. É a substância divina gerada nas fontes superiores da esfera espiritual. A luz simboliza o esclarecimento, a orientação, o processo educativo, capazes de nos transformar para melhor.
  • 16. Por não ignorar a grande e imperiosa necessidade de esparzir as alvinitentes luzes do Mais Alto, (primeiramente) na própria Alma e depois à nossa volta, é que Paulo, o Apóstolo dos Gentios, lembra nossa filiação com os Páramos de Luz, ao escrever aos tessalonicenses: “Porque todos vós sois filhos da Luz e filhos de Deus; não somos da noite nem das trevas" (I Tess. 5:5)
  • 17. CLAREAR SEM OFUSCAR Observe que, em muitas circunstâncias da vida, a luz da vela tem maior utilidade do que a do holofote. Por pequena que seja, ela serve para alumiar uma parte da escuridão.
  • 18. CLAREAR SEM OFUSCAR Nesse sentido, em se dizendo que luz não argumenta, mas ilumina, é que ela deve clarear sem ofuscar. Ela deve iluminar a sombra da ignorância, sem erradicá-la de uma vez. Ela assemelha-se ao semeador que saiu a semear. Este deve escolher a terra boa, arroteá-la, a fim de que a semente dê frutos sazonados. Transpondo para o campo do Espírito, o Semeador não deve iluminar a esmo, mas, sim, e antes de tudo, preparar o ânimo daqueles que irão receber a Boa Nova. Sem essa preocupação constante, estaremos apenas dando pérolas aos porcos.
  • 19. O progresso é inexorável. A luz do Evangelho é uma verdade que se impõe por si mesma. Podemos nos distanciar, fugir, ficar nas trevas da ignorância, visto termos o livre-arbítrio. Contudo, chegará o tempo em que teremos de nos voltar para Jesus e aceitar os seus ensinamentos se quisermos ser admitidos no reino dos céus.
  • 20. A doutrina do Cristo tem um maná escondido. O problema é que são poucos os que se dispõem a andar conforme os ensinamentos de Cristo. Temos mais facilidade em comunicá-los aos outros do que colocá-los em prática.
  • 21. Reconhecemos, assim, que não basta admirar o Cristo e divulgar lhe os preceitos. É imprescindível acompanhá-lo para que estejamos na bênção da luz. De igual modo temos que fazer com a Doutrina Espírita, que lhe revive o apostolado.
  • 22. • Vós Sois a Luz do Mundo O Espírito Emmanuel, comentando esta passagem, fala-nos que quando Cristo designou os seus discípulos como sendo a luz do mundo, assinalou lhes tremenda responsabilidade na Terra.
  • 23. • Vós Sois a Luz do Mundo É que a chama da candeia gasta o óleo do pavio. Nesse sentido, o Cristão sem espírito de sacrifício é lâmpada morta no santuário do Evangelho. Recomenda-nos, assim, não nos determos em conflitos ou perquirições sem proveito, visto que a luz não argumenta, mas sim esclarece e socorre, ajuda e ilumina (Xavier, Fonte viva. Emmanuel, cap. 105)
  • 24. FIM Verifiquemos se nossa pretensa luz não seja senão trevas. Muitas vezes imaginamo-nos mais iluminados do que os outros e não passamos de simples velas diante da luz elétrica. Se estivermos constantemente pensando no mal, nas injustiças que foram cometidas contra nós, ficaremos presos às trevas. A prática do perdão, que é lançar luz sobre os acontecimentos, contudo, pode libertar o nosso pensamento para áreas mais úteis ao nosso desenvolvimento moral e espiritual. FIM
  • 25. BORN, Adrianus van den. Dicionário Enciclopédico da Bíblia. Rio de Janeiro: Vozes, 1987. LIPINER, Elias. Santa Inquisição: Terror e Linguagem. Rio de Janeiro: Editora Documentário, 1977. ROHDEN, Huberto. O Drama Milenar do Cristo e do Anticristo. São Paulo: Alvorada, 1972. XAVIER, F. C. Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro, FEB, s.d.p. Texto em HTML http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/quem-me-segue-trevas.htm http://www.oconsolador.com.br/ano9/431/ca7.html [1] - Jo., 8:2 [2] - DENIS, Léon. O Problema do ser, do destino e da dor. 23.ed. Rio: FEB, 2008, cap. XIII, 2ª parte. [3] - VIEIRA, Waldo. O Espírito de Verdade. 3.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1977, cap. 92. [4] - XAVIER, F. Cândi